segunda-feira, 30 de outubro de 2017

CONTO - DESCOBRINDO-SE CORNO NO FINAL DE SEMANA COM O CHEFE

Eu e minha esposa somos casados há 10 anos. Nosso relacionamento sempre foi muito bom, mas com o tempo a chama inicial foi arrefecendo. Tínhamos uma vida sexual legal, porém nada extraordinária. Caímos na rotina e nem nos demos conta disso. Mas uma série de eventos acabou por mudar essa situação de forma irrevogável. Me chamo Lúcio e ela Márcia , temos 36 e 35 anos respectivamente. Eu sou alto e bem apessoado e ela uma verdadeira gata. Seus 58 kg se distribuem por um corpo de 1,70m de altura. É o que chamam de falsa magra, com pernas longas e esguias, seios médios, cintura fina e uma bela bunda. Sua pele é muito branquinha e tem os cabelos curtos pintados de ruivo. O estopim da mudança foi quando passei a trabalhar subordinado a um novo gerente na firma na qual sou empregado. Fernando tem cerca de 40 anos e é um homem de grande magnetismo pessoal. Ambicioso e determinado, não se intimida diante de nada para obter o que deseja, seja nos negócios ou no prazer. Ele é alto e malhado, mas acima de tudo é o tipo de homem que exala segurança em si mesmo. Não era à toa que dentro da empresa tinha a fama de ser um grande garanhão, que não perdoava nenhuma mulher bonita. Diante disso tudo poderia parecer ingenuidade apresentar a própria esposa a alguém assim. Porém eu não tinha a menor razão para achar que ela pudesse se interessar por outro homem e ingenuamente levei-a a uma confraternização dos funcionários. Ao conhecê-la, Fernando se portou como um verdadeiro cavalheiro. Conversou bastante conosco e com seu jeito espirituoso a fez rir bastante. Embora nesta ocasião ele não tenha tentado se insinuar para ela, com certeza causou uma boa impressão em Márcia. Entretanto, uma mudança se operou a partir desse encontro. Fernando passou a conversar mais comigo no trabalho e logo nos chamaria para sair com ele e seu grupo de amigos. Nestas ocasiões ele foi gradualmente se aproximando mais de minha mulher. A princípio eu fiquei um pouco enciumado e fazia questão de ficar perto dela quando ele estivesse presente. Mas Fernando nunca avançou o sinal e parecia apenas interessado em nossa amizade. Muitas vezes ele estava acompanhado da namorada da vez. Aos poucos fui relaxando a guarda e muitas vezes me juntava a outros de nosso círculo, permitindo que os dois conversassem sem mim. O velho ciúme se reacendia às vezes, ao observar Márcia rindo das piadas dele ou os dois dançando juntos quando íamos à uma danceteria. Mas eu acabava me iludindo de que não corria nenhum risco, pois confiava inteiramente na fidelidade de minha esposa. Ou talvez eu apenas estivesse inconscientemente já aceitando e até mesmo gostando da intimidade entre os dois. Curiosamente nossa vida sexual voltou a ficar mais intensa. Passamos a transar com mais freqüência e eu sentia que Márcia estava cada vez mais fogosa. Fernando não teve pressa em dar sua cartada definitiva, levou meses para armar a sua teia de forma que não pudéssemos, ou sequer quiséssemos, nos livrar dela. Um dia, às vésperas de um feriado prolongado, veio o convite fatal. Fernando chamou-nos para passar alguns dias em sua chácara, junto a outros amigos. Já havíamos feito esse passeio antes, então não pensei muito para aceitar. Ainda mais porque Márcia demonstrou grande vontade de ir. No dia seguinte viajamos e ao chegar fomos recepcionados por Fernando. Ele então nos explicou que os outros casais que havia convidados furaram e que estaríamos só os três dessa vez. Márcia foi logo dizendo que era até bom, pois poderíamos relaxar e descansar a vontade. Eu nunca poderia imaginar o tipo de relaxamento que a vadia tinha em mente. Logo eu e Fernando fomos acender a churrasqueira junto à área da piscina. Algum tempo depois Márcia veio se juntar a nós. Tomei um susto quando ela tirou a canga de sua cintura. Ela usava um biquíni mínimo. Na parte de trás era praticamente um fiozinho. Ficamos conversando e bebendo cerveja. Lá pelas tantas a Márcia decidiu se deitar para aproveitar o sol. Ela ficou de bruços com o rabão quase nu e desabotoou a parte de cima do biquíni. Estava muito gostosa e pude ver como o Fernando ficava secando discretamente. A certa altura ele soltou: – Pôxa Márcia, branquinha como você é, vai ficar toda vermelha nesse sol. Melhor passar protetor solar. Eu mesmo posso passar pra você… Ela riu e respondeu: – Claro!… Fernando sentou-se ao lado dela e começou a deslizar suas mãos pelas costas de minha esposa. Ela me encarava por trás dos óculos escuros, como que medindo a minha reação. Apesar de um certo ciúme, achei aquela cena muito excitante e logo meu pau começava a endurecer, marcando a sunga. Ela sorria e parecia deliciada com a situação. Fernando continuava a alisá-la bem devagar. Percorreu suas costas por inteiro e depois colocou as mãos sobre os calcanhares dela. Veio então subindo, espalhando o protetor solar pela panturrilha e logo acariciando suas coxas. Ele só se deteve ao chegar nos limites da bunda dela. Entretanto Márcia não deixou barato: – Ué? Por que parou? Já que começou, agora vai até o final!….Fernando não se fez de rogado e começou a esfregar a bunda de Márcia. Ver a própria esposa sendo bolinada por outro é uma sensação indiscritível. A minha única reação foi ficar apreciando aquele momento. A rola estava dura como pedra, fazendo um grande volume na sunga. O sorriso malicioso no rosto de Márcia mostrava que ela percebia muito bem o meu estado. Após algum tempo Fernando terminou sua tarefa e afastou-se de Márcia. Continuamos a beber e conversar normalmente. Só que o teor da conversa agora era mais picante, com Fernando contando suas proezas sexuais com suas namoradas. Márcia anunciou que ia dar um mergulho na piscina e ato contínuo levantou-se. Só que ela nem se preocupou em amarrar novamente a parte de cima do biquíni. Simplesmente desnudou os seios branquinhos e de mamilos rosados. Mamilos aliás que estavam bastante salientes, denunciando a sua excitação. Fernando mergulhou também e começou a brincar com minha esposa, dizendo que ela estava precisando de um caldo para esfriar as idéias. Eles ficaram então brincando de luta até que ele a agarrou por trás, encoxando-a. Ela ria sem parar enquanto ele a segurava no braço e na barriga, forçando-a as vezes para dentro dágua. É claro que nessa posição ele sarrava gostosamente o pau na bundinha dela. Por fim Márcia pediu arrego e ele a virou, abraçando-a de frente, os mamilos dela pressionados contra o peito dele. Por um momento pensei que os dois iam se beijar na minha frente, mas eles apenas se separaram. Nisso a tarde já ia alta e Márcia resolveu entrar para tomar um banho. Eu e Fernando ainda terminamos a cerveja que estávamos tomando. Ele disse: – Você é um cara de sorte, a Márcia é uma mulher sensacional….Eu pensei comigo mesmo: – Filho da puta, tô vendo que você está doido para descobrir o quanto ela é sensacional, se é que já não descobriu…. Esperei um pouco e fui atrás de Márcia para tirar satisfações. Afinal, eu tinha que manter as aparências. Após o banho Márcia saiu nua do banheiro da suíte e não me deu tempo de falar nada. Assim que me viu, veio para cima de mim me beijando e alisando minha rola dentro da sunga. Naquela hora eu me rendi ao imenso tesão que estava sentindo e correspondi as carícias. Ela baixou a minha sunga e começou a chupar meu pau.: – Hmmm, que pau duro e melado, amor! Acho que não sou só eu que estou com tesão!… A safada havia me pegado direitinho. Como eu poderia reclamar de alguma coisa, se estava adorando aquilo tudo? Senti que logo gozaria, mas ela não me permitiu. Largou meu pau e disse: – calma, essa noite promete e eu quero você em ponto de bala! Mais tarde vai poder gozar a vontade… Ela foi se vestir, enquanto eu fui tomar meu banho. Quando terminei, uma nova surpresa me esperava. Márcia estava vestida de uma forma que eu nunca havia visto antes. Um vestidinho preto mínimo. Suas belas pernas ficavam quase totalmente expostas. A parte da frente se dividia em duas tiras amarradas atrás da nuca, deixando as costas totalmente nuas. Além disso o decote era vertiginoso. Seus seios pareciam estar prestes a pular para fora a qualquer momento. Para completar saltos altos e maquiagem. Qualquer dúvida que eu porventura ainda tivesse, esta produção se encarregou de acabar. Minha esposinha ia dar pro Fernando de qualquer jeito e o pior que eu estava gostando da idéia. Assim sendo, eu resolvi entrar no jogo e deixar as coisas rolarem. Fernando nos esperava na sala. Seus olhos brilharam quando ele viu Márcia. Ficamos papeando normalmente, rindo e bebendo enquanto comíamos alguns tira-gostos. A bebida foi nos deixando descontraídos. O aparelho de som começou a tocar uma música que a Márcia adora. Ela prontamente se levantou e se pôs a dançar no meio da sala. Era maravilhoso vê-la se requebrando ao ritmo da melodia enquanto era observada por nós dois. A certa altura Márcia estendeu os braços na direção de Fernando, convidando-o a dançar com ela. Ele olhou para mim e como não esbocei nenhuma negativa, foi em frente. Decidi que era hora de dar uma mãozinha e coloquei um CD de músicas lentas para o casalzinho. Fernando colou Márcia contra o seu corpo e ficaram juntinhos. Uma de suas mãos acariciava as costas nuas dela. Ele fica falando baixinho no ouvido dela e beija delicadamente seu pescoço. Eu sei por experiência própria que este é um dos pontos fracos dela. Márcia fecha os olhos e morde os lábios. A mão de Fernando baixa das costas para sobre o traseiro de Márcia. Ela entreabre os lábios e ele cola sua boca na de Márcia em um longo beijo. Ainda dançando ele a vira de frente para mim e desata o nó do vestido, colocando os seios de Márcia a mostra e em seguida acaricia-os com as mãos ao mesmo tempo que beija a nuca de minha mulher: – Sua mulher é muito gostosa, Lúcio. Vou foder ela muito. Garanto que você vai gostar de ver!… Fernando colocou sua mão dentro da saia de Márcia e passou o dedo na xaninha dela: – A putinha está toda molhada. É a vontade de que você saiba que é um corno. Sabe, eu estou comendo ela direto há meses. Ela tinha medo de que você descobrisse, mas eu sabia que você tinha jeito de manso e que ia gostar de ver sua esposinha dando para mim. Estou certo?… A revelação me deixou mudo, mas não chegou a ser nenhuma surpresa. O comportamento de Márcia já havia sido eloqüente o bastante. Apenas senti um misto de ciúme e excitação que me deixaram sem ação: – Agora vem aqui, corninho e tira a roupa da sua mulherzinha para eu foder ela. Se for bem comportado, nós deixaremos você ver tudinho…. Márcia olhou para mim com um olhar suplicante, doida para que eu entrasse de vez no jogo. Me aproximei deles e Márcia foi logo me beijando a boca: – Meu querido corninho, eu te amo muito!…Me abaixei e acabei de tirar o vestido de Márcia: – Agora tira a calcinha também… Disse Fernando. Obedeci prontamente, deixando minha esposa apenas com os sapatos de salto alto. O tempo todo Fernando a beijava e acariciava o corpo dela: – muito bom, estou vendo que vamos nos entender direitinho. Fica cheirando a calcinha dela enquanto eu dou um trato nessa vadia!…Fernando conduziu Márcia até o sofá maior e sentou-se com ela a sua frente. Márcia ajudou-o a se livrar de suas roupas: – Agora, Marcinha, dê uma chupada daquelas que só você sabe fazer!… Ela não se fez de rogada, agarrou aquele cacete, que era bem maior e mais grosso do que o meu e começou a chupar com voracidade. Ela mal conseguia colocar a cabeçona na boca. Ao mesmo tempo massageava as bolas e punhetava a base do pau. Márcia parecia uma atriz de filme pornô, chupando igual a uma puta experiente. Fernando assumiu de vez o seu papel de dominador: – Chega mais, Lúcio. Vem ver bem de pertinho a sua esposinha mamando a rola de um macho de verdade!…Aproximei-me e curti aquela cena bem de perto. A certa altura Márcia virou-se para mim e veio me beijar. Eu ainda tentei virar o rosto, mas ela foi firme e eu acabei cedendo. Seu beijo tinha o gosto ácido do líquido seminal que já brotava do pau de Fernando. Ela alternava chupadas na rola com beijos em minha boca. Chegou até mesmo a esfregar a cabeça da pica de Fernando em meus lábios: – Vai amor, experimenta pra você sentir que delícia que é!…. Dei umas lambidinhas tímidas e tenho que confessar que fazer aquilo, naquela situação, era realmente muito excitante. Ficamos naquela pegação por muito tempo, sempre com os dois me chamando de corno, de frouxo e até mesmo de viadinho. Eu nunca senti atração por homens e me considero heterossexual, mas aquela posição de submissão aos desejos da minha esposa putinha e de seu amante era muito erótica, então deixei a coisa rolar. Fernando aproveitou para contar em detalhes como ele tinha começado a ter um caso com Márcia pouco tempo depois de se conhecerem, de como ela estava sendo mal comida por mim e que foi fácil seduzi-la, das inúmeras vezes que ela deu uma desculpa qualquer para mim e foi se refestelar em um motel com o seu novo amante. Fernando terminou dizendo que tinha certeza de que eu iria gostar de ser corno e que fora ele que convencera Márcia a abrir o jogo comigo. Aquela altura o pau de Fernando parecia uma rocha de tão duro. Eu e Márcia nos alternávamos nas chupadas e ela o punhetava com vigor. Sentindo o gozo se aproximando, Fernando nos interrompeu, pois queria brincar mais antes de gozar. Márcia pegou em nossos paus e nos conduziu ao quarto maior, aonde a putaria recomeçou. Ela deitou-se na cama e Fernando veio por cima, beijando-a e chupando seus belos seios. Me aproximei e cai de boca em sua xana, fazendo-a gemer de tesão. Logo Márcia estava com a respiração resfolegante e implorando para levar vara. Fernando encaixou a cabeça de seu pau na bucetinha e ordenou-me que eu ajudasse a enfiá-lo em Márcia. Segurei a piroca e fui colocando-a bem devagar e ao mesmo tempo lambia o grelinho de Márcia, levando-a a loucura: – Ai! Enfia logo esse cacetão em mim!… A pica logo estava inteira dentro dela e afastei-me para que Fernando pudesse bombar com força. O pau dele é muito grosso e levava Márcia à loucura. Minha esposa começou a se contorcer toda e percebi que ela gozava descontroladamente. Fernando estava no controle absoluto da situação. Ele metia de maneira ritmada, com vigor, fazendo a rola sair quase que inteiramente de dentro de Márcia, para em seguida cravá-la vigorosamente de novo. Eu mal podia reconhecer minha esposa na cadela que via a minha frente. Ela gritava, xingava e gemia como uma louca. Seus seios balançavam com as estocadas de Fernando e o suor brotava do corpo dos dois. Enquanto isso eu me punhetava e cheirava a calcinha de Márcia. De repente Fernando acelerou seus movimentos, o que fez com que Márcia tivesse outro orgasmo ruidoso. O macho da minha esposa inclinou a cabeça para trás e os dois gozaram juntos. Fernando ficou beijando e acariciando Márcia. Ele retirou o pau ainda meio duro de dentro dela , notei que ele havia gozado em grande quantidade, pois a porra escorria abundante pela xana de Márcia: – Ei corno, olha só o estrago que o meu pau fez.!… Cheguei perto e ele afastou os grandes lábios da bucetinha de Márcia de modo que eu tivesse uma bela visão da bucetinha dela, toda arreganhada, vermelhinha e com porra saindo: – Gostou, né? Agora, cumpra a sua obrigação e limpa tudinho com a língua!… Pensei em protestar, dizer que ele estava indo longe demais, mas a visão daquela bucetinha era irresistível. Eu não havia gozado ainda e deixei o tesão falar mais alto. Cai de boca, inicialmente lambendo o clitóris dela e em seguida enfiando a língua no canal vaginal. Senti o gosto da porra da Fernando enquanto me masturbava e tratei de engoli-la. Fernando acariciava o corpo de Márcia e chupava seus seios. O ataque simultâneo de nós dois sobre Márcia rapidamente fez reacender sua excitação. Ela arfava conforme minha língua trabalhava em sua bucetinha já sensibilizada pela grossa pica de Fernando. Eu sentia as coxas delas molhadas de suor me comprimindo a cabeça. Ao mesmo tempo eu me masturbava furiosamente. Márcia segurou minha cabeça com as mãos, pressionando ainda mais minha boca contra sua buceta. Ela teve um novo orgasmo e antes que suas contrações terminassem, eu mesmo gozei com uma intensidade que nunca tinha sentido antes. Márcia aninhou a cabeça junto ao peito de Fernando e fiquei abraçado às pernas dela, mais abaixo na cama. Descansamos um pouco. Fernando então disse: – Márcia, acho que agora é hora de você pagar aquela nossa aposta! Sabe corno, eu disse para a Marcinha que você ia adorar chupar a xana dela melada com a minha porra. Ela duvidou e eu fiz uma aposta, se você chupasse ela teria que me dar o cuzinho!… Fiquei surpreso pois Márcia nunca havia deixado que eu comesse o rabo dela. Agora ela estava prestes a perder sua virgindade anal com um cara de dote bem superior ao meu: – Fica tranqüila Marcinha, que o puto do teu marido vai ajudar para não doer muito!… Márcia não parecia muito animada com a perspectiva de levar aquele caralhão em seu rabo, mas não teve como dizer não ao seu amante. Afinal, aposta era aposta. Ele mandou que eu passasse o KY no rabinho dela. Eu lambuzei meus dedos e comecei a acariciar seu reguinho. Márcia reclamou quando introduzi a ponta do dedo em seu ânus. Fui enfiando devagar para que ela se acostumasse e logo senti que ela relaxava e começava a gostar da brincadeira. Enfiei um outro dedo e caprichei no lubrificante. Fernando ordenou-me que passasse o KY em sua vara também. Seu pau estava muito duro, nem parecia que ele havia gozado há pouco. Estava tudo pronto para o defloramento da minha esposa putinha. Seguindo as instruções de Fernando, eu me deitei na cama e Márcia veio sobre mim. O meu pau deslizou sem resistência para dentro da bucetinha dela, que já estava toda alargada. Fernando assumiu a função de lacear o cuzinho dela com os dedos, arrancando novos gemidos de dor e prazer. A massagem fazia com que Márcia rebolasse sobre meu pau, atiçando-a. Fernando colocou a cabeça do pau na entrada do anel de Márcia e começou a forçar. Ela sentia dor e eu tentava relaxá-la, beijando-lhe o rosto e os lábios e falando palavras carinhosas. Por fim a cabeça passou e logo a pica estava toda alojada dentro de Márcia. A dor foi passando e ela começou a curtir ser penetrada por dois machos ao mesmo tempo. Eu adorei ver a expressão de Márcia ir do choro contido ao abandono de uma puta que curte seu ofício. Conforme as estocadas se aceleravam, ela falava coisas desconexas, me xingava e beijava. As bombadas de Fernando ditavam o ritmo da trepada. Márcia logo começaria a gozar de novo, seguida por mim. Fernando ainda meteu mais um pouco até se acabar no outrora apertado cu de Márcia. Nos deixamos ficar os três sobre a cama, curtindo a sensação pós coito. Fernando mandou que eu fosse para o quarto de hóspedes, pois queria dormir sossegado com Márcia. No resto dos dias que passamos lá a sacanagem correu solta, com ou sem a minha presença. Fernando havia dispensado os empregados , de modo a nos permitir maior liberdade. Márcia andava pela casa nua ou usando apenas mini-saia sem calcinha por baixo, tudo para facilitar para que Fernando a fodesse sempre que tivesse vontade. Até na piscina nós trepamos. Por vezes eu fiquei meio de escanteio, pois os dois aproveitaram para namorarem livremente. Não me importei. Foi delicioso ver minha esposinha entregue assim a outro homem. Eu sabia que nada seria mais como antes e francamente, estava ansioso pelo que estava por vir.

