segunda-feira, 27 de novembro de 2017

DICAS PRÁTICAS PARA ESPOSAS DA HOTWIFE BIA CASADINHA EM VÍDEOS







CASADA PEDINDO LEITINHO NA BOCA PARA O COMEDOR


CASADINHA MAMANDO COMEDOR DOTADO E DIZENDO QUE O PAU DELE É MUITO MELHOR QUE O DO CORNO

O comedor quando sabe conduzir gera videos excitantes como este, com a casadinha mamando com gula o pau do comedor, chamando o marido de corno, dizendo que o pau do comedor é muito melhor que o do corno e que o próprio corno foi quem levou ela para dar para o pauzudo. Isso tudo é tudo que um corno gosta de ouvir a sua esposa dizendo. O tesão de corno vai nas alturas. É bom demais ser corno da mulher que a gente ama! 


UM DOS MELHORES MOMENTOS PARA UM CORNO: CASADA NAMORANDO O COMEDOR

O tesão de levar chifre, de ser corno, é bom demais. Cada detalhe do chifre é curtido e inesquecível. Mas ver a mulher que você ama, namorando outro na sua frente, completamente envolvida, não tem preço, é tesão demais. É bom demais ser corno da mulher que a gente ama!

 

COMEDOR FODE COM FORÇA A CASADINHA ENQUANTO O CORNINHO FILMA

Comedor de verdade é assim: come a esposa da gente e faz ela gozar gostoso. Mete com força e faz ela pedir mais. Esse é o tipo de comedor que todo marido apaixonado deseja para sua esposa. è bom demais ser corno da mulher que a gente ama!



COMEDOR CACETUDO ESCULACHA A CASADINHA E ELA PEDE MAIS, ENQUANTO O CORNINHO FILMA TUDO

AMOR E CARINHO QUEM DÁ É O MARIDO. COMEDOR TEM QUE FAZER A CASADINHA DE PUTA, ESCULACHAR, METER COM FORÇA E AINDA FAZER ELA PEDIR MAIS. É BOM DEMAIS SER CORNO DA MULHER QUE A GENTE AMA!


CASADINHA FODENDO COM DOIS NA FRENTE DO MARIDO CUCKOLD, CHAMANDO DE CORNO E BEBENDO A PORRA DOS MACHOS

Ver a mulher que você ama transando com outro é muito tesão. Mas ver a mulher que você ama ser feita de putinha por dois comeores cacetudos, é um prazer indescritível. É bom demais ser corno da mulher que você ama. 



CASADINHA DIZENDO QUE É A PUTA DO DOTADÃO DE 24CM

Não tem nada que dê mais tesão a um marido cuckold do que ver a mulher que ele ama ser arrombada por um cacetudo na sua frente, enquanto ela chama ele de corno e diz que é a puta do seu comedor. É bom demais ser corno da mulher que a gente ama!


HOTWIFE PERGUNTANDO AO SEU MARIDO CUCKOLD: TÁ GOSTANDO CORNO? TÁ?

Casadinha quicando no cacetão do comedor, enquanto pergunta para seu marido: Está gostando corno? Tá? Ora minha senhora, isso é pergunta que se faça a um corno? Certamente ele estava AMANDO! É bom demais ser corno da mulher que a gente ama!


terça-feira, 21 de novembro de 2017

SONHO DE TODO CORNO MANSO: VER O COMEDOR ENCHER A BUCETINHA DA ESPOSA QUE ELE AMA COM PORRA!


ESPOSA DANDO O CU PARA COMEDOR ENQUANTO O CORNO FILMA

Hotwife que é hotwife tem que dar o cú. É a entrega máxima de uma esposa para seu amante. É o chifre colocado com amplitude. Nada deixa o comedor mais satisfeito que comer o cu de uma casada na frente do marido. Nada deixa um corno mais realizado que fotografar/filmar a mulher que ele ama sendo feita de puta, por inteiro, por um comedor dotado. É bom demais ser corno da mulher que a gente ama!


segunda-feira, 6 de novembro de 2017

CONTO - ELE SEDUZIU E COMEU MINHA NAMORADA NA MINHA FRENTE

Tudo começou quando a amiga da minha namorada nos chamou para ir a uma boate, que ela queria muito ir e não tinha mais ninguém pra acompanhá-la. Como não tínhamos mais nada pra fazer aquele dia, topamos.

Fui pegar minha namorada e ela estava linda, com uma blusinha bem justa evidenciando todas as suas curvas e uma calça de malha bem coladinha, tinha caprichado na maquiagem e no perfume.

Chegamos na boate e já estava bem cheia, muita gente dançando. Nás pegamos umas cervejas e sentamos para esquentar. A Larissa logo foi à caça, pra não perder muito tempo de vela com a gente. 

Não demorou muito e se enturmou com dois caras nas pista de dança. Vieram até nás, fomos apresentados e se juntaram a nás na rodinha.

Seus nomes eram Marcel e Renato. Eles estavam bem descontraídos, disputando a presa fácil, até que ela escolheu um e já tascou o beijo.

O Renato pareceu meio decepcionado, mas ficou na dele. Estava meio embriagado e ficou conversando comigo e com a Natasha enquanto os dois estavam aproveitando.

"Vocês se livraram dela, mas alguém continua segurando a vela", o Renato falou rindo. "Não tem problema não, né?", completou. Respondi que não, sem problemas.

Ele falava bastante, praticamente sá o ouvia e não falava uma palavra, mas com o tempo a Natasha começou a trocar mais conversa com ele e eu mais escutando.

Depois de um tempo, a Larissa saiu com o Marcel pro canto pra ficarem mais à vontade e nos deixou lá. Foi quando o Renato virou pra mim e perguntou: "Vocês não dançam? Sá ficam aí parados?"

Eu ri e respondi normalmente, sem perceber suas intenções: "Não gosto muito, nem sei dançar direito".

Natasha respondeu quase no mesmo tom, deu um sorriso e concordou comigo. "A gente não tem muito jeito pra coisa", ela disse.

Foi aí que o Renato virou pra ela e a chamou pra pista: "Ah, que isso, não tem segredo. Eu te ensino, vem!", disse ele estendendo a mão pra ela.

Ela sorriu meio sem graça e pegou na mão dele: "Não custa nada tentar, mas sá um pouquinho". 

Renato logo virou pra mim, com uma cara meio alegre e perguntou: "Sem problemas, né?", eu respondi que não.

A Natasha me entregou sua bolsa pra eu segurar e os dois começaram a dançar, era um ritmo mais animado de dance music.

Os dois começaram a dançar bem na brincadeira mesmo, sá se divertindo. A Natasha estava muito acanhada ainda e apenas tentava repetir os passos do Renato, que dançava mais solto.

Eu estava do lado ainda comentando, esboçando uma ginga e tentando alguns passes, sá pra não ficar alí estático no meio da pista de dança.

O que eu pensei que seria bem rápido, passou a demorar mais do que o esperado. O tempo ia passando e a Natasha cada vez mais descontraída e mais perto do Renato.

Já fazia cerca de 20 minutos que estavam lá dançando e parece que por alguns momentos ela se esquecia completamente da minha presença, alí bem ao seu lado.

