Olá a todos! Meu nome é Carlinha e eu sou nova aqui (desculpa os errinhos). Tenho 20 aninhos, sou baixa (1,56) e com um cabelao loiro que chega até o bumbum. Meu bumbum é bem grande e durinho, chamo muita atenção com ele. Tanto é que no ensino médio sempre acabava sentindo as mãos bobas e as secadas dos meninos, sem falar nos olhares tortos das invejosas. Na faculdade não foi muito diferente, faço medicina e por isso geralmente to de calça branca e bem juntinha, deixando até os professores babando. Mas logo quando entrei na facul eu conheci o Rô Meu namorado. Ele era um dos únicos que não ficava me secando e isso me chamou a atenção, saimos algumas vezes e atamos um namoro. Mas meu pai (que me criou sozinha depois que minha mãe largou ele por um amigo dela) sempre foi contra. Contra qualquer coisa praticamente, tanto q só soube de sexo quando falaram na sala de aula. Tudo oq aprendi de sexo foi com minha amiga Nat. Nat é daquele tipo safada, que consegue o cara que quer só abanando o rabo ou mostrando os peitos. Ela me explicou mta coisa pra ver se eu conseguia agradar o Ro, mas nunca tive muita vontade...
Invejava um pouco Nat, mas me confortava pensar q eu não corria risco de engravidar ou pegar doenças. Conheço ela faz tempo, e ela só deixou de namorar e dar para vários depois que conheceu o Giovani. Ele é um cara até que baixo pra nossa idade, mas ainda é maior que eu. Sempre foi quieto na dele na minha frente, mas Nat me falava que era um safado na cama, o melhor que ela já teve e isso até me deixou curiosa rsrs. Tudo mudou nessas férias, quando Giovani chamou Nat, eu e o Ro pra passar uns dias na casa da praia da família dele, eu pensei muito e concordei com Ro da gente ir. Ro havia perdido a carta depois de ser pego bêbado dirigindo várias vezes, por isso fomos os quatro no carro do Giovani e enquanto ele dirigia, meu namorado que estava cansado demais acabou dormindo de um lado do banco e eu fiquei falando com Nat. "Ele sempre dorme assim?" Ela parecia incomformada. "Ele trabalhou ontem coitado" respondi meio sem jeito. "Que dó, eu e o Gi trabalhamos e vamos curtir bem a viagem" Ela falou passando a mão na coxa do namorado, bem perto do pau, ele deu um sorrisinho e olhou no espelho pra mim, fiquei sem jeito e sorri de volta sem entender. "Vocês não vão fazer isso lá né? " eu perguntei "vamos sim!" Nat parecia bem animada. "Você também devia Carlinha" Quem falou foi o Giovani, me senti ficando vermelha. "Isso se o namorado dela dar conta né" Nat zuou. "Ai gente, eu que não gosto" "não gosta pq ainda não fez" Nat respondeu de imediato. "Vai por mim, você vai gostar" falou Giovani olhando de novo pelo espelho. Senti um calor estranho no corpo e fechei a boca, mas senti minha calcinha se molhar um pouco. O resto da ida foi tranquilo, chegamos e nos arrumamos rápido pra pular na piscina Como meu namo raramente me via com outra roupa além de calça jeans, pediu q eu levasse um biquíni bem bonitinho, que acabava mal cobrindo meu bumbum. Eu e Nat brincavamos na piscina e Giovani e Ro bebiam cerveja e preparavam o churrasco. Eles foram ficando meio alegres e as brincadeiras começaram. "Olha só que beleza em, você tem sorte" meu namorado disse pro Giovani. "Voce também, sua namorada é tão gata quanto a minha" todos riam um pouco mas eu fiquei cismada, ele não deveria achar a namorada dele mais bonita? Eu acabei não dando mais atenção, e Nat também não. Mas a tarde foi passando, Giovani deixou a cerveja mas Ro continuou até acabar e quase implorou pro Giovani ir comprar com ele. Giovani não quis, mas falou pra ele onde comprar e ainda emprestou a chave do carro. Meu namo ficou besta e alegre pela confiança do Giovani. "Esse é o cara em!"ele falou pra mim saindo rápido pra ir comprar. Sai da piscina e fui falar com Giovani. "Tu é doido? Vai deixar ele dirigir sozinho daquele jeito? " "Relaxa gata, tá quase sem movimento e você anda muito estressada" ele me encarou toda. Eu ainda estava de biquíni e aquele olhar me deixou sem jeito. "Meu namorado vai ficar com as bebidas e não comigo graças a você" falei tentando parecer mais chateada do que estava. "Por escolha dele, mas eu to aqui se precisar" ele falou e passou por mim em direção a piscina. Fiquei vermelha e sem reação, quase Senti que ele deu uma bela olhada na minha bunda quando passou, mas não me mexi. Quase gostei daquilo. Ele foi e pulou na piscina com a Nat. "Ei safado, e esse negócio ai?" Ela falou quando ele pulou nas costas dela. Será que ele estava de pau duro? E por minha causa? Senti minhas pernas bambearem um pouco e minha bucetinha se manifestar. Fiquei muito sem jeito e fui pra dentro da casa. Giovani não era nenhum galã, mas porque aquilo estava acontecendo? Tentei não pensar nisso, deitei no sofá da sala e fechei os olhos.
Acordei com um barulho vindo do quarto e com a mão toda melada. Cheirei e tinha o cheiro da minha própria buceta! O som ficava mais alto conforme eu ia devagar até lá e parando na porta entreaberta meu coração quase saiu pela boca. Giovani e Nat estavam na cama, ele metendo forte nela e afundando o rosto dela no colchão. Seu rosto tinha uma expressão sádica de prazer enquanto seu pau entrava na buceta da minha amiga. Mesmo abafada pelo colchão, Nat gemia gostoso enquanto ficava bem empinada pro seu macho. Minha buceta reagiu na hora. Mordi os lábios e assisti uns segundos em silêncio até meus olhos se encontrem com o de Giovani. Igual no carro, ele olhou pra mim e sorriu. Pensei em sair correndo, mas não conseguia. Ele fodia a namorada dele me olhando e eu nunca havia sentido tanto tesão. Ele deu um tapa ardido na bunda dela e puxou os cabelos, tirando o rosto do colchão. Sai de lá muito rápido para ela não me ver, com as mãos geladas e suando, coração a milhão Respirando fundo e com a buceta encharcada. "Isso, me enche de porra meu gostoso!" Ouvi ela gritar. Não aguentei mais. Levei minha mão até minha buceta e senti que ela estava sensível, lembrei do cheiro na mão e conclui que eu tinha me masturbado enquanto dormia naquele sofá. Tentei me recompor e bem na hora meu namorado voltou com o porta malas do carro cheio de bebidas. Mal ele sabia que sua namoradinha santa estava toda melada por ver a amiga dela dando pro namorado.
