segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

CONTO - MEU MARIDO E SUA SECRETÁRIA - O PRAZER DE SER CORNA

Meu marido e sua secretária (corna)

Bom, antes de tudo, como todo conto os nomes serão fictícios. Este é meu primeiro conto e espero que consiga expressar da melhor maneira possível. O conto é real e já adianto que será grande, bem detalhado.
Meu nome é Julia, tenho hoje 32 anos mas o que vou contar aqui aconteceu 3 anos atrás quando eu tinha 29.
Sou ruiva, cabelos lisos, 1,74 de altura, olhos castanhos, malho desde cedo e sim, sou bonita e gostosa. Nunca fui modelo mas já fiz algumas propagandas aqui na minha cidade local como comerciais anúncios para algumas lojas.
Meu marido, Douglas têm a mesma idade que eu, malha também, têm olhos castanhos, um pouco mais alto do que eu e diria que ele é o típico homem comum. Bonito, mas nada de mais.
Sempre fui muito confiante pois sou atraente vaidosa e me cuido para isso por tanto nunca fui ciumenta acreditando que seria difícil ter concorrência e mais difícil ainda meu marido conseguir alguma garota mais atraente.
Certa vez, fui levar um relatório para meu marido na empresa onde ele trabalha. Nunca fui lá mas como era algo importante que ele esqueceu dei uma escapadinha do meu serviço para levar para ele. Logo na entrada uma recepcionista me indicou a sala dele e lá fui entregar o relatório. Quando chego a sala dele eis que me deparo com ele sentando em uma poltrona e uma loira de cabelos compridos, olhos claros, malhada, muito atraente em pé encostada na sua mesa de frente pra ele bem descontraída em um papo qual atrapalhei quando cheguei. Rapidamente ela saiu, me deu apenas um leve sorriso tímido. Entreguei o relatório pra ele e sai já que tinha horário pra voltar.
Na saída, pergunte sobre a loira pra recepcionista e ela me disse que era uma secretária novata, seu nome é Michele e ela disseque ela estava mexendo com a cabeça dos homens na empresa. Até meio enciumada disse que o Douglas era casado (ela não sabia que eu era esposa) e que era falta de respeito ela ficar na sala dele de papinho (argumento sem sentido né?) e a moça da recepção me fez um comentário que mexeu com minha cabeça: casado ou não, que homem iria desperdiçar uma loira dessa? Até sua esposa (no caso eu) deveria liberar o maridão pois quando que um homem teria chance de comer uma loira daquelas? Ok, fui embora com raiva mesmo sem certeza de nada pois só vi os dois conversando bem a vontade.
A noite depois do serviço, mesmo enciumada pela primeira vez transamos gostoso. Durante a transa a frase da recepcionista não saia da minha cabeça e imaginei Douglas com Michele transando. Para minha surpresa gozei gostoso imaginando a situação e Douglas me comeu gostoso terminando com uma farta gozada na boca. Depois da transa conversei com ele sobre a loira e insistindo ele disse que ela dava em cima dele mas que nada aconteceu.
Tempo se passou e teve uma festa de fim de ano da empresa, em uma chácara muito grande e foi a primeira festa realizada pela empresa. Fui com Douglas, estava um clima gostoso, tinha uma mini discoteca com boa música e muita bebida. Logo chega Michele, muito sexy e atraente com todos olhares voltados a ela com um vestido preto e curto. Vi que ela ficava sem graça comigo por perto mas em um momento, quando ele timidamente conversava com Douglas a sós cheguei e me apresentei de forma bem extrovertida deixando ela a vontade e a chamei para sentar conosco. Papo vai papo vêm Douglas me chama para dançar e prontamente eu recuso com a desculpa que estou cansada e dou um empurrãozinho na Michele para iro no meu lugar. Ela ficou constrangida mas topou e foi ao banheiro antes. Nesse momento dei um beijo no Douglas e disse pra ela aproveitar. Ele me olhou surpreso mas não deixei ele falar nada e repeti para ele aproveitar já que ela claramente estava a fim dele. Nisso ela chegou e foram dançar. Era um ambiente fechado e bem escuro e sem os dois perceber fui atrás espiar. Logo, mais precisamente na segunda música vejo os dois aos beijos e Douglas com a mão por baixo do vestido dela. Mas o clima foi cortado com as luzes acessas com um intervalo para o DJ. Rapidamente voltei sem eles perceber para a mesa onde estávamos. Voltaram como se nada tivesse acontecido e fomos embora e convidei Michele para ira a nossa casa tomar um vinho conosco. Ela relutou no início mas acabou topando. Douglas quieto só observava e concordava. Em casa batendo papo descontraído eis que me virou para Michele e pergunto: a festa estava boa né? Dançaram bastante? Timidamente ela disse que sim. Concordei dizendo que pra ela deveria ter sido bom já que boa parte ela ficou aos beijos com Douglas. Ela e Douglas também ficaram sem ação e muito constrangidos sem nada falar. Quebrei o clima ruim e disse para irmos ao quarto e mesmo sem saber o que fazer ela concordou.
Já no quarto disse para eles continuarem que no clima que eles estavam não podia parar na metade mas que tinha uma condição: eu iria filmar pra guardar de recordação. Espantados (Douglas nem tanto já que imaginava que algo iria acontecer) ela apenas balançou a cabeça concordando. Logo peguei a câmera e comecei a filmar os dois que estavam bem tímidos ainda. Sentei na poltrona e deixei os dois na cama e logo o tesão começou a falar mais alto.
Logo os dois já estavam semi nus com Douglas chupando os peitos dela. Estavam totalmente entregues e nem lembravam que eu estava ali com a câmera. Logo ela tirou a cueca dele e começou o boquete. Parecia que o pau de Douglas iria explodir de tão duro que estava. Não aguentei e comecei a me tocar vendo aquilo tudo mas nunca esquecendo de filmar.
Michele lambia o pau dele e chupava com vontade. Logo ela ficou de quatro e Douglas meteu sem dó (de camisinha claro) e ela gemia igual uma puta. As batidas das bolas do Douglas eram frenéticas e logo ele pegou ela pelos cabelos e montou e mais em seguida deitou para ela cavalgar. Ela pulava gostoso e nunca vi o Douglas tão enérgico como desta vez. Ele ainda com uma pontinha de maldade (ou não) a colocou em pé, de frente pra mim, com os dois braços dela apoiados na poltrona onde eu estava e a fodeu forte por trás e os dois transavam como se eu nem estivesse ali. Cansados, eu filmando tocando uma gozando gostoso vendo aquilo ela se ajoelhou de frente pra mim e ele gozou muito na boca e no rostinho lindo dela. Ela chupou mais um pouco o pau todo gozado e me olhou pela primeira vez durante a transa com olhar que dava a entender que ela pensava: corna, seu marido me comeu na sua frente como nunca fez com você. Gozamos os três, eles tomaram um banho e Douglas a levou embora pois cedo ela tinha que viajar.
No outro dia na empresa Douglas teve a notícia de que ela foi transferida e por isso ela tinha que viajar no outro dia. Nunca mais ouvimos falar dela mas a gravação está aqui e sempre assisto até durante as transas minha e do Douglas. Jamais imaginei que ser corna daria um prazer que nunca imaginei de tão bom e espero repetir a dose o quanto antes.
Bom, este foi o conto e espero que tenham gostado.

CONTO - DEIXEI LEVAR E FUI CORNA

Antes de começar vou a descrever eu e meu marido. Modéstia a parte somos bonitos. Conheci Bruno na academia onde frequento. Meu nome é Kelly e não preciso dizer que são nomes trocados para nos preservar né? Malho lá a muito tempo no turno de manhã e por causa do serviço mudei para o turno da noite onde conheci Bruno. Sou loira gostosa, de franjinha que é meu charme, pego sempre um bronze na praia pra deixar marquinha e enlouquecer os homens. Bruno é sarado, barriga de tanquinho e chama atenção das mulheres. Nos conhecemos, começamos a namorar ficamos noivos e logo casamos. O conto acontece exatamente quando éramos noivos e estávamos prestes a nos casar. Do namoro ao casamento foram três anos. Não enrolamos muitos e casamos novinhos, eu com 27 e ele 29.
Sempre fui safada, gosto de dar e provocar tanto que na quarta vez que sai com Bruno já transamos. Nosso sexo sempre foi quente, gostamos de assistir filmes pornô juntos e trepar gostoso. Adoro provocar e mesmo sendo extremamente fiel a Bruno sempre que posso dou uma provocadinha nos homens.
Certa vez, Bruno não foi a academia por cansaço do trabalho e eu fui sozinha. La enturmei com algumas amigas e saímos pra tomar um suco depois da academia já que era uma noite agradável. Alguns homens mexia com a gente na rua, ainda mais todas nós de suplex e eu de fio dental preto sendo que minha calça era branca já pra chamar atenção mesmo. Após todas irem embora fiquei com Paula batendo papo na porta de minha casa. Paula havia me dado carona e antes de ir embora ficamos conversando sobre algumas bobeiras do dia a dia e sobre sexo. Nessa conversa Paula perguntou qual minha fantasia, fetiche e eu respondi nenhuma pois fazia de tudo com meu marido. Perguntei a dela e ela ficou quieta e disse meio sem graça que era pra ficar entre nós. Eu e ela éramos amigas a um bom tempo e uma confiava na outra. Ela disse que gosta de ser corna, ver o marido dela com outras e inclusive procura garotas para o marido dela. Fiquei pasma, paralisada e chocada. E não parou ai, ela mostrou no celular dela vários vídeos dela filmando o marido dela com outras. Fiquei surpresa e ela percebeu meu estado. Logo Bruno me ligou me chamando para entrar. Despedi dela sem falar muito sobre o assunto e fui pra casa.
Em casa foi tudo normal, fiz meus afazeres e dei uma bela trepada antes de dormir. Depois do sexo fiquei meio avoada e Bruno percebeu. Perguntou se tinha acontecido algo e eu disse que não mas aproveitando a deixa perguntei se ele tinha alguma fantasia e ele disse que não pois o nosso sexo era muito bom e quente.
No outro dia era sábado e não fui trabalhar. Bruno trabalhava até o meio dia então fiquei só na parte da manhã e aproveitei para ler alguns contos eróticos. Eu e Bruno olhávamos alguns contos mas nunca prestávamos tanta atenção e nem dávamos muita importância a isso. Pesquisei bastante sobre o assunto já que Paula me deixou no mínimo intrigada. A maioria dos contos eram sobre maridos que curtem ver suas esposa foder com outros caras e não achei nada que julgava ser interessante. Depois do almoço já com Bruno em casa liguei para Paula pra nos encontrarmos. Ela topou e saímos pra conversar mas tinha pouco tempo. Logo de cara já fui perguntando sobre a fantasia dela e queria saber mais sobre o assunto. Paula percebeu meu interesse e disse que normalmente homens assumem mais o interesse em ver suas esposas com outros mas as mulheres também curtem só que têm medo de assumir. Ela disse que com ela foi difícil assumir isso mas que depois que aconteceu o sexo dela melhorou muito. É um misto de prazer com ciúmes inexplicável. Logo ela teve que sair e eu voltei pra casa. Em casa transei com Bruno e durante a transa me peguei sem querer pensando nele e uma ex namorada dele que mora no exterior. Foi esquisito, estranho mas bom. Acho que eu estava começando a gostar e querer assumir que estava mais do que interessada nisso. E pensar que começou com uma simples conversa. O tempo foi passando e Paula tentando me convencer a realizar mas eu lutava contra mim mesma dizendo que não queria isso só que Paula já tinha sacado que eu estava interessada e eu estava e muito.
Mais um tempo se passou e eu tomei coragem e contei para Bruno. Ele ficou surpreso e disse a ele que queria vê-lo com outra mas se eu não gostasse que parasse ali. Ele meio que não quis, tinha medo que isso atrapalhasse nossa relação mas acabou concordando. Bobo ele não é. O problema era como conseguir isso. Novamente liguei para Paul para pedir conselhos. Ela não ajudou muito, disse que eu saberia a hora certa e quando, só tinha que dar mais espaço para o Bruno e o primeiro passo era assumir que eu estava a fim e que ela estava muito feliz om minha decisão.
Certa noite, na academia, fiquei até mais tarde com Bruno. Duas vezes na semana ele ficava até mais tarde e eu voltava sozinha. Enquanto ele malhava eu fiquei na parte de cima da academia na esteira quando reparo uma morena bronzeada, de cabelos lisos até altura do ombro com sorriso muito atraente, shortinho típico de academia com coxas torneadas e bumbum empinado se aproximando do Bruno. Ela era gata e gostosa mas eu não ficava atrás em termos de comparação. Seu nome era Érica e ela malhava no período da noite também mas nunca se aproximou da gente ou aproximava do Bruno quando ele ficava até mais tarde. Deixei ele conversarem e tudo foi normal e fomos embora.
Conversei com Bruno sobre ela e ele disse que era uma piriguete que gostava de homens comprometidos. Ele disse que nunca me contou para eu não ficar enciumada mas que nunca aconteceu nada e que só me contou agora pelo fato do meu novo fetiche. Perguntei o que ele achava dela e pedi sinceridade e ele respondeu que ela era muito gostosa e atraente e gostava de provocar com roupas curtas e marquinhas igual eu.
Bom, já tinha um alvo: Érica. Bastava executar o plano. No fim de semana chamei Bruno para um barzinho meio diferente. Não era casa de swing mas parecia. Era bem discreto e cada cômodo era fechado com uma mesa central, telefone para fazer pedidos e um sofá para quatro pessoas e na porta que era um grande aberto uma cortina de seda impedia que as pessoas vissem lá dentro. Na verdade tinha um clima mais romântico para casaizinhos apaixonados mas meus planos eram outros.
Lá pedi para Bruno ligar para periguete. A essa altura já tinha combinado tudo com ele e tinha dito para ele pegar o número dela. Logo ele chega de mina saia típica perigueta mas fez uma cara de espanto ao me ver. Deve ter pensado que Bruno estava sozinho. Sentou e me fitou disfarçadamente e viu que eu também estava bem atraente. Não quero que ela pense que serei corna por ser feia ou não ser vaidosa. Quero que ela saiba a gata que sou para ela ralar pra conquistar Bruno. Bom, ela ficou com cara de insatisfeita e espantada com o local que era mais reservado e deveria se perguntar por que ele ligou para ela ir lá e ficar de vela. Conversamos pouco, me apresentei a ela e não demorei muito a dar uma direta nela. Disse na lata que sabia que ela dava em cima de Bruno e meu desejo de velo com outra. Sem rodeios perguntei o que ela achava disso tudo. Ele me surpreendeu concordando sem pensar e apenas perguntou se tinha alguma regra se era proibido beijar ou algo assim. Disse que podia tudo mas apenas uma vez e que não queria envolvimento. Disse que depois disso o Bruno iria mudar o horário da academia também. Ela achou justo e disse que eles poderiam começar ali se quisessem e que terminariam em casa. Nesse momento já sabia que seria um grande passo e que eu poderia me arrepender. Estava trêmula, ansiosa e o fato dela concordar assim sem questionar nem nada me espantava um pouco. Meu coração estava acelerado e parecia que eu era uma garotinha inexperiente. Logo ela começou a beijá-lo e acariciar seu pau pela calça. Engraçado é que ela não fez cerimônia em momento algum e agiu com a maior naturalidade. Bruno estava com a mão nas pernas dela e o beijo era de tirar o fôlego e logo nesse momento pensei em parar tudo e desistir. Bateu um arrependimento mas não tive coragem de parar. Não queria ser covarde e aguentei. Logo Bruno tirou seu pau pelo zíper da calça e ela começou a chupar e foi ai que o tesão chegou. Sentei do lado do Bruno e o beijei gostoso, acho que o melhor beijo da minha vida enquanto ela chupava seu pau. Ela parou pois por mais que o bar era reservado ainda sim era um ambiente público e fomos para o caro para terminar em casa.