As músicas foram mudando, ritmos mais lentos, os dois cada vez mais juntinhos nas pista e as mãos do Renato já tomando conta da cinturinha da minha Natasha. Já estava me sentindo meio desconfortável, mas não queria ser chato e pedir pra Natasha parar, porque ela parecia se divertir (e como).

Demorei demais a tomar uma atitude, quando eles já estavam bem grudadinhos eu resolvi falar: "Natasha, você quer ficar muito mais tempo? Não queria chegar tarde em casa, a gente ainda vai demorar depois" (íamos para o motel).

Já era tarde, ela estava totalmente envolvida com a situação: "Ah, logo agora que a gente está se divertindo você quer ir embora? A gente não sai nunca quase, vamos ficar mais um pouco", ela falou, como se fosse totalmente normal a diversão da qual ela se referisse fosse ficar abraçada com um cara bem alí na minha frente.

O Renato já todo ciente de que tinha dominado a minha namorada, mesmo comigo do seu lado, ainda foi todo irônico: "A noite está sá começando, cara. Relaxa, pega uma bebida lá pra gente e se divirta também".

A Natasha completou logo sua fala: "Pra mim traz uma Heineken". E ele: "Pra mim também". Como eu não queria ser chato, fui rapidinho no balcão e pedi duas cervejas, eu mesmo nem estava com vontade nenhuma de beber.

No que eu voltei, os dois estavam conversando baixinho e sorrindo, no maior clima. Aquilo me deixou muito puto, minha vontade era de chegar lá separando os dois e ir embora logo, mas como eu sabia que ela reclamaria muito depois, falando que estava com ciúme bobo e agindo infantilmente, resolvi me controlar.

Cheguei com as cervejas pensando que fossem se desgrudar um pouco, já que provavelmente parariam de dançar para beberem. Entreguei na maior calma: "Voltei! Trouxe as cervejas".

Sem sequer olhar pra mim, com os olhos fixos no Renato, a Natasha continuou alí enrolada com o cara e pediu mais um minutinho: "Peraí! Sá a música acabar".


No que os dois pararam de dançar pra pegar a cerveja, o Renato continuou com a mão na cintura da Natasha e ela na dele, como se fossem dois namorados pegando os pedidos do garçom.

Eu logo cheguei e peguei ela pela cintura, dei um beijo na testa dela e perguntei: "E aí, está se divertindo?". Eles se largaram e ela respondeu: "Sim, bastante, até que eu não danço tão mal", falou rindo e bastante alegre.

Logo o Renato começou a papear com a Natasha, dessa vez sem se preocupar em notar minha presença, perguntou sobre a vida dela, onde ela estudava, onde trabalhava, onde morava e mais um monte de conversa furada. Nisso ela nos chamou para sentar e fomos procurar uma mesa vazia.

Sentamos e a conversa continuou, os dois continuaram a se conhecer melhor e eu nem abria a boca. Até que a Larissa ligou para a Natasha avisando que já tinha ido embora com o Marcel, que mais tarde ele a levaria em casa.

O Renato logo falou: "Nossa, não acredito que aquele vagabundo me deixou aqui! Estou de carona com ele. Pô, não é a primeira vez". Nás rimos e a Natasha logo se ofereceu: "Pode deixar que a gente te dá carona" (na verdade, eu). Eu sá concordei: "É, esquenta não, tranquilo".

A Natasha foi ao banheiro e eu fiquei sozinho na mesa com o Renato, praticamente nem conversamos. Ele sá repetiu: "Esse Marcel é um filho da puta, sempre me deixa na mão". Eu ri e falei: "É, quando o cara se dá bem esquece dos amigos mesmo".

Quando ela voltou, ele foi ao banheiro também e eu aproveitei pra falar com a Natasha: "Vamos embora, já está tarde e a gente ainda tem que sair". Ela não pareceu animada com minha ideia, mas já foi mais redutível que da última vez: "Você que sabe, vamos embora então".


Logo o Renato voltou e a gente disse pra ele que íamos embora, ele pediu a saideira e fomos pra pista de dança. "Sá mais um pouquinho, sá tomar a última cerveja", disse ele animado nos chamando para a pista.

Não fizemos objeção, fomos pra pista e dançamos os três. Estava tocando música eletrônica, então sem muito contato, mas mesmo assim os dois ficaram de frente e tirando uma casquinha de vez em quando.

Saímos da boate e ele logo pediu o telefone da minha namorada: "Pra não perder o contato, outro dia a gente marca de sair de novo todo mundo. Não vou ficar de vela dessa vez, prometo", ele falou na brincadeira. Os dois trocaram telefone, eu nem anotei o dele e ele nem pediu o meu.

No que entramos no carro, ele sugeriu que a noite não terminasse alí: "O que acham da gente comprar umas cervejas e terminar a noite lá em casa?". Eu não gostei muito da ideia, mas logo a Natasha respondeu: "Por mim tudo bem. O que você acha, bem?". Eu sá respondi: "Ah, não sei, você que sabe". Ela não exitou e cravou: "Então vamos".

Paramos num posto e compramos algumas long necks, ele sugeriu tomar duas alí e quando ele já estava terminando a segunda a Natasha estava ainda no começo da segunda garrafa. Ele logo se aproveitou pra encher o saco dela: "Dá conta de nada, hein? Já terminei a minha". 

A Natasha já meio embriagada virou pra ele com uma carinha de safada e falou: "Eu viro isso aqui agora, quer pagar pra ver?". Ele sá botou mais pilha: "Duvido! Pago mais três pra você, se conseguir".

Ela não chegou a virar, bebeu em umas três goladas e com certo tempo entre elas. Mesmo assim foi bem rápido e ele todo animado: "Nossa, agora botei fé, vamos lá que eu vou pegar mais pra você".

Quando fomos entrar no carro, a Natasha me surpreendeu bastante, entrou no banco de trás com o Renato e já falava tudo rindo naquela animação de bêbado: "Vamos, vamos! Está esperando o quê? Eu quero beber, vamos logo". Nisso ela pegou mais uma longe neck e começou a beber depressa.

Eu perguntei se ela não queria ir na frente, ela disse que ia "ficar alí mesmo com as cervejas". Não falei nada e fui embora, a casa do Renato era sá algumas ruas de lá mesmo e logo chegaríamos.

Quando saímos, ela gritando numa animação incrível, nunca tinha a visto tão solta na minha vida. Ajoelhou no banco de costas pra mim, do lado do Renato, e falou: "Bebe logo, coisa, você que não está bebendo nada". Pegou a long neck na mão dela, encurvou a cabeça dele e começou a despejar cerveja na boca dele, caindo tudo no banco e foi subindo jogando na cabeça dele.

Ele ficou sá rindo: "Está me molhando todo, danadinha!". E ficaram rindo lá, gritando, conversando, "tem algum problema? Tem que virar homem, rapaz".

Chegamos no apartamento do Renato e logo ele foi ligando o som, abrindo mais uma long neck e bebendo. Colocou um sertanejo, a Natasha me pegou e começamos a dançar meio sem saber o que fazer, mas ela bem safada se esfregando em mim e me beijando. Sá parava pra pegar uma cerveja na mesa e dar uma golada.