CONTO - NA FAZENDA DO CHEFE FUI CORNO

O que vou relatar aqui aconteceu em julho de 2004, sou casado tenho 38a, Adriana minha esposa, 29a, 1,68, 59kg, morena clara, malhada, discreta, um pouco tímida e muito bonita, os homens geralmente olha muito para ela, o que as vezes a deixa embaraçada. Sou eng. Civil e trabalhava numa empresa de construção civil em Brasília, a mais de quatro anos. Meu chefe na época era Dr. Armando, um engenheiro de 48a, moreno forte, alto, boa pinta, separado e um pouco paquerador, talvez ate galinha, sempre rolava um papo dele esta saindo com alguma funcionaria ou fornecedora. Tínhamos uma relação cordial, tranqüila, mas nada especial. As duas vezes que ele encontrou com Adriana, uma na festa de final de ano e outra em um restaurante, ele foi bastante educado e gentil com ela, ao ponto dela comentar depois que ele era muito atencioso. Era uma quinta feira pela manha, véspera de feriado, tínhamos acabado uma reunião de trabalho, todos saíram, eu ainda tinha algumas duvidas para discutir com o chefe. Depois de tudo resolvido, ele perguntou onde iria passar o feriado de sexta feira. Disse a Dr Armando, que não tinha marcado nada, provavelmente em casa. Ele me convidou para ir a sua fazenda passar o final de semana, falou que iriam outros casais. Agradece o convite e fui para casa almoçar. Falei com Adriana, ela achou legal, perguntou quem mais iria. Não sabia. Quando cheguei na empresa a secretaria falou que Dr Armando queria falar comigo, fui a sua sala. Ele perguntou: e ai, vai para a fazenda? Disse que sim, que Adriana tinha gostado da idéia, que chegaríamos lá na manha de sexta para o almoço. Ele disse: nada disso, esta liberado do trabalho, vai para casa e arruma suas coisas, vai hoje, estou indo daqui a pouco, é melhor ir logo, e passar a noite lá. O melhor de uma fazenda é o dia amanhecendo… Fiquei indeciso. Ele sorriu e disse: vai nessa, antes que eu mude de opinião. Sai e fui para casa. A fazenda, não ficava muito longe, antes do final da tarde estávamos lá. Dr Armando tinha cegado e organizava as coisas com seus funcionários. Ele nos destinou um quarto espaçoso ao lado do seu. A casa era grande e muito confortável, Adriana mostrava alegria nos olhos por esta ali. À noite depois do jantar, ficamos vendo televisão, Dr Armando abriu uma garrafa de vinho tinto e ficamos bebendo. Ele nos chamou para a sala, e acendeu um fogo numa pequena lareira, estava frio. O clima era aconchegando, a segunda garrafa de vinha, fazia efeito e já estávamos mais descontraídos, tínhamos sentado no tapete, olhando o fogo e conversando, tocava uma musica ambiente, lenta… Adriana levantou e foi ao banheiro, ela raramente bebe, quando voltou vinha dançando com a taça na mão como se fosse uma pessoa, acompanhando a musica, Dr Armando levantou e perguntou-me: Posso dançar com ela? Sua pergunta me pegou surpresa, minha reação foi de imediato, claro! Ele pegou a taça da mão dela e colocou numa mesinha ao lado do sofá e começou dançar. Levantei e sentei numa poltrona e fiquei olhando. Ele a conduz lentamente ao ritimo da musica. Adriana deixava levar. Aos pouco ele foi trazendo ela para mais perto dele e logo estavam de corpos colados. Dançaram quatro musicas. Adriana colocou a mão no ombro dele e o afastou delicadamente. Parando de dançar. Minha surpresa maior foi quando Dr Armando veio em direção ao fogo, ele que vestia uma calça de moletom estava com o pau duro e fazendo um grande volume na calça. Aquilo foi um muro no meu estomago, fiquei frio e sem reação. Ele sentou no tapete, ela veio e sentou ao meu lado e ficamos mais um tempo conversando. Quando acabou o vinho da terceira garrafa, ele perguntou se queríamos beber mais. Disse que não, que era melhor a gente se recolher, amanhã gostaria de levantar sedo. Despedimos e fomos para o quarto. Existia um clima diferente, acho que estava um pouco nervoso. Adriana calada. Fechamos a porta tiramos a roupa, abracei ela e comecei a beijar sua boca, ela estava ligeiramente bêbada e quando bebe fica tarada. Logo estava na cama, na maior foda, chupava sua xoxota, ela me chupava… Beijava… Ela pedia para eu entrar nela logo… Quando entrei nela, ela estava muito exitada, fiquei bombeando com carrinho, devagar, sentindo toda sua xoxota quente de receptiva… ela estava em êxtase.. Quando comecei a fuder forte, com profundas estocamos, ela começou a delirar e falar coisa, a pedir para chamar ela de putinha, de safada… Coisas que ela pede quando estamos nas nossas melhores transas… Quando ela estava gozando ela começou a me chamar de Armando, a falar: fode Armando, fode, fode fundo, enterra tudo… Ai… aiii… fode… fode sua puta… Fiquei louco de tezão e gozei. Ficamos abraços e dormimos… Acordamos de madrugada, nus e com frio… Entramos embaixo do cobertor e ficamos abraçados… Estava muito exitado, logo fudenos de novo… Gozamos feitos loucos… Na manha seguinte, acordei, Adriana ainda dormir, levantei sem fazer barulho. Fui tomar café. Dr Armando estava sentado tomando café. Ele perguntou como tinha passado a noite. Disse que estava tudo bem. Ele falou que tinha recebido um telefonema, que o pessoal não viria mais, de nodo que só ficaríamos nos na fazenda no final de semana. Era ainda sedo, ficamos conversando, ele me disse que tinha ficado muito impressionado com minha esposa, que eu era um funcionário excelente, que se eu quiser poderia ir embora, pois ele não responsabilizava pelo que poderia vir acontecer, ele disse que estava sendo claro e direto, pois me considerava um homem jovem, de mente aberta, que eu entenderia exatamente onde ele estava querendo chegar. Falei que iria falar com Adriana… Logo Adriana levantou e veio se juntar a nos, Armando levantou, pegou umas flores que estava numa jará e deu a ela e disse: Flores para uma morena que é mais linda que a rosa… Adriana riu e colocou as flores na jará de novo, tomou seu café. Depois saímos a cavalo e fomos conhecer a fazenda, voltamos já era umas 10 horas, Armando disse que iria sair de carro, mas voltava para o almoço. Adriana colocou um biquíni e ficamos na beira da piscina tomando sol, eu tomava lentamente uma cerveja e ela água. Quando ele chegou o almoço foi servido. Depois do almoço, fomos para nosso quarto, falei para Adriana que era melhor a gente ir embora, como não viria mais ninguém não me sentia muito à-vontade para ficar só com Dr Armando no final de semana. Ela olhou para mim e disse… Celo você é um estraga prazer, agora que seu chefe vai poder da toda a tenção a nos, você quer ir embora, acho ate melhor só a gente aqui, eu não quero ir embora. Mais uma vez meu estômago ficou contraído, fiquei um pouco nervoso, ela deitou. Disse que iria pegar uma água, sai do quarto Dr Armando estava na rede na varanda. Fui ate ele e disse que iríamos ficar o final de semana, ele sorriu e disse, vocês vão adorar. Fico feliz.
Durante a tarde fiquei muito tenso, não conseguia relaxar, parecia que o tempo não passava, que a noite não chegava. A noite chegou e foi à mesma coisa, jantar, televisão, vinho e fogo na lareira. Adriana estava mais morena, o sol tinha queimado sua pele, estava linda tinha colocado um vestido branco de malha colado ao corpo, e um tamanquinho de salto médio, varias vezes peguei Dr Armando olhando para ela, eu também olhava o tempo todo, ela estava muito gostosa. Dr Armando colocou uma musica dançante e chamou ela para dançar, depois eu dancei com ela também, ela adora dançar, depois ele dançou de novo, eu estava dançando com ela, o vinho já ia alto nas nossas cabeças, Dr Armando veio por traz dela e abraçou a gente, fazendo dela um sanduíche, ficamos dançando assim depois ela começou esfregar a bunda na rola dele, lentamente e depois mais rápido. Ele largou a gente e ajoelhou a traz dela, levantou o vestido dela e começou a beijar suas pernas, sua bunda, ela parou de dança e colocou a mão em meu ombro e virou a frente para ele… Como ela estava com o vestido levantado ate a cintura, eu peguei o vestido e tirei ele por sua cabeça, deixando ela nua só de calcinha e tamanco. Dr Armando começou a beijar suas coxas, a beijar sua xoxota por cima da calcinha, logo Adriana estava deitada no meio do tapete e ele lhe comendo com a boca… Parecei a dois loucos, eu olhando, sentado no sofá. Meu pau quase arrebentando a calça de tanto duro… Logo Dr Armando tirou a calcinha dela, abriu bem sua perna e começou a chupar sua xoxota, ela olhava para mim e sorria discretamente, estava em delírio, seu olhos estava brilhando… Logo ele tirou a roupa, fiquei louco quando vi o tamanho da rola dele, nunca tinha visto um pau igual, devia ter uma 23cm, escura, grossa, cabeçuda… durona.. Ele ficou passando a rola na cara dela. Ela tentava chupar… Ele depois começou a beijar a boca dela, a fazer um carinho em todo seu corpo… Depois deitou ao seu lado. Adriana lhe deu uma deliciosa mamada, seu pau não cabia direito em sua boca… Ele a colocou por cima dele, e ficou chupando ela, em quanto ela chupava ele num 69… Depois ele a pegou e a deitou e subiu sobre ela e começou pincela com o pau a entrada de sua xoxotinha… Ele a beijava… Ela delirava, contorcia e pendia para ele entrar nela… Para fuder ela… Ela fala para ele chamá-la de putinha… Safada… De vadia… Dizia as coisas que dizia parta mim… Eu só olhava, tinha medo daquela tora machucar minha esposa, tinha tirado minha roupa. Batia uma punheta lentamente… Ele foi penetrando aquela grutinha molhada e apertadinha… Adriana se contorcia… Tenho que confessar que tive inveja, meu pau mede 14cm, o dele era o dobro em tamanho e grossura… Ele foi entrando devagar… Ela começou a gozar… A gritar… Ele dizia… Goza safada… Putinha… Piranha… Goza vai… Vai… Ela gritava… E ele metia mais, enterrou tudo nela… Ela gemia, ele cavalgava… Metia em minha mulher como se fosse dele, e nem tomava conhecimento de minha presença… Ficou dento dela uns quinze minutos… Eu gozei e fique olhando ele comendo ela… Ela gozou de novo… Ele começou a gozar a dar urros fortes e chamar ela de todos que era nomes… Depois ele parou, respirou fundo. E começou a beijar seus lábios… Ela estava desfalecida… Ele levantou e pegou ela pelos braços e ela agarrou ao pescoço dele, ele olhou para mim e fez um sinal com a cabeça chamando para acompanha-los, ele levou ela carregada nos braços para seu quarto… Colocou a na cama e começou a beijas seu corpo e passar a língua em suas pernas… Ela ainda estava muito exitada. Sentei numa cama de solteiro ao lodo, já não agüentava mais, já tinha gozado uma vez, logo gozei de novo, meu pau ficava duro… Ele comendo ela com a boca… Logo estava comendo ela de novo… Não sei o que aconteceu… O vinho e a exitação era forte, acabei dormindo… Deixando minha mulherzinha desprotegida e só com aquele homem na cama ao lado, só ouvia ela dizendo longe… Fode meu macho, fode sua puta… fode, fode… fode… Acordei, já era tarde da noite, os dois estavam abraçados, ela aninhada sobre os braços dele… Fiquei olhando a cena, bate outra punheta, eles mexeram, ai pude olhar direito o pau dele, como era grande e bonito, fiquei muito exitado… Tive vontade de pegar, não tive coragem… Virei para o lado e acabei dormindo de novo… Na manha seguinte acordei com Adriana gritando no banheiro, corremos os dois para lá… Ela estava no vazo… Dizia que estava muito dolorida, que a urina estava ardendo muito sua xoxota, que ela estava toda rasgada… Ele a pegou de novo nos braços elevou para sua cama… Abriu suas pernas… Ficamos olhando, realmente a xoxota de Adriana estava toda inchada e vermelha, os lábios estavam muito salientes… Ele disse que iria fazer uma massagem com a boca… Que ela iria fica bem, começou a passar a língua devagarzinho… Com carinho… Adriana foi abrindo a perna e ele beijando sua xoxotinha… Limpando delicadamente cada canto, olhando cada detalhe… Eu estava louco de tezão com o que via ele fazer com ela… Logo Dr Armando estava com ela toda na boca e Adriana pedindo a ele para penetrar ela de novo… Ele abriu a pernas dela com as duas mãos… Deixando ela toda arreganhada… Ela chorava e pedia para ele meter logo… Logo Dr Armando começou a meter nela… Eu muito teso, batia uma punheta… Ele olhou para mim e disse: Goza corninho safado.. Corno filho da puta… Goza… Vadio… Goza… Aquilo me deixava louco de tezão. Ele a comia e olhava para meu pau… Gozei feito nunca… Fiquei com aquelas palavras na cabeça… Corninho safado filha da puta… Neste final de semana Dr Armando comeu Adriana de todo que foi jeito… Fudeu o cuzinho dela… Gozou em sua cara… Bateu muito na cara dela com a pica dura… Gozou na boca dela… Fez dela uma verdadeira puta, escrava sexual… Varias vezes me chamou de corno, uma hora estávamos a sós, ela estava no banho, ele disse: uma hora dessa vou pegar você… Aguarde-me… Eu estava tão envolvido naquilo tudo, que fiquei mudo… Voltamos para casa calado no domingo à tarde… Ela olhava para fora do carro… Como se olhasse para o vazio… Suspirou e disse: Somos doidos, você gosta de sua putinha… Olhei para ela e falei: Adoro, agora mais que nunca… Ela me beijou os lábios lentamente…

