No segundo dia em que Pedro estava em nossa casa, depois do café da manhã reforçado, preparado por mim, que a minha mulher tomou no colo do nosso hóspede (ela estava um tesão de baby doll e ele de cuequinha branca, mal disfarçando as manifestações da mala), tive que ir trabalhar. Antes minha mulher fez questão de me humilhar bastante, pra demarcar que ela estava no controle da situação, me mandando fazer coisas tipo Amor, faz uma vitamina bem reforçada pro Pedrão, que ele gastou muita energia essa noite ... . Ou Nossa, to sentindo que minha vida vai ser muito mais gostosa agora . Ele dava sorrisinhos cúmplicas e alisava as pernas dela enquanto comia como um leão. Entrei no meu quarto pra pegar minhas roupas e ir pro trabalho e estava de pernas pro ar, com um forte cheiro de sexo por toda a parte. Márcia mandou que eu esperasse Pedro se arrumar para que eu desse uma carona pra ele até a faculdade, onde faria matrícula. Estava me atrasando, mas tudo bem. No caminho, Pedro estava radiante e falou várias vezes Pô, brigadão, cara, vc é muito legal. Tua mulher é show de bola, nunca tinha pego uma gata que trepasse desse jeito e tal . Não contive a curiosidade e perguntei a ele o que eles tinham feito. Ele sonegou os detalhes, disse que ficava chato, que era melhor eu perguntar a ela. Fiquei muito preocupado mesmo. Fiquei pensando se não havia saído do controle, se eu não seria chutado de vez, essas coisas. Não consegui ir trabalhar e liguei pra minha mulher pedindo pra conversar. Ela disse que precisava dormir mas que à tarde tudo bem eu poderia ir pra casa. Quando fui falar com ela estava muito abalado e inferiorizado. Ela não teve pena e aproveitou pra tripudiar. Nem minhas lágrimas nos olhos a comoveram. Disse que tinha sido a melhor noite da vida dela desde que nos casamos, que nossa vida sexual era medíocre, que ela sempre gostou de uma pegada mais forte como a do Pedro e não meu jeito meloso, que, no início ela tentou se enganar de que não fazia diferença pra ela, mas que meu pau é muito pequeno pra satisfazê-la, que ela gosta mesmo é de um pauzudão como o Pedro. Diante da minha perplexidade, fez uma pausa e disse: De agora em diante, ou você se adapta às regras do jogo que eu ditar ou quem cai fora é você . Fiquei entra a indignação e a resignação. Ainda tentei me vingar dizendo Você acha que você vai ser a única, semana que vem começam as aulas e esse garoto vai estar cheio de mulheres na cola dele, qualquer dia elas estão aqui em casa . Ela fez um sorriso superior e disse Você acha que eu não sei? Por mim, ele pode trazer as mulheres dele à vontade, serão muito bem tratadas. De um homem desses, eu não quero fidelidade, quero o prazer que ele me dá, sentir aquele macho nas minhas entranhas, seu leite quente escorrer por minhas pernas ... Nessa hora lembrei de outro detalhe: não tinham usado camisinha. Ela disse que ele combinou com ela que sempre usaria com outras pra não ter que usar com ela. Eu estava chocado, não reconhecendo minha mulher ... . Depois de alguns minutos de cabeça baixa, perguntei: como é que eu fico, como fica minha situação? Ela, soberana, disse, Não sei. Faça o que você quiser. Eu vou curtir esse momento e trepar muito com esse garoto, você pode sair de casa se quiser e voltar rastejando daqui a dias, semanas ou meses ou ficar aí e ser um espectador privilegiado das cenas de prazer que vão rolar nessa casa nos próximos tempos ... . Eu perguntei: Eu posso ficar? Ela respondeu Pode, mas desde que não atrapalhe, não faça climinhas nem caras feias nem crie caso. Eu