Em casa mal abri a porta e os dois já se atracaram aos beijos, Bruno com a mão na bunda dela com os dedinhos por baixo da sua calcinha minúscula e ela tirando seu pau pra fora. Ela ajoelhou e começou um boquete, chupava mas chupava com gosto e eu em pé só olhando. Bruno a chamou para o quarto e ela disse para ele ir na frente sozinho, tirar toda roupa e ficar deitado na cama esperando. Nesse momento fiquei a sós com ela na sala, ela se virou para mim e disse: vou realizar com maior prazer sua vontade de ser corna e me deu um beijo para minha surpresa e foi para o quarto seguida por mim. Nunca beijei uma garota antes e naquele momento, naquela situação nem sabia o que pensar. No quarto ela tirou a roupa e começou a chupa-lo nesse momento tirei minha roupa também e peguei um vibrador que comprei em uma feira erótica que fui com Bruno um ano atrás. Érica sentou no pau dele e pulou, pulou gostoso gemendo enquanto ele a puxava para chupar seus seios. Depois da cavalgada eles se beijaram e ela ficou de quatro. Eles foderam gostoso e eu com meu consolo só olhando e me deliciando. Ele a puxava pelos cabelos e a beijava. Depois ela se deitou com ele por cima dela metendo e a beijando. Olhando isso tudo nessa altura do campeonato reparei como os dois eram lindos daquele jeito. Pareciam feitos um para o outro. Meu homem fazendo amor com uma garota na minha frete e com minha permissão. Jamais imaginei isso. Nesse momento ele estava quase no limite e eis que Érica me chama foder. Fode um pouquinho ela disse mas só um pouquinho pra não ficar na vontade. Deitei na cama e me posicionei de quatro e Bruno me fodeu. Érica estava no meu lugar agora me assistindo. Foi uma inversão e ela tocava uma com seus dedos pra não sair do clima. Quem sabe quando eu arrumar um marido eu não deixo ele foder com outra na minha frente disse ela olhando Bruno me comer. Bruno metia gostoso e me perguntou baixinho no meu ouvido se eu estava gostando. Respondi que estava melhor do que eu pensava. Não durou muito minha foda, acho que ela não se aguentou e voltou para seu posto e pediu para Bruno que ela queria sentar novamente no seu pau. Posicionou e sentou e meteu mais um pouco olhando pra mim desta vez com cara de agradecimento. Bruno pediu para deixar ele sentar na beirada da cama. Assim que ele sentou ela abaixou e começou a chupar até que Bruno levantou e anunciou que estava quase lá. Nesse momento, Érica me estendeu a mão e me chamou para chupar. Foi gotoso dividir o pau do meu marido com outra gata e cada uma chupava de um lado. Bruno pediu para Érica colocar a língua pra fora e gozou bastante no rosto e na boca dela e se deitou exausto na cama. Nisso, Érica toda gozada me beijou de língua. Nem me importava de me atracar aos beijos com ela pois estava muito bom. O melhor beijo da minha vida? Foi quando Érica chupava o pau dele no barzinho e eu o beijava. O segundo melhor beijo? Quando Érica toda gozada me beijou apaixonadamente.
Descansamos e tomamos banho os três. Érica se despediu depois de se trocar, deu um beijo no Bruno e eu a acompanhei até a porta. Na sala a sós antes de abrir a porta e dei um aviso a ela. Disse que tinha deixado uma filmadora escondida no quarto e tinha filmado tudo e caso ela contasse para alguém eu mandaria o vídeo para todo mundo que ela conhecesse. Disse que editaria o vídeo e deixaria apenas as partes em que ela aparece e que caso ela fique em silêncio, nada acontecia e que nós manteríamos bons momentos na memória. Ela espantou e disse que não tinha intenção de contar para ninguém. Disse a ela que ok. Puxei ela pela cintura e dei um beijo de língua que foi prontamente correspondido. Ela foi embora e eu me voltei para meu marido. Disse ele da história da filmadora e que inventei isso apenas para ela não contar para ninguém. Hoje me arrependo de ter apenas inventado essa história da filmadora pois eu realmente deveria ter filmado para ver depois. Bruno me perguntou o que eu achei de ser corna, se eu tinha ficado satisfeita e lembro que respondi assim: corna não, corna mansa pois eu pedi. No outro dia liguei pra Paula e marcamos um encontro, agradeci a ela pois graças a ela tive o melhor momento sexual da minha vida. Ela sorriu e disse que estava feliz por mim. Marcamos de arrumar duas gatas, uma para meu marido e uma para o marido dela e fazermos um encontro duplo para assistirmos nossos maridões foderem outras gatas pra gente mas isso infelizmente nunca aconteceu.
Esse conto acaba aqui e além de real foi bem mirabolante e trabalhoso. É difícil assumir isso, ver seu marido com outra e mais difícil ainda arranjar uma gata que tope mas o esforço valeu a pena e como valeu. Não sou muito boa com contos e espero que não tenha deixado muito confuso e espero também que tenham gostado. Quem sabe se e Bruno realizarmos esse fetiche maravilhoso eu descrevo novamente.
Beijinhos.

CONTO - O DIA EM QUE VIREI CORNA MANSA - CONTINUAÇÃO

Bem, dada a recepção positiva do meu primeiro relato, vou tentar prosseguir com a minha história, de meu marido Cesar e de suas amantes. Antes queria esclarecer que todos os acontecimentos narrados aqui são verídicos (ainda que uma ou outra circunstância tenha sido adaptada), apenas o nome dos personagens foi trocado por razões óbvias, e o nome da cidade onde moramos não será revelado, basta saber que é uma capital do Nordeste. Os fatos são bastante recentes, a cena narrada em “O dia em que me tornei corna mansa” ocorreu em meados do ano passado, por exemplo, então vai chegar um ponto em que relatarei mais ou menos em tempo real. Agradeço os comentários e elogios, mas queria deixar claro que não tenho nenhuma intenção de “dar o troco” ou chifrar meu marido. Pelo contrário, saber de suas aventuras só aumenta meu amor e meu tesão por ele, que vem dado conta de minhas necessidades com folga... Ter a certeza que meu macho pula a cerca e é homem dentro e fora de casa foi o maior afrodisíaco nesses 15 anos de casamento. Minha tara é saber com detalhes o que ele apronta com as outras na rua, e quando trepamos é isso que imagino para conseguir um prazer ainda maior. Não tenho (pelo menos até aqui) interesse em participar, até porque não sinto desejo nenhum por mulher, mas a minha teoria é que existe muito mais buceta do que pau no mundo. Boa parte dos paus, para complicar a vida das mulheres, prefere brincar com outros paus (nada contra a opção de cada um, mas limita as possibilidades). Ainda há os que não tem lá muita competência para satisfazer uma mulher, e acaba assim que os machos de verdade são em número muito menor do que as fêmeas necessitadas. Então, se eu pudesse dar um conselho às mulheres, seria que deixem seus homens à vontade para darem suas escapadas, desde que não negligenciem o dever de casa. A variação do cardápio geralmente deixa um homem bem mais interessante na cama...
Isso posto, depois do ocorrido entre Cesar e Jessica não consegui pensar em outra coisa que não meu marido fodendo outra. Foram umas duas ou três semanas de angústia até que minha sócia percebeu que eu estava escondendo algo. Vou fazer um parêntese para falar um pouco sobre Fernanda. Ela é minha melhor amiga, nos conhecemos desde a infância, quando moramos um bom tempo na mesma rua. É só um ano mais nova que eu, mas fisicamente é minha antítese: enquanto sou morena clara de cabelos escuros, tipo mignon, ela é o que se convencionou chamar de mulherão. Loira natural, olhos verdes, mais alta, rabuda, coxas roliças, peitos grandes aumentados à custa de silicone. Seria quase gordinha, mas uma lipo feita há dois anos a deixou com corpo estilo violão. Quando põe um dos saltos muito altos que costuma usar, vira uns bons 1,75 m de estrógeno ambulante. Nós fizemos faculdade juntas, seguimos vidas paralelas, mas ao casar eu fiz uma ótima escolha, e ela, péssima. O marido era um vagabundo, não queria saber de trabalho, e logo estava escorado em casa sustentado por minha amiga, que além de tudo é muito trabalhadora. Tiveram um filho que é da idade da minha filha mais nova, dez anos. Mas após o filho, o casamento acabou, Fernanda finalmente enxergou que aquela relação não era para ela, já que ele a negligenciava e humilhava frequentemente, chamando-a de “gorda” e outros elogios do mesmo quilate. Nessa época já éramos sócias na loja, e confidentes uma da outra. A lipo e o silicone fui eu quem ajudei a pagar, graças também em parte aos amigos médicos de Cesar, como projeto de reconstrução da auto-estima da minha amiga. Que funcionou, pois há dois anos Fernanda estava livre daquele traste, feliz, independente e radiante. Não tinha tido nenhum namorado nesse período, entretanto, apenas uns ficantes de passagem. Era muito paquerada e cantada, mas dizia estar melhor assim: não queria outro homem atrapalhando sua vida.
Quando ela percebeu que eu estava misteriosa, me chamou uma sexta-feira para tomar um suco e me abordou sem meias palavras. Eu também, sabendo instintivamente que podia confiar na amiga, contei tudo em detalhes, a cena que presenciei, mas, principalmente, a minha excitação, deixando claro que não estava em crise no casamento, ao contrário. Apenas queria saber como conciliar aquele desejo totalmente diferente com a vida “respeitável” de mãe, empresária, mulher de médico, etc. Então ela fez um comentário que me acendeu uma ideia. Disse, de brincadeira, que se eu gostava tanto de ver meu macho pegando outras, podia me tornar cafetina que ia ganhar ainda mais dinheiro do que com a loja, dada a notória escassez de homem no mercado. Eu, meio sem pensar, disse a ela que se ela fosse a primeira cliente, não precisaria pagar. Ela corou, ficou sem jeito, e disse que preferia mudar de assunto para não perder a amiga, mas argumentei que não ia perder, só íamos fortalecer mais ainda nossa amizade ao dividirmos algo tão íntimo. Conversa vai, conversa vem, deu a hora de irmos pegar os filhos na escola, e nos despedimos.
Na segunda-feira seguinte nos encontramos na loja e ela me perguntou se aquele papo era mesmo sério. Eu respondi: “Claro!”, e ela disse que topava por ver que aquilo me fazia realmente feliz e também porque estava necessitada, já que estava há uns bons meses sem foder com ninguém. Mas tinha uma condição. Ela queria que fosse uma única vez, para ninguém correr o risco de se envolver sentimentalmente e estragar meu casamento ou a nossa amizade. Concordei, até porque sei que isso é um sonho de consumo de qualquer homem casado: uma trepada sem compromisso em que a mulher não vai ficar depois enchendo o saco, mandando mensagem fora de hora ou fazendo de tudo para o cara largar a esposa e assumir a amante, coisa que, convenhamos, não acontece na vida real. Concordei, mas impus também a ela minhas três condições: primeiro, ela teria que dar a Cesar o que é de Cesar, ou seja, a bunda. Segundo, não poderia usar camisinha. Terceiro e principal, deveria me contar em todos os mínimos detalhes como foi logo após a transa. Ela parou um pouco, pensou e concordou. Me perguntou como seria isso e lhe disse que iria pensar, mas na verdade já tinha um plano. À noite, em casa, perguntei a Cesar se ele poderia dar um atestado médico para Fernanda poder renovar a matrícula da academia. Ele a conhecia, claro, ela costumava frequentar nossa casa e principalmente nossa piscina (onde eu já tinha percebido que meu marido olhava disfarçadamente para sua bundona dentro do biquíni, mas até aí tudo bem, a bunda era realmente impossível de não ser notada). Cesar, que é extremamente correto na profissão, respondeu: “Não posso dar um atestado sem ver a paciente, vai que acontece alguma coisa, ela tem um infarto na esteira, morre, a culpa é minha...” Eu respondi: “Mas ela está sem plano de saúde, coitada, como vai marcar consulta”? Ele: “Isso não tem problema, diga a ela que vá no meu consultório que eu a examino, e depois faço o atestado”. Pronto. Mordeu a isca. Passei as informações para minha amiga, e disse que dali pra frente era com ela. A partir daqui, vou relatar os fatos do jeito que Fernanda me contou, felizmente ela me obedeceu e não deixou escapar nenhum detalhe...
