quarta-feira, 2 de agosto de 2017

CONTO - FUI FEITO CORNO PARA SEMPRE

- Pessoal, primeiro conto, em três partes, espero que gostem!Acabei de voltar do campinho com o Bielzinho. Se bem que já não é mais Bielzinho... fez 14 anos na última sexta. Tem 1,80 de altura, tá forte como um touro, tem um pezão 44 que mais parece uma lancha... o apelido de criança realmente não faz sentido. Outra coisa que não faz sentido é tentar convencer as pessoas de que eu sou o pai dele. Está claro para todos que nos veem que não compartilhamos a mesma genética. Sou baixo, franzino, calço 37 e sou moreno.
Biel é loiro, como o pai dele, que hoje tem seus 32 anos. Sim, isso mesmo. Gabriel (minha esposa quis completar a humilhação de corno colocando o mesmo nome do macho que a engravidou no filho que eu criaria) tinha apenas 18 anos quando emprenhou minha na época noiva. Mas era mil vezes mais macho que eu, com meus 29. Não era tão claro pra mim na época, mas com o passar dos anos refleti e vi que de fato, existem homens melhores do que outros. Em vários sentidos : existem homens mais inteligentes, mais bonitos, mais rápidos, mais esportistas, e mais... machos. Descobri isso repentinamente, um mês antes de me casar com Lara. Vou contar essa história, de como um moleque de 18 anos destruiu pra sempre nosso casamento.
Lara sempre foi bonita e nossa vida sexual era boa. Não sou um corno do pau pequeno: tenho meus bons 18 cm e desde jovem tinha bom desempenho sexual. Todas as minhas namoradas ficavam satisfeitas com minha performance, ou aparentavam, ao menos. Lara gostava do sexo. Era boa companheira e por isso a pedi em noivado. Ela tinha 24 anos na época e foi no tempo perfeito, já que ela queria começar uma família cedo. Tudo estaria bem, se não fosse pelos meus maiores problemas: não durava muito na cama e gozava muito pouco. Aliás, até hoje. Isso me rendeu muitas consultas no urologista, e tratamentos de todo tipo, mas aparentemente sem sucesso. Mesmo que ficasse semanas sem gozar, só conseguia transar uma vez por noite, requerendo horas para nova tentativa, e não gozava mais do que um jato de sêmen.
Quando seu objetivo não é engravidar sua noiva, isso não é problema; mas quando se quer emprenhar alguém, meu amigo... tirava meu sono. Pensava dia e noite em como íamos conseguir realizar o sonho da Lara. Ela estava empolgada com o casamento e de cez em quando me perguntava se eu ligaria se ela já subisse ao altar grávida. Dizia que não, que podíamos fazer o que quiséssemos já que seríamos um casal em alguns meses. E tentamos. Tentamos bastante, mas eu sabia que não conseguiria. Com o casamento se aproximando, comecei a me desesperar e ter delírios de que Lara engravidaria de outro homem sem me contar - ela já havia me traído uma vez, mas quando éramos muito jovens, ela era ainda virgem - mas aquilo entrou na minha cabeça. É o que você pensa quando sabe da sua completa inutilidade como reprodutor.
Passei alguns meses assim: hora tranquilo, pensando que tudo daria certo e que daríamos um jeito, hora desconfiado de todos os homens com quem Lara falava: colegas de trabalho, colegas da pós graduação, até mesmo dos funcionários do prédio onde morávamos e dos primos dela. Particularmente, um dos seus primos, Felipe, era praticamente um touro reprodutor. Teve 6 filhos, com quatro mulheres diferentes. Tinha 37 anos e estava com tudo em cima - naquele ritmo, o futuro provavelmente reservava pelo menos mais meia dúzia de filhos para ele. Tinha pavor quando íamos nas festas de família e ele estava, suava frio e não saia do lado da Lara. Em algum momento, estabilizei minha mente, me forçando a pensar em como éramos parceiros, bah, aquilo era tudo produto da minha mente. Tive um breve alívio.
Até uma noite em que Lara chegou em casa após um happy hour do trabalho. Ela sempre se tornava sincera quando bebia - e lembrava de tudo. Ela me foi bastante sincera antes de irmos para a cama: estava ovulando, segundo seus cálculos, e queria engravidar naquela noite. Faltavam 6 semanas para o nosso casamento. Não preciso dizer que meu desempenho foi pífio... e ouvi verdades dela. Ouvi que ela queria engravidar "de um jeito ou de outro". Me desesperei. Era um pouco do efeito do álcool, mas na manhã seguinte, mais sóbria, ela reforçou o que havia dito.
