quarta-feira, 27 de setembro de 2017
COMEDORES NEGROS SEMPRE SATISFAZENDO AS HOTWIFES
Toda hotwife, em algum momento, vai desejar um comedor negro. E algumas, depois que experimentam, não param mais... É muito bom ser corno da mulher que se ama!
CONTO - UMA VIAGEM MARAVILHOSA - CORNO EM PARIS
Olá, eu me chamo Marcos (fictício) e minha esposa, Roberta (fictício). Vou contar para
vocês uma de minhas histórias, esta neste caso, ocorreu comigo e com minha esposa. O conto é
meio longo mas vai valer a pena.
Uma breve descrição de como somos: Eu tenho cerca de 1,80m, 74kg, considerado magro,
moreno claro. Muitas pessoas dizem que sou muito charmoso e sou bonito sem ser lindo, uma
pessoa normal. Minha esposa tem 1,65m, morena clara, cabelos pretos, 62kg, e é muito bonita.
Ela é gostosa sem exageros.
Somos um casal como outro qualquer, temos filhos, trabalhos muito e por ai vai. Cerca de dois
anos atrás completamos 10 anos de casamento e resolvemos nos dar como presente uma viagem
(merecida) a Paris. Chegando lá, como qualquer turista, fomos visitar todos os pontos turísticos
possíveis nos 11 dias que passaríamos por lá. Como ficamos muito próximo a torre Eiffel, por ali
sempre jantávamos antes de sair para a bela noite Parisiense. Na terceira noite fomos a um bistrô
bem legal chamado La Place com aquelas típicas cadeiras na calçada e lá começamos a beber
um chopp (pression) delicioso diga-se de passagem, enquanto definíamos para onde iríamos
aquela noite. Depois do segundo copo, perguntei se ela não encararia um vinho uma vez que
estávamos em Paris e ela terminou topando apesar de ser muito acostumada a beber vinho.
Pedimos um vinho tinto e começamos a beber. Foi ai que a nossa noite deu uma guinada
completamente inesperada.
Em uma mesa próxima a nossa estavam sentados alguns homens que pela conversa eram
franceses. Um deles levantou-se e veio até a nossa mesa e falando um português com um
sotaque forte, perguntou se éramos brasileiros ao que respondemos que sim. Ele se apresentou e
falou que seu nome era Louis (Luí). Disse que a mãe dele era francesa e o pai brasileiro e que já
havia passado alguns anos no Rio de Janeiro com os avós mas que gostava mesmo de viver ali.
Nos apresentamos e ele perguntou se estávamos de férias, falamos que sim. Ele perguntou se
queríamos algumas dicas sobre lugares e a cidade de forma geral, apesar de meio desconfiados,
assentimos e convidamos para que ele sentasse.
Luí (como vou chamar daqui pra frente), era um típico francês, cerca de 1,80, pele muito clara e
acho que olhos verdes, não prestei muita atenção. Ele foi muito simpático e nos deu várias dicas
de como encontrar os melhores lugares em restaurante, quando precisa fazer reservas e outras
coisas sobre a cidade que nos outros dias se provaram muito úteis. Como a conversa estava
realmente agradável e ele tendo visto também que éramos casados, perguntou se gostaríamos
também de roteiros voltados mais para adultos, especificamente, casais. Perguntei que tipo de
roteiros seriam estes e Luí começou a falar de casas de show onde rolavam strip-tease, encontros
de casais e afins. Rimos muito, nos olhamos e eu falei que poderia ser pois, já que estávamos em
Paris, porque não aproveitar e conhecer uma casa de Strips e ficamos muito interessados na
Secret Square que não era tão distante do hotel que estávamos e ele nos deu uma ótima
descrição do local.
Depois de dois Chopps e algumas várias taças de vinho (sempre acompanhadas e muita água),
deu vontade de ir ao banheiro e perguntei discretamente a Roberta se tudo bem eu ir e ela disse
que sem problemas que qualquer coisa ela gritaria rsrsrrs. Apesar de não demorar muito, quando
voltei os dois estavam conversando animadamente e percebi que Roberta esta muito
envergonhada mas que não parava de sorrir. Quando me viram Roberta baixou a cabeça e foram
rapidamente mudando de assunto quando perguntei o que era tão legal ela desconversou. Logo
foi a vez dela falar que ia ao banheiro e aproveitei pra perguntar a Luí qual o assunto que estavam
conversando. Ele também tentou desconversar mas terminou falando que apenas tinha nos
elogiado e falou que éramos um casal muito bonito e simpático e que estava adorando conversar
conosco. Vi que tinha algo mais mas deixei pra lá. Quando ela voltou foi a vez de Luí ir ao
banheiro e aproveite e pedi pra ela falar o que era. Ela disse que Luí tinha perguntado se éramos
casal liberal que curtia outra pessoa junto e que tinha elogiado ela. Na hora veio como sempre a
raiva mas, também despertou uma fantasia antiga que já havia falado com ela sobre sairmos com
outra pessoa e na época ela disse que nunca faria isso. Perguntei o que ela achou e ela perguntou
se eu estava falando sério. Disse que sim e falei:
– Ué, estamos em Paris, a cidade do amor, só eu e você e ninguém que nos conheça por perto, se
um dia fossemos fazer algo, aqui com certeza seria o lugar menos provável de encontrar alguém
conhecido. Não sei se pela quantidade de vinho que já havia bebido mas ela ficou apenas olhando
pensativa e não disse mais nada.
Quando Luí voltou continuamos a conversa e perguntei mais sobre a Secret Square e falei que
estava afim de conhecer, perguntei a Roberta se ela topava e ela perguntou novamente se eu
falava sério. Eu disse que sim. Ela então concordou e decidimos ir. Agradecemos a Luí por todas
as informações e ele nos passou seu contato para que se precisássemos falar com ele, apertei
sua mão e ele deu um beijo no rosto de Roberta e demorou um pouco pra sair de lá. Pagamos a
conta e pegamos um taxi com destino a Secret.
No caminho Roberta fala:
– Você tava falando sério mesmo aquilo? Isso poderia estragar nosso casamento sabia?
– Eu não disse que iríamos fazer nada, só que se quiséssemos fazer aqui seria o lugar perfeito.
Não vou mais tocar no assunto. Vamos apenas lá conhecer a boate e pronto e se não quiser,
basta falar e vamos pro hotel dormir. Sem problemas.
– Já que estamos aqui vamos, se eu não gostar, aviso e saímos.
Quando chegamos lá já havia bastante gente. Chegamos e pegamos uma mesa (com muita sorte
pelo que soubemos depois). Já rolava um showzinho de pole dance que ficamos assistindo.
Pedimos mais chopp e ficamos comentando sobre o show e as pessoas de lá. Precisei novamente
ir ao banheiro e quando volto uma grande surpresa, quem esta em nossa mesa? Luí. A conversa
pelo que pude ver já estava rolando solta e Luí tinha sentado quase colado em Roberta. Esperei
um pouco mais pra voltar e ele conversava se inclinando muito perto dela por causa do som alto.
Ela ria do que eles estavam falando e parecia achar tudo muito divertido. Voltei pra mesa e ele
disse que não resistiu, que tinha nos achado muito legal e decidiu vir conferir se havíamos vindo
mesmo ou não. Nessa hora, vi o olhar malicioso de Roberta e perguntei sobre o que estavam
conversando que era tão engraçado. Roberta respondeu na lata.
– O Luí estava falando o quanto tinha me achado gostosa e falou que adoraria me foder.
Meu queixo caiu com a forma que ela falou aquilo. Ri como se ela tivesse contado uma piada e
falei:
– Acho que você bebeu demais meu amor. Não acha melhor irmos agora?
– Não, não quero ir, quero ficar e aproveitar mais o show. Você não queria vir, então vamos ficar já
que estamos aqui. Quero aproveitar o máximo que puder hoje.
Eu perguntei: – Tem certeza? E ela disse: – Só tenho uma certeza, se um dia eu tiver que fazer
algo assim, será hoje. Eu sei que nunca mais farei isso ou deixarei chegar nesse ponto.
Luí estava como uma estátua tentando ouvir tudo e não se meteu. Ai ela perguntou pra ele: – E
então Luí, o que você estava mesmo falando pra mim quando ele não estava. Fala novamente,
gostei de ouvir. Ele parou um tempo e olhou pra mim. Fiz que sim com a cabeça e ele falou que
ela era muito bonita. Ela retrucou dizendo que não tinha sido isso pra ele falar do jeito que havia
falado. Como confirmei mais uma vez, ele falou: – Eu estava dizendo que ela é muito gostosa e
que eu adoraria foder muito ela em todas as posições e de todas as formas.
– Viu, não falei que ele tinha dito isso? Ela me falou. então me deu um beijo daqueles que deixam
qualquer um louco de tesão e meteu a mão no meu pau por cima da calça e viu que estava
duraço. afastou-se um pouco, sorriu e falou: – Você já esta assim? esta mesmo querendo ver sua
esposa sendo comida por outro homem é? Pois hoje eu vou satisfazer você meu amor. Vou dar
gostoso pra ele. Você deixa eu dar gostoso pra ele deixa? quer ver ele me fodendo muito quer?
Enquanto falava pertinho do meu ouvido, percebi que sua mão já estava por cima do pau de Luí e
completou: – O pau dele tá durinho, igual ao seu, mas acho que é maior ainda que o seu. Gelei na
hora e completou: – Diz, responde, fala que quer me ver dar pra ele. É agora ou nunca mais.
Falei baixinho que sim mas ela não aceitou a resposta. -Diga que quer me ver fodendo com ele.
Que quer ver ele comer sua esposa. Peça a ele agora e nós saímos daqui agora. – Olhei pra Luí e
perguntei se ele gostaria de ir até o nosso hotel conosco. Ela prontamente falou que queria eu
tinha que falar tudo, o convite completo. – Luí, você quer ir pro nosso hotel conosco pra foder a
minha esposa? Ela adorou e me beijou mais uma vez e ele prontamente concordou.
Saímos de lá e voltamos para o hotel nós de taxi apesar da insistência de Luí para irmos em seu
carro. No caminho ela me falou que iria dar muito pra ele, que queria ser comida e muito bem
comida hoje mas que eu lembrasse que a ideia era minha e pra eu não me arrepender depois.
Confirmei novamente.
Ao chegarmos no hotel, subimos juntos os três para o nosso quarto e ao entrarmos, ela foi logo
me agarrando e me beijando, falando que eu era louco e que ela era mais ainda por concordar em
fazer aquilo. Começou a tirar minha roupa e ali mesmo abaixou-se e começou a me chupar. Tenho
um pau de 19×6. Não é gigante mas dá pro gasto. Ela olhou pra Luí e falou: – Tira a roupa, mostra
pra ele com o que vai me foder. Ele não se fez de rogado, tirou a camisa, baixou as calças e já
deu pra ver que o pau dele era grande, maior que o meu. Quando baixou a cueca ela chega
suspirou: -Será que vai caber em mim amor? Viu como é grande? Realmente, tinha uns 4
centímetros a mais que o meu e era bem mais grosso. Ele chegou mais perto e ofereceu a ela que
na hora, largou meu pau e logo estava chupando o pau dele. Tentava engolir tudo dizendo que era
muito gostoso e que estava com a boca toda cheia. Ficou apenas me punhetando e chupando ele
que estava delirando. Eu estava impressionado com a performance de Roberta. Nunca tinha visto
ela assim, descontrolada.