Dois dias depois, Fernanda estava sentada na sala de espera de Cesar no final da tarde, tinha marcado como a última paciente do dia, para ter mais tempo. Perfumada e depilada, usava um vestidinho curto para mostrar de propósito as coxas, calcinha fio dental socada na bunda, sem sutiã e com o maior salto que tinha no guarda-roupa. Da clínica, me mandou uma mensagem pelo whatsapp: “Amiga, sou a próxima. Tem certeza disso? Se quiser desitir ou estiver em dúvida, é só dizer que eu remarco agora”. Respondi: “Siga em frente” Ela: “A secretária dele tá me olhando aqui com cara de periguete que conhece outra. Acho que o Dr. Cesar pega ela também”. Eu: “Tomara!!”. Ela: “Louca!” Eu: “Brigada, amiga!! Boa foda com meu maridinho, não esqueça nosso combinado: cuzinho sim, camisinha não”. Nessa hora, foi chamada. Entrou na sala e cumprimentou Cesar com dois beijinhos, e começaram a conversar amenidades, que ela nunca mais tinha ido à nossa casa, que estava sem tempo, etc. Então Cesar passou às perguntas de praxe, se ela sentia alguma coisa ao fazer exercício. Ela respondeu que sentia uma dor bem no final da coluna ao fazer agachamento. Ele perguntou se podia examiná-la, ela respondeu “Claro!”, com sorriso malicioso. Foi para a maca e levantou o vestido justinho, mostrando a bunda e o fio-dental. Nesse momento ela percebeu o volume aumentando dentro da calça de Cesar e previu o que ia acontecer. Ele se aproximou, pediu para apontar onde doía e a vagabunda apontou para o reguinho. Ele apalpou, passou a mão pelas nádegas e correu o dedo até chegar pertinho do orifício, então pediu que ela tirasse a calcinha para examinar melhor. Ela obedeceu. Cesar mandou que ela deitasse de bruços na maca e colocou um travesseiro sob o quadril de modo que o rabo ficava empinado e mais à mostra. Ia apertando e perguntando “Aqui?” e ela respondendo “Não, mais para baixo”, até que o dedo chegou muito próximo ao botãozinho rosado da minha amiga. Ela deu um suspiro e entregou-se: “Aí mesmo, faz uma massagem nele por favor...” Cesar, sem luvas, pegou um gel para exames, passou na região e, com o frio, imediatamente as preguinhas se contraíram, pois o gel estava há várias horas no ar-condicionado do consultório. Ela riu e, daí pra frente, foi só sacanagem mesmo. Cesar massageou devagar o anelzinho, cada vez introduzindo um pouco mais o dedo, fazendo pressão de leve e relaxando a musculatura. Quando já enfiava um dedo e começou a botar o segundo, Fernanda pediu “Quero ver sua pica, Doutor. Quero ver se é tão gostosa quanto minha amiga fala”! Cesar não se fez de rogado, tirou as calças e libertou seu cacete para deleite da minha amiga. Só que a maca de exames era muito estreita, não acomodava os dois, assim foram ambos para o chão, no tapete do consultório onde meu marido trabalhava todos os dias. Ele deitou por baixo e ela veio por cima, em posição sessenta-e-nove, depois de tirar o vestido e liberar os peitões siliconados de bicos cor-de-rosa. Abocanhou a rola do meu marido e começou a mamar com disposição. Fernanda era muito boa no boquete, com sua bocona e lábios carnudos agasalhava a tora inteira e ia chupando até a base, depois voltava e passava a língua em volta da chapeleta. Então punhetava um pouco enquanto lambia as bolas, brincava com elas e retornava ao cacete rijo. Enquanto isso, meu macho tinha a visão magnífica daquela buceta e daquele cuzinho depilados, rosados e cheirosos a menos de um palmo do seu rosto. Chupava o grelo, passava a língua na xoxota, enfiava buceta adentro e deixava Fernanda encharcada, enquanto enfiava dois dedos no seu cuzinho, depois alternava: enfiava os dedos na bucetinha e lambia o buraquinho da minha amiga, o que provocava espasmos de tesão. Não ia demorar para os dois gozarem ali, então Fernanda saiu da posição, deu um beijo de língua em meu marido e disse: “Essa foi a melhor chupada que eu já ganhei na vida, mas agora quero que você soque esse caralho inteiro no meu rabo! Foi pra isso que eu vim aqui, não pra pegar porra de atestado! Foi pra ser enrabada feito sua puta, seu macho gostoso!!” Cesar, deliciado, botou-a de quatro apoiando os braços numa poltrona que havia ali, veio por trás e encaixou a rola naquela bunda branquinha. Quando ela sentiu a cabeça encostar no orifício anal, pediu, ou melhor, mandou: “Mete de uma vez! Vai com tudo!”. Cesar então empurrou a vara com firmeza, Fernanda sentiu cada preguinha de seu cu rosado ceder e a tora entrar de uma vez até o reto. Percebendo que ela gostava de putaria, ele começou e estocar forte e dizer: “Piranha! Sempre achei você com cara e corpo de puta, agora tenho certeza, já bati muita punheta enquanto você tomava banho de piscina lá em casa! Veio aqui só pra dar o rabo, não foi, vadia?”, e coisas do tipo que só deixavam minha amiga mais excitada. Ela tirou um dos braços do apoio da poltrona e deslizou para baixo, alcançou a xaninha e começou uma siririca enquanto levava na bunda. Não demorou e gozou longamente, enfiando a cara no assento da poltrona para seus gritos de prazer não serem ouvidos lá fora, e enquanto gozava sua buceta e seu cu se contraíam sucessivamente, abocanhando o mastro de Cesar, que não demorou e jorrou todo seu leite dentro da bunda da minha amiga de infância. Ele tirou o cacete e examinou o anelzinho, que de rosado no início agora estava bem vermelho e arrombado. Deitaram no chão um pouco e ficaram conversando umas putarias, ela dizendo que muito poucas vezes na vida tinha sido comida tão bem assim, ele dizendo que não sabia como um mulherão como ela tinha aguentado tanto tempo um inútil como o ex-marido, ela respondendo que ele era tão preguiçoso que nem de trepar gostava, preferia passar o dia vendo pornografia na internet e batendo punheta, e por aí vai, sempre a conversa em torno de sexo. Daí a um tempo, ela agarrou a ferramenta de Cesar e começou a punhetar, o bicho foi endurecendo rapidamente e quando já estava em ponto de bala de novo ela lambeu a cabecinha, abocanhou tudo, chupou um pouco mais até deixar bem babado e ele entendeu que era hora de comer a buceta de Fernanda. Levou-a para seu birô, afastou tudo e ela deitou em cima, levantou as pernas e pôs os pés nos ombros do meu homem. Nessa posição sua xana ficava totalmente arreganhada para receber o cacete duríssimo, mas antes Cesar pincelou a entrada da grutinha com a cabeça do pau, depois a esfregou no clitóris de Fernanda, o que a fez gemer baixinho: “Me fode! Faz comigo igual vc faz com Karynna, me enche de porra, me faz sua vagabunda, Cesar!” Ele foi entrando nela, mas dessa vez devagar, saboreando cada centímetro de pica que botava pra dentro daquela buceta apertada, de lábios gordinhos e sedenta de vara. Entrava e saía devagar, depois aumentou pouco a pouco a velocidade das estocadas, e quando enfiava ia dentro até o fundo, até sentir o útero na ponta do cacete. Quando sentiu que ela começou a estremecer o corpo, sinal de que ia gozar de novo, ele apressou o ritmo e chegou ao clímax praticamente junto com ela. Um rio de gala desaguou dentro da gruta da minha amiga, e só então eles perceberam que já havia se passado uma hora e só estavam eles três na clínica: eles dois e a secretária-periguete do lado de fora, que já, já ia desconfiar de algo. Fernanda se vestiu rapidamente, deu um beijo demorado em Cesar e saiu apressada.
Quando chegou a seu apartamento, eu já estava em seu quarto, o porteiro me conhecia há anos e me deixou subir, seu filho havia aberto a porta para mim. Fernanda chegou exausta, mas eu a fiz deitar na cama e implorei para contar com todas as minúcias como tinha sido. Ela pediu para tomar um banho antes, mas não deixei, disse que tinha outros planos antes disso. Ela, sem entender, concordou e começou a relatar tudo, dizendo que, se não foi a melhor foda da vida dela, estava entre as três melhores com certeza. Me disse que eu tinha sorte de ter em casa um macho gostoso daquele, e que nem pedisse para ela repetir a dose, porque se ela desse de novo pra ele e gozasse daquele jeito, ia se apaixonar e aí a merda seria grande. Então pedi a ela que pelo menos tirasse a roupa para eu vê-la. Ela estranhou, disse que não sabia se era boa ideia, mas eu respondi: “deixa de coisa, nós já moramos juntas na época de faculdade, trocamos de roupa uma na frente da outra e até já tomamos banho juntas, você sabe que não tenho tesão em mulher. Só quero ver como ele deixou você” Ela concordou, tirou o vestido e depois a calcinha minúscula. Eu peguei a calcinha, tava suja da porra do meu maridinho que tinha escorrido, fiquei cheirando e lambendo enquanto olhava aquela xoxota ainda inchada de tanto foder. Pedi permissão a Fernanda para tocar de leve, ela fez que sim com a cabeça, acho até que estava começando a gostar da situação. Passei os dedos entre os lábios melados, senti a umidade viscosa da gala por toda parte, então enfiei dois dedos dentro da xana da minha amiga. Com a outra mão, me masturbava. Minha vontade era lamber aquela gruta, mas me contive e tirei os dedos que vieram cheios do leite do meu macho. Meti os dedos na boca e, enquanto batia uma siririca, chupei os dedos com os líquidos dos dois misturados até gozar bem gostoso na cama de Fernanda. Ela me olhava, mas, tenho certeza, nesse momento não estava entendendo absolutamente nada. Mas eu estava, sim.

CONTO - O DIA QUE ME TORNEI CORNA MANSA

Tenho 37 anos, sou casada há 15 anos e com dois filhos, um de 13 e uma de 10 anos. Meu marido (vou chamá-lo de Cesar), três anos mais velho que eu, é um médico bem-sucedido, bonito e charmoso, se cuida bastante e não aparenta ter 40 anos. Eu também me cuido, apesar dos dois filhos me mantenho em forma, tenho 1,62 e 53 kg, seios pequenos e bunda durinha, sem barriga, coxas grossas graças a anos de musculação. Casamos muito jovens, ele era recém-formado e foi apenas meu segundo homem, tive um namoradinho antes dele que tirou minha virgindade, mas não me ensinou muita coisa além disso. Praticamente tudo o que sei sobre sexo aprendi com Cesar. Mas tem um problema. Ele sempre teve muito mais apetite sexual do que eu, era sempre insaciável, queria transar todo dia e de formas as mais diferentes possíveis. Mesmo quando chegava em casa cansado dos plantões, sempre queria “dar uma” comigo. Eu, bem, não é que não goste, o sexo com ele era sempre prazeroso, gozava sempre (às vezes mais de uma vez), ele fazia questão de me chupar e meter em todas as posições, a questão é que eu realmente tinha pouca necessidade de transar. Fazer uma vez por semana já me deixava satisfeita, mesmo que fosse só um papai-e-mamãe. Sexo anal era outro ponto de discórdia, Cesar pedia minha bunda desde os tempos de namoro, mas sempre tive resistência a isso, além de achar que ia doer, pensava que era um lugar sujo, sei lá... enfim, nunca permiti que a brincadeira com meu buraquinho passasse de um dedo enfiado enquanto ele me chupava ou metia na buceta. Com o tempo, a rotina do casamento e principalmente os filhos, ele foi entendendo (assim pensava eu) e diminuindo seu ímpeto sexual, e ficando mais parecido comigo. Atualmente transamos uma vez por semana, às vezes duas, e confesso que me satisfaz plenamente. Há algum tempo umas amigas minhas vieram me falar uns boatos, que Cesar andava de caso com outras mulheres, enfermeiras e até pacientes, mas resolvi não dar bola. Ele tem um jeito sedutor e deve certamente arrancar suspiros de diversas enfermeiras piranhas, mas, pensei que ir atrás disso e correr o risco de prejudicar o casamento, os filhos e mesmo a relação que tínhamos, que era muito boa, não valia a pena. Como diz o ditado, “o que os olhos não veem, o coração não sente”. Então preferi fechar os olhos.
Até que um dia, minha empregada pediu demissão para poder cuidar da mãe que estava doente. Fiquei desesperada, não tinha ideia de como ia dar conta de uma casa grande como a nossa, dois filhos e ainda trabalhar na loja de acessórios que tenho em sociedade com uma amiga. Ela então disse que tinha uma sobrinha que estava procurando emprego, e que queria vir para a capital para estudar à noite e poderia ficar trabalhando lá em casa. Não tinha muita experiência, mas segundo ela sabia cozinhar um pouco, fazia faxina bem e era educada e discreta. Aceitei, até porque não tinha outra alternativa. Na segunda-feira, Jessica chegou em casa. Morena, uns vinte anos de idade, tipo índia, um pouco mais alta que eu, rosto bonito mas nada espetacular. Mas uma bunda, meu Deus, que metade das mulheres que conheço mataria para ter igual. Para complicar mais, gostava de fazer as tarefas da casa de shortinho curto (moramos em uma cidade bem quente). Confesso que quis mandá-la embora logo, mas mais preocupada com meu filho adolescente, que passava cada vez mais tempo no seu quarto “homenageando” Jessica em suas intermináveis sessões de sexo solitário. Mas como não encontrava mais ninguém, ela estava dando conta do recado em casa e todos estavam bem, desencanei e fui deixando. Mal sabia que não era com meu filho que deveria me preocupar, e sim com meu marido.
Um belo dia, Cesar saiu para trabalhar, eu saí para deixar os meninos na escola e depois iria para a loja. Quase chegando, lembrei que tinha esquecido em casa alguns papéis importantes que iria precisar para uma reunião com minha sócia. Tive que voltar. Ao chegar, vi o carro de Cesar na garagem, e não entendi o que ele estaria fazendo em casa a essa hora da manhã. Como a casa é realmente muito grande, não daria para ouvir dentro o barulho do meu carro chegando. A porta da frente estava aberta e fui entrando até o escritório para pegar os tais papéis, depois fui procurar Cesar. Quarto, sala, nada. Quando cheguei na cozinha, não vi quem deveria estar lá (Jessica) e ouvi uns ruídos vindos dos lados do quarto de empregada. Já desconfiando do que poderia estar rolando, fui devagarzinho, sem fazer barulho, pelo lado de fora para espiar pela janela. Era uma janela tipo veneziana que, para minha sorte, estava aberta. Consegui me esgueirar junto à parede entre as plantas e olhar para dentro sem chamar atenção, e quando ajustei a vista, vi algo que nunca mais vou esquecer: meu marido acabando de tirar a blusa de Jessica e revelando dois peitinhos durinhos de bicos empinados, tamanho médio, mais ou menos como os meus eram na idade dela. Eles dois em pé, Cesar a encostou na parede e mamava em um dos peitos, passava a mão no outro e ia alternando. A safada da Jessica dizia “Doutor, não faça isso” mais para manter a aparência, sem convicção nenhuma, e de qualquer forma Cesar não dava a menor atenção ao pedido dela. Meu primeiro impulso foi entrar em casa e flagrar os dois, mas resolvi observar até onde aquilo ia dar (como se eu não soubesse...). Procurei o celular para filmar, mas vi que tinha esquecido o desgraçado no carro, e tive medo de fazer barulho ao ir buscá-lo e alertar os dois. De onde eu estava, conseguia vê-los bem sem ser vista, então simplesmente fiquei olhando. E o que vi, amigos, não foi pouca coisa não...
Cesar, depois de chupar e apalpar bastante os peitos duros de Jessica, percebeu que não haveria mais resistência, e começou a tirar o short dela. Depois sentou na cama dela e a virou de frente para a parede, de costas para ele. A calcinha preta, enfiadinha no rego, ele rasgou com os dentes, revelando a bunda fenomenal de Jessica em sua plenitude. Quando viu aquele rabo, Cesar parou por um instante, admirando, depois cravou as mãos nas nádegas, abrindo-as e enfiando a cara no meio delas, fez Jessica soltar um gemido. Então meu maridinho querido se levantou, tirou as calças e botou imediatamente pra fora aquele pau que eu conhecia tão bem e que era o único que entrava em mim há dezessete anos. Não era de tamanho descomunal, pelo menos como os que eu via nos poucos filmes pornôs a que assisti ou que minhas amigas contavam, mas tinha uma cabeça larga e rosada que nesse momento já estava totalmente intumescida. Cesar ficou em pé e fez Jessica sentar na cama, invertendo a posição, e apontou a rola para sua boca, ordenando: “chupa, gostosa”. A putinha abriu a boca obediente e engoliu a tora do meu marido de uma vez. Depois tirava, lambia a cabeçona, descia a língua até o saco e vinha subindo de novo, até chegar na cabeça e abocanhar a pica. Cesar estava absolutamente deliciado, olhava para cima e segurava os cabelos lisos de Jessica, murmurando sons sem sentido.
Nessa hora, quando resolvi que ia tomar uma atitude e pegar os dois no flagra, percebi uma coisa: minha xoxota estava toda molhada! Molhada, não: encharcada. Eu estava tendo tesão de ver ali, escondida, meu maridinho ser chupado por uma menininha que por pouco não teria idade de ser minha filha. Entendi que o homem que é viril precisa disso, de carne nova de vez em quando, e compreendi que, na época em que minhas amigas vieram me segredar que Cesar tinha casos com enfermeiras e pacientes, ele ficou ainda mais atencioso e carinhoso comigo do que já era, inclusive na cama. Em vez de ir lá atrapalhar, fiz melhor: enfiei minha mão dentro da calcinha e comecei a tocar uma siririca bem gostosa...