Tentei procurar alternativas: inseminação artificial? Não tínhamos dinheiro e eu sequer tinha sêmen. Tentar mais vezes? Meu pau não aguentava. Não roda mais do que uma vez por noite. Lentamente, comecei a aceitar: outro cara... outro cara... outro homem... outro macho comeria minha noiva para engravidá-la. Pensei muito e com alguns dias, eu tinha o que podia chamar de plano: eu escolheria o cara, e assistiria para tornar o processo o mais clínico possível. Eu poderia manter minha noiva vestida da cintura para cima, enquanto o cara batia uma punheta no banheiro. É claro que isso aconteceria num motel, não gostaria da lembrança disso em nossa casa. Ele então gozaria em um pote esterilizado, para preservar a qualidade. Com uma seringa, eu injetaria o esperma dele na buceta da minha noiva. Dispensaria o cara em seguida. Era um bom plano.
Começamos a pensar nos possíveis candidatos. Ela veio com alguns requisitos que me deixaram incomodado: o cara tinha que ser viril, um macho reprodutor do melhor tipo, alto e potente na cama. Fiquei um pouco surpreso e ela me disse que tinha que ser assim para garantir que o sêmen dele fosse de boa qualidade. Engoli a desculpa, e pensamos em alguns caras: o segurança do mercado que frequentávamos, que era forte como um touro, e com a cor de pele parecida com a minha; um dos meus antigos colegas de faculdade, que era garoto de programa (não deu certo com o jornalismo); um pedreiro que fazia obras no bairro (e dizia a lenda que já tinha algumas crianças na região, sendo criadas pelos maridos cornos)... Nenhum deles fazia sentido pra mim, era algo humilhante.
Combinamos que terminaríamos a lista em uma semana para então contatar os candidatos. Isso seria na próxima quinta, e demos um prazo extra por conta de uma visita que iríamos fazer a uma antiga vizinha no final de semana. Era na periferia de São Paulo, e como morávamos em Jundiaí, no interior, era uma viagem.
No sábado, início da tarde, chegamos na casa de Maria Elisa. Era uma antiga colega da família de Lara, e tinha dois filhos: Ana, de 4 anos, e Gabriel, de 18. Entre conversas e mais conversas, de repente ouvimos uma voz grossa vindo pelo corredor, do quarto para a sala de onde estávamos. Gelei. Não posso explicar como me senti naquele momento. Me senti um merda, um pedaço de lixo. Inútil. De alguma forma, sabia que naquele momento o nosso destino, meu e da Lara, estava selado.
De bermuda, chinelo e sem camisa, Gabriel apareceu na sala. Não lembrava nem de longe o garotinho que vimos crescer, quando éramos vizinhos. Era um homem, não, um macho impressionante. Devia ter seus 1,85m de altura. Pelos chinelos, calçava 45. Seus pés eram largos, chegavam a ser musculosos, assim como o resto do seu corpo. Não estou falando de músculos de academia - Gabriel provavelmente havia esculpido aquele corpo escultural jogando futebol na rua, empinando pipa e... com muito sexo. Tinha pernas e braços peludos, peitoral definido, abdomen trincado. Cabelo espetado com gel, de acordo com a moda do momento. Era impossível não notar o tamanho dos seus bíceps. E ao olhar minha esposa, sem saber quem era, ficou impossível não notar o volume que começou a se formar na sua bermuda. "- Não sabia que hoje era fashion week aqui em casa", exclamou sem o menor pudor. "Quem é essa beldade aqui, mãe?" Maria Elisa sabia da fama de comedor do filho, e tentou acalmar os ânimos. "- Essa é Lara meu filho, era nossa vizinha lá em Jundiaí. É esposa do Bernardo". Por um momento, agradeci mentalmente Maria Elisa por ressaltar que éramos um casal - e por já nos casar, mesmo sendo apenas noivos. Mas logo passou. "- Pô, que da hora. Não lembro dessa época aí não... era pequeno. Mas agora cresci" Gabriel disse, se aproximando para cumprimentar minha noiva, "cresci bastante.", dando um abraço bem apertado e próximo, fazendo minha noiva sentir seu corpo musculoso. Estava sentado, e pude ver que o volume havia aumentado - ele devia ser tão ou mais bem dotado do que eu. Eu logo descobriria o tamanho da ferramenta de Gabriel...