sábado, 28 de outubro de 2017

CASADINHAS QUE AMAM BEBER LEITE DOS SEUS COMEDORES




ESPOSA BRANQUINHA BABANDO NO CACETE DO NEGÃO

Quando a esposinha gosta de um pau preto a gente percebe só pela forma como ela chupa... Toda branquinha adora um comedor negro dotado, e todo marido apaixonado adora ver a sua esposa feliz. É bom demais ser corno da mulher que a gente ama!


TESÃO DE CENA PARA UM COMEDOR: MARIDINHO CORNO APAIXONADO BEIJANDO A ESPOSA APAIXONADAMENTE ENQUANTO ELA SENTA NO SEU CACETE

Isso corninho, beija sua esposinha bem gostoso enquanto ela senta no meu cacete e deixo ela toda arrombadinhra você, seu chifruda pao!


MOMENTO INESQUECÍVEL PARA UM CORNO E PARA UMA HOTWIFE: O PRIMEIRO CHIFRE!


MACHO ALFA ARREGAÇANDO A ESPOSINHA NA FRENTE DO CORNO E FAZENDO ELA GOZAR

É isso que todo corno e toda hotwife esperam de um comedor: Um verdadeiro MACHO ALFA que a foda gostoso, que a arrombe, que proporcione a ela um gozo inesquecível e ao corno uma cena inesquecível. É muito bom ser corno da mulher que a gente ama!


HOTWIFE - SRA DESEJOS DO KASAL DESEJOS DO SEXLOG EM AÇÃO


HOTWIFE SABOREANDO DOIS NEGROS DOTADOS ENQUANTO O MARIDO CORNO FILMA

Esposa branquinha saboreando dois comedores negros dotados na frente do marido corno, enquanto ele filma. Todo marido apaixonado se realiza satisfazendo os desejos sexuais da mulher amada. Como é bom ser corno da mulher que a gente ama!


DOTADO ARROMBA ESPOSINHA NA FRENTE DO CORNO E ENCHE A BOCA DELA DE PORRA

Delicioso vídeo onde o comedor dotado depois de deixar a casadinha toda larguinha para o corno lambuza toda a boquinha dela com porra, fazendo ela ficar com o rosto todo melado de porra. Como é bom ser corno da mulher que a gente ama!