Bom, assim que meu namo chegou eu respirei fundo e corri pra perto do piscina. Não sabia direito oq fazer com todo aquele mel escorrendo da minha bucetinha, mas seria estranho se ele percebesse. Pulei na água e ele logo chegou. "Amor, passei pelo quarto e ouvi uns cochichos, eles tão lá? " Me fiz de santa e falei "Nem vi amor, fiquei aqui esse tempo todo" Ele sorriu e começou a falar das bebidas que tinha comprado, que eu devia beber pelo menos uma vez na vida, mas não dei atenção, não parava de pensar nos olhos do Giovani me encarando enquanto fodia uma buceta. Quando dei conta, Ro já tinha tirado a roupa e pulado na água comigo, eu quase no desespero me atirei nos brados dele. "Eita Carlinha" Ele falou sentindo meus peitos encostando nele. Eu deslizei a mão pelo braço dele e desci até a cintura, olhei e vi o volume do pau dele. "Eu to sonhando? "Ele disse brincando, eu nunca havia chegando nem perto do pau dele, mas eu estava doida pra ver, pegar, sentir... "é que a gente ta aqui sozinhos sabe, foi um milagre meu pai deixar eu vir, eu pensei que a gente pudesse..." falei escutando a respiração dele ficar pesada, foi quando peguei no pau dele e apertei de levinho, ele gemeu bem gostoso. "Vem cá" ele falou. Será que finalmente iria rolar alguma coisa? Ele me puxou pra beira da piscina e sentou nela, eu fiquei ainda lá Dentro, com visão total pra virilha dele. A mão dele tremeu um pouco e logo ele tirou o pau da sunga que vestia. E na hora eu quase vomitei. Estava meio mole e melecado, subia um cheiro horrível de mijo. Ro era tão branco quanto eu, mas seu pau não era rosado como eu já tinha escutado que todo homem branco tinha, era branco mesmo e feio. "Vem" ele disse me puxando pra perto do pau dele que estava meio caído. Não parecia ser pequeno, mas de pé não estava. "Eu... eu..." fiquei sem palavras, se todos os paus do mundo fossem daquele jeito eu ficaria virgem pra sempre. "O almoço pessoal!" Giovani girtou lá da cozinha. Salva pelo gongo rsrs... Ro cobriu rapidamente o pau e tirou os pés de dentro da água, me deixando sozinha sem dizer nada. Decepcionada, eu fiquei na piscina até voltar ao normal e ir comer. No almoço, parecia que nada havia acontecido e todos agiam normalmente. Depois, combinamos de eu e Nat irmos comprar um biquíni novo pra ela. Ela já me esperava no carro quando corri pra pegar a bolsa que tinha esquecido, foi quando escutei os meninos conversando. "É sério cara, ela nunca tinha nem chegado perto" Ro falou. "Bom pra você então mano, tem que aproveitar mesmo" Giovani respondeu. "Fiquei muito feliz cara, pensei que a mina não sentia nada de tesão nunca! Mas acho que to começando a agradar ela nessa parte" e Ro deu uma risasa. Pobre coitado. Fiquei vermelha com a conversa deles e corri pro carro com Nat. No caminho com ela, sem jeito eu perguntei "Miga, aquela hora Lá na piscina, o Giovani pulou em você com o negócio armado?" Ela riu e falou "Negócio armado? Fala direito, pau duro" eu engoli seco e falei "O Giovani tava de pau duro?" Aquelas palavras fizeram meu calor voltar, mas e o medo do pau dele ser igual ou pior que o do meu namorado? Sem contar que só de pensar em outro já considero traição, e isso nunca tinha passado pela minha cabeça... Até naquele momento. "Tava sim, ele vive daquele jeito, nunca vi igual." "Como assim? " respondi sem jeito. "Ele vive me agarrando de pau duro, e com você de biquíni na frente dele não era de se esperar outra coisa né" eu gelei na hora. "Mas... como assim?" "Carlinha, você é gostosa. Tem quase tanto peito quanto eu mas tem um rabo enorme, todo macho que vê fica duro, não vou culpar o Gi por isso" eu estava perplexa, ela continuou "Se eu fosse homem eu te pegava em" ela falou e riu depois apertou minha coxa. Fiquei pensando naquilo. Não era todo macho que ficava excitado comigo, meu namorado acabou não ficando. Deixei a depre de lado e compramos biquínis novos, não lembro como, mas na volta o assunto voltou a ser pau. "É grande sim, me alarga toda sempre, e olha que ele é baixinho, sempre achei que tamanho influenciava" ela falou. Ro tinha por volta de 1,80 e Giovani 1,70. "E como fica quando ta duro?" Perguntei. Ela respondeu "Fica cheio de veias, com a cabeçona bem a mostra, é uma delícia" e deu uma risada. Aquilo não era nada parecido com o que meu namorado tinha me mostrado. "E se toca em,Ouvi dizer que bebida atrapalha pra subir, outro motivo que não deixo o Gi encher a cara." Tava tudo explicado então. Me senti aliviada de certa forma, mas ainda mais curiosa. Passamos no mercado e compramos um pote de sorvete, mas quando voltamos pra casa, Nat percebeu que tinha perdido o cartão do banco. Desci na casa com o sorvete e ela voltou desesperada pra achar. Tava tudo normal, Ro dormia jogado no sofá do lado de uma garrafa de vodka, senti nojo e passei direto, até perceber que Giovani tava tomando banho. Fui bem devagar até a porta do banheiro que tava meio aberta, coloquei o rosto no vão para ver. Só ver não tem problema, pensei. Mas a carne é fraca. E Giovani estava se masturbando bem na hora. Meu coração acelerou e fixei os olhos no pau dele. Não conseguia ver direito, mas estava do jeitinho que Nat me falou. Eu agachei e passei a mão na bucetinha sentindo ela se molhar, mas o imbecil do meu namorado se mexeu no sofá e a garrafa caiu no chão, o barulho me assustou e eu cai de bunda, Ro nem acordou (devia estar mais bêbado ainda) e Giovani escutou e olhou pra porta. Meu coração quis sair pela boca, eu levantei do jeito que deu e corri pro quarto. Talvez ele não me viu, pensei. Não demorou e ele apareceu no quarto só de toalha. Minhas pernas tremiam, não sei se era medo ou tesão. "Oi" ele falou normalmente pegando o desodorante da bolsa. Eu acenei com a cabeça e comecei a mexer no celular. "Carlinha" ele me chamou, gelei mais ainda e olhei pra ele imaginando Que ele estaria pelado na minha frente. Mas não tava. "Tudo bem ter curiosidade, eu mesmo morria de