e Pedro somos como um casal em lua de mel, entenda isso, nós não vamos ter muito tempo para você e nem para os serviços domésticos. Você vai ter que fazer tudo, ouviu? Tudo. Essa é a condição. Eu sempre fiz quase tudo em casa e temos uma diarista de vez em quando então achei que agüentava o tranco, mesmo tendo mais um. Ah, e ela disse, e seja amigo do Pedro, o ajude e trate com respeito, como um tio, como ele te chama, deve tratar um sobrinho . Isso eu já fazia, só ia ter que engolir uns sapos. Calculei que o tesão ia durar uns meses e que era melhor eu agüentar firme .... À noite fomos ver um DVD depois do jantar. Pedro só andava de cueca em casa, por sugestão de Márcia e eles ficaram num sofá juntos eu em outro. Não demorou muito começaram os amassos. Eu ficava olhando de rabo de olho. Estava cada vez mais quente até que eles já não estavam prestando nenhuma atenção ao filme e minha mulher alisava a enorme pica do rapaz por sobre o pano. Nisso, ela vira pra mim, enquanto era mordiscada no pescoço por Pedro e pergunta Amor, você já pegou suas coisas no quarto pra amanhã . É pega logo suas coisas pra não ter que nos incomodar de manhã porque amanhã podemos ficar até mais tarde . Peguei umas roupas e coloquei no quarto de hóspedes, onde dormi. Durante a madrugada acordava e ia escutar os dois atrás da porta. Bati várias ouvindo os dois e imaginando o que estavam fazendo. Minha mulher gritava, ora ria, gemia, urrava e implorava por mais. Meu tesão era enorme, passava o tempo todo de pau duro pensando nessa situação e não conseguia me concentrar em outra coisa. Sai de manhã sem vê-los. Na hora do almoço fui em casa. Pedro, que minha mulher só chamava agora de Pedrão, acabara de sair. Minha mulher estava atirada na cama, no meio dos lençóis amassados, dormindo. Achei linda aquela imagem. Uma mulher belíssima, saciada como fêmea. Nunca a vira com um semblante assim. Ela acordou com minha presença. Aproximei-me dela e implorei Amor, deixa eu fazer amor com você, estou com muito tesão, sozinho não tá dando, vai? . Ela riu e disse Só um pouquinho . Pegou minha cabeça e conduziu até o seu sexo, indicando que eu chupasse, coisa que nunca fazia. Eu comecei a chupar e a sentir um gosto diferente. Um minuto depois ela riu e disse: Tá gostando, amor? O Pedrão acabou de gozar aí . Continuei, excitadíssimo, me esforçando ao máximo para dar prazer a ela enquanto a chupava e me masturbava. Gozei e ela falou, tá bom né? Agora, deixa eu descansar. Senti que estava mais apaixonado que nunca por aquela mulher mas que ela não era mais minha. O único jeito de me aproximar dela seria me aproximar dos dois. Também passei a chamar Pedro de Pedrão, pra ganhar intimidade, puxava muita conversa e estava sempre à disposição. Tinha muito a aconselhar, afinal ele é um garotão de 18 anos apesar do tamanho (ou deveria dizer, dos tamanhos?). Minha mulher era uma espécie de tutora sexual do rapaz o ensinando dezenas de posições e pequenos truques. Ele aprendia com avidez. Minha mulher não deixava que ele ajudasse em quase nada na casa. E me mandou que cuidasse das cuecas dele, lavando e até comprando novas. Minha mulher não permitiu mais que eu dormisse em nossa cama de casal, assim me alternava entre o quarto de hóspedes, quando Pedro estava dormindo com ela ou o sofá da sala, quando Pedro estava em seu quarto. Eu já havia recusado a ajuda em dinheiro que meu amigo me oferecera pra receber seu filho. Imagina, um favor a um velho amigo não se remunera. Além disso, minha mulher começou a comprar vários mimos para