Enquanto isso, a coisa ia esquentando no quarto. Jessica se mostrava uma excelente boqueteira, e ia mamando a vara de Cesar de forma tão competente que logo aconteceu o esperado, e ele gozou na boquinha dela com vários jatos de porra, aquela porra quente e grossa que eu conhecia bem (na buceta, pois nunca tinha deixado gozar na minha boca). A safada da Jessica levou algumas esguichadas na cara, mas engoliu tudo e lambeu a pica inteira depois, não desperdiçando nada. Meus dedos passeavam entre meu grelinho e a buceta, o líquido tava pingando e eu também gozei, trincando os dentes para não fazer barulho. Minhas pernas amoleceram, não sei como consegui ficar em pé enquanto tinha um orgasmo que fazia tempo não sentia. Mas quem disse que o pau de Cesar baixou depois disso? Ainda de rola dura, ele se deitou na cama de Jessica, mandou que ela viesse por cima e encaixasse nele. O desgraçado não ia usar sequer uma camisinha, ia comer aquela vadia no pêlo!! Bem, agora não havia mais o que fazer... Então considerei que aquela bucetinha de vinte anos deveria ser bem mais apertadinha do que a minha, principalmente depois de dois partos normais. Se eu fosse homem, também não ia querer meter ali encapado nem fodendo! Ela veio por cima, vi sua xaninha depilada só com uma listinha fina de pentelhos pretos no meio, e na posição em que estava pude ver até os lábios meio abertos e úmidos enquanto ela pegava no pau de Cesar e orientava para dentro de sua grutinha. Agachou em cima dele e desceu de uma vez só, com força, sentou com gosto e enfiou até o talo o cacete. Cesar deu um urro abafado, e ela começou a subir e descer de um jeito que parecia estar (e estava) possuída. Montava como quem entende de rola, eu já tinha feito diversas vezes aquela posição (era a que mais gostava), mas nunca daquele jeito, com aquela velocidade e os movimentos de rebolar o quadril, o que visivelmente estava deixando Cesar a ponto de enlouquecer. Ficaram assim uns minutos, até que Jessica virou de costas para ele sem tirar o pau de dentro da buceta, e recomeçou os movimentos, mas antes pegou a mão do meu marido e a levou ao seu reguinho. Entendi que ela queria que ele estimulasse seu cu enquanto ela rebolava na tora. E foi isso que meu marido fez, enfiando um dedo, depois dois, naquele buraquinho apertado e fazendo movimentos de entra e sai, ajudados pelo rebolar frenético da bunda em cima dele. Eu via as costas de Jessica escorrendo suor, queria ir até lá para agradecer o trato que ela estava dando ao meu macho, mas em vez disso comecei a me masturbar de novo. Tirei a calcinha para facilitar, e recomecei a esfregar meu grelo ainda inchado do primeiro gozo, cada vez mais rápido, até que senti a onda de prazer quente saindo da xoxota, descendo para as pernas e subindo para a cabeça. Nesse exato momento Jessica joga a cabeça para trás, grita: “caralho! Fode mais, meu Doutor gostoso! Vou gozar! Ai meu Deus!” (nunca entendi bem como Deus entra nessas coisas, mas...) e seu corpo começa a ter espasmos. Nessa hora, também gozo, com uma intensidade ainda maior que o primeiro, tanto que acabo me mijando sem querer. Meu marido conseguiu fazer duas mulheres gozarem ao mesmo tempo, embora não soubesse disso.
Mal Jessica parou de se sacudir, Cesar saiu de baixo dela e levantou. Pude ver seu caralho ainda em riste, parece inacreditável, mas lembrei que nos nossos anos de namoro e início do casamento ele era assim: demorava para gozar e tinha sempre pique para dar pelo menos duas, eu é que não acompanhava... Pegou Jessica pela bunda, levantou-a e a botou de quatro. Ela sequer esboçou reação, estava totalmente entregue e quem sabe ainda vendo estrelas, então meu marido atolou a pica sem dó, arrancando gemidos. Meteu mais um pouco e diminuiu o ritmo, acho que para não gozar já, e perguntou: “vamos dar esse rabinho agora?”. Jessica arregalou os olhos, disse que não, que ia doer, mas estava visivelmente fazendo charme. Ele insistiu mais um pouco e ela disse: “Doutor, faz devagar, tá? Se não, machuca!”. Meu homem disse: “confie em mim, tô acostumado”. Ela perguntou: “a patroa faz muito com o senhor?”. A resposta dele foi cafajesticamente genial: “faz direto! Ela adora, fala que goza mais pelo cu do que pela buceta!”. Com isso, o canalha quebrou o medo e a resistência dela, e de quebra atiçou a rivalidade que existe entre mulheres que dividem o mesmo homem. Então ele tirou o mastro da buceta que já estava pingando, enfiou dois dedos na xana que saíram molhados, e passou o líquido na entradinha do cu. Depois encostou a cabeça do pau, segurou o quadril dela com uma mão e falou para ela: “relaxe! Faça uma forcinha pra fora como se fosse cagar!” Eu sabia que isso era para abrir a musculatura do ânus, ele tinha me dito isso numa das vezes que tentou comer minha bunda. Ela obedeceu, e ele foi enfiando a tora pelo anelzinho adentro, devagar e sempre, sem parar para pensar. Jessica, de quatro, soltou um grito abafado pelo travesseiro, mas aguentou a vara todinha até as bolas baterem na xoxota. Cesar começou o vai-e-vem, fodendo o cu devagarzinho e foi aumentando, aumentando, até que de repente seu corpo se crispou todo enquanto puxava a bunda mais para si, como se quisesse entrar todo pelo buraquinho apertado. Finalmente gemeu, enquanto eu só podia imaginar os jatos de gala que ele estava despejando dentro do rabo da nossa empregadinha arrombada. Ficaram um instante engatados como cachorros no cio, e quando meu marido tirou o pau já meio mole ainda pude ver o furico de Jessica entreaberto e um filete de esperma descendo. Se ele não usou camisinha – pensei – pelo menos gozou no cu e não vai engravidar essa putinha, para não me aparecer com um filho bastardo daqui a nove meses. Ela desabou na cama, ele pegou as roupas no chão e saiu. Fiquei parada um instante, até Jessica se levantar e entrar no chuveiro. Dei a volta na casa e escutei pela janela do nosso quarto o barulho do chuveiro aberto também, então me apressei e saí aproveitando que eles não escutariam o barulho do carro e do portão. Fui para o trabalho, minha sócia estranhou um pouco eu estar atrasada e de cara afogueada, mas dei uma desculpa qualquer e pronto. À tarde, antes de ir para casa, comprei alguns presentes: umas cervejas importadas especiais para meu garanhão e um shortinho e uma calcinha fio-dental preta para Jessica.

CONTO - NOSSA VIAGEM PARA FLORIANÓPOLIS

Caro leitores esse conto é a sequencia do conto "O inesperado aconteceu em nossa viagem", cuja história (verídica) foi dividida em três partes, para quem não leu o conto acima citado, sugiro que a leiam primeiro antes de ler essa sequencia, assim terão pleno conhecimento de como tudo começou e poderão entender melhor o desenrolar dos fatos subsequentes que serão narrados a partir de agora.
Bom, depois da experiência que tivemos com Jonas as nossas transas que já eram boas ficaram mais ainda, todas as vezes que íamos transar minha esposa comentava de como Jonas a fudeu gostoso e como era gostoso sentir o cacete enorme dele, e confesso que aquilo era música para meus ouvidos eu adorava gozar ouvindo ela falar sobre a transa que tiveram, embora eu estivesse lá e presenciado todos os detalhes das duas transas que ela teve com ele era muito excitante ouvir da sua boca os detalhes narrados por ela, a partir daquela experiência ela passou a me chamar de corninho durante nossas transas e eu realmente acostumei com o fato de ser o corninho dela, entretanto essa palavra (corninho) era proferida apenas em nossas transas e nunca em outro momento. Depois da viagem que fizemos para Recife mantivemos contato com Jonas, ora por messenger, ora por telefone as vezes minha esposa ficava mais de 30 minutos conversando com ele pelo celular, certa vez ele nos ligou nós já estávamos deitados eu falei com ele um pouco e passei o celular para Andrea os dois ficaram um bom tempo conversando até que notei que a conversa entre eles começou a ficar picante, eu sabia que ele estava falando coisas excitante pra ela então eu peguei a mão dela que estava desocupada e a conduzi por dentro da calcinha até sua xaninha, ela achou estranho, mas eu pedi a ela para se masturbar e continuar falando com ele, ela atendeu o meu pedido e começou a se masturbar em silêncio apenas ouvindo o que ele dizia, não dava pra eu ouvir, mas uma coisa era certa, ele a estava excitando com sua conversa ela apenas dizia: "Hummmm, que delicia.... hummm eu ia adorar,.....nossa! que gostoso.... Será que eu aguento?" confesso que fiquei com muito tesão ouvindo aquilo ela proferir aquelas palavras e o fato de eu não saber o que ele estava falando pra ela me deixava mais doido ainda. Ela começou a gemer, já estava com os olhos fechados e se masturbava mais freneticamente, a fim de ajudá-la eu retirei sua calcinha por completo e quando ela se viu livre da calcinha abriu bem as pernas esfregava o seu dedo maior no grelinho e depois o colocava todo dentro da bucetinha, me posicionei de joelho entre as pernas dela e também comecei a me masturbar de repente ela começou a falar já com a voz entre gemidos: "Eu também adorei seu cacete ele é tão grande e grosso eu fiquei uns três dias com minha xaninha doendo por causa dele, mas eu adorei gostaria de sentir ele novamente dentro de mim, foi tão bom que nunca vou esquecer..." sabendo que ela já estava a ponto de gozar eu me aproximei, peguei o meu pau e passei na entrada de sua xaninha, ela percebendo minha atitude abriu os olhos me chamou para cima dela e eu imediatamente a penetrei deitando com meu corpo sobre ela e comecei a fude-la, ela ainda conversando com ele pelo celular disse: " Eu quero sentir você dentro de mim novamente Jonas, eu quero esse cacetão arrombando minha xaninha..." dizendo isso ela começou a gozar e eu junto com ela claro e quando ela estava no auge do gozo ela disse: "Me fode Jonas......, me fode....", largou o telefone, me agarrou com toda força até dar a última gemida de gozo..... e assim que ela terminou ficou desfalecida por uns minutos e falou: "Nossa! amor que loucura,....gozei muito..." Foi demais aquela foda, depois de gozarmos Andrea pegou o celular que estava próximo ao travesseiro e passou pra mim, notei que ele não havia desligado falei: "Alô..."
- Jonas sorrindo respondeu: "Pô!! Alfredo que foda vocês deram heim....queria estar aí...";
- Eu: " Amigo assim você mata minha mulher de tesão...rssss...";
- Jonas: "Só falei o que ela queria ouvir..." e deu uma gargalhada;
- Jonas: "Vocês precisam me visitar..."
- Eu: " Fazer o que aí em Porto Alegre?....rssss"
- Jonas: " Alfredo eu já te disse que tenho um apartamento em Foripa, ele fica de frente para o mar, que tal a gente passar um mim de semana lá...?";
- Eu: "Não é uma má ideia, vou conversar com Andrea e ver qual a possibilidade depois te damos a resposta ok...";
- Jonas: " Pô! Alfredo vai ser bom se vocês puderem vir, vamos nos divertir muito em Floripa o bixo pega...rssss";
- Eu: "A gente se fala depois então...";
Depois deste diálogo nos despedimos, perguntei a Andrea que ela achava da ideia de passar um fim de semana com ele, minha esposa meio que disfarçando uma indiferença disse que dependeria de mim caso eu quisesse ela também toparia, mas a resposta dela foi meia que evasiva na realidade não era isso que eu queira ouvir dela eu achei que depois daquele papo que ela teve com Jonas pelo celular era iria quase implorar pra irmos visitá-lo e não foi bem assim, diante disso resolvi manter me calmo e não demonstrar que eu estava doido pra vê-la transando com ele novamente e disse pra ela que iria pensar no assunto e ver a possibilidade re realizarmos esta viagem e não toquei mais no assunto. Já havia passado uma semana sem comentarmos sobre o assunto até que um dia durante uma transa ela me perguntou:
- Andrea:- "Amor você não quer ver sua esposinha transando com outro novamente...?";
- Eu:- " Isso não depende só de mim, depende de você também...";
- Andrea:- "Como assim...?";
- Eu:- " Bom amor, você tem que querer transar com outro homem, caso contrário não será prazeroso pra mim...";
-Andrea:- "Mas eu to a fim de transar com outro homem...";
- Eu:- "Quem é o felizardo...? " (até parece que eu não sabia..rssss);
- Andrea:- "O Jonas amor, quem mais seria ele foi o único homem com quem eu transei depois de ter casado com você...";
Isso é o que eu queria ouvir dela fiquei com muito tesão naquela hora e perguntei o que Jonas havia falado pra ela naquele dia do telefonema que a deixou com tanto tesão, ela respondeu que Jonas estava lhe assediando com palavras pornográficas, dizia que tinha adorado transar com comigo que foi uma experiência única que ele teve em transar com uma mulher tendo o marido como voyer, disse também que estava doido pra transar comigo novamente que adorou minha xaninha e queria chupa-la como fez na ocasião em que transamos, disse ainda que adoraria comer o meu cuzinho que ele deve ser muito apertadinho.... coisas assim amor....(concluiu ela) aquele relato me deixou com mais tesão ainda, sendo assim resolvi liberar o meu lado "CORNO" e disse a ela:
- Eu:- " Então você quer dar sua bucetinha para o Jonas novamente né...";
-Andrea:- " Sim amor, eu quero...";
- Eu:- "Então você vai ter que pedir..." ( Ela sorriu com aquela carinha de safada...);
-Andrea:- " Amor me leva pra fuder com Jonas novamente,...leva amor,.... eu quero sentir aquele pintão enorme me fudendo gostoso.... quero sentir aquele homem me agarrando, me fudendo, judiando de mim como ele fez daquela vez....";
Caros leitores para quem tem esse tipo de tara, ouvir tais palavras sendo proferidas dos lábios da sua própria esposa é algo indescritível não dá pra eu descrever com palavras aqui neste conto a sensação e tesão que eu senti ao ouvir ela dizer aquilo e quando ela disse isso a gente já estava transando bem lentamente assim tive que tirar meu pau rapidamente de dentro dela pra não gozar ela percebendo minha reação e sabendo das minha condições resolveu me provocar dizendo com aquele jeito de safada:
Andrea:- " Hummm.... meu corninho ta morrendo de tesão né..... acho que meu corninho ta doidinho de vontade de me ver transando com Jonas... não tá...?"; eu apenas balançava a cabeça de forma afirmativa;
Andrea:- " Responde pra mim se meu corninho não ta louquinho pra me ver fudendo com outro homem,...responde corninho...";
Eu já não estava aguentando mais aquele jogo de sedução de minha esposa, jogo no qual eu dei início e entrei de cabeça e sentia satisfação em participar dele e depois que eu descobri essa minha tara (de vê-la com outro) e me deixei envolver por ela, nunca fui resistente a esse tipo de situação e sempre me soltava deixava libertar o meu lado de "CORNO" era como se eu estivesse saindo do armário, mas em outro sentido não o de homossexual e sim o de "CORNO", acho que os leitores devam entender bem o que pretendo dizer. Já envolvido naquela situação e sabendo que iria gozar a qualquer momento, pois não aguentava mais, eu respondi as perguntas de minha esposa dizendo:
Eu:- " Sim amor, seu corninho ta doidinho pra te ver transando com Jonas.... eu to louco pra ver ele te fuder com aquele pintão...quero ver você gemer no cacete dele como já fez...quero ver ele te fudendo de todos os jeitos...quero que minha esposinha seja a putinha de Jonas por um fim de semana e deixar ele fazer o que quiser com você...".
Ao termino dessas palavras ela deu um gemido alto e espremido, me agarrou bem forte e começou a gozar juntamente comigo foi uma gozada espetacular, alias devo dizer que depois que Andrea transou com Jonas todas nossas transas foram muito boas e apimentadas com fantasias e relatos do que aconteceu entre os dois naquela cama e no sofá do hotel em Recife.