vontade de ver sua bunda, por isso assim que vi você com aquele biquíni eu corri pra me aliviar na Nat" que safado! "Aquela transa lá que você viu foi comigo pensando em você, por isso você apareceu e eu não aguentei" ele falava bem naturalmente, e eu desesperada com o coração quase pulando pela boca. Ele chegou perto de mim e pude ver ele direito. Não era alto nem forte, mas era definido, olhos penetrantes e um sorriso lindo... "então relaxa, você é humana, virgem, com essa idade seu corpo começa a ficar desesperado por sexo" ele parecia tão experiente, mas tinha 20 anos como eu. Ele segurou minhas mãos com delicadesa e meu coração acalmou. "Não tem problema olhar aqui e ir brincar lá" ele falou, parecia mesmo respeitar meu relacionamento com o Ro. Eu concordei com a cabeça, ele pegou minha mão e beijou. Gente que cavalheiro! Fiquei boba, nem lembrava mais que era namorado da minha melhor amiga. "Vai querer q eu me troque na sua frente? " Ele disse sem jeito, eu corei e pulei da cama. Sai sorrindo sem dizer nada. Assim que sai, vi Ro jogado no sofá, bêbado, me esquecendo completamente. Lembei do que o Gi tinha dito e voltei pro quarto. O safado só tinha colocado a camiseta. "Oii" falei tímida e sem jeito, toda vermelha, mas com muito tesão. "Oi!" Ele falou sorrindo. Me derreti por aquele sorriso, andei até ele e fiquei olhando pro pau dele. Era quase preto, cheio de veias, Com a cabeçona saindo. Bolas grandes e coxas peludas. Aquilo era um pau de verdade! "Uau" falei sem jeito e ri um pouco "Gostou? " ele perguntou. "Muito... quer dizer, sim!" E ri, mais sem jeito ainda. "Pega nele" era quase uma ordem. Eu obedeci, peguei bem devagarinho e apertei de leve, o safado gemeu com o contato da minha mãozinha. Foi quando desviei o olhar do pau dele para seu rosto, ele me olhou com tanto tesão que eu me entreguei, nossas bocas se encontraram, sua língua passava por toda minha boca, o beijo mais molhado da minha vida! Senti ele gemer baixinho conforme minha língua encostava na dele, minha calcinha estava ensopada e eu gemi igual. Sem tirar a língua da minha, ele levou a mão direita até a minha e nossas mãos guiaram o pau dele numa punheta bem gostosa. Ele gemia baixinho e gostoso enquanto nossas bocas ainda se encontravam, senti sua mão esquerda apertar fazer carinho na minha bunda, bem de leve, por ela toda. Gemi mais gostoso ainda, nem lembrei de Nat ou Ro, o que me importava era aquela língua e aquele pau delicioso. "Abaixa o shorts" ele falou no meu ouvido, na hora eu abaixei. Passou um medinho dele meter em mim ali mesmo e eu sussurrei "não mete, por favor" ele sorriu e voltamos a nos beijar, depois ele recuou e um fio de baba nos unia. "Calma princesa, não vou tirar seu cabacinho agora" voltamos a nos beijar, com minha mão livre eu arranhava de leve seu braço. "Vira pra mim minha rabuda" quase gozei só de escutar aquilo. Virei sentindo minha Bucetinha latejando, não demorou pro gozo dele atingir minha bunda toda pra fora. Instintivamente eu empinei pra receber aquela porra quente no meu bumbum, Giovani gemia alto e me melava toda com o leite dele. Quando ele acabou, minha buceta ainda se manifestava, ele então passou o pau pela minha bunda, melando mais ainda de porra e apontou pra entrada da minha buceta, só com a ponta do pau, ainda dura e melada, ele esfregou na minha buceta. Mordi os lábios pra não gemer, ele continuou, passando toda a cabeça do pau dele na minha bucetinha virgem, não resisti e gozei.
Eu teria ficado lá, com a bunda de fora, empinada, com a bunda suja da porra do namorado da minha melhor amiga, se não fosse ela chegar. O barulho do carro fez eu e Giovani acordar do transe do tesão, ele rapidinho se vestiu e eu corri pro banheiro. Sentada na privada minha cabeça girava, o que eu tinha feito? Tinha acabado de trair meu namorado e a confiança da minha melhor amiga. Mas por que aquilo foi tão bom? Me olhei no espelho de corpo do banheiro e vi meu bumbum enorme, ainda com porra já quase secando. Me limpei e ouvi a Nat falando "Acorda Ro, levanta! Vai ficar com a sua namorada!" Respirei fundo e sai do banheiro pra falar com ela e com meu namorado que agora acordava. "Dormi demais, o que eu perdi?" Ele falou se sentando no sofá, sentei do lado dele e sorri. "Nada amor, relaxa" beijei ele. Ele tava com bafo, cheirando a vodka, nada igual ao Giovani. Me aninhei do lado dele no sofá e vimos Giovani Sair do quarto com um sorriso enorme no rosto. "Acordou em" ele falou e passou pela sala. Meu namorado só sorriu pra ele, nem suspeitava que ele tinha melado a bunda inteira da namorada dele de porra.
Bom, depois que me aninhei com o Ro no sofá, meu coração acelerava toda vez que lembrava da sensação do pau do Giovani na minha mãozinha, o gosto do beijo dele e principalmente da sensação do pau dele se esfregando na minha bucetinha virgem. Com isso, a tarde passou e anoiteceu. Estávamos na quinta feira, e iríamos embora domingo, pq na segunda as aulas voltavam. Fiquei pensando em oq mais aprontaria naquela viagem, será que Giovani ainda iria querer alguma coisa? Será que alguém descobriria? Era muito arriscado, e perder o namoro e uma grande amizade não compensava. Decidi não me arriscar mais. Fomos os 4 fazer pizzas pra jantar, Giovani estava mais alegre que o normal, e qualquer coisinha tentava puxar assunto comigo. (Eu adorava, mas não dava bola). Não pude deixar porém de trocar uns olhares com ele, meio q involuntariamente, e isso me lembrava toda a putaria que tinha rolado. Combinamos de assistir um filme depois da janta. Pra evitar as tentações (rsrs) corri pra perto de Ro. Ficando eu e ele num sofá e Nat e Giovani em outro. O filme foi um tédio total. Nat ficou com dor de cabeça e chamou o namorado pra dormir, ele disse que tava gostando do filme e ficou na sala. Quando ela saiu, vi que a atenção dele era pra mim e não pro filme. Decidi provocar, mas certa de que nada iria Rolar. Assim que vi que Giovani me olhava, eu