Pedro em nosso cartão. De fato, ele precisava de roupas melhores e eu mesmo concordei com as compras. Nossa situação permitia isso com tranqüilidade. Fiquei bem resignado apesar da situação. E assim foi nossa rotina nas primeiras semanas. Algumas pessoas começaram a desconfiar: a diarista encontrou Pedro de cueca na nossa frente; os vizinhos viam minha mulher com o rapaz pra cima e pra baixo, isso me enciumava um pouco. Uma coisa é ser corno outra é todo mundo saberdia, chego em casa e está rolando uma recepção. Todos os nossos amigos lá. Minha mulher vem, me dá um estalinho e pergunta: Gostou da surpresa, amor? Foi pra apresentar o Pedro aos nossos amigos . Gelei, será que eles não iam perceber? Fiz o máximo para segurar, mas havia uma certa intimidade no ar entre os dois meio difícil de não desconfiar. Minha mulher cochichava muito com as amigas, que olhavam pra mim com cara de sarcasmo e pra ele com cara de fome. Fiquei certo de que ela estava contando e que elas contariam pros seus maridos. Uma hora cheguei na cozinha pra pegar umas bebidas e eles estavam no maior amasso. Dei bronca e falei pelo menos, façam isso no quarto . Dito e feito, atravessaram a sala e se trancaram no quarto. Logo, logo, perguntavam por eles e eu dizendo, eles já vem foram buscar alguma coisa. Passei na porta do quarto e não pude acreditar, minha mulher gemendo e falando alto coisas como mete, assim, mais, mete meu macho, me faz gozar de verdade, assim ... . Fiquei vermelho imaginando que os outros pudessem perceber ou ouvir. Aumentei o som para disfarçar e um pouco depois eles apareceram na sala. Mauricio, um dos amigos que me advertiram sobre Márcia antes do nosso casamento (e que eu acho que fez isso porque transou com ela enquanto já namorávamos) me chamou no canto e falou: Mauro, abre o olho, tá na cara que esse sujeito pode estar te metendo um belo par de chifres, cara. Eu, pra amenizar, disse Te preocupa não, tá tudo tranqüilo . Mas o caso dos dois ainda se tornaria mais forte e explícito.
Meu amigo Marcão, pai do Pedro, me ligou um dia pra saber como estavam indo as coisas. Confessou que não estava tão preocupado com os estudos do filho, por enquanto, que, nesta fase, ele tinha mais é que aproveitar. Queria que o filho pudesse aproveitar mais que ele próprio que acabou pai aos 18 (hoje tem 36, dois mais que eu só), interrompendo uma adolescência de muitas aventuras sexuais. Mesmo depois, Marcão tinha fama de pegador e de pé de mesa . Traçou umas três meninas pras quais eu chamei atenção dele dizendo que tava interessado (o destino de ser corno daquela família tava traçado ...). Ficou perguntando se o filho tava pegando mulher , se eu sabia de algo e tal. Perguntei se ele não pegava lá no estado deles e ele respondeu que sim, mas que algumas fugiam você sabe, né, ele herdou do pai aquela característica avantajada, as cablocas têm medo mas aí no Rio o mulherio é mais tranquilo, não? . Disse É, não vou ser indiscreto, mas não te preocupe que ele tá pegando sim, pegando uma de trinta e poucos bem bonita e gostosa . É mesmo é? Caramba, que garoto danado esse! Será que é casada Mauro, será que ele tá metendo chifre em algum corno aí do Rio? E deu uma risada. Eu respondi que não sabia bem, que não queria me meter no assunto, mas fiquei mais excitado ainda. Pedrão era tratado como um sobrinho e insistia em me chamar de tio , acho que pra manter uma certa distância. Um dia, eu dormia no sofá, quando percebi vozes de madrugada. Ele tava entrando em casa com duas jovens, duas gatissimas, a quem me apresentou