No dia seguinte liguei para Jonas e disse que dali a uma semana eu e minha esposa estaríamos de folga e que havia possibilidade de visitá-lo, ele disse que estava de féria e qualquer e dia pra ele seria bom, Jonas ficou muito feliz com nossa decisão de visita-lo disse que iria preparar tudo para nos receber, dava pra sentir um ar de felicidade em suas palavras, também não era por menos, pois a expectativa dele era de ter um fim de semana repleto de fodas com minha esposa é claro que eu não esperava reação diferente da parte dele, fosse eu no lugar dele estaria sentindo a mesma coisa ( Imagina você leitor esperando um casal para passar um fim de semana com você em seu apartamento sabendo que teria liberdade para transar com a esposa do cara e que provavelmente seriam varias fodas, baseando nos acontecimentos que viveram anteriormente...) qualquer homem ficaria empolgado e feliz e enquanto eu conversava com ele não deixava de imaginar que dentro em breve aquele cara que estava falando comigo iria estar no meio das pernas de minha mulher metendo aquele cacete enorme dentro dela, aquela imagem que passou pela minha cabeça em ver os dois na cama fudendo fez correr um calafrio na minha espinha e o sentimento de prazer em proporcionar aquilo para os dois e eu poder participar do acontecimento me deu um tesão enorme, eu só não podia responder como eu podia sentir tanto prazer em imaginar minha esposa transando com ele, mas isso pouco importava o tesão que eu senti quando vi minha esposa transando com Jonas da primeira vez é o que eu queria sentir novamente, sabia que ela me amava e que ocorreria entre ela e Jonas era apenas um prazer carnal, uma luxúria que eu podia proporcionar a ela e pra mim é claro...rsssssss.
Assim ficou marcada nossa viagem para Floripa, Andrea passou a semana toda empolgada e durante esse tempo de espera conversamos sobre nossa estadia lá no apartamento com Jonas e estabelecemos alguns limites do que "podia" e "não podia" acontecer.
Caro leitores chegou o dia da viagem para Floripa, por mais que minha esposa tentasse disfarçar eu podia notar certa euforia no comportamento dela, isso não me deixou enciumado e muito menos preocupado, pelo contrário, fiquei contente, assim os acontecimentos fluiriam naturalmente sem nenhum das partes forçar nada, eu tinha uma tara (ver minha esposa com outro) e minha esposa tinha outra (que era transar com Jonas) e para que duas taras fossem realizados tínhamos que ter uma terceira pessoa entre nós que seria nosso amigo Jonas o qual iria desempenhar um papel importante para satisfazer tanto minha esposa quanto a mim, cada um de uma maneira diferente, o legal disso tudo é que eu e minha esposa éramos coniventes em tudo que iríamos fazer, nós já conversávamos abertamente sobre tudo, é claro que, Andrea sempre respeitou minha condição de marido e deixava bem claro que estava envolvida nesta situação porque eu tinha essa "tara" e ela podia sem peso na consciência liberar a sua libido e transar com Jonas e o que ela achava mais importante tudo com o meu consentimento, entretanto, se por algum momento eu resolvesse dar um basta e parar completamente com tudo, fosse em qualquer situação, ela concordaria sem questionar minha decisão porque ela achava nosso casamento mais importante que tudo na vida, isso me deixava seguro pra prosseguir com nossas intenções.
Finalmente chegamos em Florianópolis já era quase 18h00, fomos direto o endereço que Jonas no passou, é claro que ele estava nos esperando ansiosamente, pois monitorou toda nossa viagem através de telefonemas e mensagens a fim de saber nossa localização e se estava tudo bem, o que eu achei ótimo assim dava uma certa segurança durante o trajeto. Assim que chegamos na entrada da garagem do prédio ele já estava nos esperando e nos direcionou até uma vaga que estava a disposição para nós, muito educadamente nos cumprimentou e nos ajudou com as bagagens até o apartamento, nos levou até o quarto onde iríamos dormir e disse que iria nos esperar na sala, a viagem foi muito cansativa e Andrea queria tomar um banho par relaxar, mas em nosso quarto não havia banheiro então fui falar com Jonas ele aproveitou e nos mostrou todo o apartamento inclusive seu quarto que era bem grande, o que eu não pude deixar de notar foi o tamanho da cama, era king size, acho que a maior que tem no mercado, eu ainda brinquei com ele dizendo: "Caramba Jonas dá pra fazer uma festa aqui neste quarto..." ele sorriu e respondeu que na verdade dava pra fazer um festão e eu até imaginei que tipo de festa ele estava falando. Enquanto Andrea foi tomar banho eu fiquei conversando com ele na sala, ele não parava de expressar com palavras a alegria que estava sentindo com a nossa visita eu entretanto estava encantado com o apartamento, era grande e com uma vista fantástica para o mar e nosso amigo o usava apenas para férias e alguns fins de semana durante o período de verão e lá estávamos nós atraídos por desejos, taras, luxuria e tudo mais que possa ser relacionado à sexo, embora eu quisesse me concentrar na conversa que estava tendo com ele mil pensamentos pairavam sobre minha cabeça, a tara que eu sentia em imaginar aquele homem fuder minha esposa era muito grande, eu nunca havia sentido isso com nenhum outro homem que tivemos contato anteriormente, pelo contrário, sentia certo ciúmes as vezes, mas depois de nossa iniciação com Jonas tudo mudou e essa liberdade de pensamentos promíscuos eram apenas com ele, não sei se era pelo fato dele ter sido o primeiro homem a transar com minha esposa além de mim, ou talvez fosse por ter um pau maior que o meu e poder satisfazer completamente minha esposa com aquela ferramenta sexual e também pelo fato dela não apenas querer, mas sim, desejar transar com ele, eu mal havia chegado em seu apartamento e já estava tendo esses pensamentos e a minha vontade naquela hora era que minha esposa saísse completamente nua do banheiro e os dois começasse a transar ali mesmo no sofá, mas não foi o que aconteceu, minha esposa sempre recatada em suas atitudes e muito comportada onde quer que ela vai saiu do banheiro completamente vestida dizendo que aquele banho havia tirado a metade de sua canseira. Depois que ela saiu foi a minha vez de ir tomar o meu banho e como não podia deixar de ser quando entrei no banheiro meu pau endureceu rapidamente só de imaginar os dois lá na sala sozinhos, não só imaginei, mas me masturbei fantasiando eles transando no sofá e como eu já havia visto os dois transando em um sofá que foi no hotel da nossa viagem para Recife, a minha imaginação bastante fértil e gostosa eu gozei rapidinho, entretanto, quando sai do banheiro não havia ninguém na sala e ao entrar no quarto destinado ao nosso repouso lá estava Andrea se trocando, perguntei sobre Jonas, ela respondeu que ele havia descido à portaria para receber uma encomenda e disse também que eu devia me trocar que Jonas ia nos levar a um restaurante, pois já passava das 20h00.
Quando Nosso amigo voltou ao apartamento nós estávamos prontos, ele olhou para minha esposa e sem meias palavras disse: "Nossa! Andrea você ta gata... e como ta gostosa..." olhando pra mim perguntou: "Não é mesmo Alfredo que ela ta um tesão...?" ... Respondi dizendo: "Ela ta uma delícia..." Andrea vestia uma calça branca de cós baixo bem justinha, uma sandália de salto alto e uma blusinha curta estampada de um tecido bem fininho, por essa razão Jonas ficou tarado quando a viu e não o culpei porque até eu fiquei admirado com o jeito dela se vestir. Fomos até o restaurante, porém o mesmo estava lotado, nosso amigo ficou decepcionado e se lamentou por não ter reservado uma mesa, ele havia preparado tudo menos a reserva no restaurante, assim saímos em busca de um outro que fosse do mesmo padrão daquele e depois de tantas voltas pela cidade conseguimos encontrar um muito bom e isso já passava das 21h00 o problema era que estávamos exaustos da viagem e durante o jantar Andrea deixou transparecer visivelmente o seu estado de canseira e lá ficamos até 23h00, pois antes de jantarmos tomamos algumas cervejas. Jonas estava todo sorridente e eufórico com nossa visita, mas nós não conseguíamos demonstrar a mesma felicidade diante do cansaço que sentíamos, pobre da Andrea até tentava disfarçar o seu estado fazendo alguma brincadeira. Após o jantar Jonas perguntou se queríamos ir para outro lugar ou conhecer alguma boate, Andrea imediatamente falou que deixasse para o outro dia que ela estava extremamente cansada da viagem, assim voltamos ao apartamento e depois de tomar mais uma cervejinha fomos dormir.
No quarto Andrea disse: "Amor eu até que queria ir pra mais outro lugar, mas to quebradinha, não fica bravo não tá..." respondi que tava tudo bem pra ela não se preocupar, embora eu estivesse bastante cansado ainda aguentava mais umas horas, entretanto, não quis forçar nada foi assim desde o inicio e continuaria sendo... Na madrugada eu acordei e notei que Andrea não estava deitada, achei que ela tinha ido ao banheiro e fiquei na minha, mas não consegui pegar no sono novamente e ela tava demorando pra voltar, resolvi levantar e dar uma conferida e ao abrir a porta escutei um gemido que vinha do quarto de Jonas, imediatamente correu um arrepio pela minha espinha, porém antes de chegar a qualquer conclusão pensei: " Jonas pode ter trazido alguma mulher para dormir com ele..." e fui até a cozinha e depois ao banheiro e Andrea não estava em nenhum lugar desses, aí me aproximei da porta do quarto que não estava trancada completamente e ao me aproximar os gemidos ficaram mais altos e ai pude perceber claramente que se tratava de Andrea, a princípio fiquei puto com aquilo, pois se tratava de uma pequena traição isso não estava entre os combinados e pensei até em entrar no quarto, mas não entrei fiquei ali parado apenas ouvindo, os gemido de Andrea ficaram mais altos e toda minha raiva momentânea foi substituída por um tesão enorme a minha condição de corninho acabara de se revelar e comecei a pensar em qual posição eles estariam, será que Jonas estava fudendo minha esposa de quatro? ou ela estava cavalgando sobre ele? Talvez ele estivesse entre as pernas dela socando aquele pintão na xaninha, o meu tesão era realmente muito grande, eu podia entrar no quarto e simplesmente dizer pra ele continuar o que estavam fazendo e ficar apenas assistindo, só que no meu íntimo não queria fazer isso eu ainda não havia passado por aquela experiência e tava curtindo bastante a incerteza do acontecia no interior daquele quarto me despertou outro tipo de sensação que até então não havia sentido. Os gemidos de minha esposa estavam bem audível naquele momento, provavelmente seria possível ouvir de dentro do nosso quarto com a porta fechada, volta e meia ela murmurava algumas palavras que eu não podia entender. Já havia se passado mais de meia hora que eu estava ali encostado na porta com meu pau fora da cueca me masturbando enquanto ouvia os gemidos da minha esposa que transava com outro homem do outro lado daquela porta, que momento singular aquele, ora os gemidos dela aumentava, ora diminuía e as vezes até paravam e quando ela não gemia eu imaginava que os dois só podiam estar se beijando, Andrea estava se deliciando naquele cacete enorme que ela tanto falou em nossas transas, depois de um período de silêncio ela começou a gemer novamente e desta vez ela começou falar mais alto e aí foi possível entender o que ela dizia, entre gemidos ela pedia: "Me fode Jonas.... me fode.... eu quero gozar no seu pau....ahhhhhh.... eu estava doida pra transar com você.... não via a hora de chegar aqui pra sentir esse cacetão dentro de mim novamente.... é muito gostoso..." Jonas respondeu: " Então abre bem as pernas putinha pra eu colocar ele todinho dentro de você..." aí eu entendi que ele ainda não havia colocado todo seu pinto dentro dela, como eu disse antes ela é bem apertadinha e devido ao tamanho do pinto dele teria que ser com muita calma como foi da primeira vez, de repente ouvi um grito mais forte de Andrea dizendo: " Nossa!!! Jonas de vagar seu pinto é muito grande eu não to acostumada com um pinto deste tamanho..." e continuou a gemer, Jonas falou: "Pronto agora entrou todinho...", bem lentamente fui empurrando a porta para que ela ficasse um pouco mais aberta assim eu poderia ouvi-los melhor, eu tive que limpar a cabeça de meu pau ele estava babando de tanto tesão que eu sentia, minha esposa disse entre gemidos: " Você ta judiando de minha xaninha com esse pintão..." Jonas perguntou: " está doendo...?" ela respondeu: " Agora só um pouquinho, mas está gostoso eu acho que vou ficar viciada em você com esse cacete..." Jonas disse: " Isso putinha é bom que você fique viciada mesmo, assim eu posso te fuder sempre que eu tiver vontade, isto é, se seu marido continuar a permitir né...." ela gemendo mais forte disse a ele: " Ele vai deixar sim, ele adorou ver você me fudendo lá no hotel e ele quer ver você me fuder muito aqui no seu apartamento..." eu me arrepiei todo ouvindo aquelas palavras sendo proferidas por minha esposa que gemia sentindo o pau de outro homem dentro dela era incrível a excitação que eu sentia naquela hora, queria que eles ficassem a noite toda fudendo e falando coisas daquele tipo para eu ouvir, naquela altura eu já estava muito confortável com a situação me sentia um "Corno" perfeito para ser mais exato eu me sentia um "Corno manso", porém eu percebi que aquela metida estava pra terminar, pois ouvi Andrea dizer: "Fode vai....me fode mais.... me fode que eu quero gozar..não aguento mais... me enche de porra Jonas... me fode gostoso......" Jonas falou: "Se prepara então putinha que eu vou te encher de porra..." e os dois começaram a gemer forte, eles estavam gozando naquele momento, eu queria gozar também, mas não podia derramar minha porra no chão, então tirei a mão do meu pau rapidamente, pensei em voltar para o quarto, mas resolvi esperar mais um pouco pra ver o que ia acontecer, meu pau não amolecia estava pulsando.
Alguns minutos em silêncio e Andrea disse:
" Vou para nosso quarto gora, tomara que Alfredo não acordou com esse barulho que fizemos...";
- Jonas:- " Fica mais um pouco, eu quero fuder você novamente...";
- Andrea:- " Você vai ter o fim de semana todo pra me fuder a vontade, mas agora tenho que ir...";
- Jonas:- "Será que ele vai ficar bravo com você...?"
- Andrea:- " Não sei não, isso não estava em nosso acordo é que eu estava muito tarada por você e resolvi arriscar..."
Meu coração batia acelerado ouvindo aquele diálogo entre os dois, eu me sentia corno, mas me sentia bem era aquilo que eu queria sentir, aquele momento de uma suposta "traição" de minha esposa, revelando sua tara por outro homem não me abalaram, pelo contrário, aumentou ainda mais a vontade de vê-la transando com Jonas de poder observar bem de pertinho aquele cacete enorme invadindo a bucetinha delaJonas:- "Tudo bem, e como vamos fazer amanhã...?;
- Andrea:- "Deixa tudo acontecer naturalmente, vamos no embalo de Alfredo conforme ele for se soltando a gente aproveita...";
Olha só o que minha esposa estava tramando com Jonas, incrível o que estava acontecendo tudo ia depender de mim eu seria o termômetro para que tudo acontecesse e o que podia acontecer. Percebendo que ela havia se levantado da cama eu fui rapidamente para o nosso quarto e fingi que estava dormindo. Ela entrou deitou-se lentamente de costas para mim, meu pau estava duro pra caramba eu não havia gozado e com certeza não iria dormir caso isso não acontecesse, fiquei pensando se deveria, ou não, falar pra ela que eu sabia que ela transou com Jonas, ou deixaria quieto pra ver o que iria acontecer, o meu tesão era muito minha cabeça tava cheio de pensamentos e passar o reto da noite acordado não ia ser nada fácil, desta resolvi falar, me virei para ela a abracei e disse:-
-Eu:- "Amor você e o Jonas meteram gostoso...?" Ela virou-se de barriga para cima e perguntou:
- Andrea:- "Como assim...?";
- Eu:- "Eu levantei pra ir ao banheiro e ouvi você gemendo, fui até a porta do quarto de Jonas e fiquei ouvindo seus gemidos..." Ela ficou em silêncio... mas falou...