sorria pra ele com todo charme do mundo. Ele trocava os sorrisos e fazer isso do lado do meu namorado só aumentou o fogo entre a gente. Decidi provocar mais, fui e tomei banho, vesti um shorts minúsculo de pijama e uma camiseta fofinha de ursinhos, bem meiguinha e sem sutiã. Voltei pra sala e ainda faltavam uns 20 minutos de filme. Os meninos me secaram inteira, confesso que até fiquei sem jeito, principalmente quando Ro comentou "tira o olho em, essa aqui tem dono" e deu um tapinha na minha bunda, que com aquele shorts, deixava quase metade pra fora. Fiquei vermelha e olhei pra ver a reação de Giovani, que sorriu e falou. "Claro que tem". Mordi o lábio com a resposta, que delícia aqueles dois homens doidos por mim! No olhar seguinte que troquei com Giovani ele mexeu com a cabeça pra cozinha, só entendi quando ele se levantou e foi pra lá. Meu coração acelerou muito. Vou ou não vou? E eu fui. "Já volto amor" falei pro Ro me levantando e pensando no que Giovani estava pensando, e como eu falaria pra ele parar com aquilo. Quando cheguei na cozinha, Giovani abriu a boca pra sussurrar alguma coisa quando Ro disse "Me esquenta um pedaço de pizza? " Meus olhos estavam fixados nos de Giovani e eu congelada. "Uhum" falei alto. Giovani deu uns passos pra frente e segurou delicadamente meu queixo, seu sorriso me guiou até sua boca. Minha língua logo voltou a brincar na boca dele, que rapidamente segurou minha bunda com as duas mãos, Sentindo boa parte dela sem tecido algum. Ro deu um grito de susto na sala e eu me desgrudei de Giovani na hora. Sorte que era por causa do filme (rs) sussurrei baixinho pro Giovani "a gente tem que parar!" Ele fez uma cara de cachorro abandonado e sussurrou "tem certeza?" E ai eu travei. Não queria parar. Finalmente, só com 20 anos, finalmente estava tendo algum contato sexual que me dava prazer de verdade, infelizmente (ou não) era com o namorado da minha melhor amiga. Ele esperto que só, me agarrou pra mais um beijo, dessa vez com as mãos na minha cinturinha. Que beijo gostoso! Ele chupava minha língua, explorava cada cantinho dela. Me entreguei e perdi a noção do tempo e espaço, mas acordei com meu namorado. "Amor? O Giovani ta ai?" Dessa vez não desgrudei de Giovani, sussurrei no ouvido dele "hoje a noite aqui" ai sim, me afastei, ajeitei o cabelo e apareci na entrada da sala. O sofá que Ro estava ficava junto a parede, e virado pra televisão, por isso ele só me veria se virasse o rosto. "ele foi lá fora pendurar a toalha da piscina que ele esqueceu." Enquanto estava parada lá, quase sentia que Giovani secava meu bumbum, que estava bem exposto com aquele shorts minúsculo. "Que mongo, ta perdendo o filme" ele falou quando senti as mãos de Giovani na minha bunda. "E você perdendo a namorada" ele sussurrou atrás de mim. Quase fiquei chateada com aquele comentário dele (por mais que fosse verdade), mas quando pensei em brigar com ele, senti que ele havia conseguido colocar o dedo dentro do shorts e passava a ponta dele na minha bucetinha. "E a pizza amor?" Ro perguntou enquanto o dedo De Giovani fazia minha buceta babar toda. "Já vou esquentar" disse. Tava muito gostoso, ele sabia exatamente onde passar o dedo, pertinho do meu clitóris. Meu corpo esquentou, me segurei pra não gemer, mesmo que baixinho. Senti Giovani dar um beijinho carinhoso na polpa da minha bunda, involuntariamente dei uma rebolada, ele aumentou o ritmo com o dedo. Estava quase gozando só com aquilo. Minha primeira masturbação na vida fora horas antes, eu era (e ainda sou) muito inexperiente, mas estava amando aquilo. Senti o gozo vir cada vez mais forte. Segurei Giovani pelo cabelo e puxei ele contra minha bunda. Ele esfregava o dedo com tudo na minha buceta, mesmo de calcinha eu sentia muito bem. Mas o que me fez gozar foi sentir o rosto dele no meu rabinho, seu nariz e respiração bem próximo ao meu cuzinho. Mordi a boca com força e gozei. Minhas pernas bambearam e eu quase cai, mas Giovani me segurou. Quando voltei pra realidade, ele me olhava sorrindo mas um pouco preocupado. Não pensei em mais nada, tinha que compensar aquele homem. Empurrei ele contra a parede que não tinha visão pra sala e abaixei a calça dele com tudo. O pau duro, grosso e babado saltou e encostou no meu rosto. Segurei ele e lambi das bolas até a ponta, percebi que Giovani tampou a boca com a mão pra não gemer e eu comecei a beijar aquela rola. Não sabia chupar, mas beijei a cabeça do pau dele como beijava a boca dele, bem babado. Esfreguei meus lábios e a língua naquela cabeça inchada e gostosa, olhei pro rosto dele e pude sentir o tesão em seu olhar e só levantei quando notei que minha boca tava sangrando por causa da mordida de quando gozei. Ele se vestiu E sussurou "você é uma deusa" e saiu de perto de mim, foi em direção a porta, abriu e fechou ela falando. "Caramba, tava difícil de achar pregador, o filme acabou?" Ele passou por mim e foi direto pra sala. "Ta no finalzinho" respondeu o Ro normalmente. Fiquei parada ali, congelada, sentindo gosto de sangue e de pau na boca. Com um milhão de coisas que se passavam na minha cabeça, eu só consegui sorrir de orelha a orelha. "Quer pizza do que amor?" Falei ainda sorrindo e sentindo meu melzinho escorrer pela coxa.
Esquentei o pedaço de pizza pro meu namoradinho e voltei pra perto dele. Vi a última cena do filme( que não entendi nada) e fiquei abraçada com Ro, que logo percebeu o corte na minha boca. "Oq houve bebê?" Ele pareceu preocupado. Eu respondi que tinha mordido sem querer e ele acreditou. Mal sabia ele que foi por que gozei bem gostoso com o namorado da minha amiga, bem do lado dele.
Depois daquela gozada fantástica que o namorado da minha melhor amiga me fez ter, eu não conseguia dormir. Por mais que estivesse cansada, ficava lembrando da sensação dos dedos dele explorando minha bucetinha virgem e toda ensopada, o gosto do pau dele todo melado, tudo isso aumentava meu tesão e meu coração disparava!