como seu tio , claro. Elas riam muito e foram com ele pro quarto. Pouco tempo depois, estavam trepando, com as duas sôfregas, disputando o pau do rapaz. Minha mulher ouviu o movimento e foi na sala me perguntar o que estava acontecendo. Eu falei e ela estava visivelmente danada da vida. Foi até a porta dele, ficou escutando e tentando ver pela fechadura. Sussurrava comigo e as chamava, ironicamente, de vagabundas. Fiquei triste de ver minha mulher com tanto ciúmes. Perguntei se ela não sabia que ia rolar isso e ela ficou brava. De manhã, na carona, disse a Pedro que Márcia estava com ciúmes e ele riu. Disse eu não tenho compromisso nenhum com ela. Eu só trepo com ela . Eu, meio sem jeito falei Eu sei, mas vai com jeito, pra ela não se magoar . Ele não perdoou, dizendo, antes de descer Tu é um corno, mesmo, dizendo pro macho só trepar com a tua mulher e não com outras, fala sério ... . Disse Não é bem isso, mas dá uma atenção a ela . Ela, brava com ele, nem olhava pra mim. Quando cheguei em casa, vi que tinham feito as pazes. Ela estava sentada no chão fazendo uma chupeta no pirocão do Pedro. Era a primeira vez que eu via algo e não só ouvia em semanas. Ela me mandou sair, mas Pedro, mais compreensivo, intercedeu por mim Deixa ele ficar, Márcia, o único consolo que ele tem é assistir e bater punheta . Ela balançou os ombros e voltou ao trabalho: babava, colocava a língua pra fora e ia da base até a ponta da cabeça e aí engolia tudo, subindo e descendo a cabeça. O pau do Pedro é desse tipo bem grosso, mais grosso no meio, com um cabeção levemente inclinado pra cima. Devo admitir que além de grande é muito bonito. Eu já estava com o pau pra fora a esta altura. Ele a levantou, a colocou inclinada sobre o sofá, com a bunda gostosa arrebitada e começou a pincelar o picão nela. Ela parecia em outra sintonia e pedia enfia, enfia, enfia . Eu só havia metido na bundinha dela uma vez e ela mandou parar logo. Não tava acreditando naquilo. Ele alcançou o KY, lambuzou bem na entradinha e no pauzão dele e começou a posicionar. Ameaçava e voltava, até que ela implorou pra ser penetrada. Ele começou, ela fez cara de dor, mas agüentou e pediu mais. Depois que entrou a cabeça, ficou parado um pouquinho até ela se acostumar. Ela tinha uma mão no sofá outra na buceta. Ele metia vigorosamente e com uma das mão acariciava seus seios maravilhosos enquanto com a outra a segurava pela cintura. Era uma imagem maravilhosa: aquele homem belíssimo, com o corpo esguio, musculoso, perfeito, penetrando analmente minha linda mulher que estava em êxtase. Eu me masturbava aceleradamente. Só pensava que não queria que aquilo acabasse na minha vida de jeito nenhum e como eu sou feliz sendo corno. Aí, aconteceu algo que nunca tinha acontecido: Pedrão, enquanto fodia minha mulher, começa a olhar intercaladamente pra mim e a me provocar dizendo coisas que não eram do seu feitio, do tipo Olha, corno, olha como a puta da tua mulher tá gostando, olha, sabe por que, sabe por que, porque era disso que ela precisava, de um macho, uma pica de verdade pra comer essa fêmea, não essa coisinha aí . Minha mulher colaborava, dizendo isso, Pedrão, me fode e mostra pra esse corno o lugar dele . E Pedro continuou mais ainda meu pai me disse, quando eu vim pra cá que tu sempre foi um otário, que ele sempre comeu as meninas que tu dizia que tava afim . Dizia isso e metia com vontade. Falou que não conhecia tua mulher mas que todos os amigos de vocês diziam que você é o maior corno, que a puta já deu pra todos eles, até no dia do