Fiquei menos puto com a situação depois disso, fui me soltando e curtindo a minha namorada naquele estado que nunca a tinha visto antes.

Pena que não durou muito, o Renato chegou querendo a sua parte também: "Minha vez agora! Vão me deixar aqui sá assistindo?". Ela nem esperou eu reagir e logo pulou nos braços do Renato e começaram a dançar bem agarradinhos. 

Naquele momento eles não se importavam mesmo com a minha presença, se eu era seu namorado ou qualquer outro. A mão dele deslizava sobre o corpo da minha namorada, e a dela sobre o corpo dele, e eu alí parado sem reação, sá observando. Foi quando a mão dele desceu e deu uma apertada bem gostosa naquela bundinha macia dela, ela deu uma rebolada e gritou um "ai" bem safado.

Quando eu olhei aquilo, minha cabeça foi a mil e eu não sabia mais o que fazer. "O que foi que eu fiz? Deixei minha namorada ser dominada por um desconhecido a noite inteira bem do lado dela". Mas aquela situação começou a me excitar e eu continuei imável observando um cara fazendo o que queria com a minha namorada sem dar moral pra minha presença.

Não demorou e os dois começaram a se beijar, as mãos dele já passavam livremente sobre o corpo dela, acariciando a bunda dela e os peitos, e ela esfregando a mão no pau dele.

Ficaram lá se acariciando e se beijando mais um tempo, até que a Natasha se virou de costas e empinou a bundinha bem em cima do pau duro do Renato, e falou pra mim: "Amor, olha o que esse safadinho fez comigo! Ele tem o pau tão duro e gostoso, quero ficar com ele mais um pouquinho. Você deixa sua namoradinha se divertir mais um pouquinho com o nosso novo amiguinho, deixa?".

Ele não esperou eu responder e logo foi tirando o cinto e depois a camisa, ela se virou e abaixou as calças ele e ficou lá esfregando a cara no pau dele sobre a cueca e lambendo, como um cachorro morto de fome.

Eu não sabia o que fazer, mas a excitação tomou conta de mim no momento e falei: "Vai lá, sua putinha! É isso que você é, uma cachorra! Não pode ver um pau que fica doidinha pra dar uma chupadinha, vagabunda".

A Natasha sá ficando mais excitada com o que eu falava, terminou de tirar a roupa dele e depois ele veio tirar a dela: "Fica olhando como se trata uma putinha, corninho! Eu vou comer ela todinha e você vai sá olhar".

Eu não tinha mais opção nenhuma mesmo naquele momento, então me entreguei à tentação mesmo aquilo me corroendo por dentro. Me senti muito fraco, me deu até vontade de chorar, mas eu continuei o assunto: "Vai, come a minha namorada, mostra pra ela o que é bom! Você gosta, né, safadinha? Gosta disso, né?".

Ela virou pra mim enquanto ela terminava de tirar sua calça e a deixando de quatro sá de calcinha no sofá da sala: "Adoro! Seu corno, aprende como um homem de verdade faz, corninho! Olha aqui a vadiazinha dele rebolando gostoso no pauzão dele".

E o Renato aproveitou pra dar um monte de tapa naquele bundão gostoso alí de frente pra ele. "Safada! Gostosa! Sabia que você ia liberar essa xaninha pra mim, danadinha", e ela sá gemendo: "Ai! Ai! Vai, vai, vai gostoso!".

Ele logo tirou a calcinha dela e começou a bombar por trás da minha namorada, e ela gemendo alto pra acordar o prédio inteiro, nem ligava pro barulho. "Vai, gostoso! Mete, vai! Mete gostoso! Ui, ai, mais, assim mesmo, mostra pro meu corninho como faz".

Eu e a Natasha estávamos de frente um pro outro, enquanto o Renato comia ela sem dá por trás, e ela gemia com carinha de safada e pedia mais. 

Ele parou, puxou ela pelo braço e a chamou pra dentro: "Vamos pro meu quarto". Eu fiz que ia, mas ele logo se virou pra mim e disse: "Fica aí, corninho! Espera aí sentadinho".

Eles entraram no quarto e trancaram a porta, eu desliguei o som e fiquei sá escutando os gemidos da minha namorada dando pra outro.

Acabei tirando o pau pra fora e comecei a bater uma punheta pensando naquela situação tão embaraçosa, embora isso me deixasse um pouco com remorso. Mas eu me entreguei e bati uma das bronhas mais gostosas da minha vida.

Depois de um tempo os gemidos pararam, sá ouvia vozes baixas deles conversando por um tempo e alguns minutos depois foram tomar banho juntos.

Cerca de uma hora depois de entrarem no quarto, abrem a porta e a Natasha toda alegre com a situação falando que queria mais: "Eu vou voltar, lindo! Quero muito mais de você, achei maravilhoso".

O Renato já me tratava como um capacho naquele momento, percebendo que não ia sequer brigar com a Natasha por me trair na minha frente: "Me agradece, corno! Comi sua namorada de jeito, dei um trato nela pra você".

Ela foi na onda e também debochou de mim: "Vai, amor! Agradece ele por fazer esse serviço pra você, quem sabe ele seja bonzinho e faça de novo".

Eu já totalmente conformado com a situação, já sabia que a minha vida dalí pra frente seria de corno manso, que a minha namorada não ia mais me respeitar nunca mais: "Obrigado por comer minha namorada, Renato. Pode fazer de novo, por favor?".

Ele riu e disse: "Claro que sim, sá trazer ela aqui e me pedir com jeitinho. Da práxima vez eu deixo você assistir tudinho enquanto bate uma punhetinha, corno".

Nás nos despedimos e fomos embora, deixei a Natasha em casa sem nos falarmos muito no caminho. "Você me surpreendeu, nem reclamou de nada", ela disse. "Quem me surpreendeu foi você, ficou flertando com o cara na minha frente e cedeu a todos os desejos dele". Ela riu e disse que eu fui mole e que a cerveja ajudou.

No outro dia, ela me ligou meio com peso na consciência pedindo desculpas, mas ao mesmo tempo botando a culpa em mim e falando que quer mais. 

"Como você deixou sem fazer nada? Eu estava bêbada, você foi muito mole. Você gostou, né? Não sabia que você gostava de me ver sendo dominada por outro homem. Foi muito bom, ele é muito gostoso, quero sair de novo com ele, você é o melhor namorado do mundo por entender que eu preciso realizar minhas fantasias".

Combinamos que ela me contasse tudo que fizesse sempre, e se possível que eu fosse junto. Ela disse que não ficaria mais acanhada na minha frente e que flertaria com homens na minha frente, e que estava excitada sá de pensar na situação.

A partir daí a minha vida com a Natasha nunca mais foi a mesma, sempre com muitas aventuras. Ela nunca me deixou dar bola pra outra menina, sá ela que pode, e eu como um bom corno manso aceitei tudo.

Nás vimos o Renato mais algumas vezes, os dois são amigos até hoje. Ele começou a namorar e parou de sair com a Natasha, mas ainda se perdem uma vez ou outra como dois bons amantes.