Eu podia ouvir o som característico do funk que tocava nos fones do Gabriel. Ele tinha se acomodado, largadão como se não houvesse visita em casa, num sofá de frente pra nós. Minha noiva não disfarçava ao olhar para ele. Parecia lamber todo o corpo do garoto com os olhos, enquanto Maria Elisa nos contava amenidades.
Papo vai, papo vem, e minha paranóia de corno começava a voltar com tudo. Me peguei pensando em quão molhada Lara devia estar naquele momento. Ela era a única que insistentemente chamava Gabriel para a conversa (ainda que com aquelas perguntas que adolescentes consideram as mais chatas)
- Bieeeel mas me conta, como que tá a escola? Você mata esse ano não é, tá com 18 já...
- Já foi, matei já.
- E as meninas? Tão dando trabalho?
- Pô tia... pra caramba. Tá dificil achar uma viu.
- Mas por que, um menino tão bonito...
- Não, tem várias, é que tá difícil achar uma que aguenta...
Desgraçado. Ele podia estar falando de um sem número de coisas, podia ser do jeito dele, da concorrência das outras meninas... mas pela risada safada que deu em seguida, tava claro - pra mim e pra Lara - que ele tava falando do pau dele.
Maria Elisa tentou colocar panos quentes na conversa mais uma vez. Só que não foi com o melhor assunto.
- Então, quando vamos ter um neném nesse casal? Lembro que Larinha tinha o que, 6, 7 anos quando Biel nasceu, não era? Nossa, você vinha em casa me ajudar com tudo... Gostava de cuidar, dar banho... É mãe desde pequena! Vão encomendar logo o de vocês né?
Pensei que a pergunta seria constrangedora. Por vários motivos, incluindo a coçada no saco que Gabriel deu quando sua mãe mencionou os banhos de quando bebê. Mas o principal era o nosso (meu) problema para ter filhos. Para minha surpresa, Lara respondeu prontamente, revezando os olhares entre Maria Elisa e Gabriel:
- Ah, vai ser logo, com toda a certeza. Quero já encomendar na lua de mel, ou quem sabe até antes.
- Ah, então já estão tentando?
- Sim. Mas vamos intensificar nas próximas semanas.
Gabriel estava quieto até o momento, mas fez questão de se pronunciar.
- Ae tio, se precisar de aula pra fazer filho tem um professor na sala!
Maria Elisa ficou um pouco vermelha. Repreendeu levemente o filho e tratou de explicar o comentário.
- Que isso Gabriel? Sabe o que é gente, já sou vovó - mostrando algumas fotos pra nós.
Mas havia três fotos, uma de um bebê de no máximo 5 meses, uma linda menina de uns dois anos e um garotinho de uns cinco. Não era necessário perguntar - eram todos a cara do Gabriel. Mas Lara perguntou.
- Gente, mas são todos seus? Não é muito novo não menino?
- Ah tia. Sou menino só no rosto.
- Eu falei pra ele Lara, esse menino não se protege, nem pelos netos, que eu adoro! Mas pensa nas doenças que tem por aí né?
- Ah Mãe, eu já jurei pra senhora que sempre encapo o bicho! Não é minha culpa se a camisinha estoura!
- Não, deve ser do seu pai a culpa né? Tá bom.
O marido de Maria Elisa era conhecido por ser pé de mesa. Tinha falecido em acidente quando Gabriel tinha dois anos. Enquanto me lembrava dele, os olhos de Lara brilhavam. E a minha paranóia a mil por hora. Ela devia estar imaginando a potência do esperma de Gabriel. Justamente o que eu não tinha: esperma fértil, provavelmente em grandes quantidades.
Conversa vai, conversa vem, chegou a noite. Nos despedimos de Maria Elisa respeitosamente. Gabriel pareceu fazer questão de nos levar até o portão. Ia sair de bike para a casa de um 'parça'. Se despediu de Lara primeiro, com um abraço mais apertado do que eu gostaria de ver. Em algum momento, percebi a apalpada que ela deu nos seus bíceps volumosos, enquanto ainda elogiava como ele tinha crescido e já estava um homem.