- Andrea:- "Você ta bravo comigo por eu ter feito isso...?";
- Eu:- " Não, não estou bravo, mas como aconteceu, ou vocês planejaram isso...?";
- Andrea:- " Não combinamos nada amor, ele levantei pra ir ao banheiro e vi a luz da cozinha acessa e fui lá para ver era Jonas que estava tomando água, assim ficamos conversando um pouco, aí você sabe, ele estava só de cuecas se aproximou de mim e disse que estava morrendo de vontade de transar comigo, o pau dele ficou duro e começou a esfregar em mim eu pensei em voltar para o quarto, mas ele pegou minha mão e levou até o pau dele eu fiquei segurando por cima da cueca enquanto ele começou a me beijar e você sabe que eu estava com vontade de transar com ele né...";
-Eu:- "Eu sei disso amor.... e daí?";
- Andrea:- " Aí eu perdi a noção de tudo e quando percebi já estava no quarto dele e a gente transou...";
Quando eu fui colocar a mão na bucetinha dela ela segurou minha mão e disse:
- Andrea:- " Amor ta toda cheia de porra você sabe que ele goza muito eu não fui ao banheiro por medo de você acordar, mas eu vou o banheiro agora...";
- Eu:- " Não amor, fique assim mesmo quero que fique com a porra dele ai...";
- Andrea:- "Ta bom..." e abriu as pernas;
Quando eu fui enfiando a mão senti que até a calcinha estava molhada e quando atingi a bucetinha dela pude sentir que realmente ela estava inundada de porra, como eu já estava ultrapassado de tanto tesão subi sobre ela tirei sua calcinha e coloquei meu pau naquela xaninha toda lambuzada, meu pau nunca entrou nela tão facilmente daquele jeito eu podia sentir toda porra de Jonas no meu pau, minha esposa estava larga e com a quantidade de porra que tinha lá dentro meu pau desligava com muita facilidade sem aquela resistência gostosa que eu era costumado a sentir, eu disse a ela:
- Eu:- " Caramba amor como você está lambuzada...";
- Andrea:- " Ele gozou muito dentro de mim, foram várias esguichadas de porra dentro da minha xaninha...";
- Eu:- " Que tesão que to sentindo...";
- Andrea:- "Então me fode amor, mete na minha bucetinha cheia com a porra de Jonas, você não quer me ver transando com ele, então tem que aprender a meter em minha xaninha cheia com a porra dele...."
Eu cheio de tesão e me sentindo um completo "corno" resolvi me soltar e provar a ela que não estava bravo e muito menos chateado por ela ter transado com ele daquele jeito fazendo algo fora do que havíamos combinado e perguntei a ela;
- Eu:- " Você transou gostoso com ele amor...?";
- Andrea:- " Sim amor, eu adorei, ele mete muito, eu adoro sentir aquele pintão enorme ele me preenche todinha...";
Não aguentei ouvir aquelas palavras e comecei a gozar, minha porra esguichou com tanta força dentro de minha esposa que até ela sentiu e disse: " Nossa! amor que gozada heim...";
No dia seguinte acordamos e não tocamos no assunto do ocorrido durante aquela noite, quando levantamos Jonas já estava na cozinha providenciando o café, ele estava apenas de cueca e quando nos viu entrar foi logo dizendo:
- "Olha pessoal eu costumo ficar bem a vontade assim aqui no apartamento... e eu pensei que iriam demorar um pouco mais pra levantarem" e perguntou:
- "Vocês não se incomodam de eu ficar assim...?" Andrea foi mais rápida na resposta dizendo:
- "Claro que não Jonas, fique a vontade, a final aqui é sua casa e você tem o direito de ficar como quiser..." Jonas disse:
- "Mas eu quero que vocês também sintam-se a vontade aqui e vistam-se da maneira que quiseram ok, a final somos adultos...", Andrea brincando disse:
- "Então vou ficar pelada...." nosso amigo sorrindo maliciosamente falou:
- "Hummm, seria ótimo uma mulher peladinha andando aqui pelo apartamento...", mas ela retrucou dizendo:
- "De jeito nenhum, aqui só tem tarado....rrssss..." e saiu indo ao banheiro.
Após terminar o café Jonas me convidou para ir com ele até a padaria comprar uns pãezinhos, eu avisei a Andrea ele vestiu um shorts e fomos, no caminho nós conversamos:
- Eu:- " Jonas eu sei que vocês transaram ontem a noite...";
- Jonas:- "Andrea te contou...?";
- Eu:- "Não, ela não disse nada até que eu revelei como descobri...";
- Jonas:- "Como foi...?";
- Eu:- "Levantei de madrugada pra ir ao banheiro e ouvi uns gemidos, me aproximei da porta e pode notar que estavam transando...";
- Jonas:- "Você ficou chateado...?";
- Eu:- "Não fiquei chateado, ta tudo bem...";
- Jonas:- "Porque você não entrou no quarto..?";
- Eu:- "A principio eu até pensei em entrar, mas fiquei excitado com a situação e resolvi ficar do lado de fora apenas ouvindo vocês transarem...";
- Jonas:- "Então você gostou...?";
- Eu:- "Sim, foi uma experiência nova, alias, tudo está sendo novo não só pra mim quanto pra Andrea...";
- Jonas:- "Olha Alfredo pelo pouco tempo que nós nos conhecemos passei a gostar muito de vocês e sei que, tanto Andrea quanto você, estão curtindo essa nova experiência que estão vivenciando e eu quero proporcionar o máximo de prazer pra vocês, porém eu não quero ultrapassar nenhum limite que estabeleceram para esse relacionamento, portanto quero que me avise se eu fizer algo que você ou ela não gostem ok...";
-Eu:- "Fica de boa Jonas, você está sendo perfeito, é educado e gentil com ela e acima de tudo tem muito respeito pela gente e o que eu mais gostei em você é que em nenhum momento até agora você foi vulgar e isso é muito bom..."
Depois daquela conversa com nosso amigo eu praticamente havia dado sinal verde para ele ficar a vontade com minha esposa, eu fiquei mais a vontade após ter tido aquela conversa com ele e estava com muita vontade de ver os dois transando novamente, entretanto, eu não queria vulgarizar, queria que as coisas acontecesse normalmente, isso sim me daria tesão a expectativa antes do acontecimento é que apimentava mais ainda. Após o café Jonas nos levou para conhecer uma praia chamada Jurere Internacional, tratava-se de um lugar muito um lugar de gente de muitas posses, as casas eram enormes e o ambiente mais parecia Miami ou uma praia do caribe, o mar era bastante calmo e havia poucas pessoas, Andrea ficou encantada com a praia e o lugar, Jonas perguntou se queríamos ficar junto com as pessoas que estavam tomando sol por ali ou gostaríamos de um pouco mais de privacidade, Andrea como sempre rapidinha em suas decisões foi logo dizendo que era melhor a gente ficar um pouco afastado das pessoas assim ficaríamos mais a vontade pra conversar, sendo assim caminhamos um pouco e nos estabelecemos em um lugar mais afastado, como nos afastamos bastante não havia cadeiras para sentarmos assim estendemos as toalhas na areia, Andrea posicionou entre eu e Jonas, quando nosso amigo foi passar o bronzeador Andrea perguntou a ele se ele gostaria que ela passasse ele prontamente aceitou e foi logo deitando de barriga, ela esparramou bronzeador nas costas dele e começou a esfregar indo até as pernas, depois pediu para que ele virasse de barriga para cima e foi logo passando pelo tórax, descendo até a barriga e quando ela começou a passar pelas pernas Jonas começou a ficar excitado e vimos o pau dele endurecer, Andrea olhou para mim com uma carinha de safada e sorriu, eu fiquei com tesão também vendo aquela cena, minha esposa vendo meu estado resolveu me provocar mais, ela passou a mão bem de leve sobre o cacete de Jonas por cima da sunga descendo a mão até os grãos dele, assim que notou o que ela estava fazendo ele logo abriu as pernas, Andrea alisou um pouco o pau dele, nesta altura ele estava com muito tesão, o pau dele estava querendo sair da sunga, minha esposa pegou nos cordões da sunga, desamarrou e liberou apenas a cabeça daquele pintão enorme, ela sorrindo disse: "Hummm... como ficou enorme...." olhou para os lados para certificar que não vinha ninguém abaixou-se e beijou a cabeça do pinto dele, agarrou o pau e começou a fazer um movimento de masturbação por cima da sunga, novamente ela olhou para os lados e notando que não vinha ninguém liberou totalmente aquele cacete e passou a masturba-lo bem lentamente e fazia tudo isso sem tirar os olhos de mim, mas logo eu a alertei dizendo que umas pessoas se aproximavam, ela rapidamente guardou o pintão dele e disse: "Fim da festa..." Jonas chateado reclamou dizendo: "Que droga agora que tava ficando gostoso..." todos nós sorrimos, Andrea o confortou dizendo que depois ela i recompensaria e pediu para que eu passasse o bronzeador nela, imediatamente eu retruquei dizendo que ela havia passado bronzeador no Jonas agora ele deveria passar nela, ela deitou-se de barriga e Jonas passou a espalhar e esfregar o bronzeador nas costas na bunda e nas pernas, depois pediu pra ela virar-se de barriga pra cima, olhou para os lado para certificar que não vinha ninguém, liberou os seios dela e começou a passar o bronzeador em volta deles, ela preocupada disse para ele verificar se não vinha ninguém, eu disse pra ela ficar tranquila que eu estava de olho, assim ela relaxou e Jonas continuou, ele foi descendo a mão pela barriga e ao aproximar da bucetinha ele ficou esfregando sua mão ali, enfiou o dedinho mindinho por dentro do biquíni e começou a esfregar na bucetinha dela, ela começou a se gemer baixinho e vendo isso nosso amigo enfiou toda mão dentro do biquíni e passou a masturbá-la, Andrea levou a mão até a coxa de Jonas e começou a alisá-la, e percebendo o que ela queria ele se posicionou adequadamente ao lado dela de modo que ela pudesse alcançar o seu pau e foi exatamente isso que ela fez levou a mão até o pau dele e começou a esfregá-lo, eu ficava ali apenas como um vigia estava com pau duro como ferro em ver aquela cena, porém isso durou pouco e Andrea tirou a mão de Jonas dizendo que estava com muito tesão caso ele não parasse iria acabar gozando ali e isso ela não queria, Jonas tirou a mão da xaninha mostrou para mim o dedo dele todo lambuzado e disse: "Ela ta do jeitinho que todo homem gosta..." respondi: "Com certeza, quando ela fica assim é uma delícia..." Andrea sorrindo disse: "Vocês parem de falar de mim seus tarados...rsss", como o movimento das pessoas que passavam por nós havia aumentado eu disse que devíamos parar com as brincadeiras.
Ficamos deitados tomando sol e conversando por mais de duas horas até que resolvi chama-los para entrarmos no mar, não havia ninguém próximo de nós dentro do mar, assim entramos na água até chegar em nosso peito, como não havia ondas ficamos de boa Andrea ficou de costas para mim e Jonas estava um pouco próximo em nossa frente, eu estava com o meu pau duro encostado na bunda de minha esposa e as vezes passava a mão pela sua xaninha, mesmo com a água dava pra sentir que ela estava molhadinha de tesão devido a masturbação que havia recebido de Jonas, em dado momento ela esticou uma das penas e começou a passar o pé no pau de nosso amigo, ela estava sentindo-se completamente solta e a vontade pra fazer qualquer coisa com ele, ele manteve a distância entre nós para facilitar os movimentos dela com o pé e assim ela ficou fazendo por um tempinho, eu sabia que ela queria algo mais que na verdade ela queria estar nos braços dele sentindo aquela tora esfregar pelo seu corpo, até que eu perguntei em seu ouvido: "Quer ir com ele um pouco amor...?" ela virou-se de frente pra mim com aquela carinha de safada me deu um beijo na boca e disse que queria sim, eu a virei de frente pra ele e disse: "Então vai, só não pode transar aqui dentro do mar..." e após dizer isso eu a empurrei em direção a ele, quando ela chegou até ele já virou de costas, ele a agarrou pela cintura e os dois começaram a se esfregar, as vezes ela colocava a mão pra trás para ficar alisando o cassete dele, e ele por sua vez passava a mão na bucetinha dela e eu sempre olhando para os lados a fim de ver se não estávamos sendo observados, depois de um tempo os dois ali naquele esfrega eu me aproximei dos dois, estava morrendo de tesão e queria compartilhar um pouco daquela sacanagem, quando fui passar a mão na xaninha dela notei que o pau de Jonas estava fora da sunga e entre as pernas dela, não sei o que deu em mim naquele momento, sem pensar em absolutamente nada eu apenas coloquei a palma de minha mão em baixo do pau dele e o apertei de encontro a xaninha dela, ao perceber minha mão em seu pau Jonas olhou fixamente para mim e começou com um movimento de vai e vem eu forçava bem o pau dele pra cima para que Andrea sentisse bem a dureza daquele pinto enorme , caramba que sensação gostosa era aquela, Andrea percebendo minha atitude sorriu maliciosamente para mim, não pudemos ficar mais tempo naquele esfrega devido o aumento das pessoas por toda a praia e Andrea voltou a ficar junto comigo e Jonas se afastou um pouco mais de nós.
Devido aquele esfrega todo e do que aconteceu meu pau não amolecia, estava com um tesão incontrolável eu queria ver minha esposa transar com aquele homem dotado, queria vê-la gemendo naquele pau enorme, queria ver os dois em uma cama fudendo intensamente e sabia que minha mulher estava doida pra dar pra ele, então resolvi perguntar a ele o que a gente podia fazer bom, Jonas entendendo minha intenção imediatamente perguntou:- "Porque não vamos para o apartamento fazer algo bem gostoso (traduza-se "sexo")..." Andrea olhou para mim de um jeito que era impossível não traduzir aquele olhar implorando para que eu concordasse, é claro que eu jamais iria negar aquele pedido e concordei logo de imediato, assim partimos da praia. Quando chegamos ao apartamento Jonas disse que ia tomar um banho e dirigiu-se ao seu quarto, eu e Andrea fomos tomar banho juntos em outro banheiro, logo que tiramos a roupa ela viu que eu já estava de pau duro, veio até mim, pegou o meu pau encostou seu corpo ao meu e disse:
- Andrea:- "Hum meu corninho ta com tesão né...";
- Eu: "Você nem imagina...";
- Andrea:- "Ta doidinho pra me ver transando com ele, não tá...?";
- Eu:- "To sim, quero ver você gemendo naquele cacetão...";
- Andrea:- "Hummm.... então hoje eu vou ser putinha dele e meu corninho vai ficar assistindo...";
- Eu:- " Que delícia, adoro ver você transando com ele, você fica muito puta, fico maluco de ver aquele pintão invadindo sua bucetinha..."
- Andrea:- " Verdade meu corninho safado, sabe ele me disse que tá doidinho pra fuder o meu cuzinho, mas acho que não aguento aquele pintão...?;
- Eu:- "Eu gostaria de ver, quem sabe eu possa te ajudar..."
- Andrea:- "Como assim..."
- Eu:- "O meu você aguenta né, então eu posso começar fudendo seu cuzinho e depois que tiver bem larguinho, a gente deixa ele tentar fuder, que você acha...?;
- Andrea:- "Eu topo, mas primeiro quero sentir bastante aquele pintão na minha xaninha..."