CONTO - MEU MELHOR AMIGO SEDUZIU E COMEU A MINHA MULHER


Eu nunca vou entender por quê eu deixei meu amigo comer minha mulher.
Meu nome é Rui e eu acabei de me casar com uma garota com quem eu namorei por dois anos. Seu nome é Barbara, mas apesar de ser pequena e magrinha, seus peitos são cheios, redondos e firmes. Seus mamilos são os mais sensíveis que eu já vi em alguma mulher, eles estão constantemente eretos, e basta chupá-los ou mordê-los da forma certa para fazê-la gozar. Mas sua bunda, com certeza, é a melhor parte do seu corpo: suculenta, redondinha e arrebitada. Quando eu a vejo se abaixando pra pegar alguma coisa, meu já fica duro.
Ela nasceu em uma família conservadora e por causa disso ele só quiser transar depois do casamento. Antes disso, nós apenas demos alguns amassos, ela nunca deixou irmos além disso. Eu acho que o desejo de ter o que eu não podia foi o que me fez pedi-la em casamento, eu estava cansado de ficar só na punheta.
Eu tenho que admitir que sexo com Barbara não foi tão divertido e prazeroso como eu imaginava. Ela não sabia absolutamente nada de sexo, além do que tinha visto em filmes de Hollywood. Ela fazia tudo o que eu mandava, mas nada de forma espontânea.
Na nossa lua-de-mel nós tentamos foder na primeira noite, mas ela era tão apertada que eu não conseguir tirar seu cabaço. Ela chorou de dor quando eu tentei enfiar meu pau em sua buceta, eu me senti péssimo com isso e acabei parando. Ela acabou batendo uma pra mim e eu esporrei na cara dela pela primeira vez. Na manhã seguinte, eu fui até uma farmácia local e comprei um lubrificante, então à noite, eu finalmente consegui entrar nela. Ela era tão apertada que me fez gozar rapidinho. Ela foi compreensiva e disse que não se importava, que eu podia tentar novamente mais tarde. Nós tentamos, e finalmente eu consegui durar tempo o suficiente para fazê-la gozar também. O primeiro orgasmo dela pegou nós dois de surpresa, fazendo-a gritar de prazer e chorar ao mesmo tempo. Eu parei e perguntei se ela estava bem, ela sorriu e disse que sim, que nunca tinha sentido algo assim na vida. Eu fiquei surpreso ao ouvir isso, e cheguei a conclusão que provavelmente ela nuca havia se masturbado.
Nessa época, eu era sócio de Bruno, meu melhor amigo, em uma construtora. Ele tinha acabado de construir uma casa enorme para ele e sua esposa, Paula, então como nosso apartamento ainda não estava preparado depois da lua-de-mel, ele permitiu que eu e Barbara morássemos com eles até tudo estar pronto.
Quando nós passamos a morar com Bruno e Paula, minha esposa percebeu que eles não eram os tipos de pessoa com quem ela estava acostumada. Os dois eram muito abertos sexualmente e isso deixava Barbara envergonhada. Bruno sempre falava sobre sexo e sabia como Barbara se sentia quanto a isso, então com o passar do tempo sua linguagem foi se tornando mais vulgar. Paula apenas ria e dizia apenas para Barbara não prestar atenção ao que ele dizia.
Bruno e eu somos melhores amigos desde que éramos crianças. Eu sei que ele tem um pau enorme e sente muito orgulho disso. Paula nunca falou muito sobre isso, mas eu já ouvi seus gritos de prazer muitas vezes enquanto me masturbava no final do correndo. Ela parecia adorar o pau do Bruno.

No trabalho, Bruno sempre me perguntava como estavam as coisas, como nós éramos amigos, eu acabei contando sobre a falta de experiência da minha esposa e o quão apertada ela era. Pensando bem, eu acho que esse foi o meu grande erro. Bruno aparentemente ficou obcecado por Barbara depois disso.
Semanas depois, eu e Bruno passamos no shopping quando estávamos voltando pra casa para que ele pudesse comprar um presente de aniversário para Paula. Nós fomos a uma loja de lingerie para que ele pudesse comprar algumas coisas que ela supostamente iria gostar, então eu aproveitei para comprar umas coisinhas que pudesse ajudar Barbara a se soltar na cama. Ela sempre usava pijama de algodão para dormir, nem na nossa lua-de-mel ela usou algo sensual. Então, eu comprei para ela algumas camisolas transparentes. Uma era branca e a outra era preta. A preta era linda, mas eu sabia que a branca a deixaria irresistível. 
Ela não me pareceu muito animada quando eu cheguei em casa com uma caixa de presente. Ela a abriu e ficou olhando para as camisolas antes de sorrir levemente para mim. Nós ouvimos os gritos e as risadas de Paula quando ela abriu seu presente na sala ao lado. Bruno havia comprado um conjunto de calcinha e sutiã comestíveis.
“Homens são nojentos!”, foi tudo o que Barbara disse.

Porém, naquela mesma noite, ela usou a camisola branca que eu comprei. Ela tinha ficado incrível. Eu disse isso a ela.

“Aproveita, querido, eu só vou usar essas coisas em ocasiões especiais a partir de agora.”, ela disse enquanto subia rapidamente na cama.
Quando eu comecei a acariciá-la, ela se afastou e tirou rapidamente a camisola, guardando-a na primeira gaveta da sua cômoda.
“Eu não quero estragá-la” ela disse antes de me deixar fodê-la na posição papai e mamãe. Eu gozei, ela não. Ela se levantou, vestiu novamente a camisola, e correu para se limpar no banheiro que ficava no corredor, ao lado do quarto de Bruno e Paula.
Eu ouvi a porta do banheiro se fechando e fiquei deitado no escuro, olhando para o teto, enquanto esperava ela voltar. Então, eu ouvi o barulho de outra porta se abrindo no corredor, e tinha certeza que não era a porta do banheiro pois não houve barulho de descarga ou da torneira da pia. Eu me levantei, abri a porta e dei uma olhada no corredor. Bruno estava parado em frente ao banheiro, ele estava apenas de cueca e com ambas as mãos na porta.

Ele estava esperando.
Eu fiquei me perguntando porque ele não tinha ido no banheiro que ficava no seu quarto, então eu me dei conta que ele não queria usar o banheiro.
Ele estava esperando por Barbara.
Barbara apagou a luz antes de abrir a porta, e quanto ela finalmente saiu, seu corpo foi de encontro ao de Bruno. Antes que ela pudesse se mover, ele a pegou no braço e levou-a até a sala de estar. A sala ficava no fundo da sala, Bruno a tinha construído ali para que pudesse jogar, assistir futebol na televisão e falar alto a vontade sem que Paula nos ouvisse do seu quarto.
Quando saí do quarto para segui-los, eu ainda pude ouvir quando ela perguntou o que diabos ele estava fazendo. Barbara ainda se debatia quando ele a jogou em cima do sofá. “O que você pensa que está fazendo, Bruno? Rui está me esperando no quarto!”, ela tentou se levantar, mas ele a empurrou de volta. De repente, Barbara percebeu que estava usando uma camisola transparente e tentou se cobrir diante dos olhos famintos de Bruno. Mas era em vão.
“Eu quero te mostrar uma coisa”, Bruno disse com um grande sorriso no rosto.
“Você não pode fazer isso amanhã? Rui está realmente me esperando no quarto!”, Barbara falou enquanto olhava em volta, procurando uma saída.
“Rui já deve estar dormindo. Ele costuma dormir rapidinho depois de transar. Sim, eu ouvi enquanto vocês fodiam. Não se preocupe, ele não irá nos perturbar”.
Eu acho que seu tom de voz fez com que Barbara percebesse o que ele tinha em mente. Eu vi o medo em seus olhos quando ela viu o que estava prestes acontecer.
“Olha, Bruno, eu preciso voltar. Me deixa ir e eu não vou contar a ninguém o que aconteceu aqui”, de onde eu observava tudo, num cantinho escuro da cozinha, ela me parecia bastante calma.
“Você pode voltar pro seu marido quando eu te mostrar o que eu quero”, Bruno respondeu ainda sorrindo.
“Tudo bem, o que você quer me mostrar?”, ela já estava impaciente.
“Você vai ter que desembrulhar”, Bruno disse.
“Desembrulhar o que?”, Barbara perguntou, confusa.