Depois ele se despediu de mim. Seu semblante mudou de sorridente para um pouco mais sério. Me olhou fundo nos olhos, ele era mais alto e maior do que eu, e isso já me deixava incomodado. Se aproximou e estendeu a mão. Enquanto eu o cumprimentava, ele pareceu me dar uma espécie de ordem:
- Vê se não some hein tio. Quero ver vocês bastante agora. Cola aí quando quiser.
O aperto de mão foi forte, como esperado de alguém com aquele braço. Ele riu, tirando um leve sarro, antes de subir na bike.
- Opa. Foi mal. Não tenho noção da força às vezes...
Subiu na bike e de distanciou de nós, pedalando. Ele estava do jeito que estava quando chegamos: chinelo, bermuda, sem camisa. À noite, iluminado pelas lâmpadas da rua, o seu corpo sarado reluzia. E fazia os olhos de Lara brilhar, além de sei mais o que dentro da sua calcinha.
Fomos embora em silêncio. Um silêncio violento, já que eu sabia no que ela estava pensando. Eu esperava a pergunta que eu não queria ouvir. Levamos mais de uma hora de volta a Jundiaí. Foi quando ela abriu a boca, me bombardeando com aquela ideia que poderia parecer precipitada, mas que depois de tantas evidências naquele dia, fazia total sentido:
- Amor... eu pensei agora numa possibilidade. A Maria Elisa tá morando em São Paulo e não vai mudar de lá tão cedo, está estabelecida. A gente não queria um doador de esperma daqui de perto pra diminuir a chance de dar problema... e se a gente pedisse pro Gabriel ser nosso doador?
Com a minha paranóia ativada, ouvi a pergunta de Lara da seguinte forma:
- Amor, e se eu desse bem gostoso pro Gabriel, fizesse sexo com ele vários dias da semana, várias vezes por dia, sempre sem camisinha, até ele me engravidar?
Eu processei por alguns minutos pra entender o que de fato Lara havia falado. Entendi. De todos os candidatos, Gabriel parecia ter o grau ideal de proximidade para pedirmos aquilo. E da minha posição de corno, tentei resgatar ima possível dignidade naquela resposta:
- Bom amor, fértil ele é... tem três filhos já. Podemos explicar nosso plano, explicar que ele não vai ter que ter contato com você, vai ser tudo bem clínico. Você acha que temos que falar com a Elisa?
Lara pareceu perder um pouco o entusiasmo quando comentei do plano. Mas de alguma forma o seu olhar doce voltou, substituiu aquela cara de safada que ela estava desde que viu Gabriel pela primeira vez, chegando sem camisa no corredor. Por fim, considerou :
- Acho que não. Ele é maior de idade. Pode fazer o que quiser agora. Trabalha, se sustenta. É dono da própria vida né? Só temos que conversar com ele.
O que ficou a meu cargo. Fiz isso três dias depois. Relutei pra conseguir construir o discurso sem demonstrar que na verdade eu estava pedindo para ele me fazer corno.
- Mas e aí tio, eu gozo no potinho? E você vai por minha porra nela?
O linguajar ele me humilhava mais ainda.
- Sim, eu pego seu esperma e coloco nela com uma seringa.
- Haja seringa! - rindo safadamente - e tem que ser das grossas hein? Minha porra é grossa, se for fina nem entra na seringa. Mas fala aí, quantas vezes vou ter que fazer isso?
- Vamos tentar durante o período fértil dela. São quatro dias. Eu te busco aqui e trago de volta, ou você pode ficar lá em Jundiaí, tem hotel barato.
- Fechou. Fico por lá. Nunca fui. Porra não vai faltar, aqui a produção é farta!
Engoli seco. Havia acabado de fechar a inseminação da minha noiva.
No dia marcado, busquei Gabriel. Ele parecia não gostar de camisetas - veio sem camisa o caminho todo. Havíamos combinado em um motel do outro lado da cidade, mas eu precisava buscar a Lara e todos os equipamentos em casa. Quando chegamos, ela me avisou que as seringas tinham sumido - essenciais para o plano. Achei estranho mas a farmácia era perto. Sem pensar por nem um minuto - não sei o que deu na minha cabeça - deixei Gabriel com ela em casa.
Sozinha. Percebi no caminho que havia deixado minha noiva fértil - período em que ela era absolutamente louca por sexo - com um moleque comedor e reprodutor, que sabia que eu não era nem sequer homem suficiente para engravida-la.