Luí a levantou e a beijou, levou ela pra cama e começou a tirar a roupa dela e enquanto ia tirando
ia também chupando e lambendo cada pedacinho da minha esposa. Tirou sua blusa, acariciou
seus peitos e logo caiu de boca neles e ela não largava a mão do pau dele punhetando bem
devagar enquanto se contorcia na boca dele. Ele foi descendo mais e mais e ela tirou a calça
ficando só de calcinha ele chegou a buceta dela que já estava encharcada, afastou a calcinha pro
lado e começou a chupá-la deixando-a louca de tesão, ela urrava e gemia muito falando que
estava adorando ser chupada por ele. Enquanto ele chupava meteu logo dois dedos na buceta
dela deixando-a cada vez mais tarada.
– Vai, me chupa, me come com os dedos, me fode muito assim. Quero ficar prontinha pra ser
arrombada por este pauzão. Vem amor, vem pra cá pra eu te chupar vem.
Fui pra perto dela e dei meu pau que ela agarrou e começou a chupar e ficava se engasgando
enquanto era chupada por Luí. Ela chupava meu pau, minhas bolas e ficava me punhetando.
Depois de um tempo assim Luí parou, olhou pra ela e mandou ela ficar de quatro pois queria
comê-la agora. Ela não se fez de rogada e virou logo pra se quatro na cama. Ele colocou uma
camisinha e começou a meter o pau nela. Ela gemeu falando que era grande demais e estava
sendo rasgada.
– Aiii, é grosso demais amor. Ele esta me rasgando toda, vai me arrombar inteira desse jeito. Mete
vai, mete em mim esse pauzão. Me fode muito. Quero ficar toda aberta.
Luí começou devagar, mas sem parar foi enfiando o pau em Roberta. Eu parecia hipnotizado ali
olhando a minha esposa sendo comida por um outro pau que não era o meu. Ela fazia cara de dor.
– Quer que pare amor? Perguntei. – Esta doendo muito? Se quiser peço pra ele parar agora.
– Não, não é pra parar não. Não era o que você queria? Não queria ver outro homem me
comendo? Agora vou até o fim. Vou deixar ele me arrombar inteira. Mete Luí, mete tudo em mim.
Me faz sua puta vai. Me fode de verdade. Me rasga inteira.
Com este incentivo, Luí não se fez de rogado, segurou-a pela cintura e foi enfiando tudo até seus
pelos tocarem na bunda dela.
– Vou sim, vou fazer de você minha puta sim. Vou arrombar você e deixar você sem andar de
tanto ser fodida. Falou Luí. e começou a bombar nela que gemia já sem se preocupar com o
barulho que estava fazendo. Esqueceu completamente que estávamos em nosso hotel.
– Isso, fode, mete, mete com força me rasga. Arrrgg, gritou quando ele começou a meter com
força nela. Vai assim, me arromba. Eu que estava olhando ainda atônito cheguei nela pela frente e
ofereci meu pau pra ela chupar. Ela não conseguiu, ficava trincando os dentes, gemendo muito e
as vezes soltava gritinhos. Ainda conseguiu segurar meu pau e dar uns beijos mas não passou
disso. Me abaixei pra ficar como meu rosto na altura do dela e perguntei se estava doendo muito.
– Esta sim, ele esta me rasgando, mas esta muito bom. Estou adorando. Obrigado, meu amor, eu
não sabia que ia ser tão bom assim. Se eu soubesse teria feito isso antes. Falou ela entre
gemidos. Você esta gostando de me ver dando pra outro macho esta? Esta gostando de ver sua
esposinha ser fodida por um pauzão grande assim? Era assim que você sonhava que iria
acontecer era?
Eu já jogando tudo para o alto falei: – Era. Era assim mesmo, queria ver você assim mesmo sendo
comida por um cacete bem grande. Pra ficar assim, de quatro sendo arrombada.
– Pois então aproveita, porque hoje eu vou dar muito pra ele. Quero ser comida de todo jeito hoje.
Falou e pediu pra ele parar um pouco se sentar em uma cadeira que tinha perto da cama. Luí
parou, saiu de dentro dela e sentou na cadeira com o Cacete apontando para o teto. Ela foi até ele
e de frente pra ele e de costas pra mim, encaixou o cacete na entrada de sua buceta e foi
sentando até ele sumir todo dentro dela.
– Olha meu amor, olha bem o pauzão dele entrando todinho na minha bucetinha que agora já esta
toda esfolada. Toda aberta. Vem aqui vem, vem me ver sentando nele. Fui mais pra perto e fiquei
olhando. Realmente, assim de perto pude ver que ela estava toda vermelha. E que o pau dele era
realmente bem grosso preenchendo cada centímetro da buceta de Roberta.
Ela não parava de subir e descer no pau dele me deixando hipnotizado com aquele sobe e desce
cadenciado. O pau dele quase saindo completamente da buceta dela só pra no instante seguinte
entrar novamente inteiro e sumir dentro dela.
– Meu amor, preciso de um favor. Um favor bem grande. Você faz pra mim faz? pediu ela com
carinha de safada. – Eu fiz o que você queria hoje. Realizei seu sonho. Faz um favor pra mim faz.
Como negar algo depois de um pedido assim.
– Faço amor, pode falar que faço. O que você quer? Perguntei eu inocentemente. ela parou o
sobe e desce um pouco e falou:
– Chupa meu cuzinho um pouco. Deixa ele molhadinho pra Luí comer ele vai. Quero que ele foda
meu cuzinho também (os olhos de Luí brilharam ao ouvir aquilo). Fiquei sem ação. Como assim
comer o cuzinho dela? Ela quase nunca liberava pra mim pois dizia que meu pau era grande.
Imagina só aquele cacete que era realmente gigante.
– Você tá brincando né? Você não me dá porque diz que é grande e quer dar pra ele?
– Quem esta na chuva é pra se molhar. Eu falei pra você, hoje quero tudo que tenho direito e você
não pode reclamar. A ideia foi sua. Você quis, agora vai ter que aceitar tudo o que eu quiser. Vem,
amor, me chupa, não me deixa assim não, vem.
Achei que ela estava enlouquecendo mas lá fui eu. Ela paradinha e comecei a chupar aquele
cuzinho que tanto adoro comer. Chupei muito e ela as vezes subia um pouco e descia bem
devagar. Só pra não ficar parada de vez, após chupar muito e deixar ela bem lubrificada, comecei
a meter um dedo. – É pra folgar um pouco meu amor, senão você não aguenta. E fui molhando o
dedo e metendo no cuzinho dela, depois meti dois dedos e ela delirando já voltou a fazer
movimentos mais cadenciados novamente.
– Amor, mete seu pau no meu Cuzinho mete amor. Deixa eu experimentar dois paus dentro de
mim de uma vez. Adorei ouvir aquilo e não me demorei nem um pouquinho. Como ela já estava
bem lubrificada, empurrei ela mais pra frente, ela empinou a bundinha e comecei a meter no
cuzinho dela. Devagar mas firme, sem parar até a meter tudo. Ela gemeu, falou que estava
doendo e pediu pra que eu parasse. Não parei até enfiar todo meu pau nela. Parei um tempo pra
ela se acostumar e respirar. Ela ficou quieta, quase sem se mexer. Então começou a rebolar nos
nossos paus, indo pra frente e pra trás de forma que quando um saia um pouco o outro entrava
mais.
– Tá gostando tá amor de ter dois paus dentro de você? Ela só concordava com a cabeça ainda
sem falar nada, só gemendo e acenando. Queria ser arrombada agora pode dizer que foi de
verdade. Ela começou a rebolar mais rápido e a pedir pra ser fodida.
– Metam em mim meus machos. Me fodam. Me façam a putinha de vocês vai. Quero ficar sem
andar. E assim fizemos por um tempo até que Luí falou que agora queria meter no cu dela. Eu
prontamente saí de dentro dela e ela pediu pra ele deitar na cama de barriga pra cima. Ele foi e
ela foi pra cima dele, chupou mais uma vez o pau dele e ajeitou a entrada no seu cuzinho que eu
já tinha deixando aberto.
– Ai, é muito grande (dizia ela enquanto tentava fazer a cabeça do pau dele entrar). Pincelava na
buceta pra molhar e voltava a tentar. Quando entrou a cabeça ela deu outro grito/gemido que me
fez estremecer e falar que era melhor desistir pois era grosso demais. Foi como se eu tivesse jogado gasolina em uma fogueira. ela me olhou com cara feia e falou que já havia dito que ia fazer
tudo hoje e que não desistiria de jeito nenhum. Gemendo muito, foi se forçando a sentar e ir
descendo até o pau dele sumir completamente dentro dela. Parou e tentou se masturbar um
pouco pra tentar relaxar porém como estava controlando o peso com os braços, não conseguiu e
pediu mais uma vez pra que eu a chupasse. – Vem amor, vem me chupar de novo vem. Fiquei
sem querer ir pois ele tinha acabado de tirar o pau dele dali.
Ela vendo minha reação falou: – Deixa de besteira amor, vem. ele esta de camisinha, você vai
chupar minha buceta como sempre chupou. Pensa em como você me chupa quando usamos
aqueles brinquedos (vibradores que temos em casa). É a mesma coisa. Me rendi e lá fui eu
novamente.
Cai de boca naquela buceta encharcada, toda vermelha e literalmente, folgada que estava na
minha frente. Chupei muito e depois de uns dois minutos assim, ela conseguiu relaxar e voltou a
se mexer em cima do pau dele tirando um pouco e sentando mas cada vez que subia tirava mais e
descia novamente até o fim. Quando dei por mim já não conseguia acompanhar mais o sobe e
desce dela e fui saindo. Ela me pediu pra dar o pau pra ela chupar e assim eu fiz.
– Ele arrombou meu cu amor dizia entre uma chupada e outra. Não tenho mais nenhuma
preguinha pra contar história. Vou morrer de tanto gozar. Eu também já estava que não me
aguentava mais de tanta vontade de gozar. Meu pau explodindo vendo minha esposa dando
aquele cuzinho pequenino e tão cobiçado por mim pra outro homem. Falei que ia gozar e mais
uma vez ela me surpreendeu. Me pediu pra eu gozar na sua boca, coisa que nunca antes havia
topado.