Fomos cada um pro seu quarto, ambos ficavam próximos ao banheiro. Nat já dormia igual um nenem e Giovani foi lá dormir com ela. Cofesso que senti até um ciuminho por ela ter ele sempre que quisesse, mas o ciúme passou quando deitei com Ro. Por mais que ele não demonstrasse a mínima capacidade de me dar prazer na cama, era meu namorado. Mas quem disse que isso mudou o fato de eu estar toda ansiosa pra levantar no meio da noite e ir me acabar com o namorado da amiga? Fiquei contanto os segundos e acabei pegando no sono. Acordei no susto, ainda de madrugada. Levantei com jeitinho pra não acordar o Ro e sai do quarto. Tudo silêncio e bem escuro. Nessa época do ano as praias ficam bem vazias, e no meio na noite não se escutava nada. Andei bem devagar até o quarto deles e travei. Eu precisaria acender a luz do corredor, mas e se todo mundo acordasse? Fiquei com medo e sem reação. Foi quando lembrei do meu celular. Voltei, me matei pra achar ele no quarto escuro (rsrs) mas assim q peguei, mandei várias mensagens pro Giovani. "Gi?" "Gi, ta acordado?" Demorou uns minutos angustiantes, mas ele respondeu "To sim, vc levantou? " Minha boca ainda doida um pouco da mordida, mas estava doida pra sentir a boca dele de novo. "Já" "to nervosa..." ele nem respondeu. Levantou e nos encontramos no escuro. "Nem acredito que tamo fazendo isso" falei segurando os braços dele logo antes dele me agarrar pela cintura e me beijar. "Relaxa" ele falou e voltou a colocar a língua na minha boca. Nossas línguas se encontravam, estava tão silêncio que eu escutava elas se esfregando, meu coração e o dele estavam muito acelerados, os estalos dos beijos e o som dele passando a mão bem de leve pela minha bunda. Que tesão gostoso, minha bucetinha voltou a se molhar toda! Ele foi indo mais além. Começou a beijar meu queixo e meu pescoço enquanto colocava as mãos por dentro do shortinho que eu usava, passava a mão por toda minha bunda e gemia gostoso no meu ouvido. "Eu to doida pra dar pra você" sussurrei. Nem sei de onde aquilo vinha, só sei que estava louca pra sentir o pau dele me alargando. "Deixa eu usar você" ele só falou isso e me empurrou pra baixo. Apesar do escuro, senti que seu pau estava tão duro que saía da bermuda que ele usava. Cega pela escuridão, segurei o pau dele e coloquei todo no boca. Era mais difícil do que eu imaginava! O pau dele Não parava quieto na minha boca, ele se mexia e a cabeça passava pela minha língua e encostava até no céu da boca, tudo isso enquanto ele gemia bem baixinho. Eu tentei deixar na boca mas não consegui. Tirei e babei no chão, infelizmente estava escuro, eu queria ver aquele pau duro na minha frente! Ele percebendo minha dificuldade, me ajudou a me levantar e já me pegou pra outro beijo. "Que delícia saber que sua boquinha ta com o gosto da minha rola" ele falou e depois me beijou de novo. Lembrei do quê ele tinha dito de deixar ele me usar. Eu só deixei. Era a bonequinha dele, apesar de inexperiente, eu deixaria ele fazer oq quisesse comigo. "Quer me comer?" Sussurei passando a mão em seu peito. Ele deu uma risadinha e me abraçou, agarrou as duas polpas da minha bunda com força e apertou. "Um rabo desses, um corpo desses, não, você tem que ser comida de um jeito especial, não assim" Meu tesão só aumentava, meu ego e auto estima estavam a mil! "Como você quer então? " Sussurei em resposta. Ele agarrou meus peitos. Não são tão especiais como minha bunda, mas ainda da pra pegar e apertar bem gostoso. "Eu quero que você me sinta, quero que você fique viciada em mim, só depois eu vou te dar o prazer de tirar sua virgindade" Aquele cara queria mesmo que eu traísse de verdade meu namorado. Mas claro que não pensei nisso na hora, pensei só em sentir mais ele. Achei o pescoço dele, segurei pela nuca e lambi todo seu pescoço enquanto ele gemia no meu ouvido. "Gostou? " ele perguntou. Sussurei um sim e voltamos a nos beijar. O tesão era tão alto que provavelmente acabaríamos transando ali mesmo, mesmo com todo aquele discurso dele, sabia que se eu abaixasse meu shorts e pedisse ele iria me foder ali mesmo. Mas o inferno do celular da Nat resolveu tocar. Demos um pulo pelo susto e depois pela situação que estavamos, corri pro meu quarto e ele se trancou no banheiro. Lá de dentro, ouvi a Nat dizer "Amor, ta ai?" Ele saiu do banheiro e foi até lá. Não ouvi mais nada pq ele fechou a porta. E eu estava mais uma vez com o coração acelerado, o tesão lá no alto e a buceta ensopada. Caminhei até a cama e fui subir no escuro, fui colocando a mão na cama pra me guiar e acabei pegando no pau do meu namorado, que pra minha surpresa estava bem duro. "Carla?" Ele acordou meio q no susto. Eu não tirei a mão do pau dele, fiquei segurando por cima da bermuda. "Deixa eu ver?" Estava escuro e não vi sua reação, mas ele rapidamente levantou e acendeu a luz com um sorriso meio desconfiado do rosto. "Quer continuar aquilo da piscina? " Ele quase me broxou falando isso, mas ele disse abaixando a bermuda e o pau dele saiu e ficou apontato pra mim. Não era como o do Gi, mas podia ser tão bom quanto, eu pensei. Tirei minha camisa relevando meus peitos, ele falou alguma coisa e logo veio pra cima de mim. Ainda estava cheia de tesão do encontro com o Giovani, quando ele sentiu minha boceta molhada eu só falei "isso é por sua causa" ele sorriu e caiu de boca nos meus peitos. Era Bem gostoso, mas enquanto ele se deliciava com o pico do meu peito esquerdo, eu imaginava o que o Giovani tinha me dito. Tive uma idéia. Tirei o Ro de cima de mim, ajeitei o cabelo e falei "me ensina? " ele segurou meu cabelo com um rabo de cavalo e gemeu "claro meu amor" levou minha boquinha de encontro a rola dura dele. Primeiro dei beijinhos, depois fiquei lambendo a cabeça que estava toda pra fora. Era bem salgado e eu até pensei que poderia ser por causa de mijo, mas não podia pensar naquilo, tinha que aprender a chupar um pau. Fiquei só lambendo e beijando quando resolvi colocar ele todo na boca. Era bem menos grosso que o do Gi, mas era tão comprido quanto. Senti a ponta do pau dele pulsar e ele gemer. "To gozando amor!" Ele falou já soltando o primeiro jato de porra na minha garganta. Eu recuei na hora. Que nojo! Eu pensei. Sai de perto cuspindo e tossindo porra e saliva enquanto ele continuava a gozar gemendo. Ele me olhou com uma cara de muito satisfeito, e eu retribui indignada. Que bosta de aula foi aquela? Pensei comigo mesma e fui pegando minha camisa. "Amor, desculpa. Sua língua é tão gostosa que não me segurei" eu tava beem brava mesmo. "Me poupe cara, você não aguentou umas lambidinhas" falei vestindo a camisa, ainda com a cara bem nervosa. "Vou dormir na sala." Falei e sai. Ele não tentou me impedir e eu deitei no sofá gelado. Queria o Gi ali comigo, até a Nat, qualquer um pra me confortar, mas acabei dormindo sozinha mesmo.
Se a noite foi ruim, a manhã Foi linda. Acordei com Giovani me chamando carinhosamente. "Bom dia Carlinha, vc ta legal?" Ele sorria e eu despertava lentamente, até sorrir de volta e responder. "To sim" até ai parecíamos amigos normais, mas percebi que ele tava de pau duro. "Por que isso tão cedo?" Perguntei me espreguiçando e bocejando. Ele riu e falou "sabe como são os homens, a gente acorda de pau duro e vocês bocejando" nós dois rimos juntos depois disso. O clima estava leve, mas com aquela pontada de tesão que só sentia traindo meu namorado e minha amiga. "Quer acordar seu namorado? " eu já tava me preparando pra falar que não, que estava chateada e etc, quado vi que o Gi tava tirando o pau da bermuda. "Eu tenho uma idéia" ele falou com um sorriso sacana no rosto. "Qual?" Perguntei de besta, logo me aproximei e coloquei mais um pau na boca. "Isso Carlinha, que delícia" ele gemeu deixando o pau na minha boca. Dessa vez ele podia me ver direitinho. "Abre a boquinha e coloca a língua pra fora" ele mando. Eu como uma cadelinha, obedeci. "Isso mesmo, muito bom" ele falou esfregando a ponta do pau na minha língua inteira. "Na ponta agora" ele então colocou a parte que sai o mijo e a porra do pau bem na pontinha da minha língua e forçou um pouco. "Iiisso sua piranha" ele gemeu e guardou o pau. "Vai lá, acorda seu namorado com um beijao de língua" eu fiquei muito surpresa com esse nível de safadeza, era muita ousadia! Beijar meu namorado com o gosto do pau do namorado da minha melhor amiga? Que absurdo! Mas Eu fui. Acordei meu namoradinho dando um beijo bem demorado de língua nele enquanto sentia minha bucetinha se molhar toda. Não pelo beijo em si, mas por saber que meu namorado nem desconfiava que eu tava beijando ele com o gosto do pau de namorado da minha amiga na boca.