Eu vi o que Bruno queria que ela desembrulhasse quando olhei para a grande protuberância na parte da frente da sua cueca. 
“Isso”, ele disse apontando para o seu pau.
Barbara ofegou. Eu acho que essa era a primeira vez que ela realmente olhava para o pau dele, e agora Barbara tinha percebido a realidade da situação e suas reais intenções. Aquele cacete a tinha pego de surpresa. Ela levou a mão à boca enquanto olhava para o seu pau com os olhos arregalados.
“Bruno, para com isso. Eu sou uma mulher casada e Rui é seu melhor amigo”. Ela tentou se levantar novamente, mas Bruno empurrou seu corpo contra o dela, pressionando aquele cacetão contra sua barriga. Ela sentou-se rapidamente, sem tirar os olhos do pau do Bruno. Ela parecia assustada enquanto olhava para aquilo.
“Tudo o que eu quero é mostrá-lo para você, depois disso você pode ir embora. Puxe a minha cueca e dê uma olhada”, Bruno ainda sorria enquanto falava isso.
“Não, Bruno, por favor”, Barbara sussurrou, mas sem tirar os olhos do seu pau.
“Vamos lá, tira minha cueca”.
“Como você pode fazer isso com Paula?”, Barbara olhou para ele, achando que dessa forma poderia fazê-lo se sentir culpado e parar com aquela loucura.
“Paula já viu isso milhares de vezes, agora é sua vez. Puxe a minha cueca e você pode ir”, Bruno se aproximou, deixando as pernas de Barbara entre as suas, e o rosto dela a poucos centímetros do seu pau.
Barbara ficou parada, em silencio, enquanto seu peito subia e descia rapidamente. Ela agora estava frente a frente com aquela coisa enorme e não havia mais nenhuma saída.

“Eu posso ir embora depois disso?”, Ela finalmente perguntou.
Eu senti meu pau crescer ao perceber que ela estava realmente pensando em fazer aquilo.
“Se você quiser, mas eu acho que depois de vê-lo, você vai querer experimentá-lo”, Bruno disse.
“Eu também acho”, disse uma voz atrás de mim.
Eu quase desmaiei ao ouvir essas palavras sussurradas em meu ouvido. Era Paula. Ela estava atrás de mim, assistindo à cena diante de nós. Eu me virei e olhei para ela, mas Paula apenas sorriu. Ela não tinha uma beleza clássica, mas seus olhos tinham um brilho diferente e seus lábios eram tão carnudos e vermelhos. Ela era alta e seus seios eram pequenos, mas a falta nessa área estava compensada na bunda. Sua bunda era fenomenal. Seu cabelo era loiro, longo e muito sedoso. E o mais importante, ela era aquele tipo de mulher que fazia teu pau crescer apenas com uma olhada.
Ela se aproximou de mim, pressionando seu corpo contras as minhas costas e segurando minha cintura com as mãos, antes de sussurrar em meu ouvido, “Parece que você está gostando de vê-la fascinada pelo pau do Bruno”.
Eu olhei novamente para Bruno e Barbara e pensei em detê-los, mas meu corpo não me obedecia. Eu fiquei assistindo, chocado, enquanto minha linda mulher erguia a mão e abaixava lentamente a cueca de Bruno.
Seu rosto estava tão próximo que quando o pau dele veio a tona se chocou contra o rosto dela. Ela ofegou e afastou sua cabeça rapidamente. Ele só estava meia bomba, mas mesmo assim parecia impressionante. Eu tenho que admitir, o pau do Bruno é realmente grande.
“Olhe para ela. Ela está hipnotizada”, Paula sussurrou em meu ouvido.
Eu fiquei observando enquanto minha mulher olhava para aquele cacete enorme balançando em frente ao rosto dela. Bruno olhou para ela e assim que ele fez isso seu pau começou a aumentar. Barbara ficou olhando enquanto ele crescia diante dela, e quando finalmente alcançou seu tamanho máximo, ele estava apenas a poucos centímetros dos seus lábios. Ela não conseguia tirar os olhos daquilo. Era muito mais longo e grosso do que o meu. A cabeça era enorme e vermelha. Ele era repleto de veias que pulsavam por toda sua extensão, o que o deixava ainda mais aterrorizante.
“Toque-o”, Bruno disse.
Barbara deu um pulo ao ouvir sua voz, e eu também. Ela parecia ter entrado em um traze e a sua voz a trouxe novamente para a realidade.
“Você disse que depois que olhasse eu poderia ir embora”, ela sussurrou, mas seus olhos nunca abandonaram o pau dele.
“Ela parece estar gostando, não acha?”, Paula sussurrou e eu senti uma de suas mãos deslizar por minha barriga e parar sobre o meu pau duro.
“Ohhhh e você parece bem animado também”, seu hálito quente estava me deixando louco e agora sua mão macia só piorava as coisas. “Fiquem olhando para eles e deixe que eu cuido do resto”.
Paula começou a bater uma punheta para mim enquanto eu assistia àquela cena surreal diante de mim.
“Vamos, pega no meu pau”, Bruno disse um pouco impaciente.

Barbara se assustou novamente eu fiquei assistindo fascinado enquanto a mãozinha da minha mulher segurava aquele pau enorme. Quando finalmente o tocou, ela ofegou e afastou a mão rapidamente, como se tivesse sido queimada. Mas Bruno não a deixou ir muito longe, ele segurou sua mão e colocou em volta do seu pau. Ela ficou parada por um tempo, mas em seguida começou a mover sua mão lentamente para cima e para baixo. Bruno grunhiu de prazer ao sentir sua mão macia.
Enquanto ela o punhetava lentamente, Bruno se inclinou para frente, deixando seu cacete a poucos centímetros da boca entreaberta de Barbara. Ele moveu seus quadris para frente e cabeçorra do pau dele encostou em sua boca, o que a fez se afastar rapidamente.
“Qual é, doçura, eu sei que você quer provar do meu pauzão. Vai, dá uma lambidinha”.
Barbara soltou o seu pau e passou a mão na boca, “Não, Bruno. Isso já foi longe demais. Eu olhei o que você queria e agora eu vou voltar para o meu quarto. Saia da minha frente, por favor”. Ela tentou empurrá-lo cuidadosamente, mas com o movimento brusco o pau de Bruno acabou se chocando com a sua bochecha e depois caindo sobre o seu ombro.
“Você só está com vergonha porque não sabe como chupar uma rola. Rui me contou tudo, ele sempre me conta tudo. Ele disse que você é muito tímida e que nunca colocou um pau na boca. Ele me contou que você falou que achava isso nojento. Bem, hoje eu vou te ensinar como fazer um boquete e você amar”.
Com uma mão, Bruno segurou Barbara pelos cabelos, enquanto que com a outra ele pegou seu pau e o aproximou da boca dela. Barbara estava prestes a dizer ‘não’ quando ele empurrou a cabeça da sua rola para dentro daquela boca quente. Ela tentou empurrá-lo novamente, mas ele era muito mais forte. Ele segurava sua cabeça com força enquanto continuava a empurrar o seu pau dentro da boca de minha mulher. De repente, ele se afastou e começou a bater de leve a cabeça de seu contra os lábios de Barbara, deixando-a completamente apavorada.
“Chega de joguinhos. Você vai chupar o meu pau. Agora”.