– Goza amor. Goza na minha boca vai. Me dá esse leitinho que minha buceta tanto gosta. E assim
fiz. Comecei a gozar e ela engoliu meu pau e não deixou cair uma gota seque. Nessa hora Luí
avisa que não aguenta mais e que também vai gozar. Ela pede pra ela não gozar na camisinha,
mas pra gozar ela. Fiquei com medo de ela querer chupá-lo pra ele gozar em sua boca. Ela saiu
de cima dele, tirou a camisinha, ele levantou-se e ela se ajoelhou na sua frente. Ela ficou
chupando e punhetando ele. Quando ele falou que ia gozar ela tirou da boca e ele gozou em cima
de seus peitos, barriga e um pouco bateu em seu rosto. Eu só tinha visto tanta porra assim em
filmes eróticos. O cara parecia que não ia mais parar de gozar e ela estava delirando e pedindo
mais espalhando a porra nos seios direto com o pau dele. Quando ele finalmente parou de gozar,
sentou na cama exausto. Eu estava quase caindo também e ela ainda cheia de porra dele me
chamou com o dedo. Cheguei mais perto e ela me puxou e me deu um beijo e não me deixou sair.
– Obrigada meu amor por este presente. Eu adorei. Muito mesmo. Foi um presente realmente
inesquecível. Falou ela depois de terminarmos de nos beijar.
Descansamos um pouco, peguei uma cerveja do frigobar pra cada um de nós e sentei numa
poltrona. Roberta disse que ia deitar e apagar e que estava toda ardida e precisava se recuperar.
Olhou pra Luí, deu-lhe um beijo muito grande, agradeceu a ele pelo prazer que sentiu e disse que
ia dormir.
Luí disse que ele que tinha que agradecer pela diversão e pela noite maravilhosa que nos
proporcionamos a ele. E perguntou se teríamos bis. Falei que conversaríamos sobre aqui em outro
momento. Acho que ele pensou que iria passar a noite conosco mas educadamente dei a deixa
que estava na hora dele ir. Ele entendeu, certificou-se que tínhamos o telefone dele anotado e foi
embora. Roberta estava na cama quase apagada. Ela falou:
– Que loucura foi essa? Estou toda arrebentada. Meu amor isso aconteceu mesmo ou foi um
sonho?
– Vamos tomar um banho e amanhã decidimos se foi um sonho ou não.
Ela foi se arrastando, tomamos um banho quase em silêncio completo. Quando meti a mão em
sua buceta percebi realmente o quanto estava arrombada. Bem diferente de antes, quando só eu
entrava ali. Terminamos o banho e voltamos para a cama. O cheiro de sexo ainda estava no ar.
– Que loucura (ela falou)
– Pois é. Arrependida?
– Arrependida não, ardida sim. E riu.
Apagamos completamente. No outro dia quando acordei ela já havia levantado. O efeito da bebida
passado e ela estava séria demais.
– Marcos, o que nós fizemos ontem (ela falando baixinho e com um certo medo na voz), eu tinha
bebido muito. Não sei como vamos ficar depois disso. Eu falei:
– Meu amor, o que aconteceu, aconteceu. Eu não me arrependo. Eu curti muito. Você achou ruim?
– Não, mas o que você vai pensar de mim agora? Perguntou e começou a chorar.
– Vou continuar pensando o mesmo que sempre pensei meu amor. Que você é a mulher da minha
vida. Que eu te amo demais e que não vivo sem você.
– Sério? Não está com raiva?
– Como com raiva? Eu que incentivei, porque ficaria com raiva. Não meu amor. Eu gostei. Se você
não gostou, eu peço desculpas por ter insistido e prometo que nunca mais toco no assunto. Mas
não fiquei com raiva não. Pelo contrário. Fiquei feliz por finalmente você se soltar um pouco mais.
Ela deu uma risadinha maliciosa e falou:
– Então você gostou de ver sua esposinha sendo comida por um pauzão daquele tamanho foi? Fiz
que sim com a cabeça.
– Gostou de ver ele me comendo de todos os jeitos? Fiz que sim novamente. Fomos nos
direcionando para a cama e uma vez que chegamos lá, como café da manhã, tivemos um sexo
incrível relembrando as cenas da noite anterior.
Se compartilhar, por favor, mantenha a origem ok. Obrigado a todos.
Contato e comentários: casadocharmoso42@gmail.com
CONTO - VIREI COMIDINHA DO CHEFE DO MEU MARIDO
Vou começar este conto me descrevendo... Meu nome é Daniela, tenho 24 anos, 1.72, loira, estou sempre moreninha por meio de bronzeamento artificial (para o completo agrado do meu marido, que adora as marquinhas da calcinha cavadinha em contraste com a pele moreninha). Sou muito gostosa e confesso isso sem falsa modéstia, tenho uma bunda linda e seios grandes e bicudos, resultado de horas de malhação... enfim, quando me produzo, sou um escândalo de mulher. Já o meu marido é um gato, se chama Caio, tem 27 anos, atlético, bonito, alto, se veste bem no estilo executivo (adoro homens de terno!) devido ao seu próprio ofício de advogado de uma das maiores empresas do país, bem sucedido profissional e financeiramente... ou seja, o sonho perfeito de toda mulher, mesmo de uma gostosona como eu. Mas meu marido tinha dois pequenos defeitos... o primeiro, não chega propriamente a ser um defeito... é que o pau do Caio tem 15cm, ou seja, se situa no tamanho normal do brasileiro médio. Não haveria nada de errado com isso, até porque o pau dele não pode ser considerado pequeno... o problema é que eu tenho uma tara incrível por picas enormes! Adoro um pau bem grande e bem grosso! Caio sempre contornou isso bem, até porque ele nunca soube que eu adoro paus colossais, e depois porque ao menos ele era muito carinhoso na cama e me enchia de tesão vê-lo me comer. O segundo defeito do Caio, esse sim, horrível na minha opinião, era a sua incrível submissão aos outros, especialmente aos seus superiores! Isso pra mim era demais da conta, inadmissível! Em casa (éramos só eu e ele, não temos filhos), ele era completamente carinhoso comigo, me fazia sentir uma rainha; porém, lá fora, me destratava, todos eram mais importantes do que eu, não considerava minhas opiniões e o mais absurdo é que ainda fazia piada com a minha cara! O pior é que eu acabava aceitando, embora me mordesse de raiva, porque o meu marido era lindo, tão perfeito, onde eu arranjaria outro, e o seu sucesso lá fora me deixava meio boba... Meu marido era um advogado muito conceituado, brilhante, enquanto eu era uma advogadazinha recém-formada, que nem trabalhava porque o Caio queria que eu ficasse em casa. Ele nunca me levava nas grandes festas e coquetéis da sua empresa (acho que era pra eu não estragar a imagem do bestinha, só podia ser!), embora adorasse me exibir em outras ocasiões como se eu fosse mais um de seus troféus. Só que uma noite, não sei o porquê (acho que a ocasião exigia que os homens estivessem acompanhados de suas esposas), ele me convidou pra ir a um dos grandes coquetéis de sua empresa. Impôs (com jeitinho, mas impôs) a roupa que eu deveria vestir, o que fiz submissa e era um longo muito bonito e formal, sem muitos atrativos e que escondia o meu corpo todo... Não gostei muito mas não reclamei, estava contente por poder finalmente ir a uma dessas grandes ocasiões. Chegamos na festa, me senti super mal, porque eu sou na verdade bem perua, adoro me exibir e estava toda tapada... enquanto isso, via todas as mulheres lindamente peruando, com pernocas à mostra, decotes generosos em profusão, algumas com microvestidos tão curtos que sentadas se via a calcinha (isso quando estavam de calcinha...). Meu marido me ignorou toda hora, fez grande sucesso como sempre, conversando com todos e nem me apresentava, enfim, no final retornei mal-humorada pra casa e prometi nunca mais voltar... Mas o tempo passou e chegou nova festa... só que desta fez o meu marido não poderia passar em casa antes, eu já me encontraria com ele lá na festa e não perdi essa oportunidade maravilhosa! Eu me produzi, bem peruérrima como eu sou, vestindo um longo preto brilhante (vestido da minha época de solteira e que o Caio nunca mais me deixou usar), com enormes fendas dos dois lados das pernas, um vestido sem alças, era com gancho de encaixe nos seios, de forma que estufava os meus peitos e suspendia-os bem, mostrando metade deles! As costas ficavam nuas! Escolhi ainda acessórios de jóias e brilhantes, destacando um colar lindo com uma pedra bem grande que morria quase entre os meus seios! Para completar, saltos altíssimos de metal (minha predileção), que realçavam todo o tesão que minhas pernas provocam... A festa era na mansão do Cônsul da Alemanha, e quando cheguei lá, fui introduzida ao salão... Caio mal me viu, ficou rubro e veio em minha direção. Ele estava furioso, mas quando ele ia brigar comigo foi interrompido por um homem, já um senhor de uns 58 anos, alto, fortão, de costas bem largas, desses que o tempo não enverga. Não era bonito, mas tinha um rosto másculo e um nariz bem protuberante. Os cabelos eram grisalhos. Mas o que mais me impressionou foi o seu jeito direto e seu olhar de ferro, penetrante: - Nossa, Caio! Essa beldade que é a sua amada esposa?, brincou galantemente e de forma educada. Caio se desfez todo, e bem sorridente (aquele sorriso de puxa-saco que mostra todos os dentes!) falou que sim e me apresentou. Era o presidente da multinacional em que o Caio trabalhava como advogado e se chamava Julius. Começamos a conversar animadamente, Caio parece que esqueceu a zanga e eu já estava achando a festa ótima. Fui apresentada a outras pessoas, todas muito importantes. O que Caio achou uma grande distinção, é que o seu chefe Julius nos fez companhia o tempo inteiro da festa. Na verdade, notei que Julius estava quase devorando os meus seios, bem decotados e suspensos. Confesso que adorei aquele olhar fixo na minha "comissão de frente"! - Que bela jóia você tem aí no pescoço!, ele comentou sobre o colar com a pedra entre os meus seios... Na verdade, aproveitou para olhar descaradamente para os meus peitões, o que fez os meus bicos espetarem o vestido e quase rasgá-lo de tão duros! Enquanto o bobinho do meu marido discorria sobre a jóia, falando que era um colar muito caro e precioso, Julius só faltava comer os meus peitos... eu, não sei porque, estava adorando, e sorria desenvergonhadamente! Lá pelas tantas, já depois do jantar oficial, sentamos numa das muitas mesas redondas espalhadas pelo salão, com longas toalhas. Sentaram o meu marido, o Julius e acabei sentando do lado de Julius, sem me dar conta na hora. Julius tinha um papo muito interessante e prendia a atenção do meu marido. Cruzei minhas pernocas formidáveis, que a fenda do vestido mostrava até bem lá em cima, e notei que Julius olhava discretamente, sem que o meu maridinho percebesse. Eu estava adorando, mas não acreditei quando comecei a sentir aquele mãozão bem másculo apertando as minhas coxas debaixo da toalha de mesa! Não sei se propositalmente, Julius começou a contar pro meu maridinho uma estória de um ex-empregado seu que era um corno mansíssimo, nunca desconfiou que