domingo, 15 de outubro de 2017

CONTO - FEZ MEU MARIDO DE CORNO E EU DE PUTA

Meu nome é Cláudia, tenho 31 anos, e sou casada há sete. Meu marido se chama Alex e tem 32. Nós dois somos formados em Educação Física e somos donos de uma academia de ginástica. Ele cuida da parte administrativa, e eu dou aulas junto com outros instrutores. Obviamente me esforço muito para manter meu corpo devido a minha profissão, mas também porque adoro me sentir gostosa e atraente, e por isso sou muito vaidosa e rigorosa comigo mesma. A única coisa artificial em mim é o tom dos meus cabelos, um louro amanteigado. Fora o buttery blond, o meu biótipo curvilíneo é totalmente natural: busto médio (94cm), quadris largos (100cm), estilo “cintura de vespa” (57cm).
Eu e meu marido adoramos sexo. Foi ele que me apresentou a esse mundo maravilhoso do prazer. Alex sempre foi um amante excepcional. Ele descobriu minha tendência ao exibicionismo e me incentivou a explora-la. Foi numa brincadeira num posto de gasolina. Aquelas coisas de deixar a calcinha aparecendo para o frentista, e fingir que não percebeu o intrometido. O que era brincadeira foi virando rotina no nosso relacionamento. A partir daí criamos um jogo de provocação, onde só eu e Alex podia jogar. Os “escolhidos” eram simples espectadores.
Era um jogo bem simples e extremamente excitante. Nós dois saiamos, geralmente à noite, como dois caçadores. Escolhíamos o lugar e nossas “vitimas”. Estudávamos todas as possibilidades e limitações da ocasião, e só então partíamos para o ataque. Com a nossa presa sob nosso jugo, e já satisfeitos com o resultado de nossa caça, eu e Alex saíamos do local com a mesma rapidez que abordávamos a “vitima”, e deixávamos o coitado “a ver navios”. Nossa noite sempre terminava com uma transa incrível.
Esse jogo era também perigoso, pois o grande prazer era sempre avançar um pouco mais, e chegar cada vez mais perto de nosso limite. Por isso as regras eram bem definidas. O cuidado que tínhamos em escolhermos o lugar e a hora para essas nossas loucuras, era uma das principais. Também tomávamos o cuidado para não perdemos o controle da situação, e nunca deixávamos ninguém ultrapassar nossos limites. Quem quisesse entrar no nosso jogo, teria que jogar com nossas regras.
Foi assim que conduzimos nosso relacionamento durante muito tempo, mas nas nossas ultimas férias de verão, vivemos uma aventura bem diferente de tudo que nós tínhamos vivido até então, e que colocou uma nova ordem no nosso relacionamento.
Todo ano passamos uma parte de nossas férias na casa de meus pais. Essa nossa temporada na casa deles é sempre muito esperada durante o ano inteiro, pois apesar deles morarem numa cidade pequena, sem muito que fazer, meu pai tem uma pequena chácara na beira de um lago formado por uma represa, onde eu e Alex passamos a maior parte do tempo quando estamos na cidade. O lugar é um verdadeiro paraíso do sossego. As outras chácaras são bem distantes uma das outras, e dá para ficar bem à vontade.
Como iríamos ficar apenas quatro dias na cidade, combinamos de ir para o lago todos os dias. Mas as coisas não saíram como nós planejamos. Já no primeiro dia, meus pais tiveram a idéia de fazer um churrasco. Era para ser um programa chato, mas quando meu sobrinho e seus amigos chegaram, eu vi que nem tudo estava perdido. Entre os amigos de Junior, todos eles na faixa dos 18 anos e 19 anos, um se destacava de longe. O rapaz, em pleno gozo de sua juventude, era a encarnação viva de um deus grego. Era alto e forte. Tinha um belo físico e um rosto perfeito. Seus cabelos eram longos, e como ele estava com uma camiseta branca sem manga, dava para ver seus braços fortes, cheios de tatuagens. Tive a impressão de conhecê-lo, mas pensei ser algum novo amigo do meu sobrinho. Alguém então o chamou pelo nome. Eu não acreditei que aquele era Fred, um amigo de infância do Junior, que eu não via há muito tempo. Apesar de não o ter reconhecido, de tanto tempo que eu não o via, eu conhecia muito bem a fama dele, que não era das melhores. Brigas, pegas de carro, eram infrações que não cabiam mais em seu currículo. Ele também tinha fama de “pegador”, e rolava uma história na cidade _ já viram como é cidade pequena _ que uma conhecida minha tinha se separado do marido por causa dele. No inicio eu não entendi o que levou uma mulher, com a minha mesma idade, com um casamento instável, largar tudo por uma aventura com um garoto. Depois que vi Fred, percebi porque minha amiga não tinha resistido a tentação.
Eu já tinha contado a Alex essa história de minha amiga, e mostrei a ele o protagonista da história. A primeira vez, meu marido não pareceu ter dado muita importância a essa história, mas ele agora perguntava todos os detalhes. Percebi uma pequena sombra de inveja em Alex, então contei tudo e ainda aumentei um pouco por conta. Ele concluiu nossa conversa demonstrando o que sentia: “Garanhão!? Com esse jeitinho de bicha?”. Achei melhor não levar a conversa à diante. Até mesmo porque, Alex já tinha bebido, estava um pouco alto, e a situação não era própria.
Na mesa eu não resisti em ver aquele objeto do desejo tão próximo, e resolvi pelo menos me divertir um pouco. A primeira coisa que fiz, foi na primeira oportunidade me abaixar e deixar meus seios aparecendo para nosso vizinho de mesa. Minha intenção era fazer parecer que ele tinha cometido uma indiscrição e tinha visto o que não devia. Esse ardil é infalível, os homens adoram ver algo que não podiam ter visto. Algo que é de outro homem e estava escondido. Vi que ele ficou atiçado como deveria ter ficado, mas fingi que não percebi o bisbilhoteiro.
Depois de mais algumas trocas de olhares, mostrei minha aliança disfarçadamente e me apresentei como um fruto proibido _ os homens adoram o proibido _. Enquanto ele fazia sua pose de caçador, e me olhava impudentemente, eu fazia aquela cara de mulher com medo de ser flagrada pelo marido _ algum homem resisti a isso? _. Minha tática de deixa-lo ansioso a ponto de querer me ter a qualquer preço, estava dando certo, e de onde eu estava podia sentir sua excitação. Ele passou o resto da tarde me olhando com aquela carinha de menino pidão, mas não dei mais bola para ele. Achei o máximo ele me olhando com aquela carinha de frustração.
À noite contei a Alex o que eu tinha feito. Alex riu e tivemos uma transa arrasadora no silencio da casa dos meus pais. E que transa. Quando eu e Alex transamos, eu sempre gosto de ficar por cima e controlar a transa, mas naquela noite meu marido ficou surpreso. Eu nunca estive tão dominadora e agressiva como naquela ocasião.
No ultimo dia nosso na cidade, fomos cedo para a chácara, já que naquele dia teríamos a casa só para nós dois. Coloquei um shortinho jeans, bem “surrado”, estrategicamente desfiado, que deixava parte de minha bunda a mostra, e um top branco, feito de crochê. Alex tinha me pedido para que eu descolorisse meus pêlos do corpo, e como eu tenho muitos, principalmente, nas coxas, bunda e na parte inferior das costas, e também estava bem bronzeada, meus pelinhos dourados podiam ser vistos de longe. Alex estava todo excitado e me prometia uma tarde inesquecível.
Na parte da manhã curtimos bastante o sossego e a paz do local. Depois fomos de jet-ski a um clube que fica do outro lado do lago, onde ficamos até o inicio da tarde. Quando voltávamos, ao nos aproximarmos da casa, vimos uma movimentação de várias pessoas na varanda. Achamos aquilo estranho, pois naquele dia esperávamos ter a casa só para nós dois. À medida que aproximávamos, a musica ia ficando cada vez mais alta, e a algazarra já se ouvia de longe.
Na frente da casa estava parado um carro e um pick-up. Era o Junior com mais três rapazes, e quatro garotas. Era o fim do sossego e das nossas férias também. Eles faziam a maior bagunça. Ao redor deles estava cheia de latas de cerveja vazias. A única coisa boa foi quando percebi que um dos rapazes era Fred, e mais uma vez nem tudo estava perdido.
Negociei com meu sobrinho, para que ele fosse para a beira do lago e nos deixasse com a casa. Da varanda dava para vê-los perfeitamente, já que a casa não fica muito longe da beira da água, e é num ponto alto. Ficamos sentados olhando eles se divertindo. Os rapazes pareciam disputar quem chamava mais à atenção das garotas. Eles se exibiam para elas com brincadeiras bobas, típicas da idade. Foi Alex que começou a falar em Fred. Não dei muita bola para a conversa dele, mas meu marido, com um certo ar de recalque, insistia em falar mal do rapaz, principalmente em dizer que ele tinha um jeitinho de bicha.
Meio a uma bagunça provocada por uma visível embriaguez, os rapazes vieram em direção a casa e foram para a sala. Eu e meu marido continuamos na varanda, mas como uma grande porta de vidro que liga a sala à varanda estava aberta, ficamos praticamente todos juntos. Pela cara de Alex eu sabia que ele tramava algo. Com a desculpa de estar à procura de uma cerveja, ele foi para junto deles. Meu marido tomou umas cervejas com eles, conversou com todos, menos com Fred que só o olhava com seu ar de superioridade.
Alex então começou a conversar com a garota que estava com Fred, e enquanto isso, o garoto sem dizer nada, se sentou no sofá e ficou sozinho.
Achei uma infantilidade aquilo que Alex estava fazendo, mas eu não ia ficar dando uma de tia chata e acabei indo me juntar a eles.
Entre uma cerveja e outra, todos ficaram bêbados. Inclusive eu que sou meio fraca para beber. Fiquei conversando com os outros dois rapazes e com as garotas, enquanto Fred permanecia sozinho, me olhando com seu ar de boçal. Evitei o máximo em olhar para ele, mas no auge da nossa festinha, eu e as garotas começamos a dançar, para o deleite dos rapazes, e era praticamente impossível não olhar para aquele gato, que não tirava seus olhos de cobiça de cima de mim.
Na nossa roda apareceu um cigarro de maconha. Eu nunca tinha experimentado, mas Alex não se fez de rogado e começou a fumar junto com a garota que conversava com ele. Todos ficaram chapados e bêbados. Eu não experimentei, mas estava bêbada e minha cabeça girava um pouco com aquela musica alta e com aquela fumaça toda. Eu continuava a tentar desviar meu olhar de Fred, mas não conseguia, principalmente .quando Alex foi para a varanda junto com a garota. Mas ainda me restava um pouco de lucidez. O fato de meu sobrinho estar por ali me inibia um pouco. Só quando ele foi de jet-ski, com a namorada, para o clube do outro lado da represa, que eu fiquei mais à vontade, e troquei olhares insinuantes com ele. Fred aproveitando o momento, fez um sinal me chamando para perto dele. Fiquei por um instante sem saber o que fazer, mas uma estranha força me colocou em direção a ele. Ele fez sinal para que eu sentasse do seu lado, mas permaneci em pé, e só me inclinei para escutar o que ele queria me dizer. O marginalzinho sem dizer nada colocou o cigarro em minha boca. Puxei um pouco, e vendo aquele rosto lindo de tão perto eu não resisti. Apoiei-me em suas coxas grossas e fiquei inclinada em cima dele, deixando praticamente meus seios em seu rosto. Fiquei dançando naquela posição olhando bem no fundo de seus olhos. Fred só se mexeu para levar o “cigarro” em minha boca novamente. Fiquei alucinada, tudo parecia estar em câmara lenta. Fred me pediu que tirasse o short como se me desafiasse. Eu aceitei o desafio. Tirei meu short, e só de biquíni, voltei a me inclinar em cima dele. O rapaz correspondeu com um sorriso maroto, e olhou por trás de mim. Olhei para trás e vi os outros dois rapazes se deliciando com a visão de minha bunda, enquanto suas garotas dançavam. Entendi que o safado tinha feito aquilo com aquele propósito, e sussurrei no ouvido dele: “Quer parar de me exibir para seus amiguinhos, Eu tenho dono”. Sob o olhar perplexo do pessoal que estava na sala eu sentei no colo de Fred. Quase enlouqueci ao sentir o volume de seu pau. Segurei meus cabelos para cima para que ele me beijasse e mordesse a vontade meu pescoço. Vi quando ele sorrateiramente fez sinal para seus amigos, e estes saíram com suas garotas em direção à porta, dizendo que também iam para o clube. Meu coração gelou em ficar sozinha com Fred. Minha reação foi me levantar e me afastar dele. Fiquei pensando se não tinha ido longe demais e se não seria uma boa hora para parar com aquela loucura. Pensava também numa desculpa para sair fora daquela situação. Donde eu estava, eu vi um dos amigos de Fred, antes de sair, dar uma tapinha no seu ombro e dizer:
_ Vai lá garanhão...Faz essa por mim! Deixa que eu cuido do corno! _o outro, de forma mais agressiva, completou _ Detona malandro, mas detona legal, que essa vai para história!!
Uma das garotas comentou: “coitado do cara _ no caso, meu marido _ nem sabe o que esta acontecendo!”. Fingi que não tinha ouvido, mas aquele clima de traição que estava rolando, e o fato de Alex estar com aquela garota, além de me deixar confusa, me dava medo.
Os rapazes convenceram Alex a ir com eles para o clube. Quando todos estavam na beira do lago, já entrando no barco, Fred veio em minha direção. Eu tinha que tomar uma decisão naqueles poucos segundos, mas deixei me envolver. Sem nenhuma resistência da minha parte, ele me agarrou. Suas mãos me seguraram com força. Olhando nos olhos deles, beijei de leve sua boca. Ele invadiu minha boca com sua língua atrevida. Eu bem que tentei, mas não pude resistir e trocamos um ardente beijo. Ele puxou meu biquíni para cima enfiando-o ainda mais na minha bunda. Olhei para o lado e quase morri de susto. Alex cambaleando voltava para sala. Tirei as mãos de Fred que disse: “Dispensa logo esse corno, porra!”. Os dois amigos de Fred que sabiam o que estava rolando, nos olhavam de dentro do barco como se esperassem a reação de Alex, mas vendo ele entrando sem reação nenhuma, saíram em direção ao clube dando gargalhadas e gritando alguma coisa para Alex.
Meu marido se jogou no sofá perecendo estar desacordado. Eu lhe perguntei se estava tudo bem, mas Alex ficou calado, só balançou a cabeça. Fred veio até mim e me tirou do lado de Alex. Voltamos a nos beijar, e agora nossas línguas pareciam disputar qual era a mais ávida. Tudo isso com meu marido bem ali do nosso lado. Fred me levou para o sofá e me sentou no colo dele. Eu ainda estava um pouco zonza, mas até meu porre tinha sarado. Meu coração estava a mil. O tesão aumentava cada vez mais, e eu já não sabia como terminaria aquela loucura. Alex então deu uma remexida no sofá. Reagi soltando Fred, que me segurou pelo braço e disse de forma ríspida: “Deixa essa mane de lado”. Fui até meu marido, que ainda parecia desacordado. Então veio a surpresa. Alex me abraçou e começou a me beijar. As coisas se inverteram, agora eu beijava meu marido e Fred olhava. Daí para frente as coisas esquentaram para valer, pois sem aquela atmosfera de estar fazendo algo errado, eu me senti aliviada e mais tranqüilizada.
Meu marido ainda cambaleando ficou de pé e disse para Fred:
_ Vou te dar uma aula de como foder uma gata como a minha.
Alex tirou seu pau e mesmo pensando “que loucura!”, eu avancei. O garoto não disse nada, só ficou olhando. Chupei Alex como nunca tinha chupado antes.
Já sem nenhuma inibição e queimando de tesão, mandei Alex se sentar, coloquei meu biquíni para o lado e sentei no seu delicioso cacete. Minha buceta estava tão molhadinha, que o pau dele entrou todo. Alex deu uma alfinetada em Fred:
_ Fica bonzinho garotão que eu deixo você olhar, e se quiser pode até tocar uma punhetinha.
Aquilo era demais. Comecei a pular em cima de Alex. Ele segurou com força minha bunda para controlar os movimentos, mas eu tirei suas mãos e continuei cavalgando. Pulei com uma doida em cima do meu marido, por mim eu ficava o dia todo naquela posição, mas de tanto ele insistir, fiquei de quatro em cima do sofá. Mesmo assim continuei jogando o corpo contra o pau dele. Naquela posição eu podia encarar Fred e com olhares insinuantes provoca-lo ainda mais. Alex colocou seus dedos na minha boca, e lambendo seus dedos, eu disse para provocar Fred:
_ Gostaria de ter um pau de verdade em minha boca!
Aquilo estava realmente uma loucura e totalmente sem controle, mas minha intenção era só provocar o rapaz, porém Alex sem hesitar disse a Fred, que parecia esperar sua aprovação:
_ Dá para ela o que ela quer garotão,... Ou esta com medo?