casamento ela deu pra padrinho teu e tu não sabe . E ainda mandava ela confirmar e ela confirmava tu é um corno, sempre foi . E Pedrão: Meu pai falou pra eu não bobear, que duvidava que tu desse conta do recado, que tu sempre teve pau pequeno e que as meninas que ele arrumava pra tu depois voltavam reclamando que não dava. E falou mesmo: se a puta for gostosa e te der mole, não fica com pena não, traça, mas traça com vontade . Depois que ele falou isso, minha mulher sentido que se aproximava o clímax, virou de frente, ficou de joelhos e pediu que ele gozasse na cara dela, o que ele fez abundantemente, esfregando o pauzão e espalhando a porra. Ela foi descansar, enquanto ele limpou o pau com a cueca e a atirou pra que eu segurasse, dizendo Quero lavadinha, seca, passada e perfumada em uma hora . Fui obedientemente providenciar. Estava um tanto confuso. Agora Pedro mudara de atitude comigo. E eu fiquei ainda mais excitado. Será que ele percebeu isso e entrou no jogo? Será que tudo o que ele disse sobre Márcia era verdade? Então o pai dele tava só tirando uma onda com a minha cara no telefone? Fiquei com raiva e pensava essas coisas enquanto esfregava a roupa de baixo, suja de esperma do amante de minha mulher no tanque. Onde tudo isso poderia parar? Qual era o limite dos dois?
Enquanto eu trabalhava no tanque, Pedro, tomado banho, enrolado na toalha, bateu no meu ombro pra perguntar amigavelmente se o trabalho tava muito duro. Eu pedi, humilde, pra conversar com ele e fomos pra sala. Pedro, tudo aquilo que você falhou há pouco sobre a Márcia é verdade? . Ele respondeu: Ela confirmou não foi, se quiser pergunta pra ela . E aquilo que tu falou do teu pai, ele disse tudo aquilo? . Ele respondeu: Tio, não leva a mal, ele gosta de vc, falou, mas falou com carinho ... . Eu: Mas falou que eu era um corno otário, certo? . Ele não pode negar É ... . Eu só balançava a cabeça e olhava pra baixo e pra ele alternadamente. Ele tava bem à vontade com os pés na mesa de centro, recostado no sofá, de braços abertos ... Estava mesmo em casa ... . Continuei: Você contou pro teu velho, o que tá rolando? Ele: Cara, ele sabe, mas não foi por mim, não . Eu: Como assim, foi por quem, então? . Aí veio mais uma bomba: Ele ligou um dia pra mim e disse que soube pelos amigos de vocês, que desconfiaram mas souberam mesmo por suas mulheres, que eu e a Márcia estávamos transando. Os teus amigos ligaram pra ele pra contar ... Eu não acreditava, estava sendo comentado por todo mundo como o maior corno da paróquia. Vendo que eu não me conformava, Pedro disse: Cara, na boa, porque tu te preocupa tanto dos outros saberem? Na boa, não leva a mal, mas tu não podia ser mais corno que é: tu nem dorme mais com a tua mulher, tu paga nossas contas pra nós fudermos o dia inteira, nós te humilhamos todos os dias, tu faz a comida, lava a louça e lava até minhas cuecas! Tu é o maior corno que eu ouvi falar, na boa! E acho que se nós quiséssemos cortar isso tua ia ser o primeiro a implorar pra situação continuar. Que diferença faz que os outros saibam? . Eu estava arrasado, arrasado. Balancei a cabeça, com lágrimas nos olhos e ainda consegui dizer é diferente, caramba, enquanto tá nessas quatro paredes é um lance nosso, assim é uma humilhação pública! Falei meio choroso. Mais recuperado perguntei mais sobre o que o pai havia dito: Ele se divertiu um bocado, disse que era isso mesmo que eu fazia muito bem, perguntou se ela era gostosa mesmo, essas coisas, e ainda disse que ia te ligar pra tirar um sarro da tua cara. Ah, ele ainda não