a mulher o traía! Era demais ver o meu marido rindo e zombando do ex-empregado quando estava acontecendo exatamente a mesma coisa com ele! O dedão bem grosso de Julius, que não interrompia a sua narrativa, agora estava entrando por debaixo da minha minúscula calcinha, e se esfregava na minha xaninha molhada... eu suava sem parar, de tanto calor de tesão e me controlava pra não gemer. - O interessante dessas estórias de corno é que a gente nunca acha que acontece com a gente!, concluiu Julius, e meu maridinho se dobrou de rir e eu não me agüentei e ri demais. Quando dei por mim, as mãos hábeis de Julius já tinham tirado minha minúscula calcinha e eu o vi colocando-a no bolso de seu paletó. Ele se retirou dali a alguns minutos da mesa, a pretexto de conversar sobre um assunto muito importante com fulano. Parecia que a alegria tinha se retirado da mesa, porque fiquei com o corninho do meu marido ali calado, sem fazer qualquer comentário senão o de elogiar o seu chefe! Que baba-ovo ridículo! Recebi discretamente um bilhetinho, abri sem Caio perceber, e estava escrito: "Se quiser ter a sua calcinha de novo, livre-se do corninho e me encontre na biblioteca da mansão (3ª porta à esquerda do andar superior)”. Aquilo era demais e me deixou superexcitada! Disse ao meu corninho que não estava me sentindo muito bem e ia ao banheiro, e subi. Entrei na biblioteca e lá estava aquele homenzarrão, em pé, com dois drinks na mão, já me esperando. Avancei na direção dele, não sem antes encostar a porta. Ele me despiu do meu longo, o qual deslizou pelo meu corpo até o chão, e fiquei nuazinha em pêlo, já que estava sem sutiã e ele havia tirado a minha calcinha no salão. Nuazinha, só com as jóias e de salto alto. Notei seu rosto de aprovação. Ele começou a derramar o uísque de seu copo nos meus seios e sugá-los com sofreguidão. Eu já não me agüentava, segurava a cabeçona enorme desse coroa tesudo e puxava-a de encontro aos meus seios pra ele chupar: - Chupa, meu macho, chupa, seu tesão! Me dá o prazer que o corno do meu maridinho não dá. Acho que ele era especialista em seios, porque me fez gozar ali mesmo, em pé... - Morde meus seios bicudos, morde , seu velho safado!. Ele me levou pra uma enorme mesa que havia ali na biblioteca, derrubou tudo o que havia sobre ela com uma das mãos, e me colocou ali de deitada de costas, pernas bem abertas, posição de franguinho assado! Vi quando baixou suas calças e surgiu um pau maravilhoso! O maior que já tinha visto! Devia ter uns 23cm! Grosso como uma árvore e duro como uma rocha! Ele apontou aquele bruto pra minha xaninha e pincelou minha xaninha raspadinha, melando a cabeçorra do seu pau! Enfiou devagar, me rasgando todinha aos poucos, até entrar tudo... parou um pouco, ele esperou eu me acostumar, e começou a me socar com força, me fodendo bem gostoso! Eu gemia como uma puta! "Goza sua safada! Esposa vagabunda! Sua égua! Tá no cio, tá?", ele me provocava. As mãozonas dele encobriam e apertavam meus seios, torciam meus bicos durinhos, me torturavam deliciosamente. Eu não me controlava e arranhava o seu peito másculo e cabeludo todinho. Em breve, eu já tinha chegado ao orgasmo umas três vezes, e ele nada ainda. Ele sentou na cadeira, e aquele picão dele apontado pro alto... Segurou-me pela cintura e me sentou ali. Nossa, que delícia! Eu fui me enterrando naquela jeba enorme, até ficar quase empalada, não conseguia nem me mexer! Ele então segurou minha bundinha com as duas mãos e me suspendia, pra cima e pra baixo. Comecei a cavalgar com fúria aquela picona, falava coisas desconexas, gemia , gritava, xingava meu maridinho! Nem percebi que a porta tinha se aberto e meu marido estava ali a poucos passos, completamente perplexo! Ele tentou falar algo, mas Julius mandou ele calar a boca e falou: - Sua esposa é realmente maravilhosa! Vou te promover pra chefe-geral do escritório de advocacia da empresa! Olha como se deve comer uma gostosa como a sua esposa, seu corno!. Eu ria e cavalgava mais ainda, enterrada naquela pica descomunal. - Ai, corninho. Olha como ele me come gostoso! Nunca fui comida assim, seu pau é minúsculo pra minha boceta gulosa! Eu preciso de uma picona assim!. Quando olhei, o Caio estava com o pauzinho dele na mão, se masturbando. Aquilo foi demais, que vingança!!! - Bate uma punhetinha, bate, seu cornudo!, eu o insultava extasiada. Julius finalmente avisou que ia gozar, e eu falei que queria na boquinha. Ele me tirou de cima, me fez ajoelhar em frente dele e caí de boca naquele pau maravilhoso. Ele segurava os meus cabelos e fazia um vai-e-vem com a minha cabeça. Gozou no meu rostinho, nos meus cabelos cuidadosamente tratados em salão de beleza dos mais chiques, nos meus peitos, no colar de brilhantes e na minha boquinha! Bebi tudo o que podia e ainda fiquei mamando até a última gotinha! Não queria perder nada! Eu já estava esgotada, mas aquele pau insaciável do chefinho do meu marido ainda estava ali, duro, em pé, mesmo após tanto gozo! Julius me jogou de barriga na mesa, pés no chão, de salto altíssimo (o que empinava minha bundinha mais ainda), de quatro. Minha bundinha bem arrebitada esperando aquele pauzão! Olha, seu cornudo! Vou dar o cuzinho pro seu chefinho! Mas só se você pedir, anda, pede!. Me espantei de estar zombando assim do Caio, mas meu espanto maior foi quando ele me obedeceu, com uma voz baixinha, de corno manso: - Por favor, dá o rabinho para o chefe.... seu corno! Eu dou sim! Mas pede ao seu chefe pra me enrabar gostoso, anda! E pede bem alto pra todo mundo ouvir! Eu queria humilhá-lo mesmo: - Come o cuzinho dela, por favor..., Caio implorava, com o pau durinho na mão, se punhetando rapidamente. Julius riu sacanamente e começou a esfregar o cabeção do seu pau na minha xana melada e a pincelar o meu cuzinho. Isso era bom demais! Meu cuzinho piscava pra ele, implorando pra ser comido. Eu não sabia se agüentaria um pau daqueles no meu rabo mas eu estava disposta a tentar. Aquela pica monstruosa de grande foi entrando devagarzinho, rasgando todas as minhas preguinhas do cu, que delícia! Não agüentei de dor, urrava, lágrimas escorriam pelos meu rosto, até que senti que aquele pauzão chegou até o final, aquele saco grandão e cabeludo roçando minha bunda. Julius começou a embalar e em breve já estava socando forte, e eu berrava de prazer. As mãos de Julius seguravam minha cintura e me puxavam ao encontro de seu pau a cada arremetida. Dava tapinhas na minha bunda e me chamava de potranca, égua, cavala, tesuda, safada , e outros adjetivos deliciosos! Eu rebolava naquela picona, incontrolável ao ver meu corninho se punhetando. - Me enraba, gostoso, meu macho! Come o meu cuzinho todo! arrebenta até a última preguinha!. Meu orgasmo foi incontrolável e sucessivo, um atrás do outro, num crescente, até o orgasmo final e grandioso, quando me entreguei desfalecida. Julius esporrou no meu rabo e ardeu meu cuzinho todo com aquela cachoeira de porra. Quando ele tirou, meu corninho veio lamber o meu rabinho. Quando me vesti novamente, e fui cambaleando pro salão de braço dado com o meu corninho, estava toda esporrada, com um cheiro forte de porra por todo o corpo. Pegamos um táxi e fomos pra casa. Hoje, o relacionamento em casa mudou. Eu mando e meu corninho obedece. Além disso, Julius me empregou como sua principal advogada, para “trabalhar” diretamente com ele... uma delícia!
NANDA KSALSAFADOMG - HOTWIFE DO SEXLOG
Nanda, do Ksalsafadomg leva à perfeição o termo hotwife! Mete chifre sem dó nem piedade e satisfaz seus mais devassos desejos. Leva, com certeza, à loucura seu marido corno e, sem dúvida, os comedores. É muito bom ser corno da mulher que se ama...
Sexlog tem as melhores hotwifes do Brasil!
SRA NOVO CASAL GYN - HOTWIFE DO SEXLOG
Mais uma maravilhosa hotwife do sexlog que faz a alegria dos comedores alfa e de seu sortudo marido corno. É muito bom ser corno da mulher que se ama!
HOTWIFE NÃO VIVE SEM OUTRA PICA
Hotwife precisa sempre de outra pica. Precisa satisfazer seus desejos e fantasias sexuais. E o papel do marido é justamente incentivar e cuidar da realização das vontades da mulher que ama. Não tem nada que excita mais um maridinho corno que ouvir sua esposinha safada dizer que precisava gozar em outra pica... Tesão demais!
CONTO - MEU COMPADRE ME FEZ CORNO
O meu nome é Cláudio tenho 35 anos; 1,75m e 75Kg e tenho uma esposa que se chama Marta, ela tem 22 anos; 1,70m de altura e 55kg, ela loura natural, é muito linda e gostosa e chama a atenção de todos, inclusive das mulheres que olham para ela com um ar de inveja.
Nós temos uma vida conjugal muito boa e um ótimo relacionamento onde fazíamos quase de tudo (a minha esposa não gosta de fazer sexo anal) entre quatro paredes.
Eu trabalho numa empresa multinacional, e por vezes sou obrigado a viajar para o exterior para realização de atividades profissionais.
O caso que vou relatar aconteceu há aproximadamente um mês atrás, sempre sonhei ver minha mulher com outro homem, mas faltou coragem de fazer tal proposta, talvez pela diferença de idade ou mesmo com medo dela se apaixonar e me abandonar.
Nesta minha ultima viagem, estava com uma duração prevista para quarenta e cinco dias. Visando a redução de custos da minha empresa, algumas tarefas foram canceladas, e o tempo total foi reduzido para trinta e dois dias. Foi quando resolvi fazer uma surpresa para minha esposa, e ao chegar no aeroporto fui direto para casa.
Ao chegar vi estacionado na porta de minha casa o carro de meu compadre, Roberto. Abri a porta despreocupadamente e ao entrar ouvi vozes vindas da sala. Fui chegando naturalmente e já ia me anunciar quando vi que Roberto tinha uma das mãos alisando o rosto da Marta. Resolvi não interferir para ver qual seria a postura da minha esposa. Dei um tempo para ouvir o dialogo entre os dois, foi quando o Roberto começou a falar:
– Marta eu sou louco por você, toda a vez que há vejo tenho que me esforçar para não te agarrar… Olhe só como estou por sua causa.
A Marta tentou não olhar e disse:
– Nunca traí o meu marido e jamais serei de outro homem que não seja ele, e você deveria me respeitar… O seu compadre está viajando e você na cara dura, na minha casa me cantando, você deveria se envergonhar.
Mas o meu compadre não desistia e através de carinhos no seu corpo, e de palavras ditas ao seu ouvido, em voz baixa e de forma carinhosa, ia aos poucos seduzindo, a minha esposa. Ela estava carente devido a minha ausência e aos poucos foi ficando excitada, até que o Roberto percebendo, perguntou:
– Você quer dar uma olhada no meu cacete… Aposto que é bem maior que o do seu marido… Você vai adorar.