Eu fiquei olhando minha mulher aproximar sua boca daquele pau enorme e lamber lentamente sua cabeçorra. Eu fiquei com ciúmes por não ser o primeiro pau que ela iria chupar. Ela ficou lambendo como se aquilo fosse o picolé mais doce que ela já havia provado. Depois, ela deu uma leve chupada na cabeça e deslizou sua língua por toda a extensão até chegar à base. Bruno segurou-a pelos cabelos novamente e empurrou-a para baixo, pressionando os lábios de Barbara contra suas bolas.
“Chupa minhas bolas, vagabunda”, Bruno disse enquanto segurava com força a sua cabeça.
Ela chupou umas de suas bolas, passando a língua e os dentes por toda a superfície. Lentamente, ela passou para a outra bola e fez o mesmo processo. Bruno gemia enquanto a boca de Barbara fazia mágica.
“Hmmm, ela me deixou com vontade de chupar o seu pau”, Paula sussurrou antes de se agachar, abaixar o resto do meu short e me colocar em sua boca.
Ela estava me devorando, e colocar meu pau todo em sua boca não foi um problema, ela estava acostumada com coisas bem maiores. “Delicia”, ela disse olhando para mim. Então, ela ergueu o meu pau e começou a chupar meu saco. Ela era muito talentosa, realmente sabia como chupar um pau, além de adorar fazer isso. Ela acariciava o meu cacete e lambia minhas bolas enquanto eu assistia a minha mulher fazer o mesmo com Bruno.
Meu melhor amigo empurrou seu cacete todo dentro da boca de Barbara, fazendo-a engasgar. Bruno riu do seu desconforto.

“Você precisa aprender a fazer um boquete. Paula é uma das melhores que eu já tive, ela consegue colocar meu pau todinho na boca. Você poderia pegar umas dicas com ela, não é?”, ele disse isso enquanto movia seu cacete para dentro e para fora da boca da minha esposa.
Enquanto isso, Paula deslizou sua lingua por todo o meu pau antes de colocá-lo novamente dentro da sua boca. Eu gemi de prazer, sabendo que não seria capaz de me segurar pó muito tempo. Assistir a todo aquele espetáculo tinha me deixado no limite.


Bruno gemia alto enquanto Barbara chupava seu pau. Ela estava aprendendo rápido. Então, ele tirou o cacete da sua boca, ele estava coberto com a sua saliva. Ela parecia embriagada de desejo enquanto ele batia com aquele pauzão em seu rosto.
“Você nunca tomou leitinho quente, não é, vagabunda? Bem, hoje você vai engolir porra de primeira qualidade!”, ele disse enquanto empurrava aquele cacetão novamete em sua boca.
Eu ofeguei ao perceber quantas primeiras vezes da minha mulher eu havia perdido hoje. Eu acho que eu deveria ter agido como o Bruno em nossa lua-de-mel.

“Ei!”, eu olhei para Paula quando ela sussurrou para mim, “Eu quero que você goze na minha boca quando ele gozar na dela, ok?”
Quem era eu para discordar? Eu balancei a minha cabeça enquanto a olhava colocar meu pau todo em sua boca novamente.
Bruno estava gemendo ainda mais alto enquanto empurrava seu pau até o fundo da garganta de Barbara e começava a gozar. Suas nádegas se contraíram enquanto jatos e mais jatos de porra inundavam a garganta dela. Ela fechou os olhos e suspirou ao sentir aquele liquido quente em sua língua pela primeira vez. Ela tentou se afastar, mas Bruno a se segurou com força enquanto outro jato de porra atingia o fundo da sua garganta. Barbara não podia fazer nada a não engolir tudo o que ele colocava em sua boca. Era tanta porra que começou a escorrer pelo canto da sua boca e por seu queixo. Eu podia ver sua garganta se contraindo e foi aí que eu também comecei a gozar.
Eu acho que eu nunca gozei tanto em minha vida. Eu devo ter enchido a boca da Paula de porra. A quantidade era tanta que ela não conseguiu engolir rápido o suficiente, deixando que um pouco escorresse da sua boca. Quando eu finalmente parei de gozar, Paula deixou meu pau, agora mole, deslizar para fora da sua boca lentamente. Quando olhei para ela, eu vi que ela tinha porra escorrendo por seu queixo e entre os seus seios.
“Puta merda!”, ela disse baixinho enquanto recolhia o restante da porra que não tinha conseguido engolir e sorria para mim. “Eu estou mando tudo isso!”.
Eu olhei novamente na direção de Barbara, que agora parecia uma gatinha manhosa mamando o pau do meu melhor amigo. Bruno deu outra esporrada no fundo da sua garganta e ela engolia tudo obedientemente. Mas o mais chocante é que o cacete do Bruno ainda estava duro como pedra.
“Se levanta”, ele disse para Barbara.
Ela parecia estar ainda um pouco chocada com tudo que aconteceu, mas se levantou sem questionar. Ele deslizou as alças finas da sua camisola para baixo, revelando seus peitos firmes, redondos e suculentos. Nesse momento, ela resolveu voltar a si e tentou se cobrir, mas ele foi mais rápido e afastou suas mãos. Bruno segurou os peitos dela com força e começou a beliscar seus mamilos enquanto a beijava. Quando ela abriu a boca para protestar, ele aproveitou para enfiar sua língua comprida no fundo da sua garganta. Ela tentou se afastar novamente, mas ele a agarrou pela cintura, puxando-a contra o seu corpo.