sabia que você deixava, que era manso, tive que dizer isso porque ele ficou preocupado de você me expulsar daqui, essas coisas... Eu fiquei mais perplexo ainda. Palavras do Pedro diante da minha incredulidade, antes de se levantar, me entregar a toalha, deixando o pauzão bem perto de mim e entrar no quarto de minha mulher onde passaria as horas seguintes: Cara, relaxa e aproveita que tu tá gozando como todo mundo aqui! . Foi o que tentei começar a fazer, agora sabendo que todo mundo sabia, um tanto sem graça por isso. Passei a conversar naturalmente com eles sobre as transas deles, inclusive mencionando minhas cenas favoritas e tudo. E assim se passaram mais umas semanas. Pedro contava, mais a mim que a minha mulher, as aventuras sexuais que tinha com as meninas da faculdade. Márcia controlava os ciúmes e até aceitou um ménage feminino, ou seja, transou com Pedro uma amante dele ao mesmo tempo. Nunca pensei que minha mulher fosse capaz. Na verdade, a esta altura, só a chamo de minha por força do hábito. Um dia meu amigo Marcão ligou de novo, voz mais grave, disse que pretendia vir ao Rio ajudar a resolver a situação . Respondi olha, Marcão, aqui a situação você já sabe qual é e eu, que sou o marido, tô aceitando, você quer resolver o que? . Pra minha total surpresa ele responde: Não, agora que a Márcia tá esperando um filho do meu filho, um neto meu, essa sem-vergonhice não tem mais graça. Vou aí porque acho que você tem cair fora e eles ficarem juntos? . Eu não sabia de nada até então. Fiquei mudo, desliguei o telefone e fui confirmar com eles. E era verdade. Pedro foi claro comigo: eu era o pai de direito , ele não queria estragar a vida dele e eu deveria assumir e pronto. Márcia concordou. Marcão não gostou nada, mas, por enquanto, tá na dele. Neste momento, Márcia tá grávida e acho que Pedro tá preparando as malas. Márcia já disse que não vai mudar a vida dela, que agora que ela encontrou a felicidade não larga mais, que se eu tiver que ficar cuidando de bebê pra ela arrumar homem , eu vou ficar! Pedi que Pedro fosse pelo menos o padrinho e ele aceitou e ficou de visitar o filho sempre e talvez um dia até contar a verdade. Acho que todo mundo vai desconfiar que to criando filho dos outros, mas acho que vou recuperar um pouco da atenção da Márcia. Embora, eu esteja consciente de que vou ser corno o resto da vida ...
Pedro se arrumou com uma professora da faculdade, de vinte e poucos anos e se mudou pra casa dela. Parece que a relação dos dois é bem forte, aliás, e ela não liga pras escapadas dele. Pedrinho, nosso filho, está com dez meses. É um garoto muito esperto, bonito e feliz. Ele é visitado sempre pelo pai biológico , por outros familiares, etc. Decidimos de comum acordo contar a ele, no futuro, e às famílias a verdade. Não tudo, logicamente, mas que Pedrinho é fruto de uma relação da Márcia com Pedro num período em que estávamos separados. Muitos desconfiam e imaginam a verdade, que Márcia ficou grávida do Pedro casada comigo. Mas, em geral, as pessoas tem sido discretas. Márcia recuperou rapinho a forma física na academia e está linda como nunca. Passou a ter casos esporádicos com outros homens e já me disse que isso não vai mudar tão cedo. Muitas vezes fico cuidando de casa e da criança pra que ela possa sair à vontade com seus machos. O primeiro que ela conheceu depois da gravidez foi Ronaldo. Justamente na academia. Ele era professor de lá, um negro alto, musculoso, com fama de traçar as alunas. Eles trocaram olhares uns dois dias e Márcia disse que parecia que seria