– Tenho a curiosidade de dar uma olhada no seu pênis, imagino que seja enorme, pois já reparei quando você usa sungas, na piscina de nosso clube… Não sei se isto é correto, pois até hoje só vi o do meu marido, pois ele foi meu único namorado.
No que a minha esposa disse isto, o Roberto ficou doido e disse:
– Deixa de ser boba, vamos aproveitar a oportunidade, pois nós estamos sozinhos, você está cheia de não me toques quem garante que o Cláudio não esta na cama com uma gata neste momento.
A Marta ficou pensativa por um instante e disse:
– Ta bom… Mas é vou só olhar viu… Você não pode me tocar!
O Roberto começou a abraçar e passar as mãos nos seios e na bunda e a dar beijos no rosto e na orelha da minha esposa que nitidamente ficou excitada e disse:
– Deixa-me ver logo… Você deixa?
O Roberto muito espertamente disse:
– eu deixo você dar uma olhada, se me prometer bater uma punheta esperta.
– Não sei se devo fazer, isto não é correto.
– Vai ser o nosso segredo… Prometo não contar nada a ninguém.
– Você jura?
Roberto, então, ficou de pé e a Marta sentada no sofá, onde enfiou a mão por dentro da bermuda dele, toda ansiosa. Ele então abriu o zíper e guiou a mão de minha esposa até a abertura de onde tirou um enorme cacete, que fez com que ela soltasse um grito de admiração:
– Nossa que pica grande que você têm!
Marta então praticamente encostou o seu rosto ao pênis e, passou a masturbá-lo com admiração, dando a impressão de que iria abocanhá-lo. Quando estava preste a gozar, Roberto passou a pedir com insistência:
– Me dá uma chupada?
– Eu não gosto… Nunca chupei um pau na minha vida.
Ao ouvir esta resposta ficou descontrolado e Roberto forçou o à boca dela na direção da sua picona, fazendo com que a cabeça do enorme cacete sumisse dentro da boca de minha esposa. Fiquei excitado, vendo meu compadre, realizar o meu sonho secreto, segurando com uma das mãos o cabelo da minha esposa e enfiando sem parar o seu cacete dentro da sua boca. Derepente vi o Roberto gozando em sua boca, e forçando-a de encontro ao pênis, fez com que ela bebesse quase todo o seu esperma, pois ao terminar de despejar seu gozo na boca de minha esposa, ele puxou cabeça de Marta para trás e ordenou:
– Lambe meu cacete putinha! Limpa ele direitinho… Vai sua vaca engole a minha porra… E não deixa cair no chão.
Marta obedeceu, deixando escorrer ainda um pouco do esperma, que ele espalhou, como um creme hidratante, no rosto dela. Quando pensei que iria para por aí, ele a puxou pela cintura, jogando-a em seu colo. Ela tentou reagir, e dizer:
– Para não posso fazer isto não quero trair o meu marido.
– Você já traiu aquele corno ao me chupar e engolir a minha porra… Sua puta, safada.
Ai ele a segurou com força, rasgou-lhe a blusa e passou a chupar os seios de minha esposa. Ela ainda esboçava reação pedindo:
– Para… Eu nunca farei o que você quer.
Mas ele não se importava e continuava a arrancar suas roupas. Logo ela já estava sem calcinha e o Roberto passou a chupar a sua xoxota, levando-a a loucura, que passou a implorar:
– Me come seu safado, não queria comer a mulherzinha do seu compadre… Mete gostoso sei que você está com vontade, minha boceta está precisando de pica.
Roberto levantou as pernas da minha esposa e começou a meter lentamente aquele gigante na boceta da minha esposa e deixando-a totalmente arrombada, onde socou por mais de dez minutos, onde logo depois a minha esposa gozava desesperadamente e começou a gemer:
– Haaa… Eu estou gozando mete tudo seu caralhudo… Me fode…
Mal ela gozou, ele a colocou de quatro, Marta entendeu a sua intenção e protestou:
– Porra cara, eu nunca dei o meu cu, sou cabaço ai, eu não vou agüentar este caralhão.
Ele, ao saber disso, ficou mais excitado ainda e falou:
– Pois já está na hora experimentar uma rola neste cuzinho, sua puta… Já que o corno não comeu… Eu vou estourar todas as pregas deste cu… Por bem ou por mal.
Ai ele separou as nádegas com as mãos e começou a chupar o cuzinho da minha mulher, depois de um tempo de chupação, o Roberto começou a enfiar um dedo na boceta e depois no cu, depois repetiu o procedimento e usou dois dedos, deixando a minha mulher louca de vontade de levar uma pica grossa no cu e ela começou a gemer e pedir descontroladamente:
– Vem, compadre, me fode, me rasga toda, com esse seu pau gostoso. Vem, arregaça o meu cuzinho. … Quero ser sua vadia.
E enfiou, aquele monstro todinho sem piedade, no ânus de minha esposa, que não conteve os gritos e lágrimas de dor, Roberto começou a dar palmadas em suas nádegas, e ordenava junto ao seu ouvido:
– Vai minha cadela, vagabunda… Pede para eu bater na sua bunda com mais força, pede para eu arrombar esse cu com mais força pede, aposto que o corno nunca te deu umas palmadas na bunda.
A Marta descontrolada começou a pedir em voz alta:
– Vai meu garanhão, mete mais, me bate com mais força, mete todo este caralhão no meu cu, deixa ele todo arrombado para o corno do meu marido ver o estrago.
Quanto mais forte o Roberto metia, ela chorava e gritava, mais forte ele enfiava, ele arremessava-se violentamente contra ela, enquanto segurava sua cintura e dizia:
– Sua puta safada, a partir de hoje, você vai ser a minha escrava sexual, este cu, será só meu, toda a vez que eu ordenar, você vai ceder aos meus caprichos sexuais, ouviu sua puta.
No que a Marta começou a gemer:
– Agora sim é que eu conheço um macho de verdade… Eu estou a sua disposição, sempre que você me quiser eu serei totalmente sua… Nunca fui comida assim… Que gostoso!
A Marta começou a gozar e jogar a sua bunda para traz e para os lados procurando mais pica. Ela derrepente começou a gemer, parecia que estava tendo o maior orgasmo de sua vida, o seu corpo tremia todo de prazer.
Quando foi a vez do Roberto gozar, ela passou a rebolar e jogar a bunda para frente e para os lados gemendo e pedindo:
– Vai gostosão… Enche meu cuzinho com seu leite, como você faz com minha comadre.
Ele ao terminar disse:
– De agora em diante você vai fazer tudo o que eu quiser, caso contrário eu conto tudo para o corno!
Marta consentiu com um aceno leve da cabeça e ficou deitada no sofá, sem forças e toda arrombada em todos os seus buracos. Eu saí sorrateiramente. E passei à noite num hotel da cidade, voltando no dia seguinte como se nada tivesse acontecido. Ela está mais disposta do que antes, e com jeitinho consegui comer o seu cuzinho e gozar na sua boca. Agora que eu sei que ela virou uma puta vou abrir o jogo e convidar o compadre para fazermos um ménage, com tudo que temos direito
CONTO - FEZ MEU MARIDO DE CORNO E EU DE PUTA
Meu nome é Cláudia, tenho 31 anos, e sou casada há sete. Meu marido se chama Alex e tem 32. Nós dois somos formados em Educação Física e somos donos de uma academia de ginástica. Ele cuida da parte administrativa, e eu dou aulas junto com outros instrutores. Obviamente me esforço muito para manter meu corpo devido a minha profissão, mas também porque adoro me sentir gostosa e atraente, e por isso sou muito vaidosa e rigorosa comigo mesma. A única coisa artificial em mim é o tom dos meus cabelos, um louro amanteigado. Fora o buttery blond, o meu biótipo curvilíneo é totalmente natural: busto médio (94cm), quadris largos (100cm), estilo cintura de vespa (57cm).
Eu e meu marido adoramos sexo. Foi ele que me apresentou a esse mundo maravilhoso do prazer. Alex sempre foi um amante excepcional. Ele descobriu minha tendência ao exibicionismo e me incentivou a explora-la. Foi numa brincadeira num posto de gasolina. Aquelas coisas de deixar a calcinha aparecendo para o frentista, e fingir que não percebeu o intrometido. O que era brincadeira foi virando rotina no nosso relacionamento. A partir daí criamos um jogo de provocação, onde só eu e Alex podia jogar. Os escolhidos eram simples espectadores.
Era um jogo bem simples e extremamente excitante. Nós dois saiamos, geralmente à noite, como dois caçadores. Escolhíamos o lugar e nossas vitimas. Estudávamos todas as possibilidades e limitações da ocasião, e só então partíamos para o ataque. Com a nossa presa sob nosso jugo, e já satisfeitos com o resultado de nossa caça, eu e Alex saíamos do local com a mesma rapidez que abordávamos a vitima, e deixávamos o coitado a ver navios. Nossa noite sempre terminava com uma transa incrível.
Esse jogo era também perigoso, pois o grande prazer era sempre avançar um pouco mais, e chegar cada vez mais perto de nosso limite. Por isso as regras eram bem definidas. O cuidado que tínhamos em escolhermos o lugar e a hora para essas nossas loucuras, era uma das principais. Também tomávamos o cuidado para não perdemos o controle da situação, e nunca deixávamos ninguém ultrapassar nossos limites. Quem quisesse entrar no nosso jogo, teria que jogar com nossas regras.
Foi assim que conduzimos nosso relacionamento durante muito tempo, mas nas nossas ultimas férias de verão, vivemos uma aventura bem diferente de tudo que nós tínhamos vivido até então, e que colocou uma nova ordem no nosso relacionamento.
Todo ano passamos uma parte de nossas férias na casa de meus pais. Essa nossa temporada na casa deles é sempre muito esperada durante o ano inteiro, pois apesar deles morarem numa cidade pequena, sem muito que fazer, meu pai tem uma pequena chácara na beira de um lago formado por uma represa, onde eu e Alex passamos a maior parte do tempo quando estamos na cidade. O lugar é um verdadeiro paraíso do sossego. As outras chácaras são bem distantes uma das outras, e dá para ficar bem à vontade.
Como iríamos ficar apenas quatro dias na cidade, combinamos de ir para o lago todos os dias. Mas as coisas não saíram como nós planejamos. Já no primeiro dia, meus pais tiveram a idéia de fazer um churrasco. Era para ser um programa chato, mas quando meu sobrinho e seus amigos chegaram, eu vi que nem tudo estava perdido. Entre os amigos de Junior, todos eles na faixa dos 18 anos e 19 anos, um se destacava de longe. O rapaz, em pleno gozo de sua juventude, era a encarnação viva de um deus grego. Era alto e forte. Tinha um belo físico e um rosto perfeito. Seus cabelos eram longos, e como ele estava com uma camiseta branca sem manga, dava para ver seus braços fortes, cheios de tatuagens. Tive a impressão de conhecê-lo, mas pensei ser algum novo amigo do meu sobrinho. Alguém então o chamou pelo nome. Eu não acreditei que aquele era Fred, um amigo de infância do Junior, que eu não via há muito tempo. Apesar de não o ter reconhecido, de tanto tempo que eu não o via, eu conhecia muito bem a fama dele, que não era das melhores. Brigas, pegas de carro, eram infrações que não cabiam mais em seu currículo. Ele também tinha fama de pegador, e rolava uma história na cidade _ já viram como é cidade pequena _ que uma conhecida minha tinha se separado do marido por causa dele. No inicio eu não entendi o que levou uma mulher, com a minha mesma idade, com um casamento instável, largar tudo por uma aventura com um garoto. Depois que vi Fred, percebi porque minha amiga não tinha resistido a tentação.