Depois daquele beijo gostoso que dei no meu namorado com o gosto do pau do Giovani na boca, meu tesão subiu de novo depois da frustração com meu namorado. "Bom dia gata, pensei q tava nervosa" Ele falou. Eu realmente estava chateada com ele, mas não deixei aquilo me incomodar mais. Fomos tomar café da manhã, onde Gi e Nat estavam bem agarradinhos se pegando. Eles estavam na cozinha, bem onde eu e Gi tínhamos aprontado, comigo beijando a rola dele e ele brincando com os dedos na minha bucetinha. Assim que terminaram o beijo, eu e Ro entramos na cozinha. Tomamos café e decidimos curtir o sol na praia. Fomos bem animados, porém eu e Gi pouco nos falamos no caminho. Ao chegarmos, estendemos nossas coisas na areia e colocamos um guarda sol. "Eu vou ficar um pouco por aqui" Gi falou deitando lá enquanto eu e Nat ficavamos só de biquíni. De óculos de sol, Gi poderia ver o corpo da namorada tanto quanto o meu. A parte de baixo do meu biquíni ficava atoladinha no meu rabo. Meu bumbum grande e branquinho chamava a atenção de quem passava, ainda bem q a praia tava meio vazia rsrs... o único que eu queria que visse era o Gi. Ele fazia eu me sentir gostosa, adorava quando ele secava minha bunda. Fomos eu, Ro e Nat pra água. Estávamos aproveitando bem até que Nat pediu um negócio que me deixou doida de ciúme. Ela queria ficar boiando, e pediu ajuda dele pra ficar Segurando ela. Ro é um cara alto e forte, e fez um sorrisão quando segurou ela no meio da água. Me emburrei e fiquei só assistindo. "Segura firme ou, tem esses braços fortes pra q?" Nat perguntou num tom de brincadeira. Logo eles estavam rindo e eu deixada de lado, decidida a provocar. "Nossa miga, roubou meu namorado, desse jeito vou ter q ir roubar o seu" eu falei. A essa altura ela já tava deitada boiando, e com Ro com as mãos na altura da barriga dela. "Ixi, vai lá, ele deve ta dormindo. Nunca vi vir pra praia e não gostar da água" ela falou sem muita importância, mal sabia das coisas haha. "Vai não em, to de olho" falou meu namorado, ele deu uma olhada pra mim mas logo voltou a olhar pra Nat que começava a afundar. "Me segura ou!" Ela gritou, ele riu e agarrou ela. Revirei os olhos e fui em direção a areia. Ao fundo escutei umas risadas, e quando estava chegando onde Gi estava, olhei pra trás e vi que haviam trocado, agora Ro tentava boiar. "Oq os dois tão fazendo lá? " Gi perguntou logo quando cheguei. "Tão tentando boiar só, ta com fome?" Eu falei. Ele abaixou o óculos e me olhou inteirinha, molhada da água salgada, e com vontade de aprontar. "Eu comeria muita coisa" ele falou e sorriu. "Seu besta" eu disse e sentei do lado dele. "Você não ficou sentida pelo jeito q te acordei né? " ele perguntou do nada, meu coração acelerou e nossos olhares se encontram. "Não... eu até gostei" ficou um silêncio depois disso. Só o som do vento ao fundo. Gi então voltou a me olhar bem Nos meus olhos e disse "quer fazer alguma coisa? " Eu corei e mordi os lábios. Meu namorado e a namorada dele estavam só a alguns metros dali. "Tipo oq?" Eu perguntei tentando parecer bem santinha. Minha voz é bem fininha, com meu rostinho pequeno e meu cabelo longo loiro eu fico parecendo uma bonequinha hihi...
"Deixa eu tentar uma coisa, se você não gostar a gente para" ele falou, eu nem concordei mas logo levantamos. Fomos pra de trás de umas árvores que tinha ali perto. "E se eles voltarem? " perguntei com medo, ele olhou pra água e viu eles ainda lá se banhando. "É só a gente não demorar" ele falou. Fiquei um pouco tristinha, afinal, a pressa é inimiga da perfeição. Mas Gi parecia confiante e tranquilo, fiquei até com um medinho dele só me pedir um boquete e esquecer de me dar prazer, mas foi bem o contrário. "Vem cá" ele falou e se agachou. Fui até ele e ele me virou bem devagarinho, olhando bem pra minha bunda. "Nunca vi uma bunda tão gostosa" ele disse e começou a apertar. Minha bucetinha começou a dar sinal. Involuntariamente, balancei um pouco o meu bumbum enorme pra ele, ele sorriu e falou "é cadelinha, que balança o rabo quando tá feliz?" Aquilo mexeu comigo, pensar q estava sendo a cadela do namorado da minha melhor amiga me excitou muito. Ele então fez algo novo. Deu um tapa na minha bunda enquanto olhava pro meu rosto que estava viradinho olhando pra ele. "Putinha do rabo gostoso..." ele disse e abaixou a parte de baixo do biquíni. Que tesão senti em mostrar Meu rabo todo exposto ali em público! Ele olhou por alguns segundos e começou a beijar meu bumbum inteiro. "Perfeita... gostosa... delicia..." ele falava e beijava. Senti minha buceta babar por atenção. Mas fiquei quietinha só empinando bem gostoso. Ele abriu minha bunda como ninguém tinha feito antes (nem eu) arreganhando meu cuzinho, deixando bem de frente pra ele. Gemi baixinho e fechei os olhos. "Lambe" consegui falar suspirarando. Imediatamente ele encostou a língua no meu buraquinho. Uma mistura de cócegas e tesão passou pelo meu corpo. Ele lambia devagar bem envolta do meu cu, as vezes parava, dizia que estava uma delícia, e voltava a lamber. Gemi alto quando ele forçou a língua no meu cuzinho apertado, ele brincou um pouco com a ponta da língua no meu cu e depois disse "gostou né puta? " balancei a cabeça que sim, meu fogo era tanto q me virei pra ele assim q ele levantou, e nos beijamos deliciosamente. A língua dele tava com o gosto do meu cuzinho, o que deixava o beijo mais safado ainda. "Que delícia minha gostosa" ele disse segurando o pau que já saia da bermuda, igual na noite que nos encontramos no escuro. "Me da?" Perguntei na cara de pau, tava louca pra sentir o gosto do pau dele. Ele nem respondeu, sacou a rola grossa da bermuda e eu agachei abocanhando tudo. Não sabia chupar, mas deixei ele na boca e fiquei esfregando minha língua lá dentro por toda a cabeça do pau dele. Era difícil, o pau era grosso e minha boquinha pequena, mas quanto mais ele gemia, mais Eu saboreava aquele pau e todo o líquido que saia dele. "Eles tão vindo" ele falou e segurou minha cabeça com o pau atolado na minha boca. O pouco q ele afundo já deu pra ponta do pau dele bater na minha garganta. "Não para agora cadelinha" ele falou. Fiz força pra voltar a lamber como eu tava fazendo, mas ele segurou firme meu cabelo e começou um vai e