A paranóia foi a níveis inimagináveis! Eu tremia na farmácia enquanto comprava as seringas. Corri pra casa. Mas hesitei ao entrar.
Silêncio. Até que ouço um barulho sequencial e progressivo - bastante distinto. Madeira. Madeira versus concreto. Madeira versus parede. Madeira rangendo. Nossa cama estava rangendo e batendo na parede do nosso quarto.
Derrubei a sacola.
Bam, bam, bam. Voltei a mim depois de algum tempo pensando sei lá o que. Pensava em como eu tinha feito tudo isso acontecer, conscientemente. Para minha surpresa, quando prestei atenção, percebi que o barulho não era tão ritmado quanto o de uma foda. Me enchi de esperança de que Gabriel estivesse ajudando Lara com algum móvel. Tentei manter a calma e subi as escadas. Eles não estavam no nosso cômodo de bagunças, onde tínhamos alguns móveis velhos. Não estavam no quarto que seria de nosso filho. Só podiam estar no nosso próprio quarto.
Respirei fundo e lembrei que Lara sempre me respeitou, no fundo eu não tinha razão pra temer uma traição, ainda que tivesse concordado com aquela história maluca de outro cara engravidar ela. Aliás, eu ia cancelar tudo, daria um jeito, juntaria dinheiro parau uma inseminação artificial, sei lá. Me convenci que no limite eles estariam conversando e combinando os detalhes do plano. Abri a porta do quarto.
Bem na minha cara, na entrada do quarto, a bermuda e a cueca do Gabriel no chão. Lara estava nua, ajoelhada e com os braços apoiados em nossa cama. Na frente dela, aquele moleque atrevido. Desgraçado. A nossa genética era muito diferente mesmo. Ele era forte demais pra um garoto de 18 anos. E bem dotado demais também. Não pelo tamanho, já que eu também tinha bons centímetros; mas o calibre dele era maior, e a potência da ereção, humilhante. Principalmente pra um broxa como eu. Lara estava alisando com uma mão o mastro grosso do garoto. Era visível que aquela piroca estava tão dura que devia estar até doendo. A cabeça era bem diferente da minha, era grande e larga, enquanto a minha seguia a grossura do resto do pau. Gabriel olhou pra mim com um sorrisão safado no rosto.
- Porra tio. Essa boquinha de veludo ia fazer sucesso lá onde eu moro.
Lara me olhou com um pouco de arrependimento, mas logo começou a provar do sabor daquela pica. A cabeça era grande, mas ela conseguiu engolir inteira. Tinha experiência por gostar de me chupar. Continuou trabalhando aquela rola até pouco mais da metade, enquanto Gabriel gemia ofegante.
- Caralho putinha. As mina lá da rua não conseguem nem engolir a cabeça. Caralho que gargantinha quente!
Fiquei vermelho. Estava com raiva. Era minha noiva, ele estava chamando ela de putinha. Quem ele pensava que era? Mas eu sabia que não podia fazer nada. Pelo amor de Deus, o braço dele era do tamanho da minha cabeça. Me limitei a olhar os dois. Me perguntei do porquê do barulho que ouvi antes. Descobri em seguida: Lara se posicionou na beira da cama, de forma que Gabriel ficava por cima dela e socava o pau na boquinha dela. Violentamente. Ela engasgava naquele pau.
Resolvi me posicionar, achei que tinha esse direito. Tentei falar na linguagem jovem do Gabriel.
- Porra mano, eu fecho um esquema contigo na moral e você me faz uma merda dessa? Achei que tu era homem, que tinha palavra cara!
Gabriel me olhou com uma cara de desprezo enquanto socava a rola na boca de Lara.
- Também achava que você era homem pra engravidar sua noiva! Mas não, foi lá na 'perifa' atrás do novinho aqui pra fazer o serviço! Saquei naquele dia que tu era corno, tio. Mas não ia fazer nada não, essa putinha aqui que veio apalpar meu pirocão assim que tu saiu!
Eu olhei para Lara, um tanto surpreso. Parecia que aquela confiança que eu tinha nela não era muito genuína. E ela me confirmou. Parou de chupar o pau do Gabriel, que estava reluzente até a metade, até onde ela tinha conseguido engolir.