Eu já tinha contado a Alex essa história de minha amiga, e mostrei a ele o protagonista da história. A primeira vez, meu marido não pareceu ter dado muita importância a essa história, mas ele agora perguntava todos os detalhes. Percebi uma pequena sombra de inveja em Alex, então contei tudo e ainda aumentei um pouco por conta. Ele concluiu nossa conversa demonstrando o que sentia: Garanhão!? Com esse jeitinho de bicha?. Achei melhor não levar a conversa à diante. Até mesmo porque, Alex já tinha bebido, estava um pouco alto, e a situação não era própria.
Na mesa eu não resisti em ver aquele objeto do desejo tão próximo, e resolvi pelo menos me divertir um pouco. A primeira coisa que fiz, foi na primeira oportunidade me abaixar e deixar meus seios aparecendo para nosso vizinho de mesa. Minha intenção era fazer parecer que ele tinha cometido uma indiscrição e tinha visto o que não devia. Esse ardil é infalível, os homens adoram ver algo que não podiam ter visto. Algo que é de outro homem e estava escondido. Vi que ele ficou atiçado como deveria ter ficado, mas fingi que não percebi o bisbilhoteiro.
Depois de mais algumas trocas de olhares, mostrei minha aliança disfarçadamente e me apresentei como um fruto proibido _ os homens adoram o proibido _. Enquanto ele fazia sua pose de caçador, e me olhava impudentemente, eu fazia aquela cara de mulher com medo de ser flagrada pelo marido _ algum homem resisti a isso? _. Minha tática de deixa-lo ansioso a ponto de querer me ter a qualquer preço, estava dando certo, e de onde eu estava podia sentir sua excitação. Ele passou o resto da tarde me olhando com aquela carinha de menino pidão, mas não dei mais bola para ele. Achei o máximo ele me olhando com aquela carinha de frustração.
À noite contei a Alex o que eu tinha feito. Alex riu e tivemos uma transa arrasadora no silencio da casa dos meus pais. E que transa. Quando eu e Alex transamos, eu sempre gosto de ficar por cima e controlar a transa, mas naquela noite meu marido ficou surpreso. Eu nunca estive tão dominadora e agressiva como naquela ocasião.
No ultimo dia nosso na cidade, fomos cedo para a chácara, já que naquele dia teríamos a casa só para nós dois. Coloquei um shortinho jeans, bem surrado, estrategicamente desfiado, que deixava parte de minha bunda a mostra, e um top branco, feito de crochê. Alex tinha me pedido para que eu descolorisse meus pêlos do corpo, e como eu tenho muitos, principalmente, nas coxas, bunda e na parte inferior das costas, e também estava bem bronzeada, meus pelinhos dourados podiam ser vistos de longe. Alex estava todo excitado e me prometia uma tarde inesquecível.
Na parte da manhã curtimos bastante o sossego e a paz do local. Depois fomos de jet-ski a um clube que fica do outro lado do lago, onde ficamos até o inicio da tarde. Quando voltávamos, ao nos aproximarmos da casa, vimos uma movimentação de várias pessoas na varanda. Achamos aquilo estranho, pois naquele dia esperávamos ter a casa só para nós dois. À medida que aproximávamos, a musica ia ficando cada vez mais alta, e a algazarra já se ouvia de longe.
Na frente da casa estava parado um carro e um pick-up. Era o Junior com mais três rapazes, e quatro garotas. Era o fim do sossego e das nossas férias também. Eles faziam a maior bagunça. Ao redor deles estava cheia de latas de cerveja vazias. A única coisa boa foi quando percebi que um dos rapazes era Fred, e mais uma vez nem tudo estava perdido.
Negociei com meu sobrinho, para que ele fosse para a beira do lago e nos deixasse com a casa. Da varanda dava para vê-los perfeitamente, já que a casa não fica muito longe da beira da água, e é num ponto alto. Ficamos sentados olhando eles se divertindo. Os rapazes pareciam disputar quem chamava mais à atenção das garotas. Eles se exibiam para elas com brincadeiras bobas, típicas da idade. Foi Alex que começou a falar em Fred. Não dei muita bola para a conversa dele, mas meu marido, com um certo ar de recalque, insistia em falar mal do rapaz, principalmente em dizer que ele tinha um jeitinho de bicha.
Meio a uma bagunça provocada por uma visível embriaguez, os rapazes vieram em direção a casa e foram para a sala. Eu e meu marido continuamos na varanda, mas como uma grande porta de vidro que liga a sala à varanda estava aberta, ficamos praticamente todos juntos. Pela cara de Alex eu sabia que ele tramava algo. Com a desculpa de estar à procura de uma cerveja, ele foi para junto deles. Meu marido tomou umas cervejas com eles, conversou com todos, menos com Fred que só o olhava com seu ar de superioridade.
Alex então começou a conversar com a garota que estava com Fred, e enquanto isso, o garoto sem dizer nada, se sentou no sofá e ficou sozinho.
Achei uma infantilidade aquilo que Alex estava fazendo, mas eu não ia ficar dando uma de tia chata e acabei indo me juntar a eles.
Entre uma cerveja e outra, todos ficaram bêbados. Inclusive eu que sou meio fraca para beber. Fiquei conversando com os outros dois rapazes e com as garotas, enquanto Fred permanecia sozinho, me olhando com seu ar de boçal. Evitei o máximo em olhar para ele, mas no auge da nossa festinha, eu e as garotas começamos a dançar, para o deleite dos rapazes, e era praticamente impossível não olhar para aquele gato, que não tirava seus olhos de cobiça de cima de mim.
Na nossa roda apareceu um cigarro de maconha. Eu nunca tinha experimentado, mas Alex não se fez de rogado e começou a fumar junto com a garota que conversava com ele. Todos ficaram chapados e bêbados. Eu não experimentei, mas estava bêbada e minha cabeça girava um pouco com aquela musica alta e com aquela fumaça toda. Eu continuava a tentar desviar meu olhar de Fred, mas não conseguia, principalmente .quando Alex foi para a varanda junto com a garota. Mas ainda me restava um pouco de lucidez. O fato de meu sobrinho estar por ali me inibia um pouco. Só quando ele foi de jet-ski, com a namorada, para o clube do outro lado da represa, que eu fiquei mais à vontade, e troquei olhares insinuantes com ele. Fred aproveitando o momento, fez um sinal me chamando para perto dele. Fiquei por um instante sem saber o que fazer, mas uma estranha força me colocou em direção a ele. Ele fez sinal para que eu sentasse do seu lado, mas permaneci em pé, e só me inclinei para escutar o que ele queria me dizer. O marginalzinho sem dizer nada colocou o cigarro em minha boca. Puxei um pouco, e vendo aquele rosto lindo de tão perto eu não resisti. Apoiei-me em suas coxas grossas e fiquei inclinada em cima dele, deixando praticamente meus seios em seu rosto. Fiquei dançando naquela posição olhando bem no fundo de seus olhos. Fred só se mexeu para levar o cigarro em minha boca novamente. Fiquei alucinada, tudo parecia estar em câmara lenta. Fred me pediu que tirasse o short como se me desafiasse. Eu aceitei o desafio. Tirei meu short, e só de biquíni, voltei a me inclinar em cima dele. O rapaz correspondeu com um sorriso maroto, e olhou por trás de mim. Olhei para trás e vi os outros dois rapazes se deliciando com a visão de minha bunda, enquanto suas garotas dançavam. Entendi que o safado tinha feito aquilo com aquele propósito, e sussurrei no ouvido dele: Quer parar de me exibir para seus amiguinhos, Eu tenho dono. Sob o olhar perplexo do pessoal que estava na sala eu sentei no colo de Fred. Quase enlouqueci ao sentir o volume de seu pau. Segurei meus cabelos para cima para que ele me beijasse e mordesse a vontade meu pescoço. Vi quando ele sorrateiramente fez sinal para seus amigos, e estes saíram com suas garotas em direção à porta, dizendo que também iam para o clube. Meu coração gelou em ficar sozinha com Fred. Minha reação foi me levantar e me afastar dele. Fiquei pensando se não tinha ido longe demais e se não seria uma boa hora para parar com aquela loucura. Pensava também numa desculpa para sair fora daquela situação. Donde eu estava, eu vi um dos amigos de Fred, antes de sair, dar uma tapinha no seu ombro e dizer:
_ Vai lá garanhão...Faz essa por mim! Deixa que eu cuido do corno! _o outro, de forma mais agressiva, completou _ Detona malandro, mas detona legal, que essa vai para história!!
Uma das garotas comentou: coitado do cara _ no caso, meu marido _ nem sabe o que esta acontecendo!. Fingi que não tinha ouvido, mas aquele clima de traição que estava rolando, e o fato de Alex estar com aquela garota, além de me deixar confusa, me dava medo.
Os rapazes convenceram Alex a ir com eles para o clube. Quando todos estavam na beira do lago, já entrando no barco, Fred veio em minha direção. Eu tinha que tomar uma decisão naqueles poucos segundos, mas deixei me envolver. Sem nenhuma resistência da minha parte, ele me agarrou. Suas mãos me seguraram com força. Olhando nos olhos deles, beijei de leve sua boca. Ele invadiu minha boca com sua língua atrevida. Eu bem que tentei, mas não pude resistir e trocamos um ardente beijo. Ele puxou meu biquíni para cima enfiando-o ainda mais na minha bunda. Olhei para o lado e quase morri de susto. Alex cambaleando voltava para sala. Tirei as mãos de Fred que disse: Dispensa logo esse corno, porra!. Os dois amigos de Fred que sabiam o que estava rolando, nos olhavam de dentro do barco como se esperassem a reação de Alex, mas vendo ele entrando sem reação nenhuma, saíram em direção ao clube dando gargalhadas e gritando alguma coisa para Alex.
Meu marido se jogou no sofá perecendo estar desacordado. Eu lhe perguntei se estava tudo bem, mas Alex ficou calado, só balançou a cabeça. Fred veio até mim e me tirou do lado de Alex. Voltamos a nos beijar, e agora nossas línguas pareciam disputar qual era a mais ávida. Tudo isso com meu marido bem ali do nosso lado. Fred me levou para o sofá e me sentou no colo dele. Eu ainda estava um pouco zonza, mas até meu porre tinha sarado. Meu coração estava a mil. O tesão aumentava cada vez mais, e eu já não sabia como terminaria aquela loucura. Alex então deu uma remexida no sofá. Reagi soltando Fred, que me segurou pelo braço e disse de forma ríspida: Deixa essa mane de lado. Fui até meu marido, que ainda parecia desacordado. Então veio a surpresa. Alex me abraçou e começou a me beijar. As coisas se inverteram, agora eu beijava meu marido e Fred olhava. Daí para frente as coisas esquentaram para valer, pois sem aquela atmosfera de estar fazendo algo errado, eu me senti aliviada e mais tranqüilizada.