Senti meu rosto pulsando quando Fred se aproximou e na frente do meu rosto, enfiou a mão dentro de seu calção, e de lá sacou um belo e enorme cacete, que apontou direto para meu rosto _ existe coisa, mais excitante para uma mulher que ver um cacete apontando para seu rosto?_. Segundo meu marido, ele pensou que eu iria só ameaçar chupa-lo, e tudo ficaria por isso mesmo. Mas isso nem se passou pela minha cabeça. O que fiz foi avançar naquele pauzão como uma predadora avançando na direção da caça. Segurei com as duas mãos aquele cacete gostoso e aveludado. Fiquei até mesmo sem saber por onde começar a saboreá-la. Lambi toda extensão do pau dele. Deslizei minha língua das bolas até a cabeça apreciando cada centímetro daquela maravilha. Nem me lembrei que meu marido estava ali atrás de mim. Só ouvi uma ou duas vezes ele sussurrando meu nome. Meu marido estava paralisado. Ele disse depois, que só conseguia ver minha cabeça se movimentando, e como não acreditou no que estava acontecendo, ele simplesmente parou de me foder para tentar me ver chupar Fred. Eu ainda jogava o meu corpo em direção ao pau do meu marido e chupava o rapaz, mas em determinado momento eu também parei, e só me dediquei a chupar o pau de Fred. Alex segurou-me forte pela cintura e começou a me puxar contra seu pau, numa tentativa de me fazer voltar o movimento. Mas eu estava tão concentrada em Fred, que sem dizer nada, abandonei meu marido. Fui para entre as pernas de Fred que estava sentado no sofá, e continuei a chupa-lo. Só parei quando fui interrompida por Alex, que visivelmente perdido e transtornado me ofereceu seu pau também. Chupei os dois alternadamente, mas estava nítida a minha preferência por Fred, que ganhava chupadas mais longas e fortes. Alex chegou a me segurar pelo cabelo, para que eu dedicasse mais tempo a ele. Eu nem percebi que aquela era uma tentativa desesperada do meu marido para participar da transa, e continuei a dar uma exclusividade ao garoto. Comecei ali uma verdadeira sessão de tortura em Fred. Eu lambia e mordiscava delicadamente o pau do garoto, e depois o sugava com todas as minhas forças em curtos intervalos, só para ver o seu rosto de desespero. Senti-me plena em finalmente dominar aquele garanhão, que ao invés daquele arrogante ar de superioridade, agora tinha uma expressão de subjugação. Meu marido disse que naquele momento ele ficou totalmente tomado por um tesão e por um ciúme arrebatador. Alex praticamente me arrancou de Fred, e me mandou deitar no sofá. Ele ficou perto de minha cabeça e me deu seu pau para que eu o chupasse. Enquanto isso, Fred se posicionou entre minhas pernas. Eu quase desmaiei de tanto tesão ao sentir a presença dele. Com delicadeza ele começou a lamber a minha buceta. Meu marido tinha perdido totalmente a compostura. E parecendo estar completamente fora de si, voltou a provocar Fred:
_ Ta sentindo o gosto do meu pau na bucetinha dela garotão!? _Fred novamente não disse nada, só continuou a me chupar.
O tesão tomava conta de mim. A cada momento, eu parava de chupar meu marido, e ficava só olhando aquele gatinho lindo lambendo minha buceta. De súbito Fred começou a sugar meu clitóris com força. Minha reação foi jogar a cabeça para trás e dar um gemido bem alto, extravasando todo o tesão que eu sentia. Alex ficou com os olhos arregalados em me ver daquele jeito. E se as coisas já tinham fugindo do nosso controle, foi nesse momento que tudo ficou totalmente caótico. Eu já não me agüentava mais, e criei coragem para fazer o que já era inevitável. Levantei-me, e diante da perplexidade dos dois, principalmente do meu marido, empurrei Fred para o sofá. Fiquei de costas para ele, e deixei claro que eu queria cavalgar naquele pau maravilhoso.
_ Vou acabar com você gatinho. Depois de mim você nunca mais será o mesmo!
Depois de duas ou três tentativas, eu consegui encaixar o pau de Fred em minha buceta. Bem devagarinho, eu fui rebolando em cima dele. Rebolei e remexi em cima da pica do rapaz, até que minha buceta o engolisse todo. Alex procurando seu lugar naquela situação ficou em minha frente, para que eu o chupasse, e enquanto eu fodia Fred, eu podia me deliciar com meu marido. A sensação de dominar aqueles dois machos ao mesmo tempo, só não era maior que a de estar sendo rasgada pelo pau do garoto. Ao mesmo tempo em que eu cavalgava em cima de Fred, eu chupava meu marido. Alex aceitava numa boa a minha dominação, mas o rapaz segurando com força minha bunda, me levantava e me fazia descer com força em cima de seu pau. Começamos uma verdadeira guerra, pois ele tentava impor aquele movimento a todo custo, e eu insistia em tirar suas mãos e a rebolar em cima dele, tentando valer minha vontade. Como se não bastasse, no meio dessa loucura, meu marido que mais uma vez perdia minha atenção, pois eu estava mais preocupada em tentar retomar as rédeas da transa do que nele, praticamente me obrigava a chupar seu pau. Lutamos por um bom tempo, mas eu já estava exaurida e aos poucos Fred tomou conta da situação. Meu marido naquela altura dos acontecimentos tinha se transformado definitivamente num mero coadjuvante na cena. Ele só pôde ficar olhando, quando Fred, segurando com as mãos na parte debaixo das minhas coxas, me tirou os pés do chão, abriu totalmente minhas pernas, e me deixando praticamente suspensa por seu pau, começou a me foder. O pau dele estava todo cravado em mim, e com aquilo tudo dentro de minha buceta, a sensação era de estar sendo divida ao meio. Sentindo-me toda arreganhada, eu gemia como uma louca. Aos poucos ele foi aumentando a força, até que literalmente me lançava para cima e me amparava com o seu pau, me fazendo perder de vez o controle. Aquela mistura de medo e tesão foi tomando conta de mim, até que eu entrei em desespero, e como se estivesse num transe hipnótico, comecei a implorar de uma forma quase que infantil para Fred parar. Já Alex estava de boca aberta, e me vendo enlouquecida, e me debatendo de um lado para o outro em cima de outro homem, não sabia se eu realmente queria parar, ou se aquilo eram apenas meus delírios. O garoto continuou inexorável, e sem se importar com minhas suplicas, me lançava para cima como se eu fosse um brinquedo. Meu marido disse que eu subia e descia, como se eu estivesse em cima de um cavalo bravo. Aquela loucura parecia não ter fim e minhas suplicas em cima dele eram inúteis, pois ele só parou quando suas forças se exauriram. Para mim a trégua veio a calhar, pois eu já estava totalmente sem forças e principalmente sem fôlego. Fiquei alguns instantes tentando me recuperar do efeito arrasador que aquela loucura causou em mim. Quando tentei sai de cima, Fred passou os braços em volta de mim, e movimentando vigorosamente os quadris, recomeçou a me foder. Recebendo aquela verdadeira rajada repentina de pica na minha buceta, voltei ao meu estado de delírio. Comecei a gemer continuamente, e meus gemidos também seguiam a mesma cadencia trepidante do movimento. Fred arrancou meu top e libertou meus seios, que já saltaram para fora dançando no ritmo daquele movimento louco. Entrei num alucinante processo de gozo, e o que me restava para extravasar todo meu tesão, era gemer e gritar. Fred que estava em silencio até então, aproveitou para provocar meu marido:
_ Ta calado porque cara? _ Alex me vendo gritando e gozando daquela forma em cima dele, parecia estar em outro mundo _ Não esquenta, fica tocando uma punhetinha, que eu já devolvo sua esposa.
Eu ainda gemia e me contorcia em cima de Fred, quando num movimento de destreza, sem tirar seu pau da minha xoxotinha, ele me segurou na posição de “carregar noiva”, e ficou olhando dentro dos meus olhos com um sorriso bem sacana. Alex vendo aquela cena, propôs uma pausa. Eu também achei que aquela era uma boa hora para retomarmos o controle da situação, e ia sugerir que Fred me deixasse tomar um fôlego, mas antes que eu pudesse concluir ele me jogou para o lado. Do jeito que eu cai no sofá, fiquei, pois estava toda mole e sem forças. Enquanto Fred me penetrava na posição que eu me encontrava, de ladinho, Alex, quase que invocando seu direito de marido, pedia para ele lhe ceder o lugar. Fred concordou, mas antes deu-me uma serie de estocadas, que me arrancaram gritos. Meu marido deitou do meu lado, todo tremulo. Quando ele me penetrou, seu pau entrou com facilidade, devido ao “estrago” que o pau do garoto tinha feito em mim. Meu coração parecia que iria saltar pela boca. Fred ficou de pé nos olhando, eu não conseguia parar de contemplar aquele corpo musculoso, todo coberto de suor, e principalmente, aquele pau ereto e imponente que apontava para mim. Ele nos olhava de forma depravada, parecia estar se recuperando e tramando algo ao mesmo tempo. Até meu marido sentiu minha reação, quando o rapaz veio em nossa direção com aquele seu jeito de moleque que vai fazer uma travessura.
Fred ficou bem perto de minha cabeça. Fiquei olhando aquele cacetão reluzente de baixo para cima, e tentando descobrir o que aquela cabecinha suja tramava para mim. Eu nunca estive tão submissa na minha vida. Olhei para o rosto dele, enquanto tinha minha boca invadida novamente por seu pau. Ele parecia estar cheio de más intenções. Meu marido não dizia nada, só ficava com seu rosto junto ao meu, e com uma respiração ofegante às vezes sussurrava: “Acho que ele vai gozar no seu rosto!”.
Fred com os dentes cerrados segurou minha cabeça e começou a forçar-me a fazer um movimento de vai-e-vem com o pau dele quase todo na minha boca. Tive que me esforçar para não engasgar. Ele me segurando pelos cabelos, começou a surrar meu rosto com seu pauzão. Era como se alguém me batesse com um braço no rosto. Cheguei a ficar com medo, pois ele estava cada vez mais agressivo.
_ Coloque sua lingüa para fora! _ ordenou ele.
Obedeci, e com os olhos fechados, continuei levando uma surra de pica. Eu podia sentir o peso do pau dele batendo em minha língua.
O que aconteceu a seguir foi simplesmente demais. Meu maridinho gozou, gemendo bem perto do meu ouvido e nesse mesmo momento, Fred disse:
_ Vai ser no sua cara. Vou encher sua cara de porra!!
Ajeitei-me no sofá, pois queria o melhor ângulo para receber a porra dele. Realmente foi um final apoteótico para nossa transa. Um jacto de porra veio em minha direção como um chicote e açoitou meu rosto de um lado a outro. A seguir outros atingiram meu rosto varias vezes e em todas direções. Tive que fechar os olhos, mas eu podia sentir os riscos e pingos quentes de porra por todo meu rosto. Ficamos os três sem ao menos nos mexer, até que cessou definitivamente o bombardeio em meu rosto.
Alex respirava ofegante no meu ouvido; eu admirava aquele pau delicioso latejando em minha frente; e Fred com olhos fechados tinha um ar de satisfação plena. Exauridos, curtimos os três aquele momento. Vendo os dois satisfeitos, me senti no meu momento de glória. Peguei a camisa de Alex para limpar meu rosto e Fred disse, olhando para nós dois com um sorriso mordaz:
_ Puxa! ...Olhe só para vocês...foi mal!... _ por um momento achei que ele estava fazendo tipo, mas Fred dando risada continuou: _...Dá uma olhada no rosto do seu marido. _ olhei para Alex e só então entendi o motivo das chacotas de Fred.
Nem eu, nem Alex tínhamos percebido, mas como ele estava com o rosto do lado meu, quando Fred gozou, tinha levado uma bela de uma esguichada de porra em seu rosto também. Não agüentei em ver meu marido, todo confuso, com um sorriso sem graça e com porra escorrendo pelo rosto dizendo: “Que foi... Que foi?!”. Limpei o seu rosto, antes dele sair em disparada para o banheiro, mas não me contive em rir. Fred também dava risada, deixando evidente que ele tinha feito aquilo por traquinagem.
Fiquei conversando com ele por um tempo na sala. Eu parecia uma boba, pois só conseguia exaltar a virilidade e a potencia de Fred. Resolvi ir a até o banheiro para dar uma olhada em Alex, e saindo da sala comentei: “nossa de pensar que Alex te chamou de viado”. Fred veio atrás de mim, me pegou pelo braço e perguntou:
_ Então ele disse isso!? _mais uma vez ele me olhou com cara de quem vai aprontar.
Nós dois nos encontrávamos na copa. Fred me sentou numa cadeira e me fez chupar seu pau ali mesmo, até ficar duro novamente. Encaixei o pau dele entre meus seios _ era simplesmente demais ver aquele cacete enorme entre meus seios_ e movimentei meus seios para cima e para baixo, fodendo seu cacete com meus peitos. Amparei aquela cabeçorra com a língua toda às vezes que ela surgiu entre meus seios.
Ele me mandou ficar de pé perto e apoiar os cotovelos na mesa, deixando minha bundinha bem arrebitada e desfrutável, e lambeu minha buceta e meu cuzinho ao mesmo tempo. Quando eu já estava alucinada e completamente molhadinha, ele se levantou e encostou aquela cabeçorra no meu cuzinho. Fiquei assustada, tentei sair, mas ele era muito forte, e eu estava totalmente dominada naquela posição. Era assustador sentir aquele pauzão forçando passagem no meu cuzinho, mas sem poder fazer nada, resolvi ver até onde eu suportaria aquilo. Fred começou a foder meu cuzinho, movimentando bem devagar. Era incrível, mas aos poucos foi entrando. Não parecia que aquilo era o tão temido sexo anal, que eu e meu marido tomávamos tanto cuidado ao praticar. Cheguei a ficar mais relaxada, mas logo que eu tentei acompanhar seu ritmo dando uma reboladinha, percebi o quanto eu estava errada. A sensação foi tão forte que me arrancou um grito. Foi um daqueles: “AAAAAAAHHHHHH!”, que sai entalado, digno de um filme de terror. Descobri também que tinha cometido um erro ao dar meu rabinho para o deliqüentizinho numa posição tão desfrutável como aquela. Fiquei mais uma vez entregue aos caprichos do garoto.
Alex escutou meu grito, e apareceu sorrateiramente na porta do quarto, e o sacana do Fred percebeu que ele nos olhava.
_ Venha aqui cara, tenho algo para te mostrar!!
Quando Alex veio em nossa direção, Fred começou desferir fortes golpes, que castigava sem piedade meu cuzinho, que estava totalmente vulnerável. Tentando amenizar a força das estocadas dele, fui ficando na ponta dos pés, até que eu praticamente subi em cima mesa. Alex parecia assustado em me ver naquela posição, e dando aqueles gemidos roucos e sofridos. Quando cessou o ataque fulminante de Fred, meu marido se aproximou, e visivelmente sem graça me perguntou:
_ Tudo bem amor?
Fred me puxou de cima da mesa e perguntou:
_ Ainda acha que eu sou viado Alex!? _Meu marido não disse nada, só se aproximou mais, e quando viu o pau de Fred cravado no meu cuzinho, ficou olhando com cara de bobo.
Sob o olhar do meu marido, Fred impôs uma deliciosa e perturbadora rotina na transa. Ele ia fazendo um movimento lento de vai e vem, mas às vezes ele dava umas estocadas vigorosas, e só parava quando eu conseguia fugir das investidas dele subindo na mesa. Dando risada, como se aquilo fosse uma brincadeira, Fred me puxava para baixo novamente e iniciava todo processo. Não sei quantas vezes fizemos isso, só sei que levar aquelas estocadas fortes no cuzinho, e só ter o vidro da mesa para se agarrar, foi a experiência mais louca e desesperadora da minha vida. Era uma luta desigual e num momento de puro delírio gemi e gritei como nunca, e meu escândalo foi como um fósforo na gasolina.
Alex que já estava totalmente confundido ficou ainda mais consternado; Fred enlouqueceu de vez. Ele me puxou para o chão, com uma mão levantou uma das minhas pernas, com a outra segurou nos meus cabelos, e continuou a foder meu cuzinho. Enquanto isso, ele insistia em perguntar a Alex: “Ainda acha que eu sou viado?”. Alex praticamente com o rosto entre minha bunda e o corpo do rapaz respondia desesperado: “você não é viado, cara... Olha só o estado que você deixou minha mulher,... Você não é viado...”. Ele também me mandava chamar Alex de corno, mas a única coisa que eu conseguia, era ficar tateando a mesa em busca de algo para agarrar. Gozei com o pau dele entrando profundamente e saindo totalmente do meu cuzinho. Foi o mais longo orgasmo de minha vida, e o ponto sublime da nossa transa. Fiquei dominada por aquele gozo arrasador. Parecia que aquela sensação não tinha fim. Alex tinha se entregado totalmente em seus devaneios e continuava a viajar. Meu marido dizia: “você (Fred) é demais cara. Já virou minha esposa do avesso, gozou no rostinho dela e agora ta arrombando o cuzinho. O que falta mais?”. Vendo Alex daquele jeito, e Fred com aquele sorriso de vitória em deixa-lo naquelas condições, não me contive e disse a Alex:
_ Bem feito pra você, eu falei que esse cara é comedor...Você não acreditou!
Olhei para Fred, e ele estava nas nuvens. Troquei com ele um olhar e um sorriso de cumplicidade, e continuei a satisfazer seu ego.
_ Você é um menino muito mal Fred...muito mal...
_ E o seu marido, o que é? _ Fred olhava dentro dos meus olhos, quase que transmitindo as palavras que ele queria que eu dissesse. Fiz uma expressão como se tivesse de dar o braço a torcer e disse:
_ Corno... _ pude notar a mudança do semblante de Fred, e para colocar mais lenha naquela fogueira de vaidade _ ...Você fez ele de corno.
Segurei o queixo de Alex e disse:
_ O garotão te fez de corno né amor!?
Fred como num ataque de fúria, me fodeu num ritmo totalmente selvagem e insano. Ainda bem que foram poucas as investidas dele, pois logo ele deu um urro e gozou. Quando ele tirou aquele cacete enorme de dentro de mim, senti como se estivesse oca por dentro. Pelo comentário do meu marido imaginei o estrago: “Nossa... olha só como ficou!” Fred deu um verdadeiro banho na minha bunda. Fiquei com minha bunda escorrendo porra por todos os lados. Eu não conseguia ficar em pé, e Alex ao invés de me ajudar, ainda estava em plenos caprichos de sua imaginação. Ele passava a mão na minha bunda espalhando a porra de Fred, que se misturava com meus pelinhos e dizia: “olha só o que você fez com minha mulher”. Tive que dar um grito com ele: “cala a boca Alex, deixa de ser corno e me ajude”, só assim ele acordou e me amparou. Fred começou a rir daquela cena jocosa.
Eu e meu marido fomos para o banheiro, tomamos um banho demorando, e aos poucos fomos voltando a realidade. Nós não falamos nada, mas era evidente que nenhum dos dois acreditava que aquele garoto tinha nos deixado naquela situação.
Já estávamos no carro para ir embora, quando meu sobrinho que tinha acabado de voltar do clube, veio se despedir de mim. Olhei na beira do lago e vi Fred junto com os outros rapazes. Pelos gestos de Fred e pelo clima de comemoração da turma parecia que ele contava sua proeza aos amigos.
No outro dia cedo, fomos embora da cidade. E num clima de ressaca, ainda não falávamos sobre o dia anterior, e parecia que nunca mais íamos tentar qualquer tipo de aventura parecida. Dias depois, passado o arrependimento inicial, eu e Alex demos muita risada dos delírios um do outro. Mesmo assim achamos que passamos um pouco dos limites. Ainda continuamos com nossas loucuras, mas a regra de não envolver pessoas conhecidas e de não ultrapassarmos esse nosso limite passou a valer novamente.