devorada pelos olhos do professor. Como ela não sabia como ter iniciativa me pediu algo surpreendente: Amor, vai lá amanhã e contrata ele como meu personal, vai? Ainda hesitei, argumentei que era um pouco caro e tal, mas acabei cedendo. No dia seguinte, cheguei na academia enquanto ela ainda malhava e fui falar com o cara. Devia ter uns 35 anos, 1,90 m, fortão mesmo, eu tinha que olhar pra cima e estava visivelmente com medo e suando frio! Falei: Você é o Ronaldo, né? Prazer em te conhecer. Eu vim falar contigo porque minha mulher tá querendo um personal e ela queria que fosse você. Ele tava bem sério e me perguntou: Tua mulher me conhece de onde? Eu apontei: É aquela ali, a Márcia. Ele olhou pra ela e abriu um sorriso bem sacana: Ah, aquela é a tua mulher? Ótimo! Ele disse. Eu: e como podemos acertar?. Ele: Cara, esse é um serviço especializado, vai te sair um pouco caro ... Eu, como sabia que ela ficaria muito brava comigo se não conseguisse, falei, enquanto suava: Cara, não importa, cobre quanto quiser, mas aceite, por favor! Ele sorriu de novo e falou Tudo Bem. E aí com uma cara bem sacana disse: Mas ela tá perfeita, que tipo de trabalho ela quer fazer? Eu disse que isso ele poderia combinar direto com ela. Mas aí, seguindo as ordens de Márcia, comecei a facilitar o caminho, insinuando o que ela queria: Olha, acho que não é tanto pela ginástica, acho que ela tá precisando assim se distrair, sabe? Eu trabalho muito, sabe como é? O sorriso sarcástico do Ronaldo não deixava muita margem pra dúvida. Quando minha mulher chegou perto, perguntando se tínhamos acertado tudo, ele a olhou de cima a baixo de um jeito que quase podíamos ouvir seus pensamentos: Vou comer muito essa puta. Marcamos para o dia seguinte de manhã uma primeira avaliação, lá em casa. Quando Ronaldo chegou eu ainda estava em casa, arrumado pra trabalhar e minha mulher ainda de baby doll. Ele nos cumprimentou simpaticamente e começou a perguntar a ela pelas atividades físicas que ela fazia e tudo isso. Eu estava olhando com curiosidade quando ela se virou e peguntou: Você não vai trabalhar? Deixa que eu cuido aqui do Ronaldo ... . Eu sabia que depois que eu virasse as costas não daria nem cinco minutos pra eles estarem atracados. Dei um jeito de fingir que tinha saído, bati a porta, mas fiquei escondido na área, ouvindo. Eles trocaram umas duas frases e logo depois houve um silêncio. Cheguei na ponta dos pés até a porta da sala e vi que ele estava enfiando sua língua enorme na boca dela, enquanto a suspendia pela cintura. Parou pra dizer: logo vi o que você queria quando aquele otário falou comigo ontem ... Gosta de pica de negão, é, gosta? Já pegou uma, já? Na posição que eu tava não dava pra ver bem, mas ela começou a esfregar a piroca do negão embaixo da roupa, até que foi se abaixando e puxando a calça dele pra baixo. Era grande, muito grande. Talvez não tão cumprida, mas mais grossa que a do Pedrão. Ela chupava com a maestria desenvolvida nos últimos tempos para cacetes grandes. Ele a segurava pelos cabelos e dizia: tu é uma gostosa, logo que ti vi, sabia que tu tava procurando era uma pica dessas, teu maridinho não te dá isso, não é? E ela balançava a cabeça e dizia que não. Ela então se levantou e o puxou em direção ao nosso quarto, quando bateu a porta me tirando a visão. No máximo, pude ficar ouvindo e, mais uma vez, me masturbando. Não sabia como ela agüentaria aquela grossura. Ouvi Márcia implorar pra que ele metesse em sua buceta, dizendo que há meses não tinha uma rola ali, e logo depois soltando um