Meu marido ainda cambaleando ficou de pé e disse para Fred:
_ Vou te dar uma aula de como foder uma gata como a minha.
Alex tirou seu pau e mesmo pensando que loucura!, eu avancei. O garoto não disse nada, só ficou olhando. Chupei Alex como nunca tinha chupado antes.
Já sem nenhuma inibição e queimando de tesão, mandei Alex se sentar, coloquei meu biquíni para o lado e sentei no seu delicioso cacete. Minha buceta estava tão molhadinha, que o pau dele entrou todo. Alex deu uma alfinetada em Fred:
_ Fica bonzinho garotão que eu deixo você olhar, e se quiser pode até tocar uma punhetinha.
Aquilo era demais. Comecei a pular em cima de Alex. Ele segurou com força minha bunda para controlar os movimentos, mas eu tirei suas mãos e continuei cavalgando. Pulei com uma doida em cima do meu marido, por mim eu ficava o dia todo naquela posição, mas de tanto ele insistir, fiquei de quatro em cima do sofá. Mesmo assim continuei jogando o corpo contra o pau dele. Naquela posição eu podia encarar Fred e com olhares insinuantes provoca-lo ainda mais. Alex colocou seus dedos na minha boca, e lambendo seus dedos, eu disse para provocar Fred:
_ Gostaria de ter um pau de verdade em minha boca!
Aquilo estava realmente uma loucura e totalmente sem controle, mas minha intenção era só provocar o rapaz, porém Alex sem hesitar disse a Fred, que parecia esperar sua aprovação:
_ Dá para ela o que ela quer garotão,... Ou esta com medo?
Senti meu rosto pulsando quando Fred se aproximou e na frente do meu rosto, enfiou a mão dentro de seu calção, e de lá sacou um belo e enorme cacete, que apontou direto para meu rosto _ existe coisa, mais excitante para uma mulher que ver um cacete apontando para seu rosto?_. Segundo meu marido, ele pensou que eu iria só ameaçar chupa-lo, e tudo ficaria por isso mesmo. Mas isso nem se passou pela minha cabeça. O que fiz foi avançar naquele pauzão como uma predadora avançando na direção da caça. Segurei com as duas mãos aquele cacete gostoso e aveludado. Fiquei até mesmo sem saber por onde começar a saboreá-la. Lambi toda extensão do pau dele. Deslizei minha língua das bolas até a cabeça apreciando cada centímetro daquela maravilha. Nem me lembrei que meu marido estava ali atrás de mim. Só ouvi uma ou duas vezes ele sussurrando meu nome. Meu marido estava paralisado. Ele disse depois, que só conseguia ver minha cabeça se movimentando, e como não acreditou no que estava acontecendo, ele simplesmente parou de me foder para tentar me ver chupar Fred. Eu ainda jogava o meu corpo em direção ao pau do meu marido e chupava o rapaz, mas em determinado momento eu também parei, e só me dediquei a chupar o pau de Fred. Alex segurou-me forte pela cintura e começou a me puxar contra seu pau, numa tentativa de me fazer voltar o movimento. Mas eu estava tão concentrada em Fred, que sem dizer nada, abandonei meu marido. Fui para entre as pernas de Fred que estava sentado no sofá, e continuei a chupa-lo. Só parei quando fui interrompida por Alex, que visivelmente perdido e transtornado me ofereceu seu pau também. Chupei os dois alternadamente, mas estava nítida a minha preferência por Fred, que ganhava chupadas mais longas e fortes. Alex chegou a me segurar pelo cabelo, para que eu dedicasse mais tempo a ele. Eu nem percebi que aquela era uma tentativa desesperada do meu marido para participar da transa, e continuei a dar uma exclusividade ao garoto. Comecei ali uma verdadeira sessão de tortura em Fred. Eu lambia e mordiscava delicadamente o pau do garoto, e depois o sugava com todas as minhas forças em curtos intervalos, só para ver o seu rosto de desespero. Senti-me plena em finalmente dominar aquele garanhão, que ao invés daquele arrogante ar de superioridade, agora tinha uma expressão de subjugação. Meu marido disse que naquele momento ele ficou totalmente tomado por um tesão e por um ciúme arrebatador. Alex praticamente me arrancou de Fred, e me mandou deitar no sofá. Ele ficou perto de minha cabeça e me deu seu pau para que eu o chupasse. Enquanto isso, Fred se posicionou entre minhas pernas. Eu quase desmaiei de tanto tesão ao sentir a presença dele. Com delicadeza ele começou a lamber a minha buceta. Meu marido tinha perdido totalmente a compostura. E parecendo estar completamente fora de si, voltou a provocar Fred:
_ Ta sentindo o gosto do meu pau na bucetinha dela garotão!? _Fred novamente não disse nada, só continuou a me chupar.
O tesão tomava conta de mim. A cada momento, eu parava de chupar meu marido, e ficava só olhando aquele gatinho lindo lambendo minha buceta. De súbito Fred começou a sugar meu clitóris com força. Minha reação foi jogar a cabeça para trás e dar um gemido bem alto, extravasando todo o tesão que eu sentia. Alex ficou com os olhos arregalados em me ver daquele jeito. E se as coisas já tinham fugindo do nosso controle, foi nesse momento que tudo ficou totalmente caótico. Eu já não me agüentava mais, e criei coragem para fazer o que já era inevitável. Levantei-me, e diante da perplexidade dos dois, principalmente do meu marido, empurrei Fred para o sofá. Fiquei de costas para ele, e deixei claro que eu queria cavalgar naquele pau maravilhoso.
_ Vou acabar com você gatinho. Depois de mim você nunca mais será o mesmo!
Depois de duas ou três tentativas, eu consegui encaixar o pau de Fred em minha buceta. Bem devagarinho, eu fui rebolando em cima dele. Rebolei e remexi em cima da pica do rapaz, até que minha buceta o engolisse todo. Alex procurando seu lugar naquela situação ficou em minha frente, para que eu o chupasse, e enquanto eu fodia Fred, eu podia me deliciar com meu marido. A sensação de dominar aqueles dois machos ao mesmo tempo, só não era maior que a de estar sendo rasgada pelo pau do garoto. Ao mesmo tempo em que eu cavalgava em cima de Fred, eu chupava meu marido. Alex aceitava numa boa a minha dominação, mas o rapaz segurando com força minha bunda, me levantava e me fazia descer com força em cima de seu pau. Começamos uma verdadeira guerra, pois ele tentava impor aquele movimento a todo custo, e eu insistia em tirar suas mãos e a rebolar em cima dele, tentando valer minha vontade. Como se não bastasse, no meio dessa loucura, meu marido que mais uma vez perdia minha atenção, pois eu estava mais preocupada em tentar retomar as rédeas da transa do que nele, praticamente me obrigava a chupar seu pau. Lutamos por um bom tempo, mas eu já estava exaurida e aos poucos Fred tomou conta da situação. Meu marido naquela altura dos acontecimentos tinha se transformado definitivamente num mero coadjuvante na cena. Ele só pôde ficar olhando, quando Fred, segurando com as mãos na parte debaixo das minhas coxas, me tirou os pés do chão, abriu totalmente minhas pernas, e me deixando praticamente suspensa por seu pau, começou a me foder. O pau dele estava todo cravado em mim, e com aquilo tudo dentro de minha buceta, a sensação era de estar sendo divida ao meio. Sentindo-me toda arreganhada, eu gemia como uma louca. Aos poucos ele foi aumentando a força, até que literalmente me lançava para cima e me amparava com o seu pau, me fazendo perder de vez o controle. Aquela mistura de medo e tesão foi tomando conta de mim, até que eu entrei em desespero, e como se estivesse num transe hipnótico, comecei a implorar de uma forma quase que infantil para Fred parar. Já Alex estava de boca aberta, e me vendo enlouquecida, e me debatendo de um lado para o outro em cima de outro homem, não sabia se eu realmente queria parar, ou se aquilo eram apenas meus delírios. O garoto continuou inexorável, e sem se importar com minhas suplicas, me lançava para cima como se eu fosse um brinquedo. Meu marido disse que eu subia e descia, como se eu estivesse em cima de um cavalo bravo. Aquela loucura parecia não ter fim e minhas suplicas em cima dele eram inúteis, pois ele só parou quando suas forças se exauriram. Para mim a trégua veio a calhar, pois eu já estava totalmente sem forças e principalmente sem fôlego. Fiquei alguns instantes tentando me recuperar do efeito arrasador que aquela loucura causou em mim. Quando tentei sai de cima, Fred passou os braços em volta de mim, e movimentando vigorosamente os quadris, recomeçou a me foder. Recebendo aquela verdadeira rajada repentina de pica na minha buceta, voltei ao meu estado de delírio. Comecei a gemer continuamente, e meus gemidos também seguiam a mesma cadencia trepidante do movimento. Fred arrancou meu top e libertou meus seios, que já saltaram para fora dançando no ritmo daquele movimento louco. Entrei num alucinante processo de gozo, e o que me restava para extravasar todo meu tesão, era gemer e gritar. Fred que estava em silencio até então, aproveitou para provocar meu marido:
_ Ta calado porque cara? _ Alex me vendo gritando e gozando daquela forma em cima dele, parecia estar em outro mundo _ Não esquenta, fica tocando uma punhetinha, que eu já devolvo sua esposa.
Eu ainda gemia e me contorcia em cima de Fred, quando num movimento de destreza, sem tirar seu pau da minha xoxotinha, ele me segurou na posição de carregar noiva, e ficou olhando dentro dos meus olhos com um sorriso bem sacana. Alex vendo aquela cena, propôs uma pausa. Eu também achei que aquela era uma boa hora para retomarmos o controle da situação, e ia sugerir que Fred me deixasse tomar um fôlego, mas antes que eu pudesse concluir ele me jogou para o lado. Do jeito que eu cai no sofá, fiquei, pois estava toda mole e sem forças. Enquanto Fred me penetrava na posição que eu me encontrava, de ladinho, Alex, quase que invocando seu direito de marido, pedia para ele lhe ceder o lugar. Fred concordou, mas antes deu-me uma serie de estocadas, que me arrancaram gritos. Meu marido deitou do meu lado, todo tremulo. Quando ele me penetrou, seu pau entrou com facilidade, devido ao estrago que o pau do garoto tinha feito em mim. Meu coração parecia que iria saltar pela boca. Fred ficou de pé nos olhando, eu não conseguia parar de contemplar aquele corpo musculoso, todo coberto de suor, e principalmente, aquele pau ereto e imponente que apontava para mim. Ele nos olhava de forma depravada, parecia estar se recuperando e tramando algo ao mesmo tempo. Até meu marido sentiu minha reação, quando o rapaz veio em nossa direção com aquele seu jeito de moleque que vai fazer uma travessura.
