segunda-feira, 31 de julho de 2017
domingo, 30 de julho de 2017
NADA MAIS GOSTOSO QUE OUVIR A MULHER QUE A GENTE AMA NOS CHAMAR DE CORNO
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quarta-feira, 26 de julho de 2017
CONTO ERÓTICO - O DONO DA MINHA MULHER
Chamo-me Roberto e minha mulher Adriana. Ela é uma morena linda com 24 anos, 1,73m,57kg com os cabelos muito pretos realçando com sua pele branca. Tem os seios médios empinados e uma bunda maravilhosa, resultado da malhaçao. Somos casados a cinco anos e sempre fui muito ciumento impedindo-a de usar roupas mais provocantes ou ter uma
vida social dela, apesar de saber que ela adora. Tudo isso mudou a partir da compra de um carro. Eu sempre quis ter um puma desde menino e quando estudante nunca pude comprá-lo. No entanto a pouco tempo atrás achei um muito velho e acabado e só por vontade acabei por compra-lo para reforma-lo. Levei-o entao em uma oficina que foi indicada e conheci o dono.
Pedro é um moreno forte com os cabelos encaracolado e muito falante. Nao posso dizer que era bonito, mas tinha um tipo másculo. Acertamos a reforma do carro e a partir daí comecei a freqüentar a oficina para ver o andamento do serviço.
Com o tempo vi que o Pedro era um completo sacana. Vivia falando das mulheres que comia e o que fazia com elas. Dizia que adorava comer um cú e que com o tamanho da sua pica as deixavam todas arrombadas. Que já teve várias que ele trouxe de presente pra rapaziada (seus empregados). Falava que já tinha comido várias clientes com os cornos presentes e que nao tinha sensaçao melhor de que sacanear o corno enquanto comia a mulher dele.
Eu ouvia essas histórias diariamente e um dia sonhei que ele estava comendo a Adriana. Acordei suado de pau duro e vi que tinha gozado molhando o short e o lençol. Nao entendi nada, mas a partir deste dia quando ouvia as suas histórias, sempre imaginava Adriana no lugar daquelas mulheres.
Um sábado estava em casa e a Adriana tinha acabado de acordar e estava com um shortinho de malha branco e transparente, bem curtinho que ficava dividindo sua bocetinha, onde aparecia sue grelinho, pois estava sem calcinha, e um top da mesma malha que deixava seus seios a mostra dada a transparencia. Me peguei imaginando o Pedro vendo aquilo e quando vi, estava de pau duro. De repente me deu um estalo de loucura e eu chamei Adriana.
Amor eu vou comprar cigarros, mas queria que voce fosse comigo, pois vou parar na barraca e nao tem onde estacionar. Ela disse que iria trocar de roupa, para irmos e eu disse que nao precisava, pois ela nao iria descer do carro.
Ta louco como é que eu vou sair com uma roupa dessas. Eu disse que ninguém iria ver, pois os vidros do carro tem proteçao sendo quase nenhuma a visao interna. Ela disse: Tá bom voce quem sabe. Fui para garagem e enquanto ela estava vindo tirei um dos cabos de válvula do carro. Saímos em direçao a barraca de cigarro e o carro começou a falhar. Quando parei para comprar cigarros abri o capo para ver o problema e aproveitei para tirar mais um cabo.
O carro entao começou a falhar muito. Parei peguei o volante e disse: Nao vai dar para chegarmos em casa, vou ter que ir na oficina. Adriana ficou em pânico pois nao poderia saltar do carro. Cheguei na oficina e parei num lugar onde o sol batia bastante. Chamei o Pedro e disse que o carro estava com problemas mas que queria ver o serviço do puma primeiro. Como planejei depois de quase meia hora no sol a Adriana estava toda suada e sua roupa mais transparente ainda. Disse a ela que iria demorar pois tinha que esfriar o motor.
Ela disse que já estava sufocada dentro do carro e eu disse que o jeito era ela sair e ficar na sombra. Ela como nao teve alternativa acabou saindo do carro. Quando o Pedro viu aquela maravilha nao se conteve. Olhava-a como se fosse agarrá-la ali mesmo. Apresentei ela a Pedro e ele falou. O senhor nao tinha me dito que tinha uma mulher tao bonita.
Adriana estava toda embaraçada e se sentou em um banquinho. Pedro entao foi ver o problema e quando viu que eram os cabos, ele deu uma risada. Voltou-se para mim como se já soubesse o que eu queria e disse: Vai demorar um pouco porque o senhor nao compra umas cervejas para esfriar esse calor que hoje o conserto vai ficar pelas cervejas. Mandei um dos empregados buscar umas cervejas e começamos a tomar.
A Adriana nao bebe muito, mas como estava muito calor ela tomou vários copos ficando meio alta e muito mais relaxada. Já andava pela oficina, chamando a atençao de todos. A certa altura ela quis ir ao banheiro e o Pedro se prontificou a levá-la no seu escritório. Os dois saíram conversando e eu decidi ir atrás para ver o que estava acontecendo. Vi o Pedro olhando pela fechadura da porta, Adriana no banheiro. Tinha tirado o pau para fora e batia uma punheta. Era uma pica enorme e fiquei imaginando o que ele estaria vendo.
Quando a porta do banheiro se abriu a Adriana saiu e ele colocou o pau para dentro do macacao e pediu que ela esperasse que ele ia no banheiro também. O sacana deixou a porta do banheiro aberta e pude ver Adriana olhando para dentro.
Logo os dois saíram e na passagem entre uma mesa e outra ele deu uma encochada na bunda dela que com certeza sentiu o tamanho do pau. Ela voltou toda encabulada, mas continuamos na cerveja.