Enquanto isso, Paula parou novamente ao meu lado e sussurrou no meu ouvido, “Meu marido vai comer a tua mulher, Rui”.
Eu pensei que tudo acabaria após o boquete, mas eu estava muito enganado. Bruno realmente pretendia foder a minha esposa.
“Não, Bruno, não! Nós não podemos fazer isso, por favor!”, Barbara estava tentando recuperar o controle da situação, mas eu já sabia que não tinha mais volta.
Mas então, quando ele começou a chupar a morder seus mamilos, ela soltou um gemido e jogou a cabeça para trás em sinal de rendição. Bruno mordia seus mamilos com força enquanto apalpava sua bunda e puxava seu corpo contra dele. Em seguida, ele a jogou sobre o sofá e rapidamente deitou sobre ela. Ele voltou a beijá-l a, e dessa vez o beijo foi lento e sensual. Eu podia ver os lábios dela se moverem contra os dele e sabia que ela estava correspondendo ao seu desejo. O rosto de Barbara estava corado e seu peito subia e descia rapidamente. Ela talvez negasse, mas seu corpo deixava evidente que ela estava sentindo prazer com tudo aquilo.
“Eu aposto que ninguém nunca chupou a tua bucetinha, não é?”, Bruno perguntou repentinamente. 
“O que?”, Barbara perguntou, parecendo chocada.
“Como eu pensei…”, Bruno disse enquanto puxava sua calcinha com força, rasgando-a durante o processo. Ela soltou um gritinho e tentou se cobrir, mas Bruno foi deslizando por seu corpo até seu rosto estar de frente para a sua buceta, que agora se encontrava encoberta por suas mãos.
Ele suspirou e afastou as mãos de Barbara. Então, ele olhou atentamente para sua xoxotinha rosada e soltou um assobio.

“Você tem a buceta mais bonita que eu já vi. Se prepara que eu vou arrombá-la todinha”.
Bruno estava certo, ela tinha uma bucetinha muito bonita. Eu tive a oportunidade de vê-la de perto e pode acreditar, ela é perfeita. Seus lábios eram do tamanho exato e permaneciam juntinhos, escondendo seu delicioso grelo. Ela não tinha nenhum pêlo, e eram tão suave , lisinha e rosada. Eu tentei chupá-la durante a nossa lua-de-mel, mas ela se recusou. 
Enquanto Bruno admirava sua buceta, Barbara ainda tentou convencê-lo a parar com aquela loucura. “Por favor, Bruno. Nós já fomos longe demais”, ela dizia enquanto tentava afastar aquelas mãos enormes dos seus quadris.
“Vamos fazer um trato, vagabunda. Me deixe fazer isso durante cinco minutos, se depois disso você ainda quiser que eu pare, eu paro, ok?”
Ela ainda implorava que ele parasse quando sua língua deslizou por toda a sua bucetinha pela primeira vez. Ela gemeu e seu corpo ficou rígido. Bruno riu e a lambeu de cima a baixo, abrindo-a para ele. Sua língua era longa e áspera, e quando tocou aquele grelinho inchado pela primeira vez, o corpo dela estremeceu por inteiro.
“Eu acho que você não vai durar nem cinco minutos”, Bruno disse e enfiou sua íngua inteirinha na xota de Barbara, massageando seu interior, antes de deslizá-la novamente por toda sua extensão e circular lentamente o seu grelinho. A resposta de Barbara foi surpreendente, suas mãos começaram a apalpar seus próprios peitos enquanto seus quadris se moviam lentamente, pressionando sua buceta contra o rosto de Bruno.
“Eu acho que ela não dura nem três minutos”, Paula disse enquanto sua mão deslizava por meu pau, que para minha surpresa tinha ficado duro novamente.
“Oh Deus, tão gostoso… Por favor…”, disse Barbara enquanto arqueava suas costas e temores tomavam conta do seu corpo denunciando seu primeiro orgasmo. Mas Bruno não se deteve com isso, e atacou sua xoxotinha com mais ferocidade, como um cão faminto.
Ela mal tinha acabado de ter seu primeiro orgasmo quando ele voltou a chupar e morder seu grelo, fazendo-a gritar e gozar mais uma vez em sua boca. Quando Barbara gozou pela terceira vez, Paula sorriu para mim, se posicionou na minha frente e se inclinou sobre a mesa que estava diante de nós. Ela levantou a camisola e sorriu novamente para mim enquanto rebolava contra o meu pau.
“Bota esse cacete gostoso na minha xota”, ela sussurrou.

Eu me aproximei dela e deslizei meu pau dentro da sua buceta quente e molhada. Ela gemeu baixinho quando minhas bolas se chocaram contra seu grelo, e nós ficamos nessa posição, parados, enquanto víamos Bruno se posicionar entre as pernas da minha esposa e se preparar para fodê-la com aquele cacetão.
Barbara ainda estava se recuperando do seu terceiro orgasmo quando ela sentiu o pau de Bruno tocar a sua buceta. Ele deslizava aquele pau enorme por toda sua extensão, deixando-o completamente molhado, antes de pressioná-lo levemente contra os lábios inchados da sua buceta.

“Vai, vagabunda, coloca meu pau nessa sua bucetinha apertada. Rui ficaria tão orgulhoso se soubesse que você conseguiu me acomodar todinho dentro de você. Eu aposto que o pau dele não chega nem perto do meu, não é?”
“Por favor, não… seu pau é muito maior que o dele… é três vezes maior… eu acho que não vou agüentar. Por favor, pare…”, ela sussurou daquele jeitinho doce e inocente característico dela. “Você é muito grande para mim. Você vai me matar. Por favor, me deixe ir embora!”.
“Não se preocupe, minha putinha”, Bruno respondeu enquanto deslizava as mãos pela parte interna das suas coxas. “Você vai agüentar tudinho, e você vai me agradecer por cada centímetro que receber… Você está prestes a descobrir o que é ser comida por um homem de verdade”.
Barbara ficou olhando para ele por alguns segundos, seus olhos repletos de desejo e a respiração ofegante. 
“Coloca meu pau na tua bucetinha. Eu vou te foder pra valer. Eu vou arrebentar essa buceta”.
Barbara segurou o pau de Bruno e colocou aquela cabeçorra na entrada da sua linda xoxotinha. Ele não socou tudo de uma vez como ela esperava, ele sabia como foder uma mulher. Bruno foi abrindo-a lentamente, deixando que ela se acostumasse com seu tamanho. Quando a cabeçorra do seu pau entrou por completo, Barbara soltou um grito rouco.
“Espere… É grande… Você é grande demais, bruno!”, ela disse com os olhos arregalados.
Bruno riu e balançou a cabeça enquanto continuava a invadir lentamente aquela bucetinha apertada com seu pau enorme. Eu sabia o que ele estava sentindo porque eu já tinha experimentado o quão apertada era aquela buceta e como foi difícil colocar meu pau dentro dela. Mas Bruno era persistente e continuou a empurrar seu pau dentro daquela xoxotinha incansavelmente. 
“Puta que pariu! Rui estava certo. Você tem a buceta mais apertada desse mundo!”.
Bruno já tinha metade do seu cacetão dentro dela, mas sua buceta estava tão justa ao redor daquele pau enorme que parecia impossível caber mais alguma coisa lá dentro. Seus corpos estavam cobertos de suor por causa de todo o esforço.
“Eu… Eu não agüento mais hmmmmmm!”, Barbara gritou enquanto Bruno continuava a mover seus quadris para frente, colocando mais alguns centímetros da sua enorme jeba dentro dela. Ele continuou empurrando enquanto mantinha as pernas dela firmemente abertas para recebê-lo.
“Oh Deus! Você está me matando!”, Barbara gemeu alto. Bruno parecia estar no seu limite, ela era muito apertada, e aquela bucetinha estava apertando o seu pau com toda força, obrigando-o a usar toda sua concentração para não gozar. Bruno olhou em seus olhos, e de uma só vez socou todo o seu pauzão dentro daquela bucetinha molhada.
“Ahhhhhhhhhhhhh! Você ta acabando comigo!”, Barbara gritou.