Fred ficou bem perto de minha cabeça. Fiquei olhando aquele cacetão reluzente de baixo para cima, e tentando descobrir o que aquela cabecinha suja tramava para mim. Eu nunca estive tão submissa na minha vida. Olhei para o rosto dele, enquanto tinha minha boca invadida novamente por seu pau. Ele parecia estar cheio de más intenções. Meu marido não dizia nada, só ficava com seu rosto junto ao meu, e com uma respiração ofegante às vezes sussurrava: Acho que ele vai gozar no seu rosto!.
Fred com os dentes cerrados segurou minha cabeça e começou a forçar-me a fazer um movimento de vai-e-vem com o pau dele quase todo na minha boca. Tive que me esforçar para não engasgar. Ele me segurando pelos cabelos, começou a surrar meu rosto com seu pauzão. Era como se alguém me batesse com um braço no rosto. Cheguei a ficar com medo, pois ele estava cada vez mais agressivo.
_ Coloque sua lingüa para fora! _ ordenou ele.
Obedeci, e com os olhos fechados, continuei levando uma surra de pica. Eu podia sentir o peso do pau dele batendo em minha língua.
O que aconteceu a seguir foi simplesmente demais. Meu maridinho gozou, gemendo bem perto do meu ouvido e nesse mesmo momento, Fred disse:
_ Vai ser no sua cara. Vou encher sua cara de porra!!
Ajeitei-me no sofá, pois queria o melhor ângulo para receber a porra dele. Realmente foi um final apoteótico para nossa transa. Um jacto de porra veio em minha direção como um chicote e açoitou meu rosto de um lado a outro. A seguir outros atingiram meu rosto varias vezes e em todas direções. Tive que fechar os olhos, mas eu podia sentir os riscos e pingos quentes de porra por todo meu rosto. Ficamos os três sem ao menos nos mexer, até que cessou definitivamente o bombardeio em meu rosto.
Alex respirava ofegante no meu ouvido; eu admirava aquele pau delicioso latejando em minha frente; e Fred com olhos fechados tinha um ar de satisfação plena. Exauridos, curtimos os três aquele momento. Vendo os dois satisfeitos, me senti no meu momento de glória. Peguei a camisa de Alex para limpar meu rosto e Fred disse, olhando para nós dois com um sorriso mordaz:
_ Puxa! ...Olhe só para vocês...foi mal!... _ por um momento achei que ele estava fazendo tipo, mas Fred dando risada continuou: _...Dá uma olhada no rosto do seu marido. _ olhei para Alex e só então entendi o motivo das chacotas de Fred.
Nem eu, nem Alex tínhamos percebido, mas como ele estava com o rosto do lado meu, quando Fred gozou, tinha levado uma bela de uma esguichada de porra em seu rosto também. Não agüentei em ver meu marido, todo confuso, com um sorriso sem graça e com porra escorrendo pelo rosto dizendo: Que foi... Que foi?!. Limpei o seu rosto, antes dele sair em disparada para o banheiro, mas não me contive em rir. Fred também dava risada, deixando evidente que ele tinha feito aquilo por traquinagem.
Fiquei conversando com ele por um tempo na sala. Eu parecia uma boba, pois só conseguia exaltar a virilidade e a potencia de Fred. Resolvi ir a até o banheiro para dar uma olhada em Alex, e saindo da sala comentei: nossa de pensar que Alex te chamou de viado. Fred veio atrás de mim, me pegou pelo braço e perguntou:
_ Então ele disse isso!? _mais uma vez ele me olhou com cara de quem vai aprontar.
Nós dois nos encontrávamos na copa. Fred me sentou numa cadeira e me fez chupar seu pau ali mesmo, até ficar duro novamente. Encaixei o pau dele entre meus seios _ era simplesmente demais ver aquele cacete enorme entre meus seios_ e movimentei meus seios para cima e para baixo, fodendo seu cacete com meus peitos. Amparei aquela cabeçorra com a língua toda às vezes que ela surgiu entre meus seios.
Ele me mandou ficar de pé perto e apoiar os cotovelos na mesa, deixando minha bundinha bem arrebitada e desfrutável, e lambeu minha buceta e meu cuzinho ao mesmo tempo. Quando eu já estava alucinada e completamente molhadinha, ele se levantou e encostou aquela cabeçorra no meu cuzinho. Fiquei assustada, tentei sair, mas ele era muito forte, e eu estava totalmente dominada naquela posição. Era assustador sentir aquele pauzão forçando passagem no meu cuzinho, mas sem poder fazer nada, resolvi ver até onde eu suportaria aquilo. Fred começou a foder meu cuzinho, movimentando bem devagar. Era incrível, mas aos poucos foi entrando. Não parecia que aquilo era o tão temido sexo anal, que eu e meu marido tomávamos tanto cuidado ao praticar. Cheguei a ficar mais relaxada, mas logo que eu tentei acompanhar seu ritmo dando uma reboladinha, percebi o quanto eu estava errada. A sensação foi tão forte que me arrancou um grito. Foi um daqueles: AAAAAAAHHHHHH!, que sai entalado, digno de um filme de terror. Descobri também que tinha cometido um erro ao dar meu rabinho para o deliqüentizinho numa posição tão desfrutável como aquela. Fiquei mais uma vez entregue aos caprichos do garoto.
Alex escutou meu grito, e apareceu sorrateiramente na porta do quarto, e o sacana do Fred percebeu que ele nos olhava.
_ Venha aqui cara, tenho algo para te mostrar!!
Quando Alex veio em nossa direção, Fred começou desferir fortes golpes, que castigava sem piedade meu cuzinho, que estava totalmente vulnerável. Tentando amenizar a força das estocadas dele, fui ficando na ponta dos pés, até que eu praticamente subi em cima mesa. Alex parecia assustado em me ver naquela posição, e dando aqueles gemidos roucos e sofridos. Quando cessou o ataque fulminante de Fred, meu marido se aproximou, e visivelmente sem graça me perguntou:
_ Tudo bem amor?
Fred me puxou de cima da mesa e perguntou:
_ Ainda acha que eu sou viado Alex!? _Meu marido não disse nada, só se aproximou mais, e quando viu o pau de Fred cravado no meu cuzinho, ficou olhando com cara de bobo.
Sob o olhar do meu marido, Fred impôs uma deliciosa e perturbadora rotina na transa. Ele ia fazendo um movimento lento de vai e vem, mas às vezes ele dava umas estocadas vigorosas, e só parava quando eu conseguia fugir das investidas dele subindo na mesa. Dando risada, como se aquilo fosse uma brincadeira, Fred me puxava para baixo novamente e iniciava todo processo. Não sei quantas vezes fizemos isso, só sei que levar aquelas estocadas fortes no cuzinho, e só ter o vidro da mesa para se agarrar, foi a experiência mais louca e desesperadora da minha vida. Era uma luta desigual e num momento de puro delírio gemi e gritei como nunca, e meu escândalo foi como um fósforo na gasolina.
Alex que já estava totalmente confundido ficou ainda mais consternado; Fred enlouqueceu de vez. Ele me puxou para o chão, com uma mão levantou uma das minhas pernas, com a outra segurou nos meus cabelos, e continuou a foder meu cuzinho. Enquanto isso, ele insistia em perguntar a Alex: Ainda acha que eu sou viado?. Alex praticamente com o rosto entre minha bunda e o corpo do rapaz respondia desesperado: você não é viado, cara... Olha só o estado que você deixou minha mulher,... Você não é viado.... Ele também me mandava chamar Alex de corno, mas a única coisa que eu conseguia, era ficar tateando a mesa em busca de algo para agarrar. Gozei com o pau dele entrando profundamente e saindo totalmente do meu cuzinho. Foi o mais longo orgasmo de minha vida, e o ponto sublime da nossa transa. Fiquei dominada por aquele gozo arrasador. Parecia que aquela sensação não tinha fim. Alex tinha se entregado totalmente em seus devaneios e continuava a viajar. Meu marido dizia: você (Fred) é demais cara. Já virou minha esposa do avesso, gozou no rostinho dela e agora ta arrombando o cuzinho. O que falta mais?. Vendo Alex daquele jeito, e Fred com aquele sorriso de vitória em deixa-lo naquelas condições, não me contive e disse a Alex:
_ Bem feito pra você, eu falei que esse cara é comedor...Você não acreditou!
Olhei para Fred, e ele estava nas nuvens. Troquei com ele um olhar e um sorriso de cumplicidade, e continuei a satisfazer seu ego.
_ Você é um menino muito mal Fred...muito mal...
_ E o seu marido, o que é? _ Fred olhava dentro dos meus olhos, quase que transmitindo as palavras que ele queria que eu dissesse. Fiz uma expressão como se tivesse de dar o braço a torcer e disse:
_ Corno... _ pude notar a mudança do semblante de Fred, e para colocar mais lenha naquela fogueira de vaidade _ ...Você fez ele de corno.
Segurei o queixo de Alex e disse:
_ O garotão te fez de corno né amor!?
Fred como num ataque de fúria, me fodeu num ritmo totalmente selvagem e insano. Ainda bem que foram poucas as investidas dele, pois logo ele deu um urro e gozou. Quando ele tirou aquele cacete enorme de dentro de mim, senti como se estivesse oca por dentro. Pelo comentário do meu marido imaginei o estrago: Nossa... olha só como ficou! Fred deu um verdadeiro banho na minha bunda. Fiquei com minha bunda escorrendo porra por todos os lados. Eu não conseguia ficar em pé, e Alex ao invés de me ajudar, ainda estava em plenos caprichos de sua imaginação. Ele passava a mão na minha bunda espalhando a porra de Fred, que se misturava com meus pelinhos e dizia: olha só o que você fez com minha mulher. Tive que dar um grito com ele: cala a boca Alex, deixa de ser corno e me ajude, só assim ele acordou e me amparou. Fred começou a rir daquela cena jocosa.
Eu e meu marido fomos para o banheiro, tomamos um banho demorando, e aos poucos fomos voltando a realidade. Nós não falamos nada, mas era evidente que nenhum dos dois acreditava que aquele garoto tinha nos deixado naquela situação.
Já estávamos no carro para ir embora, quando meu sobrinho que tinha acabado de voltar do clube, veio se despedir de mim. Olhei na beira do lago e vi Fred junto com os outros rapazes. Pelos gestos de Fred e pelo clima de comemoração da turma parecia que ele contava sua proeza aos amigos.
No outro dia cedo, fomos embora da cidade. E num clima de ressaca, ainda não falávamos sobre o dia anterior, e parecia que nunca mais íamos tentar qualquer tipo de aventura parecida. Dias depois, passado o arrependimento inicial, eu e Alex demos muita risada dos delírios um do outro. Mesmo assim achamos que passamos um pouco dos limites. Ainda continuamos com nossas loucuras, mas a regra de não envolver pessoas conhecidas e de não ultrapassarmos esse nosso limite passou a valer novamente.
Assinar:
Comentários (Atom)