Após algum tempo a Adriana estava já completamente alta e derrubou um copo de cerveja no colo, ficando com o short completamente transparente. Pedro entao mais uma vez se prontificou de levá-la ao escritório para ela se enxugar. Eles foram e novamente fui atrás e fiquei espiando pela fresta da janela. Pedro pegou uma toalha e começou a enxugar ela a partir das pernas, sem haver reaçao por parte dela.
Primeiro enxugou uma depois a outra e finalmente começou a enxugar o short na sua bocetinha. Adriana estava recostada em uma mesa e ele começou a elogiá-la que as suas pernas eram lindas e macias. Ele entao falou para ela abrir as pernas um pouco, para enxugá-la direito. Adriana abriu e ele começou a passar a toalha por sua boceta. Ela entao fechou os olhos e ele tirou a toalha e começou a passa a mao. Como ela nao reagia, ele puxou o short para o lado e começou a dedilhar seu pinguelinho. Adriana gemia com os olhos fechados e ele agora enfiava os dedos em sua boceta. Meu pau estava duro, mas nao podia fazer nada, pois os empregados poderiam ver.
De repente Adriana abriu os olhos como que acordando de um sonho e quis sair, mas o Pedro a segurou. Tirou aquele pau para fora e colocou a mao dela segurando. Adriana tentou se desvencilhar, mas ele disse: Voce me deixou louco e nao vai sair daqui sem dar uma chupadinha nele. Ela disse: Voce é louco, meu marido está lá fora.
Nao me interessa ele respondeu. Abaixa e chupa logo essa rola. Vi quando Adriana abaixou e colocou aquela pica na boca que quase nao cabia. Pedro entao enfiou seu dedo naquela boceta e falava. Eu vou te comer todinha, minha gostosa. Amanha volte com seu marido e venha com uma minissaia sem calcinha.
Raspe toda essa bocetinha pra ficar bem lisinha. Ficaram assim por alguns minutos, entao Adriana se levantou e saiu rapidamente em direçao ao carro. Como eu nao esperava me escondi ao lado da parede e ela passou rapidamente. Eu já ia voltando quando o Pedro saiu e me viu. Veio em direçao a mim com aquele sorriso e me disse: Seu Roberto a sua mulher é uma simpatia o senhor tem que traze-la aqui mais vezes, seu carro vai precisar de uma peça, mas apesar de ser domingo, traga amanha que eu vou colocar para ficar bom.
Eu sabia que estava mentindo e ele sabia que eu tinha armado tudo. Entao nos dirigimos até o carro. Adriana estava sentada novamente no carro. Pedro entao colocou os cabos e o carro voltou a funcionar. Eu entrei e ele foi para o outro lado, pegando a mao de Adriana, beijou e disse: Amanha venha com Seu Roberto que a cerveja é por minha conta.
Saímos e fomos direto para casa.
Quando chegamos peguei a Adriana e fui atacando-a, tirando suas roupas e ela também estava uma louca em cima de mim. A muitos anos nao tínhamos transado daquele jeito. Dormimos um pouco e quando acordamos eu disse a ela que iria a oficina no dia seguinte para trocar a peça e queria que ela fosse comigo. Ela disse que nao iria pois era muito quente e ela tinha passado mal. Aproveitei a deixa e disse. Se for calor coloca uma roupa mais leve, uma minissaia, por exemplo. Ela chegou a se assustar e disse: Voce nunca deixou eu colocar essas roupas fora de casa, porque isso agora? Eu disfarcei e falei que nao tinha nada pois ela iria comigo. Passamos o resto do dia sem tocar no assunto. No domingo bem cedo acordei e procurei pela Adriana e ela estava no banheiro trancado. Olhei entao pela fechadura e vi que ela estava passando o aparelho de barba na sua boceta. Fiquei imediatamente de pau duro, imaginando o que poderia acontecer. Fui lá para baixo tomar café e Adriana desceu logo após. Estava com uma minissaia jeans e uma blusa bem folgada. Eu disse que iria me aprontar para irmos e ela perguntou se realmente eu queria que ela fosse. Eu entao confirmei e fui me arrumar. Chegamos na oficina e o portao estava fechado. Bati e logo o Pedro apareceu para abri-lo. Entramos e o Pedro já nos recebeu com um sorriso e dando um beijo no rosto de Adriana. Ele tinha armado uma mesa e umas cadeiras e quando sentamos vi que Adriana estava com calcinha. Ele trouxe umas cervejas e um tira-gosto de carne. Ficamos conversando e ele nao tirava o olho de Adriana. Me falou que teríamos que esperar um pouco pois o rapaz estaria trazendo a peça do carro. Ficamos entao bebendo e novamente depois de algumas cervejas Adriana já estava alta novamente. Entao o ritual se repetiu e ela quis ir ao banheiro. Pedro a levou e disse. Espere ai um pouco seu Roberto, que o rapaz pode bater ai no portao. Fiquei sentado e eles levaram alguns minutos. Quando voltaram, Adriana sorria e o Pedro falava baixinho. Sentaram-se e vi que ela havia tirado a calcinha e sentado de frente para o Pedro. Continuávamos com as cervejas e o Pedro cada vez mais ousado. Já colocava as maos nas pernas dela que só fazia sorrir. O meu pau parecia que ia estourar. E quando me levantei para acender um cigarro o Pedro me deixou sem graça. Seu Roberto o senhor também está de pau duro? Adriana olhou imediatamente e eu ainda tentei consertar, mas ele continuou. Nao fique com vergonha nao que quem tem uma mulher linda dessas é pra ficar direto de pau duro mesmo. Eu mesmo já estou aqui quase estourando as calças com essa