- Eu:- "Sabe amor, você mudou bastante depois que conhecemos Jonas e eu tô adorando essa mudança, quero que seja sempre assim prefiro você deste jeito...";
- Andrea:- "Ummm...mas é corninho mesmo.... também to adorando você corninho assim...";
Depois do banho fomos direto para o quarto de Jonas já estava deitado completamente nu com o pau duro, Andrea desenrolou a toalha do corpo e foi direto mamar naquele pintão, como a cama era bem grande eu sentei ao lado dos dois e fiquei assistindo minha esposa chupar gulosamente nosso amigo, ele passava a mão na cabeça dela enquanto ela lambia, chupava e punhetava o pau dele. Ela sempre gostou de chupar meu pau e sempre me considerei um felizardo por ter uma esposa que fazia um sexo oral tão bem, mas com Jonas ela parecia uma atriz pornô, o jeito que ela tratava aquele pinto era algo bonito de se ver, ela não só chupava, mas demonstrava o quanto estava gostando e como saboreava aquele belo cacete, assim ele ficou por uns 20 minutos, nosso amigo gemia sem parar, com os olhos fechados e com a voz entre gemidos ele apenas dizia: "Nossa!! que boca maravilhosa...nossa!! que delícia... chupa putinha, chupa a vontade..." de vez enquanto Andrea olhava pra mim e deixava claro a satisfação que ela sentia ao mamar naquele pinto, eu ali do lado alisando meu pau apenas observava, ela não parava de chupar e lamber aquela cabeça rosada e perfeita, colocava o pau dele entre os lábios e esfregava por toda extensão, lambia os grãos e voltava a chupar aquela cabeçona. Jonas já não estava mais conseguindo se controlar ela deve ter sentido algo em sua boca, porque ela apertou a cabeça do pau e passou a língua no orifício com o objetivo de tirar aquele líquido viscoso de gozo que saia pra fora, de repente ele segurou na cabeça dela e pediu a ela que parasse, ela largou o pau e pra minha surpresa veio em minha direção e começou a beijar minha boca, ela já havia feito isso em mim varias vezes a diferença é que ela chupava o meu próprio cacete e desta vez ela fez após ter chupado o pau de outro homem, eu senti nitidamente o gosto do pau de nosso amigo na boca dela, quando ela me perguntou se eu estava gostando do que via, pude sentir o cheiro do pau de Jonas exalando através de seu hálito, era incrível como eu estava susceptível ao comportamento de minha esposa, não havia respostas às minha perguntas de até onde aquilo tudo iria parar, eu estava completamente entregue aos acontecimentos sem forças pra julgar o que era certo ou errado estava apenas seguindo o fluxo das coisas sem me importar. Depois que ela me beijou fiquei com o gosto do pau de nosso amigo na boca, mas o que fazer o tesão havia tomado conta de meu ser e já não sabia o que eu seria capaz de fazer além daquilo, esse pensamento me deu um calafrio na espinha, porém não o deixei perdurar em minha cabeça, pois Andrea já estava gemendo e cavalgando sobre Jonas e assim ficaram por alguns minutos até que ele disse que queria meter nela de quatro, ela saiu de cima dele se posicionou de quatro abrindo bem as pernas e arrebitando a bunda, Jonas aproximou-se dela e foi introduzindo aquela vara no interior da sua bucetinha, ela encostou os seios e a cabeça na cama de modo que sua bunda ficasse bem exposta pra ele aproveitar e assim ele fez, segurando na cintura dela ele bombava o pintão dentro dela, minha esposa gemia, rebolava, agarrava no lençol e meio que choramingando dizia: " Me fode Jonas...., ai que pintão gostoso.... assim, assim ta bom vai fode mais..... fode mais....", ele guspiu no cuzinho dela e começou a enfiar o dedão, não demorou nada e o dedo dele entrou todo no rabinho da minha esposa ele estava ansioso pra meter o pintão dele lá, mas certamente por si só não poderia, eu teria que dar uma ajuda com certeza ela não iria aguentar aquela tora toda sem antes alargar um pouco e Jonas sabia disso, depois de brincar bastante com o cuzinho dela ele a agarrou pelos cabelos puxou a cabeça dela pra trás e começou a fuder com mais intensidade, como minha esposa gemia, dava gosto de ver o prazer que ela estava sentindo, Jonas sem se importava com minha presença a tratava como se fosse uma puta, depois de fude-la bastante daquele jeito ele a deitou de costas, subiu sobre ela e os dois começaram a se beijar, ela cruzava as pernas nas costas dele e rebolava como uma serpente acompanhando o ritmo de vai e vem que ele fazia , pareciam dois amantes apaixonados tal era o jeito que se beijavam, quando paravam de se beijar os dois olhavam fixamente um no olho do outro e permaneciam no ritmo daquela foda gostosa e logo voltavam a se beijar, por vezes Jonas tinha que tirar o pau de dentro dela pra não goza,r era nítido o prazer que ele estava sentindo ao fuder minha esposa até que depois de várias tentativas de continuar fudendo ela não aguentou mais e disse que iria gozar eu pensei que ele iria inundar a bucetinha dela com aquela quantidade enorme de porra que ele ejaculava, e eu estava preparado para logo em seguida colocar meu pau la dentro e gozar sentindo ela inundada de esperma, mas me enganei, ele levantou-se em pé sobre a cama, Andrea ficou de joelho abriu a boca enquanto ele se masturbava, ela esticou a língua pra fora e ficou esperando como uma puta sedenta por porra, incrível ver aquilo ela estava completamente dominada por ele, certamente ele já havia dito a ela que queria gozar na boca de Andrea e ela estava atendendo seu pedido como uma putinha obediente, até que ele urrou e uma esguichada de porra foi parar no rosto de minha mulher as outra foram direto para a boca, ela permaneceu imóvel com a boca aberta recebendo toda aquela porra até ele despejar a última gota de esperma, quando ele terminou ela nem pode colocar o pau dele na boca de tão cheia que estava, ela olhou pra mim fechou os lábios e lentamente começou a soltar toda a porra que escorria pelo queixo caindo nos seios, era muita porra e conforme a caia ela ia esfregando nos seios e espalhando o esperma, que visão era aquela eu podia sentir meu pau pulsar tanto que já estava até doendo de tão duro, mesmo eu tentando me segurar no máximo pra não gozar uma pequena quantidade de porra escorria dele, depois que Andrea jogou fora da boca todo sêmen de nosso amigo ela voltou a chupa-lo e a limpar o resto que ainda permanecia na cabeça, em seguida ela virou-se de costa para Jonas ficou de quatro e disse: "Mete em mim Jonas, eu quero gozar no seu pau novamente...vai mete gostoso....", como ele ainda estava com o pau duro imediatamente começou a fude-la, eu estava tão tomado de tesão que não me importei quando ela me pediu pra aproximar se dela e me puxou para beijar me na boca eu me esquivei no começo, mas como o tesão falou mais alto e pensei: "Bom que ta na chuva é pra se molhar..." fechei os olhos e comecei a beijá-la, o gosto de porra na boca dela era muito forte ficamos nos beijando por bem pouco tempo, pois os movimentos que Jonas fazia quando enfiava o pau nela a fazia ir para frente o dificultava nosso beijo e quando parei de beijá-la ela abaixou a cabeça até o colchão agarrou no lençol e começou a gozar dando um gemido bem alto, nosso amigo percebendo que ela estava gozando disse: "Goza putinha...goza gostoso no meu pau....goza bastante...." e socava violentamente o pau dentro dela, sem a possibilidade de aguentar nem mais um segundo segurando meu gozo diante daquela cena comecei a gozar também, minha porra foi esguichada toda nas costa de Andrea, que estava com o corpo abaixado gozando intensamente, ela nem pode curtir o gozo deitada na cama devido seu corpo estar cheio de porra, assim ela levantou-se e foi para o banheiro e ficamos ali deitados,Jonas desfalecido de um lado e eu de outro....
Depois que Andrea foi ao banheiro fazer a higiene, pois estava toda cheia de porra Jonas olhou para mim e perguntou: "Tudo bem eu ir tomar banho com ela...?", o que dizer diante de uma pergunta desta para o cara que acabara de fuder minha esposa, que inundou a boca dela com sua porra, como recusar tal pedido, não tinha lógica, eu estava me sentindo um verdadeiro corno igualzinho como eu me sentia quando fantasiava com Andrea, a final de contas seria uma oportunidade de ver algo diferente, poderia ver os dois tomando banho juntos que até então não havia acontecido desde que nos conhecemos, e com certeza lá no banheiro poderia pintar uma nova transa, eu me sentia bastante a vontade com a situação o envolvimento dele com minha esposa estava evoluindo naquela intensidade devido a minha permissão ele naturalmente sem traição tornou-se o amante de Andrea e como estávamos sob o seu domínio sob seu território seria justo deixa-lo aproveitar o máximo de minha mulher e claro devo ressaltar que eu estava gostando muito, assim eu disse a ele que podia ficar a vontade que não havia problema em nada, desde que ela estivesse de acordo e aceitando de boa. Ouvindo isso ele levantou-se rapidamente e foi ao banheiro, o tesão tomou conta de mim novamente quando vi aquele homem nu com pinto enorme que estava meia vida indo em direção ao banheiro tomar banho com minha esposa, instintivamente meu pau endureceu, continuei deitado por alguns minutos, em minha cabeça já imaginava os dois transando debaixo do chuveiro automaticamente comecei a alisar meu pênis, não podendo resistir a ansiedade e fui espiar os dois, não seria espionar propriamente dito, como dizem por aí, eu iria assistir de camarote o que iria acontecer naquele banheiro,quando lá cheguei é lógico a porta estava aberta, Jonas estava em pé atrás de Andrea com o pau completamente duro esfregando entre as nádegas dela que por sua vez ficava nas pontas dos pés para facilitar para ele , mesmo assim ele tinha que abaixar um pouquinho para que seu pau ficasse bem acomodado entre as nádegas, com uma das mãos ele alisava a xaninha dela e a outra agarrava um dos seios, quando os dois me viram entrando no banheiro Andrea olhou para mim e apenas sorriu fazendo uma cara de malícia, Jonas nem se incomodou apenas continuou o que estava fazendo, as vezes ela virava o rosto para ele e os dois se beijavam, até que nosso amigo fechou o chuveiro, guspiu na cabeça de seu pinto e começou a introduzir na bucetinha dela, ela dava uns pequenos gemidos de dor, porém empinava a bunda ainda mais a fim de facilitar a penetração, quando ele a penetrou por completo agarrou na cintura de Andrea e começou a fuder a princípio bem de vagar e logo acelerou os movimentos, por vezes ele tirava uma das mãos da cintura e colocava no ombro dela, com o pau duro na mão me masturbando eu ficava apenas olhando aquele cena, minha esposa novamente gemendo como uma alucinada naquele pintão, repito aos leitores, eu me sentia confortável estava gostando muito em vê-la gemer no pau dele era um sensação incrível, quando ele não aguentava segurar o gozo tirava o pau fora da bucetinha e ficava esfregando entre as nádegas dela, mas ela estava insaciável e não deixava o pau dele ficar muito tempo pra fora, ela o pegava e direcionava para sua gruta de prazer e nosso amigo sabia o que ela realmente queria, assim ele com uma certa fúria socava o pau dentro de minha esposa de tal maneira que chegava a quase levantar a tarada do chão, isso aconteceu por repetidas vezes até que pela primeira vez eu ouvi Andrea pronunciar algo que jamais de seus lábios, entre gemidos e choramingo ela disse: "Isso meu macho!!! fode sua puta com força, enfia todo esse pintão dentro de mim....., me faz gozar em seu cacete... Enche minha buceta com sua porra..... Mete na sua puta meu macho...." ela estava praticamente implorando para Jonas continuar metendo nela daquele jeito, a bucetinha dela já havia se alargado proporcionalmente ao tamanho do pau dele, por isso sentia muito prazer e nada de dor ela estava incontrolável, queria gozar no pau dele, ela sentia sua buceta completamente preenchida com o tamanho e a espessura daquele pinto enorme, e de repente ela virou a cabeça para trás, com uma das mãos puxou a cabeça dele para que ele a beijasse, depois que se beijaram ele agarrou em seu cabelo e disse: "Você quer gozar né puta!.... Você quer gozar né safada..... Então você vai gozar no meu pau...." ela apenas balançava a cabeça de forma afirmativa e dizia: "Huhummm, huhummmm...." aí aconteceu algo inusitado que quase me fez explodir em gozo, Jonas falou pra ela: "Então vira a cara pra seu marido e mostra pra ele como você goza gostoso no meu pau..." dizendo isso ele a virou em minha direção ela apoiou as mão na porta do Box de blindex, olhou pra mim por apenas alguns segundos e logo fechou os olhos, nosso amigo agarrou com as duas mão no cabelo dela e começou a bombar seu cacete de forma acelerada na sua bucetinha, com os olhos fechados e a cabeça levantada ela dizia: "Fode meu macho...., fode com força...., faz assim..., eu quero gozar neste pinto gostoso...", sem dizer uma palavra ele continuava fudendo e não demorou nada, como que sincronizado os dois começaram a urrar e gemer espremidos explodindo em gozo, ele tirou a mão dos cabelos e a segurou pelos ombros diminuía o ritmo conforme o gozo ia se findando, porém ele socava seu pau pausadamente e com violência dentro dela, nessas alturas eu estava sentado no patente me masturbando pra gozar juntamente com eles e assim eu fiz derramando toda minha porra no chão do banheiro, quando Jonas parou de meter em minha esposa, sem tirar o pau de dentro dela a levantou de encontro ao corpo dele e ficou abraçado nela por trás, as pernas de Andrea tremiam muito, mas ele a segurou por um bom tempo acho que ele queria que seu pau amolecesse para tirar de dentro dela e assim que tirou seu pinto uma enorme quantidade de porra saiu da bucetinha de minha mulher e foi escorrendo pelas pernas, ela percebendo abriu mais as pernas a fim de proporcionar a mim uma visão melhor, quando a porra foi diminuindo ela passou a mão xaninha ainda com porra olhou para mim e lambeu sua mão limpando o esperma que estava em seus dedos e veio em minha direção para me beijar na boca, eu nem retruquei, pois já havia feito aquilo antes, apenas aceitei o que ia ser imposto a mim na minha condição de corninho e a beijei apaixonadamente sentindo a porra de Jonas em sua boca que se misturou com nossas salivas sendo absorvidas por nós dois enquanto isso Jonas terminava de tomar seu banho e saiu do banheiro indo para seu quarto, quando ficamos sozinhos Andrea perguntou: "Amor ta tudo bem, você ta gostando...?" respondi que estava adorando que ela podia ficar a vontade pra fazer o que tivesse vontade, ela colocou as duas mãos no meu rosto me beijou e disse: "Mas é corninho mesmo...Eu também to adorando fazer você se sentir um corninho... é isso que você queria...?" respondi que sim, que estava melhor que as minhas fantasias... e aproveitando aquela conversa safada eu perguntei: "Você ta gostando de transar com ele...?" ela com um ar de felicidade no rosto respondeu: "Nossa!!! nem me fala to adorando, aquele pintão caba comigo eu sinto ele me preencher todinha, gozo muito..." e completou: "Pena que ele mora muito longe né amor, se não, eu iria meter com ele pelo menos uma vez na semana..." aí sorrindo eu disse: "Ainda bem que ele mora longe então, caso contrario você iria ficar bem larguinha para meu pinto..." também sorrindo ela falou: "Pior que é verdade aquele pintão ia me deixar bem laceada pra você ..." Antes dela entrar debaixo do chuveiro eu pedi para ela esperar um pouquinho, ela queria saber o que foi, eu a puxei para perto do patente a fiz sentar com as pernas abertas e enfiei o dedo médio no interior da sua xaninha, percebi o quanto ainda estava lambuzada, movimentei um pouco o dedo e puxei para fora como se estivesse tirando alguma coisa e quando ele saiu notei que estava todo cheio de porra, mostrei pra ela e disse: "Ta cheia de porra ainda..." ela sorriu maliciosamente dizendo: "Amor ele goza tanto e tão forte que eu sinto os jatos de porra dentro de mim é uma sensação muito boa sabendo que ele está me enchendo de porra..." apontei meu dedo para sua boca ela nem fez de rogada, foi logo abocanhando e chupando todo aquele leite que ali estava, em seguida levantou-se e me beijou na boca e propositalmente saltou sua saliva juntamente com o sêmen dele para eu engolir.