vem. "Isso, assim, já vou gozar" não era mais um boquete. Era brutal o pau dele fodendo minha gargantinha, que conhecia pela primeira vez um pau. Eu sufocava, babava no cacete todo e ele gemia alto quando senti uma lágrima escorrer pelo meu rostinho. Tentei me soltar várias vezes pra respirar, o máximo que conseguia era não morrer sem ar com os poucos intervalos que ele me dava, tudo sem tirar da boca. "Que boca gostosa vadia! Fico imaginando esse seu cuzão apertado!" Ele gemia e falava, puxando minha cabeça contra a rola dele. Assim que ele me soltou, eu recuei e tossi muito, estava com o queixo sujo de baba, o rosto vermelho de ter sido sufocada por uma rola grossa, e havia escorrido um monte de lágrimas dos meus olhinhos vermelhos. Eu respirava com dificuldade, mas olhei pro Gi batendo punheta com a rola toda melada com a minha baba, e meu lado de putinha falou mais alto. Coloquei a ponta do dedo no lábio inferior da boca e falei bem fofinha "goza na minha boca" E ele gemeu alto e gostoso, já me puxando pela nuca. Eu abri a boca e abocanhei a cabeça do caralho do namorado da minha amiga, ele ainda punhetava a base do pau E gemia enquanto enchia minha garganta e boca de porra. Era quente e salgada, quando pegava na garganta me dava ânsia, mas quando começou a encher minha boquinha eu senti de verdade o gosto de um macho que estava morrendo de tesão por mim. Engasguei e ele tirou o pau da minha boca. Tossi e cuspi no chão baba e porra, mas ainda lembrando dos jatos que havia engolido. "Nossa Carlinha, que boca gostosa" eu nem escutei direito, tava mais concentrada na felicidade de ter feito ele gozar daquele jeito. "Vou na frente, tenho uma idéia" ele disse e já foi andando pra onde Nat e Ro estavam. Eu respirei fundo e senti o gostinho de porra na boca. Não demorei pra me juntar com eles, logo chegando Gi disse "Então Carlinha, aquilo que você comeu fez mal mesmo? " eu saquei e concordei. "Uhum, mas tava muito gostoso" Me sentei com eles, e converamos normalmente. Era uma delicia sentir o gosto da porra (por mais que seja forte rsrs) enquanto eu falava com eles, me fazendo me sentir bem putinha e gostosa a cada olhar malicioso do Gi. Lembrei do meu namorado gozando sem avisar na minha boca de madrugada, lembrei do nojo que tive. Com Gi foi diferente, eu até pedi pra ele gozar na minha boca. E ali passamos a tarde juntos, comendo e bebendo de quiosques e brincando na água, e meu namorado nem desconfiava que eu havia bebido a porra do namorado da minha melhor amiga, logo depois dele foder com tudo minha boquinha.
Bom, depois daquela tarde na praia, eu já não tinha mais um pingo de vergonha ou receio, acho q foi pelo delicioso leitinho que ele enfiou na minha garganta. Eu trocava olhares com ele e sempre que possível empinava e mostrava meu bumbum. Ele ficava doido de vontade, mas não fizemos mais nada pelo resto daquele dia.
Chegando de noite, combinamos de jogar verdade ou desafio. Colocamos o controle da TV no meio e sentamos em volta no chão. Foi ai que os meninos tiveram a idéia de botar a bebida no jogo. Cada vez q caía na pessoa, ela tinha que tomar. Para os meninos que aguentavam mais, viravam um copinho de vodka, e pras meninas um copo plástico de cerveja. Nunca fui fã de bebida, mas aceitei e começamos. As primeiras perguntas foram de boa mas logo levamos pro lado do sexo. Qnd caiu eu e o Gi, ele virou o copo e me olhou toda, fiquei muito sem jeito e ele percebeu. Sorriu e falou "Carlinha, vc ainda é virgem?" Meu namorado não falou nada. Eu bebi a cerveja (eca kkk) e falei "oq q vc acha?"e o clima foi ficando mais safado a cada rodada. Quando caiu na Nat e no Ro, ela desafiou ele a ir tomar um drink especial na cozinha, só os Dois lá. Ele topou e foram sem falar nada. Eu estranhei e fiquei com ciúmes, mas o Gi veio pra mais perto de mim e sussurou no meu ouvido "relaxa, confia" eu fiquei sem entender. Eu estava de shorts curto e ele passou a mão na minha coxa e disse baixinho "como você é gostosa" isso junto com o álcool fez minha bucetinha de molhar, só não fizemos nada pq Ro e Nat voltaram na cozinha com o Ro fazendo careta. "Nunca tomei nada tão forte, credo!" O jogo continuou por alguns minutos, mas logo o Ro começou a suar frio e ficar com tontura. Paramos o jogo e ele se jogou no sofá da sala mesmo. Ele praticamente desmaiou por causa da bebida que a Nat deu pra ele e eu fiquei super preocupada. "Relaxa amiga, ele vai ficar bem" Nat falou me puxando pro quarto. Gi foi logo atrás. "Oq houve?" Eu perguntei. Estavamos os três bêbados quando entramos no quarto. "Você acha que eu não sei que você ta doida pela rola do meu namorado? " Nat falou e meu coração gelou. Olhei pro Gi buscando ajuda e vi ele rindo com uma cara safada. "Amiga eu..." tentei falar. "Nem vem, eu sei que ele tem um pau gostoso, mas agora sei q minha melhor amiga é uma putinha" Eu estava atordoada quando Gi me agarrou por trás e falou no pé do meu ouvido "ta afim de sentir ele dentro de você? " eu nem respondi. Nat veio e me beijou de língua, com uma vontade que só tinha visto com o namorado dela. "Eu sempre quis pegar você assim, mas você só perde a vergonha depois de tomar porra de macho né? " eu tentei argumentar, mas ela Me forçou pra baixo e quando abaixei Gi já tirava a rola da bermuda e ela batia na minha testinha. "Era essa rola que você queria né?" Gi empurrou a cabeça do pau pra dentro da minha boquinha. Tentei tirar mas não queria machucar ele, aquela rola grossa estava dura, babando e com a ponta já na minha garganta. Senti ânsia de vômito por causa da bebida e bati na perna dele pra ele me soltar, mas ele estava beijando Nat com muita vontade. Olhei pra eles com os olhinhos vermelhos cheios de lágrimas buscando ajuda mas um ficava chupando a língua do outro. Fiquei chupando até ele gemer e parar de beijar Nat e tirar a rola da minha boca. "Lambe meu saco" ele falou puxando meu rosto pro saco dele. Fiquei lambendo igual uma gatinha com leite, sentindo o sabor do saco dele enquanto ele beijava os peitos de Nat que já estavam pra fora. "Deixa eu sentir o gostinho dela virgem" Nat falou e me tirou da rola do namorado dela. "Gente, assim não" falei mas ela me empurrou de volta pra sala e com tudo no sofá, bem do lado do meu namorado. Comigo