visao maravilhosa., venha aqui ver também. Quando fiquei perto dele pude ver a bocetinha de Adriana toda exposta. Ela fechou as pernas e Pedro falou. Abre novamente como estava vai. Ela me olhou eu disse. Abra . Ela entao escancarou as pernas com aquela boceta toda meladinha de tesao. Pedro entao colocou o pau para fora e começou uma punheta. Eu fiquei parado sem saber o que fazer e ele agora comandava o espetáculo. Passa o dedinho no grelinho vai. Enfia um dedo nela, agora tira e chupa seu gozo. Adriana fazia tudo que ele mandava. Ele continuou. O seu Roberto senta ai e coloca o pau pra fora também. Fiz como ele falou, vendo o show da minha mulher. Meu pau estava uma pedra e ele falava. Voce é um corninho bem legal de trazer essa putinha gostosa pra mim. Venha aqui minha puta, chupa esse cassete, pra o corno do seu marido ver. Adriana caiu de boca chupando aquela pica monstruosa. Pedro se levantou e tirou o macacao, ficando completamente nu. Ligou o som do carro e mandou Adriana dançar para nós. Ela começou a dançar e ele mandou tirar a blusa. Logo apareceram aqueles seios lindos. Ela entao mandou ela tirar a saia e ela ficou completamente nua. Mandava ela ficar de quatro com as pernas abertas e posiçoes que escancaravam ela. Adriana estava totalmente entregue e ele mandou entao ela sentar no pau dele. Falei entao da camisinha e ele disse. Cala a boca corno que essa putinha de agora em diante vai foder comigo direto e eu nao gosto de chupar bala com papel. Quando eu ia protestar vi Adriana sentando naquela pica. Ela já estava tao melada que facilitou e foi entrando. Adriana só na colocada já começou a gozar e se tremer toda. Ele entao falava: Ta vendo corninho o que uma pica de verdade faz, nem fudeu e já ta gozando. Adriana após algumas tentativas conseguiu agasalhar aquilo tudo dentro dela e começou a subir e descer. Ele entao a levantou e colocou com as mao apoiadas no carro. E começou a foder-lhe por trás. Levantou-a de novo e a colocou da costas no capô do carro. Depois de quase trinta minutos ele começou a urrar, tirou a pica e puxou Adriana para o chao, enfiando a pica na sua boca. Vi quando a porra começou a jorrar e ele segurando nos cabelos dela dizia: Bebe essa porra toda sua putinha. Tem que deixar ela bem limpinha. Adriana chupava tudo, engolindo. Ele entao se sentou na cadeira. E puxou ela para si. Eu, já havia gozado uma vez na punheta e estava de novo de pau duro. Fui puxar Adriana para mim e o Pedro a segurou. O Corno, ela é sua mulher em casa, mas aqui na oficina ela é minha puta. Voce só encosta nela se eu deixar. Por enquanto vai batendo sua punheta ai e fica olhando. Escancarou as pernas dela e ficou enfiando os dedos naquela boceta toda vermelha. Eu nao me entendia e acatava as ordens dele. Continuei na punheta olhando aquela cena e acabei gozando novamente. Ficamos os tres sentados e agora o Pedro se tornara um sacana total falando de como ele tornaria a Adriana sua puta. Ela ainda tentou pegar as suas roupas mas ele disse que era pra ela ficar nua. Colocou um tapete em frente a sua cadeira e mandou que Adriana sentasse e chupasse ele. Ela parecia uma cadelinha com o pau de Pedro na boca. Ficamos assim até que o Pedro se levantou com o pau duro novamente e mandou que ela ficasse de quatro. Começou a cuspir naquele cuzinho e Adriana percebeu o que estava para vir.Quando foi reclamar, Pedro lhe deu um tapa na bunda que ela gritou. Fica quieta sua cachorra que agora vou comer essa bunda. Adriana olhava para mim e eu nao tinha reaçao. Ele foi forçando a cabeça e ela começou a gritar. Nao vou agüentar, ta doendo, eu nunca fiz isso. Ele entao parava um pouco e depois continuava. Adriana parecia que ia desmaiar. Ele entao mandou que eu chupasse o grelinho dela enquanto ele a fodia. Me coloquei por baixo e pude ver bem de perto aquela pica monstruosa enfiando em minha mulher. Eu chupava Adriana, que agora já nao gritava tanto, só gemia. Ela entao começou a gozar e gritar. Vai meu macho me arromba, me lasca. Essa bunda é só sua. De repente sentir algo pingar em mim e vi que o sacana havia gozado no rabo da Adriana. Ele tirou o pau e sentou na cadeira novamente. Adriana se levantou e foi ao banheiro e eu me sentei, tentando limpar aquela gala em cima de mim.Ficamos assim por um tempo quando ouvi um barulho no portao. Pedro vestiu o macacao e quando ia para abrir, Adriana vinha saindo do escritório. Ele a pegou pelo braço e disse. Vai lá fica sentadinha e nao veste nada, fica assim. Ela veio sentou e ficamos nos encarando sem dizer uma palavra. Nisso o Pedro volta com um rapaz de seus 18 anos vindo atrás dele. Quando o rapaz viu Adriana chegou a parar e o Pedro o chamou dizendo. Paulinho esse é Roberto nosso cliente e sua adorável esposa que vieram me fazer uma visita hoje. Senta ai e toma uma cerveja com a gente . Paulinho nos cumprimentou sem tirar os olhos de Adriana e sentou. Pedro entao falou: O Dr. Roberto adora ver alguém comendo a mulher dele, tanto que até inventou um problema no carro pra trazer ela pra mim. Eu fiquei sem graça e nem olhava mais pra Adriana. Pedro entao mandou que ela sentasse em seu colo e escancarou as pernas dela, enfiando um dedo na