Quando saímos do banheiro Jonas já estava vestido, disse para nos aprontarmos que iria nos levar a um restaurante para almoçar, após o almoço ele nos levou para dar um passeio de carro e conhecer mais algumas praias da região, durante o trajeto ele parou em frente a uma farmácia comprou algo e retornou com um embrulho na mão, quando entrou no carro olhou pra Andrea e depois pra mim e disse:
- Jonas:- "Que tal a gente fazer algo diferente esta noite...?"
- Eu:- "O que por exemplo...?" Jonas desembrulhou o pacote e tirou um vidro de "KY" e nos mostrou; (Para quem não sabe KY é um creme usado para prática de sexo anal) e logo em seguida ligou o carro e saiu dirigindo, Andrea percebeu logo de cara que a intenção dele era fuder seu cuzinho;
- Andrea:- "Hummm, safadinho ta com mal intenção né...";
- Jonas:- "To com vontade desde que transamos pela primeira vez em Recife, eu fiquei doido para experimentar...";
- Jonas:- "Tudo bem Alfredo...?";
- Eu:- "Não sei, isso depende dela...." rsssss;
-Jonas: "Que você acha Andrea...?";
- Andrea:- "Hummm, não sei isso vai depender de como vocês vão ser cuidadosos comigo...";
- Jonas:- " A gente vai ser bem cuidadosos né Alfredo...?";
- Eu:- "Vamos ser sim...";
Porque eu iria entrar na foda dos dois naquela noite sendo que desde que chegamos eu só fiquei assistindo, é simples, o pau de nosso amigo é bem maior que o meu, não porque o meu pinto é pequeno ele tem um tamanho regular como a maioria dos homens, embora o de Jonas fosse maior que o meu não era exageradamente grande como muitos leitores possam imaginar, mas podemos considerar Jonas um cara bem-dotado pelo tamanho e espessura de seu pinto, assim eu teria que dar inicio no sexo anal com minha esposa a fim de alargar um pouco o cuzinho dela facilitando assim a penetração do pau de Jonas, era justamente isso que iria acontecer aquela noite, até o momento eu estava apenas fixado nas maravilhas dos locais em que nosso amigos estava nos levando pra conhecer, mas a partir daquele momento meus pensamentos passaram a ser ocupados por um acontecimento futuro que seria a transa da noite entre os dois e logicamente com a minha participação, sem que eu pudesse controlar a minha excitação após aquela conversa senti meu pau endurecer rapidamente, ai comecei a imaginar como seria minha esposa sendo enrabada por outro homem eu sabia que isso iria rolar, desta forma eu já estava antecipando os acontecimentos em minha mente de corninho. Os meus pensamentos foram interrompidos quando Jonas perguntou se estávamos gostando das praias, respondemos que sim, ele também pergunto sobre o anfitrião o que achávamos:
- Jonas:- "O que vocês estão achando do anfitrião... estão gostando também...?";
- Andrea:- "Com certeza estamos gostando...";
- Jonas:- "Estou tratando bem vocês...?";
- Andrea:- "Muito mais que imaginávamos....né amor...?";
- Eu:- "Sim está tratando muito bem a gente, principalmente a Andrea...rsssss..."; Após a minha resposta todo rimos;
- Andrea:- "Sabe Jonas o Alfredo ta gostando muito do jeito que você ta me tratando...rsss...";
- Jonas:- "verdade Alfredo...?"
- Eu:- "Sim você é o cara certo pra esse tipo de relacionamento, tem todos os requisitos necessário...";
- Jonas:- "Que bom, eu me sinto um felizardo por terem me escolhido estou curtindo muito esta amizade e sinto que podemos melhora-la mais ainda no futuro..."
- Andrea:- "Rssssss, melhorar mais do jeito que está acho que seria impossível...rssss...";
- Eu:- "Também concordo com ela Jonas...rsss...";
- Jonas:- "É, vocês têm razão...rssss...";
Já era umas 16h00, paramos em uma lanchonete na beira de uma praia e fomos tomar cerveja, o lugar é muito bonito, estava lotado muitas pessoas e turistas tomando sol e se banhando no mar e ali ficamos até as 19h00, era Sábado e Jonas disse que as baladas da região eram muito boas e se gostaríamos de curtir alguma, Andrea ficou toda assanhada e disse que gostaria sim, eu também concordei.
A noite estava maravilhosa e o clima estava ótimo, Andrea colocou um vestido curto bem provocante, um o salto alto que arrebitava sua bunda ela ficou uma tesão, logo que a viu Jonas elogiou dizendo que ela estava uma delícia eu concordei com ele dizendo que realmente ela estava gostosa, assim fomos ao clube. Depois de uma hora mais ou menos estávamos em pé dançando nosso amigo se posicionou atrás de Andrea a agarrou pela cintura encostou seu corpo ao dela e começou a esfregar em sua bunda, ele ja se sentia a vontade pra fazer isso com ela, não havia mais aquele clima de ficar esperando uma permissão minha ou dela ele tinha plena confiança que Andrea estava completamente a disposição dele e que eu era um mero espectador do que ele fazia com ela, Andrea também estava muito a vontade e logo que Jonas a abraçou ela começou a rebolar no pau dele, depois de um tempo a excitação estava a flor da pele, Jonas a beijava no pescoço e percorria a mão pelo corpo dela, quando ele se afastava um pouco de minha esposa dava pra ver claramente que estava com o pau duro, Andrea sempre gostou muito de dançar nestas baladas e estava curtindo bastante, eu apenas tentava acompanhar os dois dançando discretamente ao lado, volta e meia Jonas e Andrea se viravam de frente um para o outro e conversavam algo no ouvido e sorriam e ela sempre com sorriso de malícia, assim eu sabia que estavam comentando algo sobre a foda daquela noite, as vezes ela vinha até mim e me beijava e ficava ao meu lado, até que nosso amigo perguntou: "Que tal a gente continuar a nossa noitada lá no apartamento...?", minha esposa e eu topamos na hora, durante o trajeto do clube ao apartamento foi um silêncio total, todos sabiam o que ia acontecer, mas ninguém tocava no assunto e assim que entramos no ap. Andrea pegou na mão de Jonas e o puxou direto para o quarto dele e eu os segui é claro, quando entraram no quarto os dois começaram a se beijar, nosso amigo explorava o corpo dela com as mãos, ela então começou a se abaixar e ajoelhou e abaixou o zíper da calça e com muita dificuldade conseguiu libertar aquele pintão, ela punhetou um pouquinho e começou a chupá-lo, enquanto isso nosso amigo foi tirando a camisa, sem tirar o pau dele da boca minha esposa desafivelou o cinto e o ajudou a tirar a calça, já completamente nu Jonas a agarrou pela cabeça e metia na boca dela fazendo com seu pinto entrasse o máximo na boca de Andrea e assim ele fez por várias vezes, minha esposa estava completamente submissa a ele, depois de um tempo ele a levantou e a deitou na cama, levantou o vestido dela, tirou a calcinha e começou a chupá-la, minha esposa imediatamente tirou o vestido ficando peladinha também, depois de chupá-la por uns 10 minutos ele subiu sobre ela e começou o processo da penetração, como já disse antes ela é bem apertadinha e assim Jonas começou bem de vagar e logo estava todinho dentro dela, nosso amigo dizia: "Como é gostoso meter nesta bucetinha apertada sinto ela apertar o meu pau..." ela apenas gemia e dizia: "Então me fode gostoso...mete esse pintão em mim...". Eu tirei a minha roupa e sentei na cama ao lado dos dois, minha esposa esticou uma das mão e segurou a minha, ela apertava conforme Jonas a penetrava, cada vez que ele transava com ela parecia a primeira vez eu ficava muito excitado ao vê-los fudendo daquele jeito, quando ele começava a beijá-la ela largava minha mão e o abraçava. Depois de um bom tempo fudendo daquele jeito ele a colocou de quatro e começou a chupar o cuzinho dela, ele chupava e enfiava o dedo e assim foi fazendo até que o dedo já estava entrando facilmente, Andrea entendendo a intenção de Jonas virou o rosto pra trás e disse a ele: "Deixa o Alfredo começar primeiro se não posso não aguentar..." eu a coloquei na posição que sempre fazemos sexo anal, que é o chamado "Frango assado" ela deitada de barriga para cima e com as pernas bem levantada, Jonas pegou o "KY" eu untei o cuzinho dela e fui lentamente penetrando o meu pau, depois que tudo estava dentro dela comecei a fude-la de vagar, ela ainda estava sentindo dor, mas eu sabia como fazer para que ficasse de boa, nosso amigo se posicionou perto do rosto dela e deu o pau pra ela chupar e enquanto eu fudia o cuzinho dela ela chupava o pau dele, em dado momento eu aproximei meu rosto no rosto dela enquanto ela ainda chupava Jonas fiquei bem de pertinho vendo ela chupar e a lamber aquele cacetão, nessas alturas ela já não estava mais sentindo dor e começou a rebolar no meu pau, estava muito difícil pra eu controlar o meu gozo, principalmente depois que ela tirou o pau dele da boca e puxou minha cabeça para beija-la, novamente senti o gosto do pinto de nosso amigo na boca de Andrea como ela notou que eu a beijei apaixonadamente ela começou a repetir, ela chupava o pau dele e me beijava na boca, depois de duas vezes ficou automático e eu mesmo fazia isso e quando ela estava chupando o pau dele olhava pra mim com uma cara muito safada, ela estava adorando aquilo e eu já não aguentava mais de tanto tesão quando minha esposa lambendo e beijando o pau de nosso amigo disse: "Amor agora eu quero esse pintão no meu cuzinho...", Jonas passou "KY" em seu pau e quando eu tirei meu pau do cuzinho de minha esposa, antes que ele fechasse por completo nosso amigo foi introduzindo aquele pintão dentro dela bem lentamente e aos pouco ele já havia colocado a metade, parou um pouco pra ela acostumar com a espessura e passou a movimentar lentamente, eu segurei as pernas dela para o alto a fim de deixar o cuzinho bem aberto, depois de um tempinho Jonas já estava enfiando quase tudo no cuzinho de Andrea, o medo dela foi passando conforme seu cuzinho acostumava com aquele pintão e não demorou muito ela começou a rebolar e pedir pra ele fuder o cuzinho dela.
Jonas percebeu que minha esposa ja não sentia mais dor, assim ele a colocou de quatro, para dar uma ajuda a nosso amigo eu abri bem as nádegas dela enquanto ele lentamente introduziu novamente aquele pinto enorme dentro do cuzinho dela, Andrea gemia loucamente enquanto nosso amigo metia com mais força conforme ele percebia que o cuzinho dela se alargava, as vezes ele tirava e colocava o pau de volta no rabinho dela, eu me sentia um corno manso vendo outro homem fazer aquilo com o cuzinho de minha esposa, o meu pau babava de tanto tesão, Jonas agarrado na cintura dela socava forte seu cacete, parado ali do lado eu apenas observava aquela cena incrível, ficava assistindo aquele homem viril com um cacete enorme Sodomizar minha esposa, ele já havia gozado na boca e na bucetinha dela em transas anteriores agora estava preste a gozar no cuzinho, ele estava satisfazendo todos os seus caprichos sexuais com Andrea que passivamente aceitava com grande prazer e eu ali conivente com tudo que acontecia me deleitando no prazer de ver minha esposa sendo possuída por outro homem, mas Andrea começou a sentir dor novamente e pediu que ele gozasse antes que ela não suportasse mais, ela levantou o corpo encostou em Jonas e disse: "Agora quero que você encha meu cuzinho com a sua porra, quero sentir você gozando dentro de mim..." ele obedeceu imediatamente, empurrou o corpo dela novamente de encontro ao cochão ela empinou mais a bunda e nosso amigo começou a acelerar mais os movimentos, até que deu um urro com um gemido bem forte e começou a despejar todo seu esperma dentro dela, é claro que assim que ele tirou o pau de dentro do cuzinho um monte de porra foi escorrendo de dentro, como eu e minha esposa ainda não havíamos gozado, assim que Jonas saiu de trás dela eu penetrei meu pau na bucetinha dela e com poucas bombadas nós gozamos abundantemente fui incrível aquela medida, ficamos deitados juntos por uma meia hora e depois fomos para nosso quarto.
No dia seguinte (domingo) que era nosso último dia na casa de nosso anfitrião, quando acordamos conversamos sobre o que estava acontecendo conosco, minha esposa ainda queria saber se estava tudo bem comigo diante de toda aquele loucura que jamais havíamos feito em nossas vidas, eu respondi que estava tudo bem, pra ela ficar tranquila que estava curtindo muito, caso eu me sentisse mal de qualquer forma eu avisaria, mas que podia aproveitar o que estávamos vivenciando e pra nossa surpresa Jonas apareceu em nosso quarto completamente nu e de pau duro eu e Andrea rimos da situação, ele muito sacana perguntou se havia um lugarzinho pra ele na cama, minha olhou pra mim com uma cara de safada descobriu o seu corpo, abriu as pernas e disse: "Tem né amor... tem sim...." eu disse: " É claro amigão, pra você sempre tem um lugarzinho..."; Andrea foi logo tirando a calcinha, ele deitou sobre ela e depois de colocar todo o pau dentro de minha esposa os dois começaram a fuder bem ali do meu lado... ela gemia gostoso enquanto ele metia o pausão com força dentro dela, ele a beijava na boca enquanto socava dentro dela, ele levantava as penas dela sobre seus ombros e metia pra valer, fazia dela o queria até que virou ela de lado pra mim, ergueu uma das pernas e penetrou seu pintão, ele levei a mão na bucetinha dela e comecei a alisar o grelinho, ela estava com o rosto bem pertinho do meu, gemia como louca, olhava fixamente pra mim enquanto eu a beijava na boca ela disse por várias vezes: "Nossa! amor que pintão gostoso..." eu fiquei sem palavras quando Jonas falou: "Olha bem a carinha dela Alfredo quando ela estiver gozando no meu pau.... veja como ela gosta do meu cacete...." e continuou dizendo: "Vai putinha, goza gostoso no meu pau pra se maridinho ver sua carinha..... Goza safada..." e ambos não aguentaram mais e se desmancharam em gozo, é claro que novamente ele a inundou de porra e tão logo ele tirou o pau de dentro dela uma quantidade grande de esperma saiu da bucetinha de Andrea escorrendo pelas pernas indo cair no lençol, quando ele saiu de cima dela nos perguntou: "Gostaram...?; Andrea toda molinha de tanto gozar disse: " É claro que gostei, esse pintão é de mais..." ; Jonas sorriu e disse que ia tomar banho, assim que ele saiu eu levei minha mão até a xaninha dela que estava toda lambuzada de porras, não sei o que deu em mim, acho que o excesso de tesão e uma cumplicidade sem medidas que fui até a bucetinha e comecei a chupá-la, conforme eu ia enfiando a língua sentia que a porra ainda escorria por minha boca, minha esposa ficou maluquinha com o que eu fiz, e disse: "Amor que tesão você fazendo isso...", depois que eu engoli um pouco fui até ela esparramei um restinho dentro da boca dela que foi logo engolindo e fazendo isso a penetrei e imediatamente gozei de tanto era o tesão que sentia...Depois que conhecemos Jonas nossa vida mudou radicalmente e passamos a ter uma via sexual mais intensa.
Naquele dia eles não transaram mais, nós fomos embora e ficou combinado que no mês seguinte Jonas nos visitaria e quando isso acontecer eu volto a relatar aos amigos leitores como foi esta visita.
Fim.......