grito abafado, seguido de gemidos descompassados. Minha mulher estava delirando com o Ronaldo e eu me acabando do lado de fora. Depois que eles silenciaram um pouco, fui para a cozinha e me sentei lá, meio perplexo, pensando na situação, se tudo voltaria como era antes essas coisas. Tomei um susto quando o negão aparece na porta da cozinha, inteiramente nu e suado, com uma tremenda jeba pendurada entre as pernas. Engraçado que eu é que me assustei, ele ficou um pouco surpreso mais bem tranqüilo. Seguiu em direção à geladeira e enquanto pegava uma fruta e refresco se dirigiu a mim com ironia: Ah, vc resolveu ficar aí, é? Resolveu sentir o cheiro do chifre mais de perto? Enquanto ele falava eu não conseguia tirar os olhos do pau do cara que, mesmo mole, era impressionante. Ele se encostou na entrada, de pé, e enquanto comia a fruta tranqüilamente (Márcia estava no quarto descansando) falou: Quer dizer que você além de ser do tipo de corno que vai atrás de homem pra mulher, ainda fica escondido pra tentar espionar? Sinceramente ... falava com certo menosprezo. E perguntou: E aí, conseguiu ver alguma coisa, gostou? Essa tua mulher é uma gostosa, cara . Eu tava tentando balbuciar alguma coisa, mas ainda meio perdido e disse: Só vi um pouco, gostei, quer dizer, fiquei impressionado ... . Ele: Quer dizer que foi pra isso que você me contratou né? Pra comer tua mulherzinha? Eu não sabia o que dizer. Ele: Cara, ela sabe que tu tá aqui, escondido? . Não, ela não sabe. Por favor não conta que eu fiquei, ela vai ficar brava comigo. Na mesma hora ele gritou lá pra dentro: Márcia, tu não sabe quem tá aqui! Ela veio, enrolada no lençol e quando me viu, me olhou com raiva e soltou os bichos: Seu corno, eu não te falei pra não ficar? Não te mandei ir embora? Enquanto isso, nosso amigo ria da situação. Ela me obrigou a pedir desculpas ao Ronaldo pelo constrangimento e a convidá-lo para um jantar conosco o que fiz prontamente. Ronaldo ainda comeu minha mulher outras vezes, mas ele era muito assediado e não dava toda a atenção que ela queria. Depois, ela ainda teve vários outros casos e eu soube de todos, conheci quase todos também. Nunca mais minha mulher deixou que eu a comesse, diz que não sente nenhuma vontade de dar pra um corno. No máximo, deixa que chupe sua buceta ou seus seios enquanto se masturba muito de vez em quando. E me deixa, às vezes, bater uma olhando pra ela no banho ou enquanto se troca. Nada mais que isso. Apesar de haver muitos interessados, ela está começando a se convencer (e eu torço por isso) que o melhor mesmo é ter um amante mais fixo. Alguém que ela possa ver sempre, dormir eventualmente na nossa casa ou até muitas vezes, passar fins de semana, talvez viajar. Eu prefiro ser corno de um só do que te tantos e estou muito conformado e feliz com a minha situação. Quanto mais abusado o macho dela for com ela e comigo mesmo, mais excitados ficamos. Quanto mais me chamar de corno, me mandar pegar ou fazer coisas, me subordinar, mais excitado eu fico. Os machos que quiserem mandar fotos para nossa apreciação, fiquem à vontade. Também podem dizer o que fariam se comessem a minha mulher na minha frente. Minha mulher diz que no fundo, no fundo, eu queria era chupar o pau dos caras e ainda não tive coragem, por isso aceito essa situação. Não sei, tenho que pensar melhor, mas que me excita ver minha mulherzinha gostosa gozando loucamente no pauzão de um outro homem, ah .... não tem coisa melhor.
E-mail= mauroconsciente@yahoo.com.br
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