bocetinha. Depois a mandou ficar de quatro e abriu bem a bunda dela, mostrando o cuzinho todo aberto. Acabei de arrombar esse cú agora e ela nunca tinha dado, e ficava enfiando o dedo. Paulinho já estava de pau duro vendo aquilo e o Pedro falou. Coloca a pica na boca dessa vadia pra ela mamar gostoso. Paulinho se levantou na hora e Adriana de joelhos começou a chupar aquela pica. Chupou até ele gozar em sua boca e quando ela ia tirando o Pedro mandou que ela bebesse tudo. O Paulinho entao foi pasando a mao na bunda dela e o Pedro falou. Calma que hoje voce só vai fazer isso. Outro dia eu deixo voce comer ela. Tomamos mais uma cerveja e o pedro tratou demandar o paulinho para fora. Comeu a bunda da Adriana mais uma vez e disse que já estava tarde, pois tinha compromissos. Nos despedimos e o Pedro disse que queria que ele viesse na terça feira comigo para ver o serviço do puma e que viesse com uma minissaia mais curta que aquela e já era pra chegar sem calcinha. Deu-lhe um beijo de língua, abriu o portao e saímos. Fomos calados mais da metade do trajeto, quando Adriana falou. Entao voce armou isso tudo? Queria me ver transando com outro homem e nao teve nem a coragem de me falar. Eu vi quando voce tirou o cabo do carro ontem. Vi quando voce espiava, ele me enxugando. Pensei que voce ia tomar uma atitude hoje e nada.Ficou com aquela cara de corno me olhando sem ao menos saber se eu estava gostando. Pois quer saber, eu gostei, adorei e vou voltar terça feira e quantos dias ele quiser me comer ou me dar para outros. Agora como ele disse, vou ser uma puta e voce é que me fez assim, agora vai ter que agüentar.Chegamos em casa e tinha uns rapazes jogando bola na rua. Adriana desceu do carro e foi pelo portao enquanto eu ia r garagem. Ouvi os assobios e quando virei vi Adriana andando e se rebolando até entrar em casa. Corri para o quarto e voei em cima da Adriana e começamos a transar até que tentei colocar em seu cuzinho. Ela negou dizendo.A minha bunda é do Pedro. Se voce quiser peça pra ele liberar que te dou. Voce teve a vida toda pra querer e nunca quis. Vi entao que nossa vida toda tinha mudado. E assim foi a terça e muitos outros dias na oficina.Mas isso já é uma outra história.
CONTO ERÓTICO - FEZ MEU MARIDO DE CORNO E EU DE PUTA
Meu nome é Cláudia, tenho 31 anos, e sou casada há sete. Meu marido se chama Alex e tem 32. Nós dois somos formados em Educação Física e somos donos de uma academia de ginástica. Ele cuida da parte administrativa, e eu dou aulas junto com outros instrutores. Obviamente me esforço muito para manter meu corpo devido a minha profissão, mas também porque adoro me sentir gostosa e atraente, e por isso sou muito vaidosa e rigorosa comigo mesma. A única coisa artificial em mim é o tom dos meus cabelos, um louro amanteigado. Fora o buttery blond, o meu biótipo curvilíneo é totalmente natural: busto médio (94cm), quadris largos (100cm), estilo “cintura de vespa” (57cm).
Eu e meu marido adoramos sexo. Foi ele que me apresentou a esse mundo maravilhoso do prazer. Alex sempre foi um amante excepcional. Ele descobriu minha tendência ao exibicionismo e me incentivou a explora-la. Foi numa brincadeira num posto de gasolina. Aquelas coisas de deixar a calcinha aparecendo para o frentista, e fingir que não percebeu o intrometido. O que era brincadeira foi virando rotina no nosso relacionamento. A partir daí criamos um jogo de provocação, onde só eu e Alex podia jogar. Os “escolhidos” eram simples espectadores.
Era um jogo bem simples e extremamente excitante. Nós dois saiamos, geralmente à noite, como dois caçadores. Escolhíamos o lugar e nossas “vitimas”. Estudávamos todas as possibilidades e limitações da ocasião, e só então partíamos para o ataque. Com a nossa presa sob nosso jugo, e já satisfeitos com o resultado de nossa caça, eu e Alex saíamos do local com a mesma rapidez que abordávamos a “vitima”, e deixávamos o coitado “a ver navios”. Nossa noite sempre terminava com uma transa incrível.
Esse jogo era também perigoso, pois o grande prazer era sempre avançar um pouco mais, e chegar cada vez mais perto de nosso limite. Por isso as regras eram bem definidas. O cuidado que tínhamos em escolhermos o lugar e a hora para essas nossas loucuras, era uma das principais. Também tomávamos o cuidado para não perdemos o controle da situação, e nunca deixávamos ninguém ultrapassar nossos limites. Quem quisesse entrar no nosso jogo, teria que jogar com nossas regras.
Foi assim que conduzimos nosso relacionamento durante muito tempo, mas nas nossas ultimas férias de verão, vivemos uma aventura bem diferente de tudo que nós tínhamos vivido até então, e que colocou uma nova ordem no nosso relacionamento.
Todo ano passamos uma parte de nossas férias na casa de meus pais. Essa nossa temporada na casa deles é sempre muito esperada durante o ano inteiro, pois apesar deles morarem numa cidade pequena, sem muito que fazer, meu pai tem uma pequena chácara na beira de um lago formado por uma represa, onde eu e Alex passamos a maior parte do tempo quando estamos na cidade. O lugar é um verdadeiro paraíso do sossego. As outras chácaras são bem distantes uma das outras, e dá para ficar bem à vontade.