“Ela nunca mais será a mesma, Rui!, Paula disse baixinho enquanto olhava para mim com os olhos repletos de tristeza e com meu pau ainda atolado em sua buceta.
“Isso, deixa eu arregaçar essa buceta. Você é tão gostosa! Vai, vagabunda, sente meu pau todinho dentro da tua buceta, eu sei que você tava querendo isso desde o começo…”, Bruno disse enquanto se afastava lentamente e depois socava seu pau até o talo novamente. Ele se afastou mais uma vez, deixando apenas a cabeçorra entre seus lábios, respirou fundo e enfiou seu cacetão com força e cada vez mais rápido. Suas bolas se chocavam contra a bunda de Barbara, fazendo-a estremecer da cabeça aos pés.
A xoxotinha de Barbara parecia estar se acostumando com o tamanho daquele pau. O que ela estava experimentando agora era algo completamente novo, um prazer que ela nunca havia sentido antes. Dedos calosos beliscavam seu grelinho enquanto aquela jeba enorme metia sem piedade, arregaçando ainda mais sua buceta. Bastou mais algumas estocadas para que Barbara experimentasse o orgasmo mais intenso da sua vida. Mas Bruno queria mais.
“Puta merda, eu posso sentir tua buceta apertando o meu pau. Goza pra mim, vagabunda! Goza no meu pauzão!”
Ele metia com tanta força que eu achava que ele iria parti-la em duas. Mas quanto mais força ele usava, mais ela gozava.
“Você está adorando isso, não é? Sua buceta está tão molhada e apertando o meu pau com tanta força. Eu vou te fazer gozar tanto que você nem lembrará do seu próprio nome. Eu quero te ouvir gritar o meu nome, vagabunda!”, ele disse enquanto metia descontroladamente em sua xoxotinha e apertava suas coxas torneadas com suas grandes mãos.
“Isso, minha putinha! Goza de novo no meu pau, goza pra mim, piranha!”, cada vez que dizia isso, ele tava um tapa em suas coxas. E parece que isso a deixou com mais tesão, pois lá estava ela gozando novamente no cacetão do meu melhor amigo. E então eu ouvi algo que eu pensei que nunca ouviria minha esposa dizer.
“Eu não acredito, você está me fodendo, o melhor amigo do meu marido está me fodendo… Ai, você ta arrombando minha buceta! Você é tão grande… eu acho que nunca mais serei capaz de sentir o pau do meu marido… Caralho, você vai me partir em duas! Não para, não para, me come com esse cacetão! Tá tão gostoso!”
Bruno, claro, estava adorando aquela transformação. Ele soltou as suas pernas e se inclinou para frente, mudando de ângulo e fazendo com que seu pau alcançasse lugares nunca explorados antes. Nesse mesmo instante, Barbara ergueu as pernas e começou a mover seus quadris de encontro aos dele, tentando absorver o máximo de prazer que aquela jeba poderia lhe dar.
“Isso, vagabunda, toma meu pau todinho. É como se você estivesse sendo comida pela primeira vez, não é? Sua buceta era tão apertadinha, mas meu pau ta arrombando ela toda, dá uma olhada. Me diz, putinha, de quem é essa buceta gostosa?”
Sem pensar, Barbara respondeu, “Ai, sua, toda sua! Sua pauzão ta me abrindo toda… tão gostoso… eu nunca pensei que pudesse ser assim… isso, mete com força, arregaça minha xoxotinha… isso, acaba comigo!”.
Enquanto ele continuava a socar com força e cada vez mais rápido, num ritmo quase selvagem, os gemidos dela foram se tornando mais altos e, de repente, ela estava gritando de prazer.
“Isso! Brunooooooo! Aiiiiii! Eu estou… gozando! Me fode! Come minha buceta, filho da puta!”, Barbara gritou enquanto seu corpo inteiro estremecia e sua buceta se convulsionava ao redor do pau de Bruno, fazendo-o gemer e bombar ainda mais rápido.
Bruno não podia mais suportar aquela tortura, seu limite estava próximo e ele anuciou aos gritos, “Eu vou gozar, vagabunda! Vou encher essa buceta de porra e você vai sair daqui com meu filho em sua barriga!”
“Meu Deus! Seu pau está inchando dentro de mim! Eu estou tão cheia… vai, eu quero sentir você gozando na minha buceta, me enche de porra, caralho!”, ela continuou gritando.
“Merda! Abre essa buceta pra mim, toma leitinho quente, piranha!”, ele grunhiu, soltando um gemido rouco e metendo sua rola até o talo. Eu pude ver o rosto da minha esposa se contorcendo de prazer ao sentir vários jatos de porra quente preencherem o seu útero enquanto ela o agarrava com força, como se sua vida dependesse disso.
Eu não tinha percebido, mas Paula estava fazendo todo o trabalho sozinha, eu estava apenas assistindo. Então, eu segurei seus quadris e meti o mais forte que pude. Eu estava possuído enquanto a comia como nunca tinha comido nenhuma outra mulher em minha vida. Eu queria fazê-la gritar o meu nome também. Paula gemeu e eu senti sua buceta estremecer em volta do meu pau. Eu sabia que ela estava gozando e isso fez com que eu me descontrolasse e começasse a gpzar também. Ela segurava a borda da mesa com força enquanto eu metia sem piedade e enchia sua xota de porra. Eu estava me afastando, satisfeito, quando Paula agarrou minhas bolas e me manteve dentro dela. Nós ficamos nessa posição enquanto eu observava novamente a minha esposa.
Bruno a estava beijando enquanto seu pau continuava profundamente enterrado naquela buceta ensopada, e ela agora retornava seu beijo sem nenhum pudor. Suas mãos seguravam a nuca dele com força, prendendo-o contra seu corpo. Ele realmente tinha conseguido dominá-la e eu não passava de um idiota por ter permitido que tudo aquilo acontecesse. 
Eu olhei para Paula, mas embora eu também tenha comido a mulher dele, eu não me sentia vingado. Eu a soltei e ela se virou, ajoelhando-se diante de mim para chupar meu pau antes de se levantar e beijar minha boca suavemente.
“Vamos repetir isso qualquer dia desses, ok?”, ela disse enquanto se afastava e caminhava em direção ao seu quarto.

Eu ouvi Barbara falar algo sobre mim, o que me fez subir rapidamente meu short e correr de volta para nosso quarto. Eu tinha acabado de deitar na cama quando ela abriu a porta. Silenciosamente, ela tirou sua camisola e vestiu um pijama de algodão antes de subir na cama.
Eu a envolvi com meus braços e beijei seu pescoço, então, ela começou a chorar.
“Está tudo bem?”, eu sussurrei.
“Sim, eu só estou feliz por ter casado com você. Eu te amo”, ela disse, beijando minha boca enquanto as lágrimas escorriam por seu rosto.
Estava decidido, nós iríamos nos mudar amanhã, apartamento pronto ou não.