em choque foi fácil pra Nat abaixar meu shorts e minha calcinha enquanto Gi socava a rola dele de novo na minha boca "puta que pariu que boca gostosa" ele disse e gemeu enquanto eu apenas deixava ele penetrar minha boca com o pau dele. Nat começou a lamber e chupar minha buceta, não aguentei e gemi. "Isso, quero você gozando, bem puta" ela chupava muito gostoso, passando a língua no meu clitóris. "Ta gostando?" Antes de eu Responder ele socou com tudo de novo. Os dois riram e ele começou a bombar na minha boquinha. Eu estava praticamente sendo estuprada bem do lado do meu namorado. Nat então usou os dedos e me fez querer gritar de prazer. Gi não parava de meter na minha boca e eu senti o gozo vindo. "Isso, goza princesa" Gi falou e eu gozei forte, pela primeira vez na vida ejaculei de tão forte o orgasmo. "Sua cachorra!" Nat gritou caindo de boca na minha buceta. Minha visão tava ficando meio turva, achei que ia desmaiar, mas Gi tirou o pau da minha boca e me beijou. "Vira" ele sussurrou gostoso. Sem entender direito fiquei de 4 no sofá bem ao lado do meu namorado. Nat chupou o pau do Gi antes dele vir e por na entradinha da minha buceta. Só de encostar ele gemeu gostoso "finalmente" ele disse enquanto ia colocando bem devagar. Eu senti a cabeça do pau dele me abrindo e aquilo parecia não acabar, o pau dele estava duro como pedra e babado pela minha saliva e a da Nat, mas mesmo assim começou a doer quanto mais entrava. "Que delícia, que buceta apertada" ele gemia com metade da rola dentro de mim. Eu gemi de dor e tesao no momento em que ele tirou meu cabacinho. "Aguenta bebê" disse ele fazendo carinho no meu bumbum enorme empinado pra ele "quis ser puta? Agora toma" Nat respondeu enquanto se masturbava na nossa frente. Até pensei que ela estava toda pelada do lado do meu namorado, mas não ia reclamar enquanto o namorado dela estivesse me penetrando. Ele colocou pau até o fundo e senti pela Primeira vez um pau encostar no meu útero. Doeu mais ainda e eu tinha certeza que estava sujando ele com o sangue do meu cabacinho. "Ta doendo, tira um pouco" por incrível que pareça, ele gemeu e tirou o pau da minha bucetinha. Ele se abaixou e começou a lamber meu cuzinho, eu gemi levinho e abri os olhos, meu rosto estava bem do lado do meu namorado. Me bateu um arrependimento por estar sendo tão puta. O prazer tinha diminuído oela dor e eu estava voltando a pensar no fato de que se ele acordasse ele iria ficar muito revoltado. "Aqui não, Gi. Aqui não" eu falei voltando a ficar em pé. Me virei pra ele e vi ele com uma carinha de cachorro pidao (kkk) morri de dó e dei um selinho nele. "Tá doendo" eu comentei. Nat então deu um tapao na minha bunda que doeu e eu me assustei. "Ele não vai acordar" Nat garantiu. Olhei pra ele que estava babando no sofá. "Mas gente, é errado" eu falei mas Nat não ouviu. Pulou encima de mim e voltou a lamber minha bucetinha suja de gozo e sangue. Eu fiquei de perna aberta, dessa vez com a bunda no sofá enquanto ela me lambia e chupava. "Vem" ela falou. Não entendi na hora porque estava realmente gostoso ela me chupando, mas me assustei quando Gi encaixou a rola na entrada da minha buceta de novo. "Não, aqui não" tentei dizer. Gi parecia um animal no cio e enfiou a rola no fundo da minha bucetinha. "Não!" Gemi de dor e prazer. "Calma princesa, calma" ele gemia e metia. Me puxou pro colo dele e o pau grosso arregaçou minha buceta que pulsava de Prazer. "Não, não, não..." gemi baixinho enquanto minha buceta gulosa engolia todo o pau dele. Ele colocou meu rostinho do lado do dele e apoiei no ombro enquanto ele metia fundo. "Isso, isso, me arregaça" gemi sentindo o gozo chegando. "Porra" ele gemeu e meteu forte e rápido. Segurou firme na minha bundona e meteu forte. Comecei a gozar no pau do namorado da minha amiga enquanto ela assistia. Meu cabelo loiro e liso tampava minha visão e até entrava na minha boca enquanto eu gemia. "Vou gozar" ele disse me colocando de novo no sofá. Deu mais umas estocadas ma minha buceta e tirou o pau enquanto Nat abria a boca pra receber o leitinho dele. Enquanto ele gemia e enchia a boca dela com porra, eu respirava com dificuldade no sofá, jogada, de perna aberta, gozada e arrombada, mas confesso que até senti um pouquinho de inveja por ela ter recebido toda a porra dele. "Meu deus" ele falou sorrindo depois da Nat ter engolido. Ele olhou pra mim e disse "você é uma delícia Carlinha" Nat se levantou e veio me beijar. Senti muito bem o gosto da porra do Gi na boca dela (e isso me deixou muito feliz kkk) "Gostou?" Ela perguntou. Enquanto eu pensava em responder, Gi pegou na cintura dela e enfiou o caralho todo de uma vez na buceta dela. "Seu safado" ela comentou gemendo enquanto ele fodia forte e rápido ela. Sorri igual boba pra ele quando nossos olhos se encontram. "Vocês duas acabam comigo" Nat gemeu e começou a me beijar. "Sorte que sou macho suficiente pra aguentar vocês duas" ele Disse e gemeu. "Empina pra ele" Nat sussurou em meio os nossos beijos e gemidos dela. Dolorida e sem jeito, eu obedeci. "Assim eu não aguento kkk" ele comentou. Duas putinhas estavam empinadas pra ele. "Que delicia" ele gemia e socava na buceta da Nat enquanto metia na minha com dois dedos da mão esquerda. Tava gostoso, mas ele não aguentou quando eu e Nat nos beijamos olhando pra ele. Ele gemeu alto e tirou o pau da buceta dela e mirou na minha bunda. Todo aquele leitinho quente melou meu grande bumbum branquelo enquanto eu beijava a Nat. Gemendo ele se afastou e ficou ofegando depois de jogar até a última gota no meu rabo. Eu ia me virar mas Nat mandou eu ficar daquele jeito, ela foi e lambeu a porra dele ma minha bunda. "Minha nossa" ele ainda comentou sorrindo sem jeito. Depois Nat voltou a me beijar com a porra dele na boca, foi uma delicia!
Depois Nat me levou pro chuveiro, onde me explicou tudo com calma. No primeiro dia, Gi contou pra ela que eu e ele estavamos começando a sentir tesao um pelo outro, ela que sempre quis me pegar deixou para que o sexo a três acontesse.
Ro só acordou no dia seguinte. Todo mundo ficou de ressaca e não aprontamos nada, fomos embora naquela tarde e a primeira coisa que fiz quando voltei foi terminar com o Ro.
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