Como iríamos ficar apenas quatro dias na cidade, combinamos de ir para o lago todos os dias. Mas as coisas não saíram como nós planejamos. Já no primeiro dia, meus pais tiveram a idéia de fazer um churrasco. Era para ser um programa chato, mas quando meu sobrinho e seus amigos chegaram, eu vi que nem tudo estava perdido. Entre os amigos de Junior, todos eles na faixa dos 18 anos e 19 anos, um se destacava de longe. O rapaz, em pleno gozo de sua juventude, era a encarnação viva de um deus grego. Era alto e forte. Tinha um belo físico e um rosto perfeito. Seus cabelos eram longos, e como ele estava com uma camiseta branca sem manga, dava para ver seus braços fortes, cheios de tatuagens. Tive a impressão de conhecê-lo, mas pensei ser algum novo amigo do meu sobrinho. Alguém então o chamou pelo nome. Eu não acreditei que aquele era Fred, um amigo de infância do Junior, que eu não via há muito tempo. Apesar de não o ter reconhecido, de tanto tempo que eu não o via, eu conhecia muito bem a fama dele, que não era das melhores. Brigas, pegas de carro, eram infrações que não cabiam mais em seu currículo. Ele também tinha fama de “pegador”, e rolava uma história na cidade _ já viram como é cidade pequena _ que uma conhecida minha tinha se separado do marido por causa dele. No inicio eu não entendi o que levou uma mulher, com a minha mesma idade, com um casamento instável, largar tudo por uma aventura com um garoto. Depois que vi Fred, percebi porque minha amiga não tinha resistido a tentação.
Eu já tinha contado a Alex essa história de minha amiga, e mostrei a ele o protagonista da história. A primeira vez, meu marido não pareceu ter dado muita importância a essa história, mas ele agora perguntava todos os detalhes. Percebi uma pequena sombra de inveja em Alex, então contei tudo e ainda aumentei um pouco por conta. Ele concluiu nossa conversa demonstrando o que sentia: “Garanhão!? Com esse jeitinho de bicha?”. Achei melhor não levar a conversa à diante. Até mesmo porque, Alex já tinha bebido, estava um pouco alto, e a situação não era própria.
Na mesa eu não resisti em ver aquele objeto do desejo tão próximo, e resolvi pelo menos me divertir um pouco. A primeira coisa que fiz, foi na primeira oportunidade me abaixar e deixar meus seios aparecendo para nosso vizinho de mesa. Minha intenção era fazer parecer que ele tinha cometido uma indiscrição e tinha visto o que não devia. Esse ardil é infalível, os homens adoram ver algo que não podiam ter visto. Algo que é de outro homem e estava escondido. Vi que ele ficou atiçado como deveria ter ficado, mas fingi que não percebi o bisbilhoteiro.
Depois de mais algumas trocas de olhares, mostrei minha aliança disfarçadamente e me apresentei como um fruto proibido _ os homens adoram o proibido _. Enquanto ele fazia sua pose de caçador, e me olhava impudentemente, eu fazia aquela cara de mulher com medo de ser flagrada pelo marido _ algum homem resisti a isso? _. Minha tática de deixa-lo ansioso a ponto de querer me ter a qualquer preço, estava dando certo, e de onde eu estava podia sentir sua excitação. Ele passou o resto da tarde me olhando com aquela carinha de menino pidão, mas não dei mais bola para ele. Achei o máximo ele me olhando com aquela carinha de frustração.
À noite contei a Alex o que eu tinha feito. Alex riu e tivemos uma transa arrasadora no silencio da casa dos meus pais. E que transa. Quando eu e Alex transamos, eu sempre gosto de ficar por cima e controlar a transa, mas naquela noite meu marido ficou surpreso. Eu nunca estive tão dominadora e agressiva como naquela ocasião.
No ultimo dia nosso na cidade, fomos cedo para a chácara, já que naquele dia teríamos a casa só para nós dois. Coloquei um shortinho jeans, bem “surrado”, estrategicamente desfiado, que deixava parte de minha bunda a mostra, e um top branco, feito de crochê. Alex tinha me pedido para que eu descolorisse meus pêlos do corpo, e como eu tenho muitos, principalmente, nas coxas, bunda e na parte inferior das costas, e também estava bem bronzeada, meus pelinhos dourados podiam ser vistos de longe. Alex estava todo excitado e me prometia uma tarde inesquecível.
Na parte da manhã curtimos bastante o sossego e a paz do local. Depois fomos de jet-ski a um clube que fica do outro lado do lago, onde ficamos até o inicio da tarde. Quando voltávamos, ao nos aproximarmos da casa, vimos uma movimentação de várias pessoas na varanda. Achamos aquilo estranho, pois naquele dia esperávamos ter a casa só para nós dois. À medida que aproximávamos, a musica ia ficando cada vez mais alta, e a algazarra já se ouvia de longe.
Na frente da casa estava parado um carro e um pick-up. Era o Junior com mais três rapazes, e quatro garotas. Era o fim do sossego e das nossas férias também. Eles faziam a maior bagunça. Ao redor deles estava cheia de latas de cerveja vazias. A única coisa boa foi quando percebi que um dos rapazes era Fred, e mais uma vez nem tudo estava perdido.
Negociei com meu sobrinho, para que ele fosse para a beira do lago e nos deixasse com a casa. Da varanda dava para vê-los perfeitamente, já que a casa não fica muito longe da beira da água, e é num ponto alto. Ficamos sentados olhando eles se divertindo. Os rapazes pareciam disputar quem chamava mais à atenção das garotas. Eles se exibiam para elas com brincadeiras bobas, típicas da idade. Foi Alex que começou a falar em Fred. Não dei muita bola para a conversa dele, mas meu marido, com um certo ar de recalque, insistia em falar mal do rapaz, principalmente em dizer que ele tinha um jeitinho de bicha.
Meio a uma bagunça provocada por uma visível embriaguez, os rapazes vieram em direção a casa e foram para a sala. Eu e meu marido continuamos na varanda, mas como uma grande porta de vidro que liga a sala à varanda estava aberta, ficamos praticamente todos juntos. Pela cara de Alex eu sabia que ele tramava algo. Com a desculpa de estar à procura de uma cerveja, ele foi para junto deles. Meu marido tomou umas cervejas com eles, conversou com todos, menos com Fred que só o olhava com seu ar de superioridade.