- Amor. Vamos falar sério. Nós lemos que o método da seringa não funciona tão bem. O esperma estraga no plástico, esquenta. Não vai tão fundo. Eu não tinha pensado em dar pro Gabriel, não arquitetei, mas senti um tesão incontrolável por ele porque ele é... reprodutor. Você sabe que vou engravidar dele com certeza e não vai demorar. Então, se me ama mesmo, e... saiba que eu te amo, me deixa fazer isso aqui.
Pensei em tudo e como esse tudo já estava perdido. Eu podia não me casar mais, mas o que Lara tinha dito... Eu a amava mesmo. Que droga, sempre critiquei quem se submetia a tudo por alguém. Mas ali estava eu... inacreditável. Minha noiva falando naturalmente que queria engravidar de um moleque pauzudo, forte, viril... o verdadeiro macho alfa. Porra, era demais, era demais... saí de mim por uns minutos. Ouvi Gabriel dizer a Lara que eu tava pirando e que era melhor continuar, me ignorar.
Andei um pouco pelo quarto, ouvindo o barulho da cama e os gemidos dos dois. Ela estava se deliciando com aquele pau. E eu pirando. Por fim encostei numa parede e me sentei. Com toda a consternação, só pude proferir um
- Façam o que quiserem! Já fudeu tudo mesmo...
Foi talvez um sinal verde. Gabriel levantou Lara do chão, como se fosse de papel. Os braços musculosos eram humilhantes, eu tinha feito academia por anos quando éramos jovens... E ele novo daquele jeito já era bem maior que eu jamais fui. Agora, então... meu corpo era molenga e caminhava para uma obesidade. Gabriel era todo definido.
Ele se posicionou sobre Lara. Sua buceta estava brilhando, ela estava incrivelmente molhada. Ela adorava sexo, e nunca pôde ter a dose que merecia, com meu pau broxa. Agora Gabriel pincelava a cabeça do seu pau naquela xaninha.
Pensei que os dois fossem ficar me humilhando (verbalmente), demorando pra fazer as coisas. Mas acho que simplesmente me ignoraram. Gabriel começou a meter. Ele sabia como. Em menos de um minuto já tinha atolado aquele pau em Lara. A cara dela era intensa. Eu tinha 18 cm, Gabriel devia ter uns 20, 21... Mas, como comentei, era mais grosso. O que não surpreendentemente, fez Lara gozar em menos de 5 minutos com ele bombando. Ela já devia estar em êxtase desde a chupada.
A cama agora fazia o que eu tinha imaginado ao chegar em casa. Batia na parede a cada estocada daquele moleque em minha noiva. Rangia, decretava a minha cornice para o mundo. Gabriel parecia um touro reprodutor sobre Lara, um fôlego característico da idade - que eu nunca realmente tive.
Isso durou mais ou menos uma hora e meia. Eles transavam em muitas posições. O vigor de Gabriel era absolutamente humilhante. Talvez o mais humilhante daquilo tudo. Seu pau continuava latejando desde que começaram. Lara cavalgava nele, e tinha já tido uns quatro ou cinco orgasmos. Eu pensava comigo, "que bom. Orgasmos ajudam a engravidar". Mas não tinha visto ou percebido Gabriel gozar.
O saco dele era de tamanho normal, mas durante a foda, de alguma forma, suas bolas pareciam maiores, inchadas, como se não coubessem mais naquele saco. Ou eu não tinha olhado direito. Sei lá. Sei que continuaram e uma certeza minha era de que Lara não seria a mesma. Não tinha como. Era uma foda que muda a vida dali em diante, ela estava recebendo sexo de um homem de verdade. Estava sendo fodida. Arregaçada, estava gozando como uma cadela. Ela nunca esqueceria aquela noite. Oras, eu também não!
Gabriel montou sobre ela, que estava de quatro na cama, com a bunda empinada. Com o tamanho daquele pau, ele conseguia fodê-la tranquilamente. Seu linguajar era bastante chulo, mas estava ficando pior. A cama rangia forte. Entre todos os palavrões e insultos que ele falava, distingui o que mais aguardava ouvir naquela noite:
- Hora de te encher de porra quente, putinha. Quer meu filho, quer? Fala! Vadia! (gemendo) Cadela!