CONTO - VIDINHA DE CORNO (COMO CONVENCI A MINHA ESPOSA A TER UM AMANTE)

Minha vida mudou radicalmente há alguns anos atrás. De um cara cheio de preconceitos, virei o cara mais liberal do mundo. Hoje vejo que tomei a decisão correta, sou muito feliz com a minha vida e tenho certeza que minha família tem a mesma opinião.
Sou casado com uma mulher maravilhosa, linda e com um caráter de se dar inveja a qualquer um.
Clarice é minha esposa a mais de 20 anos. Atualmente ela tem 42 anos, mas, por ser vaidosa e se cuidar, usando sempre protetor solar e tendo uma alimentação muito saudável, parece ter 10 anos menos. Em outras palavras, Clarice é uma gata!
Sua pele é branquinha, sem manchas, nem pintas, altura 1,67, loira original, olhos azuis, boquinha pequena e lábios finos, 56 quilos mais ou menos, bumbum empinadinho e saliente.
Quando põem biquíni, não tem quem na praia não olhe aquela coisinha linda desfilando, todo mundo baba olhando minha mulher de biquíni. E não é só os marmanjos que olham, “minha mulher é tão gostosa”, que até as mulheres ficam malucas quando ela anda exibindo seu corpão.
Como já disse, estamos casados a mais de vinte anos e temos duas filhas lindas. A mais velha tem vinte anos e a mais nova dezesseis anos.
Quando ocorreram os fatos que será narrado, minha esposa tinha trinta e três e eu trinta e seis anos.
Vivíamos uma vida normal: Ela, dona de casa no período matutino e no período vespertino, trabalhando em um escritório de advocacia na Cinelândia.
Eu era vendedor sênior de uma empresa de remédio e na época fui promovido a representante comercial da empresa, “o que me deixou muito feliz, pois, passei a ganhar bem mais do que ganhava”, mas, ao mesmo tempo, fiquei um pouco triste, pois, deixaria de conviver com amigos que fiz na profissão de vendedor. Amigos que moravam em outros estados do Brasil.
Vivemos no subúrbio do rio de janeiro, “em um bairro chamado Maier”.
Apesar da rotina de vida: trabalhar, estudar, tomar uma cervejinha de vez em quando, gostámos muito da vidinha que vivemos.
Minha vida de casado começou a mudar radicalmente, quando foi transferido da nossa filial de São Paulo para o Rio de janeiro, um cara chamado Pedro Paulo. Tornei-me muito amigo dele, e até almoçavamos juntos no restaurante da empresa, com o tempo, começamos a tornarmos mais íntimos, e dividirmos experiências, ou seja, ele me contava coisas íntimas da sua vida matrimonial, e eu contava coisas da minha. Ele me contou que tinha um casamento liberal. Eu mal sabia o que significava isso.
Disse que a esposa tinha um amante fixo, e que ele se dava muito bem com o tal cara. Disse que já tinham até viajado de férias com ele e a esposa, e tinham ficado no mesmo quarto de hotel. Disse que a viajem foi uma loucura do inicio ao fim, quem a esposa voltou pra São Paulo com os buracos doendo de tanta rola que levou. Disse que o cara era insaciável, e que comeu sua esposa até no corredor do hotel. Sorrimos muito com suas palavras e conversamos por varias horas sobre ser corno.
Pedro Paulo não tinha amante fixa, mas, costumava comer um monte de mulheres, dentre elas, tinha duas das amigas de sua filha mais velha, ambas maiores de idade. Ele já tinha comido as duas juntas, e me falou que foi um dos melhores momentos da vida dele. Depois ficou serio e me falou olhando nos meus olhos: Se você quiser posso te apresentar as duas danadinhas e conversar com elas o quanto você é um cara legal e quem sabe eu convenço as putinhas a meterem com você.
Ele:
Minha esposa sabe que tenho um relacionamento com as duas meninas e me dá a maior força. Diz que eu tenho mais é que meter a rola nas putinhas.
Falou que era o homem mais feliz do planeta e não trocaria sua vida por nada nesse mundo. E achava que essa felicidade começou depois que se tornou liberal.
Comecei a ler muito sobre o assunto e vi que sentia muito tesão em pensar, na minha linda esposinha transando com outro. Aquilo tudo era uma grande loucura. Cada relato que eu lia a respeito do tema, ficava maluco pra acontecer o mesmo comigo.
Sonhei muitas vezes com minha esposa na ponta da vara de outro homem.
Os pensamentos sobre o assunto me faziam ficar tão excitado, a ponto de me fazer ter ereções sem me tocar. Muitas noites acordei de pau duro.
Com o tempo isso se tornou uma fixação para mim, parecia uma doença, eu só pensava nisso, e a coitadinha nem podia imaginar, as perversões que se passava na cabeça do maridinho aspirante a corno.
Minha imaginação voava desses pensamentos e meu pau vivia duro com essa possibilidade, mas, não tinha coragem o bastante para lhe falar dos meus desejos de corno.
Sempre pensando que as possibilidades de uma reação negativa eram muito prováveis e nunca tinha coragem de tocar no assunto.
Muitas vezes na hora que transávamos, eu já ficava imaginando ela gemendo na vara de outro, e claro que nosso sexo melhorava sem por cento, e ela notou isso e um dia ela me perguntou por que meu desempenho sexual tinha melhorado tanto. Eu sorri e disse que tinha acordado com tesão e por isso tinha sido tão bom.
Um dia ela me disse que tinha comprado uma blusinha na boutique de uma amiga, e pediu para eu ir lá pagar a tal blusa, pois.
Depois que sai do serviço, peguei um taxi, pois estava sem carro, “o meu carro estava na oficina”. Na frente da boutique, vi na vitrine um biquíni branquinho e quase transparente. Pensei no meu tesão de vê-la dando para outro, e que melhor maneira disso acontecer, se não fosse com ela, vestindo aquele biquíni transparente, como aquele na vitrine. Com certeza ela faria muito sucesso na praia. Com certeza a possibilidade de levar um par de chifres aumentaria muito.
Fui direto na dona da loja, já tinha ido naquela loja com minha esposa e conhecia de vista a dona da loja e fui logo dizendo que tinha ido buscar a blusinha que a minha esposa tinha comprado e queria comprar o biquíni da vitrine também.
A dona da loja: desculpe eu perguntar, mas, o senhor está comprando pra Clarice, eu conheço a Clarice, sei que ela jamais usará esse biquíni, me desculpa, eu estou sendo intrometida, mas, garanto que só estou querendo ajudar, é que conheço ela há anos, e sei que ela é muito tímida, quem me dera se meu namorado deixasse eu vestir um biquíni tão ousado, eu iria adorar!
Eu:
Tudo bem moça, quem sabe eu não consiga convencer minha esposa a usar o biquíni. Ela é meio tímida, mas, por dentro é uma mulher muito sensual e vai gostar de uma coisinha mais sensual.
Falei aquilo com a vendedora e não sei por que, senti muito tesão em falar da sensualidade da minha esposa. O que parecia, é que eu queria que todo mundo soubesse, que eu queria ser o corninho dela.
Cheguei em casa e sorrindo falei:
Eu:
Comprei uma coisinha para você amor! Acho que você vai gostar!
Ela sorrindo perguntou:
E o que você comprou pra mim querido?
Eu:
Tinha um biquíni na vitrine da loja, eu achei lindo e por isso comprei pra você.
Clarice:
Legal, eu estava mesmo precisando de um biquíni novo, o meu está muito surrado.
Sorriu e foi experimentar, me mostrou e disse:
Você está maluco amor? Está muito indecente esse biquíni! É transparente e minha xoxota aparece toda, até a rachinha está aparecendo, olha os meus pentelhos aparecendo, da pra ver tudo!
Os pentelhos na testa da pepeca dela estavam me matando de tesão. Realmente ela tinha razão, estava aparecendo um pouco da rachinha dela.
Eu: na praia tem biquínis bem mais reveladores que o seu querida, e tem mais, o que é bonito é pra se ver.
Clarice:
O problema não é o tamanho do biquíni, é a transparência, está aparecendo quase tudo meu amor!
Eu:
Está aparecendo um pouco, mas, é porque não está raspada, basta raspar que não fica aparecendo tanto assim.
Você é uma gatinha amor, e fica usando esses biquínis ultrapassados. Porque não pode mostrar um pouquinho do mulherão que você é?
Ela sorriu e falou: tenho vergonha amor de usar amor, mas confesso que me sinto excitada quando alguém me olha com desejo.
Meu pau endureceu quando ela falou isso, mas, fiquei sem reação e não falei nada.
Dias depois, nós iriamos à praia. Ela vestiu o biquíni velho, ou seja, não vestiu o biquíni que eu tinha dado.
Eu:
Amor, você não vestir o biquíni que lhe dei, é muita falta de consideração da sua parte. Presenteei-lhe com um belo biquíni e você veste essa coisa surrada.
Clarice:
Não estou desprezando o biquíni que você me deu amor, mas, apesar de ser muito bonito, é muito indecente, aparece minha xota todinha, tenho vergonha de ir à praia com a xota aparecendo.
Eu:
Você está exagerando, não aparece tanto assim, e o que é bonito é para ser visto.
Clarice:
Se você que é o meu marido pensa assim, tudo bem, eu uso, mas, todo mundo na praia vai ver minha xoxota, e se vou assim, tenho que depilar tudo de novo.
Eu concordei e me propus ajuda-la a depilar. Adorava depilar a xotinha dela, e ela sempre adorou quando eu me propunha fazer esse trabalho.
Na praia ela ficou com a canga o tempo todo, mas, de tanto eu insistir, ela tirou. Estava linda! A xoxota estava estufadinha dentro do biquíni, a bunda branquinha, os seios pequenos, com os biquinhos róseos, aparecendo com a transparência do tecido.
Ela é muito branquinha, e a pele contrasta com os olhos azuis e a boca fina e bem corada.
Não parava de olhar aquele biquíni revelador, realmente mostrando à rachinha no meio da xoxota, e não era só eu que molhava, notei pelo menos uns três marmanjos de olho na rachinha da xoxota dela.
Eu peguei as crianças pela mão e sai andando pela praia, na verdade queria dá liberdade pra ela conhecer alguém, e quem sabe esse alguém poderia ser seu futuro amante. Depois de uns 40 minutos, voltei com as crianças e ela ainda estava sozinha. Vendo que ela não ia levantar da cadeira de praia e mostrar aquele corpinho lindo, beijei-a na boca e falei:
Vou até a pedra grande com as crianças, devo demorar meia hora ou mais, aproveita para dá uma paquerinha, levanta um pouco dessa cadeira de praia, mostra esse corpinho lindo que você tem. Deixa a rapaziada da praia de pau duro.
Ela me olhou e sorrindo falou: Você está falando sério? Quer que eu mostre a minha rachinha depilada pra quem quiser ver?
Eu:
Claro que estou falando serio amor! O que tem de mais você dá uma namoradinha, mostrar esse corpinho lindo.
Ela sorriu e falou: Tá bom, você é o macho da relação! Você é quem manda.
Sai com as crianças e depois de meia hora, voltei e ela estava de conversa com um sujeito. Quando vi o cara sentado tão pertinho dela, e com uma das mãos no joelho dela, fiquei louco de tesão, e já pensei na possibilidade dela está dando mole pra ele.
Ela me viu, deu um sorriso e falou: Amor, esse é o Beto, ele mora aqui em Ipanema, estávamos conversando sobre a violência no aqui no Rio.
O cara era muito simpático, e conversamos por mais de 20 minutos, até que ele deu uma desculpa e foi embora dizendo que tinha um compromisso. Vi nitidamente que ele estava se sentindo incomodado com minha presença ali, mal sabia ele, que eu estava morrendo de tesão, em pensar em minha mulher dando pra ele.
Fiquei bastante decepcionado por ele ter ido embora, o cara era bonitão e parecia que minha mulher se interessou por ele.
À noite, transamos muito, não sei o que me deu, mas, estava muito inspirado para o sexo. Acho que vou ver o cara com a mão do joelho dela
Eu: amor, você não quer da uma saidinha com suas amiga, no final de semana? Você podia sair tomar uma cervejinha, paquerar um pouco, vai ser muito bom pra você!
Ela:
Que conversa é esse agora? Você não me ama mais? Está com outra mulher e fica tentado me jogar nos braços de outro homem. Se for isso, não precisa me jogar nos braços de outro homem, eu vou embora à hora que você quiser.
Discutimos, tentei me explicar, mas ela não quis saber e ela ficou uns dois dias sem falar comigo, mas, a raiva foi passando com o tempo e voltamos às boas.
Duas semanas mais tarde, ela foi convidada a passar o fim de semana na fazenda de uma amiga do trabalho. A amiga estendeu o convite pro marido e filhos, mas, eu não podia ir.
Era só o final de semana, como já disse, eu não podia ir, estava com muito trabalho atrasado e tinha que trabalhar até em casa no final de semana.
Eu:
Não posso ir amor, mas, você deve ir e se divertir muito, aproveite a oportunidade, e quanto as crianças, elas podem ficar com minha mãe, ela vai adorar ficar com os netos.
Clarice:
Está certo amor, mas, acho que não vai ter graça sem você e as crianças.
Olhei nos olhos dela e falei:
Acho que você devia pensar no que falei: Não quero me livrar de você, como você disse, te amo mais que minha própria vida, mas, hoje em dia, é muito comum casais serem liberais, o liberalismo faz parte da maturidade do casal.
Eu me diverti muito antes de me casar com você, já transei com muitas mulheres, e você quase não teve experiência sexual com outros homens. Sei que você só transou comigo e com o Júlio, (o namorado que tirou sua virgindade), depois não transou com mais ninguém. Acho que você tem o direito de ter pelo menos mais uma ou duas experiências sexuais com outros homens. Como já lhe disse, isso é muito comum acontecer com casais maduros, que confiam em seu parceiro, e sabem que é só sexo.
Ela me olhou e não falou nada, depois me falou que iria para tal fazenda com a amiga e o namorado, eu sorri em sinal de aprovação e dei um beijo em sua boca, depois dei uma palmadinha na xota dela e falei: Porque meu amorzinho não quer dá essa xoxotinha, o maridinho não está liberando para você se divertir? Ela sorriu excitada e não falou nada.
Fiquei sozinho em casa os dois dias que ela passou na fazenda. Na verdade, se eu quisesse podia até ter ido com ela, tinha realmente trabalho para fazer no final de semana, mas, é um trabalho que estou acostumado a fazer e podia ter feito na segunda-feira, ou levado para a fazenda e feito lá, mas, queria dá liberdade para ela paquerar, e quem sabe voltar da fazenda esfoladinha por algum pião de lá.
Minhas filhas ficaram com meus pais, e o máximo que fiz foi ir ao estádio de futebol vê o Flamengo jogar.
No domingo à noite a amiga dela à deixou na porta da nossa casa, fui recebê-la com um beijo na boca, e não perdi tempo, passei a mão na xoxotinha e perguntei como foi o passeio.
Ela sorriu com minha passada de mão na xota, e claro que ela viu que eu estava querendo saber se ela tinha transado com alguém.
Clarice:
Foi muito bom amor, me diverti muito, mas tenho que lhe contar uma coisa e não sei como você vai reagir.
Meu coração acelerou e meu pau ficou duro, pensei que iria me contar que tinha metido com outro, e que finalmente eu seria corno.
Eu: não acredito, já sei você deu gostoso pra outro, me conta tudo que já estou de pau duro.
Ela sorriu e falou: não é nada disso. Foi um só cara chamado Geraldo, “que trabalha lá na fazenda” me roubou um beijo na boca, eu briguei com ele, disse que nunca tinha dado essa liberdade para ele, fiquei muito nervosa e contei para a minha amiga. Ela queria demitir o sujeito, mas, eu pedi para ela esquecer o assunto e não demiti-lo.