Alex então começou a conversar com a garota que estava com Fred, e enquanto isso, o garoto sem dizer nada, se sentou no sofá e ficou sozinho.
Achei uma infantilidade aquilo que Alex estava fazendo, mas eu não ia ficar dando uma de tia chata e acabei indo me juntar a eles.
Entre uma cerveja e outra, todos ficaram bêbados. Inclusive eu que sou meio fraca para beber. Fiquei conversando com os outros dois rapazes e com as garotas, enquanto Fred permanecia sozinho, me olhando com seu ar de boçal. Evitei o máximo em olhar para ele, mas no auge da nossa festinha, eu e as garotas começamos a dançar, para o deleite dos rapazes, e era praticamente impossível não olhar para aquele gato, que não tirava seus olhos de cobiça de cima de mim.
Na nossa roda apareceu um cigarro de maconha. Eu nunca tinha experimentado, mas Alex não se fez de rogado e começou a fumar junto com a garota que conversava com ele. Todos ficaram chapados e bêbados. Eu não experimentei, mas estava bêbada e minha cabeça girava um pouco com aquela musica alta e com aquela fumaça toda. Eu continuava a tentar desviar meu olhar de Fred, mas não conseguia, principalmente .quando Alex foi para a varanda junto com a garota. Mas ainda me restava um pouco de lucidez. O fato de meu sobrinho estar por ali me inibia um pouco. Só quando ele foi de jet-ski, com a namorada, para o clube do outro lado da represa, que eu fiquei mais à vontade, e troquei olhares insinuantes com ele. Fred aproveitando o momento, fez um sinal me chamando para perto dele. Fiquei por um instante sem saber o que fazer, mas uma estranha força me colocou em direção a ele. Ele fez sinal para que eu sentasse do seu lado, mas permaneci em pé, e só me inclinei para escutar o que ele queria me dizer. O marginalzinho sem dizer nada colocou o cigarro em minha boca. Puxei um pouco, e vendo aquele rosto lindo de tão perto eu não resisti. Apoiei-me em suas coxas grossas e fiquei inclinada em cima dele, deixando praticamente meus seios em seu rosto. Fiquei dançando naquela posição olhando bem no fundo de seus olhos. Fred só se mexeu para levar o “cigarro” em minha boca novamente. Fiquei alucinada, tudo parecia estar em câmara lenta. Fred me pediu que tirasse o short como se me desafiasse. Eu aceitei o desafio. Tirei meu short, e só de biquíni, voltei a me inclinar em cima dele. O rapaz correspondeu com um sorriso maroto, e olhou por trás de mim. Olhei para trás e vi os outros dois rapazes se deliciando com a visão de minha bunda, enquanto suas garotas dançavam. Entendi que o safado tinha feito aquilo com aquele propósito, e sussurrei no ouvido dele: “Quer parar de me exibir para seus amiguinhos, Eu tenho dono”. Sob o olhar perplexo do pessoal que estava na sala eu sentei no colo de Fred. Quase enlouqueci ao sentir o volume de seu pau. Segurei meus cabelos para cima para que ele me beijasse e mordesse a vontade meu pescoço. Vi quando ele sorrateiramente fez sinal para seus amigos, e estes saíram com suas garotas em direção à porta, dizendo que também iam para o clube. Meu coração gelou em ficar sozinha com Fred. Minha reação foi me levantar e me afastar dele. Fiquei pensando se não tinha ido longe demais e se não seria uma boa hora para parar com aquela loucura. Pensava também numa desculpa para sair fora daquela situação. Donde eu estava, eu vi um dos amigos de Fred, antes de sair, dar uma tapinha no seu ombro e dizer:
_ Vai lá garanhão...Faz essa por mim! Deixa que eu cuido do corno! _o outro, de forma mais agressiva, completou _ Detona malandro, mas detona legal, que essa vai para história!!
Uma das garotas comentou: “coitado do cara _ no caso, meu marido _ nem sabe o que esta acontecendo!”. Fingi que não tinha ouvido, mas aquele clima de traição que estava rolando, e o fato de Alex estar com aquela garota, além de me deixar confusa, me dava medo.
Os rapazes convenceram Alex a ir com eles para o clube. Quando todos estavam na beira do lago, já entrando no barco, Fred veio em minha direção. Eu tinha que tomar uma decisão naqueles poucos segundos, mas deixei me envolver. Sem nenhuma resistência da minha parte, ele me agarrou. Suas mãos me seguraram com força. Olhando nos olhos deles, beijei de leve sua boca. Ele invadiu minha boca com sua língua atrevida. Eu bem que tentei, mas não pude resistir e trocamos um ardente beijo. Ele puxou meu biquíni para cima enfiando-o ainda mais na minha bunda. Olhei para o lado e quase morri de susto. Alex cambaleando voltava para sala. Tirei as mãos de Fred que disse: “Dispensa logo esse corno, porra!”. Os dois amigos de Fred que sabiam o que estava rolando, nos olhavam de dentro do barco como se esperassem a reação de Alex, mas vendo ele entrando sem reação nenhuma, saíram em direção ao clube dando gargalhadas e gritando alguma coisa para Alex.
Meu marido se jogou no sofá perecendo estar desacordado. Eu lhe perguntei se estava tudo bem, mas Alex ficou calado, só balançou a cabeça. Fred veio até mim e me tirou do lado de Alex. Voltamos a nos beijar, e agora nossas línguas pareciam disputar qual era a mais ávida. Tudo isso com meu marido bem ali do nosso lado. Fred me levou para o sofá e me sentou no colo dele. Eu ainda estava um pouco zonza, mas até meu porre tinha sarado. Meu coração estava a mil. O tesão aumentava cada vez mais, e eu já não sabia como terminaria aquela loucura. Alex então deu uma remexida no sofá. Reagi soltando Fred, que me segurou pelo braço e disse de forma ríspida: “Deixa essa mane de lado”. Fui até meu marido, que ainda parecia desacordado. Então veio a surpresa. Alex me abraçou e começou a me beijar. As coisas se inverteram, agora eu beijava meu marido e Fred olhava. Daí para frente as coisas esquentaram para valer, pois sem aquela atmosfera de estar fazendo algo errado, eu me senti aliviada e mais tranqüilizada.