Lara confirmou que queria seu filho. Seu esperma. Ela implorava pra ele engravidar ela ali, na nossa cama, na minha frente. Já não era muita humilhação aquilo acontecer, ainda estava acontecendo no nosso quarto! Assisti a foda inteira sem me chocar muito, na medida do possível. Gabriel parecia um ator pornô, fazia de tudo com Lara. Mas o último movimento, de alguma forma, foi mais chocante. O moleque se aproveitou da posição e começou a pisar no rosto de Lara.
A cena era perversa. Eu não estava excitado, estava chocado com a visão do rostinho da minha noiva, o rostinho que eu iria olhar dentro de um mês em nosso casamento, sendo amassado pelo pezão daquele moleque. Ela tentava lamber a sola dele com a língua, numa total demonstração de submissão. O pé de Gabriel era grande o suficiente para cobrir todo o rosto de Lara. Tudo naquele moleque era grande. Desgraçado.
Foi demais pra ele. Soltou um berro, enfiou seus 21 cm até o talo em Lara e gemeu alto, repetidamente. Estava feito. Aliás, demorou um pouco: uns 30 segundos. Eu vi de relance suas bolas se contraindo, deviam estar se aliviando enquanto ele despejava aquele monte de sêmen viril no útero da minha noiva. Ao receber o esperma de seu macho, Lara teve um último orgasmo, mais leve, mas perceptível. Ele ficou mais alguns minutos com o pau dentro dela, pra evitar que vazasse. Estavam suados e sexualmente satisfeitos, depois de quase duas horas de sexo. O cheiro no quarto era insuportável, cheirava a suor, porra, tudo junto.
E eu ali. Lara lembrou que tinha que botar as pernas pro ar. Gabriel me mandou buscar uma cerveja - e ficou rindo, conversando sobre aquela sessão de foda com minha noiva. Os dois conversavam como se fossem velhos amantes. Lara alisava os músculos suados do garoto enquanto falava.
O desfecho foi tão clínico quanto eu imaginei que fosse ser o plano inteiro. Eu trouxe a cerveja. Ele bebeu. Levantou da cama, com o pau meia bomba; ainda era enorme, intimidante. Vestiu a cueca, a bermuda e o tênis. Me perguntou onde era o hotel e pegou as chaves do meu carro. Ele se achava dono de alguma coisa??? Bah. Tinha acabado de engravidar minha noiva na minha frente. O que era pegar o carro? Foi embora.
Eu e Lara não nos falamos. Ela dormiu daquele jeito mesmo, nos lençóis com o cheiro do sexo que tinha acabado de fazer com aquele moleque. Não me surpreendi quando, no dia seguinte, lá estava a cama rangendo de novo. Foi assim todos os dias daquela semana. Lara recebeu inúmeras cargas de esperma de Gabriel. A produção dele era realmente farta. Em todos os dias, ele me tratava como um lixo. Me mandava cheirar as solas dos seus pés enquanto Lara cavalgava nele. Eu não o fazia, e ao final da transa, ele me prensava contra a parede, como um tipo de punição. No último dia do período fértil o obedeci, o que rendeu boas risadas aos dois, enquanto seu sentia o cheiro dos pés de um moleque que estava comendo minha noiva. Ah, isso é meio surreal... Mas era assim. Eu já estava exclusivamente servindo os dois.
Na véspera do nosso casamento, Lara me disse que estava atrasada. Provavelmente grávida. Gabriel compareceu à cerimônia. Na nossa lua de mel, foi a primeira vez que fiz sexo com Lara desde que tudo aconteceu. Ela estava mais 'normal', se é que se pode dizer isso. Graças a uns bons dois comprimidos azuis, consegui metade do desempenho sexual natural de Gabriel. Me senti um vencedor.
Mais dois meses e anunciamos a gravidez de Lara ao mundo. Era oficial. O quarto filho daquele moleque estava crescendo no ventre da minha agora esposa.
Era menino. Lara completou seu desejo de ser mãe, e em homenagem ao pai, deu o nome de Gabriel ao filho. Para que eu sempre lembre.
Bielzinho, como ficou conhecido, já tem 14 anos, como comentei na primeira parte deste conto. Com os hormônios em ebulição, está começando a desenvolver um corpo parecido com o de seu pai. Naquelas partes, não preciso dizer que já são bem parecidos: Bielzinho é avantajado desde pequeno. Até os médicos já perceberam.
Nosso casamento... nunca mais passou por algo tão intenso. Apesar das minhas impressões, parecia ter seguido em frente. Será mesmo?

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