Fiquei muito decepcionado, pensei que finalmente seria corno. Depois de tomar banho, fomos para a cama e transamos gostoso.
Eu:
Amor, você não precisava nem meter com outro cara, mas, devia sair sozinha de vez em quando, namorar um pouquinho, se liberar, o seu dia a dia é muito estressante, e você dá uma paqueradinha não é nada demais, muitas mulheres casadas fazem isso, e com certeza vai fazer muito bem a você.
Ela ficou me olhando e sorrindo falou: Tudo isso é muito novo para eu amor, tenho que pensar um pouco no assunto.
Eu:
Você não senti tesão por alguém que conhecemos? Algum amigo nosso?
Ela pensou um pouquinho e falou: O Renatinho é um cara muito bonito!
O Renatinho é meu amigo desde criança. Conhecia bem o cara e até já tinha ido para a farra, com ele quando era solteiro.
O cara era pegador mesmo, comia todas que lhe davam mole.
Sorri para ela e disse: O Renatinho é o cara ideal para sair com você amor! Ele é discreto e muito desejado pelas mulheres, e com certeza, você iria gostar de meter gostoso com ele.
Ela sorriu e disse: O pau dele deve ser grosso e grande. Ele e grande e forte, e por isso deve ter um pauzão enorme!
Eu:
Já vi o pau dele no vestiário do clube, o pau dele mole é uma jeba, imagine duro!
Ela sorriu, mordeu os lábios e fez aquela cara que faz quando está excitada.
Também fiquei excitado com o que ela disse, e meu pau ficou tão duro que sentia as veias dele pulsando, parecia que ia estourar. Ela deitada de barriga para cima, olhei em seus olhos e deitei encima dela e beijei sua boca, ajeitei a ponta da vara na entrada da xota, pincelei um pouco e meti com força, o que a fez gemer alto e falar: Que delicia amor, será que o pau do Renatinho é tão gostoso quanto o seu?
Eu: você gosta de pau grande amor?
Ela: deve ser muito gostoso um pauzão!
Sorri e vi que ela estava começando a querer fuder com outro, e isso era uma coisa muito tesuda para mim. Meti forte até ela gozar gostoso.
Alguns dias se passaram e em uma noite transamos gostoso e perguntei durante a transa: Amor, como é o nome do cara que roubou um beijo seu?
O nome dele é Geraldo!
Eu ainda metendo na bucetinha dela suavemente, falei: Me chama de Geraldo amor! Faz de conta que é o pauzão dele que está entrando na sua xoxotinha. Ela sorriu e sem discutir, falou: Aí Geraldo, que rolona grossa e gostosa você tem, mete gostoso em mim, mete gostoso que estou quase gozando.
Meu pau chegou a doer de tão mais duro que ficou.
Eu: Você ficou com tesão do beijo do tal Geraldo safadinha? Sua bucetinha molhou na hora que ele te beijou?
Clarice: Para falar a verdade amor, ele tem um beijo que deixa qualquer mulher fica sem folego.
Perguntei de novo: Você ficou com a calcinha molhada na hora que ele te beijou?
Ela baixou a cabeça e falou: Fiquei!
Sorri, levantei sua cabeça, beijei sua boca e falei: Sua safadinha, porque não deu para ele? Eu disse que você podia meter gostoso amor.
Clarice: Fiquei sem jeito amor, com vergonha, mas, confesso que fiquei com muito tesão, cheguei a sonha transando com ele.
Safadinha, sua bucetinha apertou meu pau quando você falou que sentiu tesão do beijo e do sonho com o peão da fazenda.
Ela sorriu com uma carinha safada, me beijou na boca e baixou a cabeça. Levantei sua cabecinha e colei sua boca na minha, enfiando minha língua toda na boca dela, depois, ficamos os dois sorrindo.
Ela me olhou nos olhos e perguntou: Amor, vós senti mesmo tesão em saber que eu dei para outro cara?
Eu: Claro que sinto amor, você ainda tem dúvidas?
Ela sorriu, com um sorriso safado e falou: confesso que essa sua fantasia me dá muito tesão, pode deixar comigo gostosinho, antes que você possa imaginar, vai levar o par de chifres que tanto deseja.
Fiquei muito surpreso com sua palavras, e beijando sua boca com muito tesão, senti meu pau inchar. Fudemos muito gostoso com ela me chamando de Geraldo.
Uma semana depois, ela me disse: Amor, minha amiga Beatriz me chamou para sair com ela amanhã à noite e fiquei de falar com você.
(A Beatriz é uma velha amiga da minha esposa, ela é muito putinha e alguns amigos meu já transaram com ela).
Fiquei muito excitado com a possibilidade de finalmente ser corninho dela, e disse já com o pau meia bomba:
Tudo bem amor, fico muito feliz que finalmente você vai sair com suas amigas, e se pintar um namorinho, uma paquera, tudo bem, você sabe que vou adorar saber que você se soltou e finalmente deu gostoso essa xoxotinha linda que você tem.
Você tem uma rotina muito dura, vive só para trabalhar ou cuidar de nossa casa e das crianças, você tem que aproveitar mais a vida querida, aproveite o convite da sua amiga e deixe rolar, não pense em marido, nem em filhos, se divirta, beije na boca, e se quiser fuder gostoso, tudo bem, vou morrer de tesão quando você chegar em casa com a bucetinha esfolada, a buceta é sua, pode dá gostoso amor. Vai ser muito bom para você transar fora, conhecer novos homens, novas experiências, sentir outra pica dentro de você.
Ela sorrindo da minha cornice e falou: Você não pode reclamar se eu transar com outro mesmo. Você fica falando essas coisas e já está me deixando toda molhadinha.
Pois é isso que eu quero mesmo amor, quero que você se divirta, e não precisa chegar hoje em casa, pode chegar só amanhã bem esfoladinha e do jeito que sua amiga é putinha, quem sabe não rola um ménage com o namorado dela.
Ela me beijou com carinho me chamando de meu corninho gostoso, “meu pau ficou mais duro que já estava”, ela notou e sorriu do meu tesão de corno e falou: Você vai levar muita galha gostosinho, estou morrendo de tesão com essa conversa sacana, e acho que vou entrar na rola essa noite.
Fomos dormir e no outro dia quase não consegui trabalhar, só pensava no provável chifre que ia levar, meu pau ficava o tempo todo duro e quase não levantei da minha cadeira no escritório. Quando finalmente o expediente acabou e fui para casa, fui direto para o nosso quarto e minha esposa estava no banheiro da suíte, estava terminando de se arrumar para sair com a Beatriz.
Colocado sobre a cama, um vestido leve vermelho, calcinha da mesma cor, meia calça preta, e uma sandália preta de salto alto, que estava no chão próximo a cama.
Olhei para ela enrolada na toalha e falei: Amor, esse vestido não está bom!
Mas, adoro esse vestido, ele é lindo!
O vestido é lindo, mas, é muito discreto para sair à noite, com esse vestido que você vai parecer uma beata, não vai pegar ninguém!
Ela fez uma carinha de safadinha e sorrindo falou: Não quero pegar ninguém mesmo, estou satisfeita com minha vida sexual.
Abracei-a pela cintura e falei: Pois se você não pegar ninguém, não entra em casa.
Ela sorriu e eu sorri junto, nos beijamos e depois de apalpar sua xoxotinha, fui até seu armário e encontrei um vestido curtinho, que tinha lhe dado semanas antes, era um vestidinho bem mais curto que o que ela tinha pego antes, o vestido era de tecido fino como o outro, também era na mesma cor preta, muito parecido com o que ela tinha pegado, a única diferença era que o que eu peguei era mais curto, peguei uma calcinha de rendinha amarela, bem pequena e transparente, (adoro calcinha amarela).
Ela: porque você mudou minha calcinha?
Eu: adoro essa calcinha amor, e tenho certeza que se você fuder com alguém, o cara também vai adora tirar ela com os dentes.
Ela: ai amor, se acontecer mesmo, tomara que o cara tenha uma pica grossa e grande.
Sorri excitado e perguntei: Você depilou a xaninha?
Ela sorriu e falou: Está um pouco cabeluda.
Eu: Então eu vou depilar essa pepequinha!
Porque você quer tanto depilar minha xaninha amor?
Eu:
É que se você for transar com alguém, a xoxota tem que está bem raspadinha. É muito mais sexy xoxota raspada e mais gostoso de fuder!
Clarice:
Eu também prefiro xoxota depilada, não gosto de cabelos na xaninha quando vou transar! Uma vez minha xota estava meio cabeluda e você meteu com força e foi um cabelinho junto com seu pau, cortou um pouquinho a entrada da pepeca, no outro dia doeu pra caramba, mas, vamos parar com essa conversa, já estou morrendo de tesão, acho que vou chegar a casa toda arrombadinha mesmo, e você não vai poder reclamar de buceta larga quando meter em mim.
Dei um beijo gostoso nela e falei:
Bobinha, a coisa que mais quero na vida é ser seu corninho, será que você ainda não entendeu isso?
Ela sorrindo falou: Então está meu corninho gostoso, vem depilar minha xotinha, que vou dá gostoso hoje e confesso que estou maluca pra fuder gostoso com outro.
Abracei ela por trás e beijando seu pescoço, entramos no banheiro, peguei um aparelho de barbear e depilei a xoxota e a bundinha.
Ela tomou banho e se vestiu com a roupa que escolhi. Ficou maravilhosa, com os cabelos bem penteados, batom vermelho, contrastando com a pele branquinha, levantei a saia do vestido e vi sua xaninha estufadinha na calcinha amarela. Os seios durinhos, provavelmente excitados com a situação.
Fiquei de pau duro com o que estava acontecendo na minha vida. Eu, mandando minha esposa sair e se divertir com outro homem, era muito excitante, muito gostoso, não iria aguentar até o dia seguinte, iria bater uma quando ela acabasse de sair de casa.
Beijei-a na boca e disse: Você está linda, desse jeito vai arrumar um namorado fácil, fácil.
Ela sorriu e disse: Só tem uma coisa que está em incomodando querido, a Beatriz me ligou e falou que o primo dela também vai conosco para me fazer companhia, ou seja, ela está empurrando o cara para mim, disse que o cara é um gato e que vou adora-lo.
Meu pau quase explodiu dentro da calça, nunca em toda minha vida meu pau endureceu tão rápido, com certeza dessa noite não passava finalmente eu seria corninho.
Olhei em seus olhos e falei: Isso é ótimo amor, já lhe autorizei dá essa bucetinha, deixa rolar, não se preocupe com nada, sei que você também está doidinha para ter essa experiência maravilhosa. Se quiser pode dá gostoso, estou autorizando você fuder bem gostoso, você pode chegar bem esfoladinha, que eu cuido da xoxota ardida com todo amor.
Estou um pouco nervosa, depois que nos casamos, não dei para mais ninguém, tive muitas oportunidades, fui muito assediada pelos homens, mas, nunca te trai. Estou acostumada com a sua pica, estou nervosa, e se o cara tiver pau grande e grosso, será que vai doer muito. Quero muito um pau grosso dentro de mim, mas, confesso que tenho medo de doer.
Não esquenta amor, buceta aguenta tudo e por mais que o cara seja jumentinho, sua bucetinha vai aguentar e pedir mais, é sempre assim, a mulher diz que é muito grande e depois que entra ela quer mais.
Ela sorriu, me beijou de leve no rosto e saiu rebolando, olhou para trás e disse: Quero meter muito essa noite amor, melhor eu sair logo de casa, senão vou terminar tendo de trocar de calcinha, essa que estou usando está começando a ficar húmida com essa conversa que estamos tendo.
Fui assistir televisão e esperar minha esposa voltar da noitada, mas, acabei dormindo com a televisão ligada, e só acordei no outro dia, com ela ao meu lado. Levante a coberta e olhei a bucetinha e vi que estava meio vermelhinha. Deixei-a dormindo e fui fazer um cafezinho. As 11h30min da manhã ela acordou. Eu estava na sala assistindo TV, e as crianças ainda estava na casa dos meus pais. Ela não olhou nos meus olhos, por isso tive certeza que ela tinha transado com alguém, sorri e disse:
Eu:
Acho que minha princesinha andou fudendo gostoso essa bucetinha linda que ela tem.
Ela sorriu e falou: Amor, estou morrendo de vergonha, não sei nem como olhar nos seus olhos de novo.
Eu:
Olhe nos meus olhos, com esses olhinhos lindos que você tem.
Ela sorriu e disse: Mas amor, o amigo da Beatriz é muito lindo e não resisti e terminei dando para ele. A Beatriz ficou jogando ele para cima de mim, e fomos para um motel. Por favor, amor, não fica com raiva.
Fiquei com muito tesão e beijei aquela boquinha linda com muito carinho. Peguei nos peitinhos e disse:
Eu:
Estou muito feliz por ter te deixado ter prazer com outro, acho que isso vai fazer muito bem para o nosso casamento.
Ela me beijou e disse: Amor, o cara é um cavalinho, me deixou todo doída, o pau dele não é tão grande, mas, é muito grosso, deixou minha bucetinha inchada, mas, foi uma delícia.
Ela sorriu e depois de pagar na minha rola e ver que estava dura, me chamou de corninho e me abraçou toda excitadinha.
Dei um beijo bem gostoso na boquinha dela e perguntei se a bucetinha estava inchada mesmo.
Ela puxou a calcinha para o lado e me mostrou uma buceta vermelha e inchada.
Pude ver direito a bucetinha dela e abri os lábios com os dedos e vi que a entrada estava até machucada.
Eu:
Está machucada!
Clarice:
Ela - Não tem problema, é assim mesmo, está ardendo um pouco, mas, está uma delícia, minha buceta está pedindo mais.
Amor, ele me levou para o motel. O quarto do motel era lindo, com hidromassagem, ficamos nos beijando sentados na cama, ele o tempo todo com o dedinho na minha xota, só no clitóris. Depois ele tirou meu vestido, me deixando só de calcinha, mandou ficar de quatro em cima da cama, eu tremia dos pés à cabeça, ele puxou minha calcinha até as coxas, enfiou a cara no meio das minhas nádegas, lambel e chupou meu cuzinho e xoxota, depois me penetrou a buceta com força, senti a ponta da rola dele na entrada do útero. Ficou metendo e tirando de dentro de mim, eu via estrelas de tão gostoso que estava. Minha vontade era fuder com ele uma semana, que pau gostoso ele tem querido.
Ele encheu a camisinha de esperma, depois mandou eu tirar a camisinha do pau dele, e chupar gostoso, obedeci e fiquei mamando aquela rola grossa, depois fizemos um sessenta e nove maravilhoso, ele enfiava a língua toda dentro de mim. Amor, ele fez coisas comigo que nunca tinha feito com você, foi muito bom, dei a noite toda para ele. Fomos dormir já era mais de quatro horas da manhã. De manhã, transamos de novo.
Ela me beijou gostoso e perguntou: amor, posso transar com ele de novo.
Eu:
Se for tão gostoso assim minha linda, claro que você pode dá para ele de novo, mas, você devia sair com outros caras, e se quiser transar gostoso com outros.
Ela ficou toda feliz e disse: Amor, apesar de estar com a bucetinha toda ardida, estou adorando essa sensação de ardência na piriquita.
Nossa relação amorosa estava maravilhosa, cheia de tesão e conversas picantes na hora do sexo. Ela passou a me chamar de corninho quando estávamos transando e eu a chamava de putinha corneadora.
Já tinha vinte dias que ela havia dado aquela saidinha. Um dia ela chegou do serviço toda desconfiada e vi que ali tinha coisa, subi para o nosso quarto e ela estava no banho na suíte, estranhei ela está no banho, ela sempre enrola um pouquinho antes de tomar banho, geralmente ela fica conversando comigo na cozinha e depois vem tomar banho, vi que ela tinha transado ou tirado um sarro com algum cara. Entrei no banheiro e fui logo perguntando o que tinha acontecido, ela sorriu sem graça e falou:
Clarice:
Nada amor, não aconteceu nada! Estou só tomando banho.
Olhei serio para ela e disse: Não gosto de mentiras, por que você está mentindo para mim.
Ela baixou a cabeça e disse:
Clarice:
Desculpa amor, aconteceu de novo, transei com o Thiago, nós saímos e dei para ele em um motel.
Não falei nada, sai do banheiro e me sentei na cama, depois de alguns minutos, ela saiu do banheiro se enxugando e perguntou:
Clarice:
Você está com raiva de mim amor?
Olhando nos olhos dela e disse:
Eu:
Claro que estou com raiva de você, autorizei você sair com outros homens e você ficava mentindo para mim e transando as escondidas, isso sim é traição! Somos casados e casamento tem que ter confiança um no outro, e se você está saindo com outro as escondidas está me traindo, e não é isso que eu quero para o nosso casamento.
Ela chorou um pouco e disse:
Clarice:
A mais de semana estou saindo com o Thiago, mas, foi a primeira vez que fomos para o motel depois daquela noite, não contei com medo da minha reação.
Eu:
Então faltou confiança da sua parte em mim, você tem que confiava em mim, e me contar tudo o que acontece com você no dia a dia.
Ela beijou meu rosto e me pediu desculpas e disse:
Clarice:
Pode deixar amor, tudo que me acontecer eu vou contar para você, desculpe eu não pensei direito e acabei traindo a sua confiança.
Descemos as escadas e eu que cheguei mais cedo do trabalho, preparei alguma coisa para comermos e durante o jantar ela não abriu a boca, mas depois do jantar, subimos para o quarto e liguei a televisão e ficamos deitados abraçadinhos assistindo TV.
Ela estava de camisola e sem calcinha nem sutiã. Deitou a cabeça no meu ombro e pediu desculpas novamente, disse que iria ser sincera comigo, eu sorri e beijei sua boca, depois comecei a pegar no peitinho, ela sorriu e disse:
Clarice:
Safadinho, já está com más intenções comigo.
Eu:
Você é uma safadinha, tem um maridinho em casa e ficava fudendo na rua.
Ela sorriu e disse: O meu maridinho corninho me autorizou a fuder na rua com quem eu quisesse.
Desci a mão e meti um dedo na buceta dela e vi que estava completamente molhada, eu que já estava de pau muito duro, subi em cima dela e encaixei o pau na entrada da xoxota, não ouve muita resistência, a putinha estava excitada e meu pau ficou nadando lá dentro, apesar disso estava muito gostoso, ela é linda e ficar olhando pra ela, olho no olho e muito gostoso, o rosto dela parece ter sido desenhado por um mestre renascentista, depois de algum tempo entrando e saindo de dentro dela, pedi pra ficar de quatro, a posição preferida dela, ela ficou e antes de meter na xoxota, observei que o cuzinho estava avermelhado, “o cuzinho dela é róseo”, sorri e metendo perguntei:
Eu:
Você andou dando esse cuzinho gostoso amor?
Ela gemendo com minhas bombadas respondeu: Dei, tem algum problema amor?
Eu:
Claro que não, mas, sei que você não gosta de dá o cuzinho.
Clarice:
É que o Thiago insistiu muito e apesar do pau dele ser muito grosso, foi gostoso.
Eu:
Posso meter nele também?
Clarice:
Está meio dolorido, mas, seu pau é mais fino que o dele e por isso posso experimentar.
Tirei da buceta e coloquei no cuzinho, não foi difícil meter no cuzinho da putinha, depois de meter fiquei entrando e saído com certa facilidade.
Eu:
Como foi à tarde de amor sua com ele querida?
Clarice:
Fomos para um motel muito bonito lá na Barra da Tijuca, ficamos a tarde toda fudendo, o Thiago é um tarado, quer meter toda hora, ficamos a tarde toda fudendo, foi melhor que a primeira vez.
Meu pau ficou latejava de tão duro e comecei a bambar com muito mais força e depois de uns cinco minutos com ela gemendo muito e me chamando de corninho, gozei muito no fundo da buceta dela, e tenho certeza que ela também gozou.
Deitamos lado a lado e ficamos nos beijando e perguntei:
Eu:
Amor, você pretende vê ele de novo?
Eu:
Ela fez uma carinha linda e disse:
Ela – Amor, o pau dele é o mais gostoso que já experimentei na vida, você me deixa meter com ele de novo?
Sorri e perguntei:
Eu:
O pau desse cara é mais gostoso que o meu?
Ela baixou a cabecinha e com um sorrisinho safado falou:
Ela – É diferente amor, o seu é muito gostoso, mas, o dele é uma delícia.
Sorri e disse:
Eu:
Você pode meter com ele o dia que quiser, mas, não pode mentir para mim, quero sinceridade sempre.
Clarice:
Nunca mais escondo nada de você, nosso casamento é muito importante para mim, eu prometo sinceridade sempre.
Dormimos aquela noite abraçadinhos e de madrugada levantei com um baita tesão e vi aquela xoxotinha peladinha aberta olhando para mim, não deu outra, chupei a xoxotinha dela dormindo, “claro que ela acordou”, ela adora ser chupada quando está dormindo.
No outro dia acordei mais cedo que ela e como era sábado e não trabalhamos no sábado, fiz o café da manhã pra ela e eu fiquei esperando ela acordar, como ela não acordava nunca, fui ao quarto e encontrei-a nua de bruços, ela tinha colocado o travesseiro embaixo dela e o bumbum ficou empinadinho, parecia que ela tinha feito de proposito, dava pra ver até o cuzinho dela, fiquei excitado e nem pensei em buceta, fui logo pegando o KY gel e passando no cuzinho dela, tinha certeza que ela estava acordada e fingia que estava dormindo, entrei no jogo e fui metendo no cuzinho bem devagar, até entrar tudo, ela empinou mais ainda a bunda e comecei a estocar forte o cuzinho dela, ela já não fingia mais dormir, começou a gemer e falar:
Clarice:
É uma delícia dá o cuzinho amor, e seu pau e mais gostoso que o do Thiago para meter no cuzinho.
Ela pediu quase implorando, para eu meter mais forte e não parar de meter metemos até ela gozar sem sequer eu botar a mão na bucetinha dela, depois, gozei pouco porque tinha gozado muito a noite.
Passamos um final de semana muito gostoso, e fudemos muito, ela sempre me contado da trepada com o Thiago, e me falando o quanto a Beatriz era muito putinha. Contou-me das trepadas da Beatriz com um montão de caras que eu conheço, e do caso dela com o sobrinho de 18 anos de idade, fiquei muito tesudo e perguntei se podia meter um pouco com a Beatriz, ela ficou calada e vi que não gostos muito da possibilidade de dividir o marido com outra, e depois de alguns minutos sem falar nada, ela disse:
Clarice:
Amor, se você me quiser até paro de transar com o Thiago, mas, não quero que você transe com outra mulher.
Olhei para ela e disse: Não é justo você trepar com outro e eu não poder comer a Beatriz.
Ela me olhou com cara de choro e falou: Eu te amor, e só de pensar em você com fico morta de ciúmes. Eu nunca quis ser corna, você é quem quis ser corno!
Olhei para ela e vi que ela tinha razão, nunca tinha falado na possibilidade de sair com outras e por isso falei:
Eu:
Tudo bem amor! Não pense mais nisso.
O tempo foi passando e depois de duas semanas ela chegou muito tristinha em casa e me falou:
Clarice:
Amor perdi o emprego. A firma que trabalho estava falindo, o meu chefe estava se despedindo dos funcionários hoje, tinha muito pai de família chorando lá na empresa.
Eu:
Não se preocupe amor, toda notícia ruim vinha acompanhada de uma notícia boa, finalmente saiu minha promoção e posso pagar o salário que você recebia na integra.
Ela meio triste, me deu os parabéns e disse que não queria, disse que gostava de ganha o seu dinheirinho e não achava legal eu pagar o salário dela.
Eu:
Você é minha putinha e tem que ganha pelo programa.
Ela sorrindo e me beijando disse:
Clarice:
Então, já que sou sua putinha tenho que fuder a hora que você quiser.
Eu:
Agora você falou uma verdade, mas, como você está muito tristinha, deixo você fuder com o Thiago hoje.
Ela seria falou: Ele vive me ligando, mas, resolvi não transar mais com ele.
Eu:
Porque minha putinha, não senti mais tesão por ele?
Clarice:
Claro que sinto, ele é muito gostoso, mas, como não quero que você transe com a Beatriz, também não vou mais transar com o Thiago.
Eu:
Tudo bem amor, talvez vai ser bom você transar com ele hoje, você está muito tristonha e quem sabe seja bom você se descontrair em cima da rolona dele que sei que você adora.
Clarice:
Não sei amor, talvez você tenha razão.
Eu:
Vou depilar sua xoxotinha para você fuder bem gostoso com ele.
Ela sorriu e disse: Tenho muita saudade da pica do Thiago, e há muito tempo estava pensando em ligar para ele.
Peguei o celular dela e disse: Liga para ele amor, marcar um encontro em um motel e meter a noite toda. Quero que minha putinha chegue aqui em casa muito feliz da vida.
Os olhos dela brilharam e ela ligou para ele na minha frente e perguntou se ele queria sair à noite. Ele disse que não era possível, pois tinha um compromisso inadiável, ela meio ríspida disse que se não fosse naquela noite, não seria nunca mais, ele ficou uns segundos calado, depois falou que adiaria o compromisso e combinou com ela hora e local do encontro.
Ela desligou o celular e me abraçou agradecida e sorrindo disse:
Clarice: Você está certo amor! Talvez uma rola grossa como a do Thiago, seja o que eu preciso para me acalmar, estou excitada só em pensar que daqui a poucas horas estarei sentada na pica dele.
Peguei a cera de depilação e falei: tira a roupa e deite-se, vou depilar sua xoxota e cuzinho.
Ela: agora amor?
Eu: Já, tira logo a calcinha e arreganha as pernas, quero tirar os pelinhos da virilha, depois eu vejo se as partes internas da bunda estão cabeludas.
Ela sorriu e falou: Você fica muito excitado quando eu vou me encontrar com o Thiago, você adora ser meu corninho não é amor?
Eu: Você sabe que eu gosto! E depilar a xoxota e o rabinho para a esposa meter com outro é muito excitante para mim.
Escolhi uma calcinha preta que contrastava com sua pele branquinha. A calcinha era de algodão e de rendinha na frente, e deixava-a muito sexy. O vestido fino ia até os joelhos, e deixava ela linda.
Ás 17 horas ele buzinou na frente do prédio que moramos e ela me deu um beijo leve na boca para não borra o batom, e sorrindo me disse:
Ela: Até amanhã meu amorzinho.
Eu: Vai amor! Goza gostoso na pica do Thiago!
Ela sorriu e falou: Deixa comigo amor! Essa noite eu quero transar muito.
Ela sorriu e só voltou no dia seguinte, já era mais de dez horas da manhã, e como era um sábado, eu não estava trabalhando.
Ela estava muito sorridente e disse: Amor trepei muito essa noite, estou com a bucetinha inchada de tanto entra e sai dentro dela. Sou a mulher mais feliz do mundo, e apesar de estar ardida na xoxota, meu cuzinho não foi visitado, (apesar da insistência do Thiago), se você quiser comer meu cuzinho, ele é todo seu!
Sorri e ajudei ela a tirar a roupa, quando tirei a calcinha, vi o estrago que o cavalo tinha feito na xoxota dela, estava até machucada, os lábios da vagina inchados e a entrada vermelha, parecia que ela tinha sido estuprada. Beijei as costas dela e disse em seu ouvido: Vou pegar o KY para comer esse cuzinho bem gostoso.
Ela sorriu e disse: Não precisa amor, quem aguenta a pica do Thiago a noite toda, aguenta a sua no cuzinho sem KY.
Fiquei surpreso com a resposta dela, minha esposinha não está mais aquela menina tímida, ela tinha se transformado em uma mulher que sabe bem o que quer, tinha se transformado em uma mulher moderna, e muito sexy.
Sorri com o que ela tinha dito, cuspi na mão e passei em seu ânus, pincelei a ponta da cabeça do pau e meti sem pena da putinha, meti até as bolas, ela gemeu alto, depois de alguns segundos, já estava entrando e saindo muito gostoso.
Ela gozou sem sequer pegar na xoxota, eu gozei logo em seguida.
Faz dez anos que isso aconteceu, ela continua saindo com outros homens, mas, agora ela tem um novo amante fixo, (o Jorge). O Thiago foi embora do Brasil com a família para o Japão, eles ficaram juntos como amantes por mais de três anos.
Todas as vezes que ele vem ao Brasil visitar a mãe, minha mulher dorme com ele aqui em casa.
Já dormimos os três na mesma cama, foi muito excitante ver aquela rola enorme entrar na bucetinha da minha esposa. Nessa noite ela ficou de quatro e eu comi a buceta dela, enquanto ela chupava a rola do amante. E até dubla penetração fizemos nela. Ela odiou! Disse que preferia fazer amor com um homem só, por que gostava de dispensar toda a energia do corpo em uma só pessoa.
Eu tive algumas experiências com outras mulheres também. O Pedro Paulo, “o cara que trabalha na mesma empresa que eu e que me contou que era corno e me incentivou a ser também. Comi a mulher dele diversas vezes, e até hoje eu como de vez em quando. Ele me incentivou a comer a mulher dele e até me incentiva a visitar ela quando ele está viajando a serviço. Nós damos muito bem e ele sempre me liga quando viaja e me pede pra fazer uma visitinha pra mulher dele e claro que quando dá eu vou.
Conversei com minha mulher e a convenci a transar com ele, mas, ela só quis uma vez, “passaram a noite em um motel e segundo ela, fuderam muito”. Apesar de ter gostado, ela disse que, o amante era bem melhor e ela não ia desperdiçar energia com o Pedro Paulo.
A poucos dias atrás, o Pedro Paulo viajou e me disse que o amante da esposa dele estava viajando também e sorrindo mandou eu ligar pra ela. Eu liguei e ela ficou toda feliz e me pediu pra dormir com ela, claro que topei, e como minha esposa iria dormir com o amante, fiquei a vontade pra sair também e dormir com a esposa do Pedro.
Minha esposa, que no inicio não gostava de ser minha corninha, agora não tem mais restrição quanto a isso, ela tem seus amantes e eu de vez em quando pego uma mulher nas esquinas da vida.
A noite fui dormir com a Eunice (mulher do Pedro), aconteceu uma coisa que eu previa que um dia aconteceria, comi a filha mais velha do Pedro. Ela tem 20 anos e já faz muito tempo que vive esfregando a buceta na minha cara. A primeira vez que comi a Eunice, a Estela tinha apenas 16 anos e vivia me dando mole, mas, como era menor, não dei bola pra putinha.
Como disse antes, a família do Pedro é muito liberal, e as filhas já fodem há muito tempo.
Depois de uma pela trepada com a Eunice, acordei de madrugada pra mijar, e não deu outra, a menina estava no banheiro mijando com a porta do banheiro aberta, levantou do vaso, limpou a pepeca com papel higiênico e vestiu a calcinha, saiu do banheiro e assim que entrei ela entrou junto e mandou eu tirar o pau pra fora, eu tirei e ela chegou por trás de mim e pegou no meu pau apontou pro vaso e depois que eu mijei com a ajuda dela, ela abaixou-se e mamou minha rola com muita suavidade. Cinco minutos depois, gozei na boca dela e fomos pro quarto dela, aonde fudemos muito.
Dias depois, falei pra Eunice que comi a Ana, (filha mais velha dela). Falei que tinha comido enquanto ela estava dormindo na noite que passamos juntos. Ela sorriu muito e me falou que as duas já tinham armado aquela situação, e foi pura coincidência ela está no banheiro na hora que eu fui mijar.
A minha vida com minha esposa segue muito tranquila e agora ela está transando com o sócio do chefe dela também.