Meu marido ainda cambaleando ficou de pé e disse para Fred:
_ Vou te dar uma aula de como foder uma gata como a minha.
Alex tirou seu pau e mesmo pensando “que loucura!”, eu avancei. O garoto não disse nada, só ficou olhando. Chupei Alex como nunca tinha chupado antes.
Já sem nenhuma inibição e queimando de tesão, mandei Alex se sentar, coloquei meu biquíni para o lado e sentei no seu delicioso cacete. Minha buceta estava tão molhadinha, que o pau dele entrou todo. Alex deu uma alfinetada em Fred:
_ Fica bonzinho garotão que eu deixo você olhar, e se quiser pode até tocar uma punhetinha.
Aquilo era demais. Comecei a pular em cima de Alex. Ele segurou com força minha bunda para controlar os movimentos, mas eu tirei suas mãos e continuei cavalgando. Pulei com uma doida em cima do meu marido, por mim eu ficava o dia todo naquela posição, mas de tanto ele insistir, fiquei de quatro em cima do sofá. Mesmo assim continuei jogando o corpo contra o pau dele. Naquela posição eu podia encarar Fred e com olhares insinuantes provoca-lo ainda mais. Alex colocou seus dedos na minha boca, e lambendo seus dedos, eu disse para provocar Fred:
_ Gostaria de ter um pau de verdade em minha boca!
Aquilo estava realmente uma loucura e totalmente sem controle, mas minha intenção era só provocar o rapaz, porém Alex sem hesitar disse a Fred, que parecia esperar sua aprovação:
_ Dá para ela o que ela quer garotão,... Ou esta com medo?
Senti meu rosto pulsando quando Fred se aproximou e na frente do meu rosto, enfiou a mão dentro de seu calção, e de lá sacou um belo e enorme cacete, que apontou direto para meu rosto _ existe coisa, mais excitante para uma mulher que ver um cacete apontando para seu rosto?_. Segundo meu marido, ele pensou que eu iria só ameaçar chupa-lo, e tudo ficaria por isso mesmo. Mas isso nem se passou pela minha cabeça. O que fiz foi avançar naquele pauzão como uma predadora avançando na direção da caça. Segurei com as duas mãos aquele cacete gostoso e aveludado. Fiquei até mesmo sem saber por onde começar a saboreá-la. Lambi toda extensão do pau dele. Deslizei minha língua das bolas até a cabeça apreciando cada centímetro daquela maravilha. Nem me lembrei que meu marido estava ali atrás de mim. Só ouvi uma ou duas vezes ele sussurrando meu nome. Meu marido estava paralisado. Ele disse depois, que só conseguia ver minha cabeça se movimentando, e como não acreditou no que estava acontecendo, ele simplesmente parou de me foder para tentar me ver chupar Fred. Eu ainda jogava o meu corpo em direção ao pau do meu marido e chupava o rapaz, mas em determinado momento eu também parei, e só me dediquei a chupar o pau de Fred. Alex segurou-me forte pela cintura e começou a me puxar contra seu pau, numa tentativa de me fazer voltar o movimento. Mas eu estava tão concentrada em Fred, que sem dizer nada, abandonei meu marido. Fui para entre as pernas de Fred que estava sentado no sofá, e continuei a chupa-lo. Só parei quando fui interrompida por Alex, que visivelmente perdido e transtornado me ofereceu seu pau também. Chupei os dois alternadamente, mas estava nítida a minha preferência por Fred, que ganhava chupadas mais longas e fortes. Alex chegou a me segurar pelo cabelo, para que eu dedicasse mais tempo a ele. Eu nem percebi que aquela era uma tentativa desesperada do meu marido para participar da transa, e continuei a dar uma exclusividade ao garoto. Comecei ali uma verdadeira sessão de tortura em Fred. Eu lambia e mordiscava delicadamente o pau do garoto, e depois o sugava com todas as minhas forças em curtos intervalos, só para ver o seu rosto de desespero. Senti-me plena em finalmente dominar aquele garanhão, que ao invés daquele arrogante ar de superioridade, agora tinha uma expressão de subjugação. Meu marido disse que naquele momento ele ficou totalmente tomado por um tesão e por um ciúme arrebatador. Alex praticamente me arrancou de Fred, e me mandou deitar no sofá. Ele ficou perto de minha cabeça e me deu seu pau para que eu o chupasse. Enquanto isso, Fred se posicionou entre minhas pernas. Eu quase desmaiei de tanto tesão ao sentir a presença dele. Com delicadeza ele começou a lamber a minha buceta. Meu marido tinha perdido totalmente a compostura. E parecendo estar completamente fora de si, voltou a provocar Fred:
_ Ta sentindo o gosto do meu pau na bucetinha dela garotão!? _Fred novamente não disse nada, só continuou a me chupar.
O tesão tomava conta de mim. A cada momento, eu parava de chupar meu marido, e ficava só olhando aquele gatinho lindo lambendo minha buceta. De súbito Fred começou a sugar meu clitóris com força. Minha reação foi jogar a cabeça para trás e dar um gemido bem alto, extravasando todo o tesão que eu sentia. Alex ficou com os olhos arregalados em me ver daquele jeito. E se as coisas já tinham fugindo do nosso controle, foi nesse momento que tudo ficou totalmente caótico. Eu já não me agüentava mais, e criei coragem para fazer o que já era inevitável. Levantei-me, e diante da perplexidade dos dois, principalmente do meu marido, empurrei Fred para o sofá. Fiquei de costas para ele, e deixei claro que eu queria cavalgar naquele pau maravilhoso.
_ Vou acabar com você gatinho. Depois de mim você nunca mais será o mesmo!
Depois de duas ou três tentativas, eu consegui encaixar o pau de Fred em minha buceta. Bem devagarinho, eu fui rebolando em cima dele. Rebolei e remexi em cima da pica do rapaz, até que minha buceta o engolisse todo. Alex procurando seu lugar naquela situação ficou em minha frente, para que eu o chupasse, e enquanto eu fodia Fred, eu podia me deliciar com meu marido. A sensação de dominar aqueles dois machos ao mesmo tempo, só não era maior que a de estar sendo rasgada pelo pau do garoto. Ao mesmo tempo em que eu cavalgava em cima de Fred, eu chupava meu marido. Alex aceitava numa boa a minha dominação, mas o rapaz segurando com força minha bunda, me levantava e me fazia descer com força em cima de seu pau. Começamos uma verdadeira guerra, pois ele tentava impor aquele movimento a todo custo, e eu insistia em tirar suas mãos e a rebolar em cima dele, tentando valer minha vontade. Como se não bastasse, no meio dessa loucura, meu marido que mais uma vez perdia minha atenção, pois eu estava mais preocupada em tentar retomar as rédeas da transa do que nele, praticamente me obrigava a chupar seu pau. Lutamos por um bom tempo, mas eu já estava exaurida e aos poucos Fred tomou conta da situação. Meu marido naquela altura dos acontecimentos tinha se transformado definitivamente num mero coadjuvante na cena. Ele só pôde ficar olhando, quando Fred, segurando com as mãos na parte debaixo das minhas coxas, me tirou os pés do chão, abriu totalmente minhas pernas, e me deixando praticamente suspensa por seu pau, começou a me foder. O pau dele estava todo cravado em mim, e com aquilo tudo dentro de minha buceta, a sensação era de estar sendo divida ao meio. Sentindo-me toda arreganhada, eu gemia como uma louca. Aos poucos ele foi aumentando a força, até que literalmente me lançava para cima e me amparava com o seu pau, me fazendo perder de vez o controle. Aquela mistura de medo e tesão foi tomando conta de mim, até que eu entrei em desespero, e como se estivesse num transe hipnótico, comecei a implorar de uma forma quase que infantil para Fred parar. Já Alex estava de boca aberta, e me vendo enlouquecida, e me debatendo de um lado para o outro em cima de outro homem, não sabia se eu realmente queria parar, ou se aquilo eram apenas meus delírios. O garoto continuou inexorável, e sem se importar com minhas suplicas, me lançava para cima como se eu fosse um brinquedo. Meu marido disse que eu subia e descia, como se eu estivesse em cima de um cavalo bravo. Aquela loucura parecia não ter fim e minhas suplicas em cima dele eram inúteis, pois ele só parou quando suas forças se exauriram. Para mim a trégua veio a calhar, pois eu já estava totalmente sem forças e principalmente sem fôlego. Fiquei alguns instantes tentando me recuperar do efeito arrasador que aquela loucura causou em mim. Quando tentei sai de cima, Fred passou os braços em volta de mim, e movimentando vigorosamente os quadris, recomeçou a me foder. Recebendo aquela verdadeira rajada repentina de pica na minha buceta, voltei ao meu estado de delírio. Comecei a gemer continuamente, e meus gemidos também seguiam a mesma cadencia trepidante do movimento. Fred arrancou meu top e libertou meus seios, que já saltaram para fora dançando no ritmo daquele movimento louco. Entrei num alucinante processo de gozo, e o que me restava para extravasar todo meu tesão, era gemer e gritar. Fred que estava em silencio até então, aproveitou para provocar meu marido:
_ Ta calado porque cara? _ Alex me vendo gritando e gozando daquela forma em cima dele, parecia estar em outro mundo _ Não esquenta, fica tocando uma punhetinha, que eu já devolvo sua esposa.
Eu ainda gemia e me contorcia em cima de Fred, quando num movimento de destreza, sem tirar seu pau da minha xoxotinha, ele me segurou na posição de “carregar noiva”, e ficou olhando dentro dos meus olhos com um sorriso bem sacana. Alex vendo aquela cena, propôs uma pausa. Eu também achei que aquela era uma boa hora para retomarmos o controle da situação, e ia sugerir que Fred me deixasse tomar um fôlego, mas antes que eu pudesse concluir ele me jogou para o lado. Do jeito que eu cai no sofá, fiquei, pois estava toda mole e sem forças. Enquanto Fred me penetrava na posição que eu me encontrava, de ladinho, Alex, quase que invocando seu direito de marido, pedia para ele lhe ceder o lugar. Fred concordou, mas antes deu-me uma serie de estocadas, que me arrancaram gritos. Meu marido deitou do meu lado, todo tremulo. Quando ele me penetrou, seu pau entrou com facilidade, devido ao “estrago” que o pau do garoto tinha feito em mim. Meu coração parecia que iria saltar pela boca. Fred ficou de pé nos olhando, eu não conseguia parar de contemplar aquele corpo musculoso, todo coberto de suor, e principalmente, aquele pau ereto e imponente que apontava para mim. Ele nos olhava de forma depravada, parecia estar se recuperando e tramando algo ao mesmo tempo. Até meu marido sentiu minha reação, quando o rapaz veio em nossa direção com aquele seu jeito de moleque que vai fazer uma travessura.
Fred ficou bem perto de minha cabeça. Fiquei olhando aquele cacetão reluzente de baixo para cima, e tentando descobrir o que aquela cabecinha suja tramava para mim. Eu nunca estive tão submissa na minha vida. Olhei para o rosto dele, enquanto tinha minha boca invadida novamente por seu pau. Ele parecia estar cheio de más intenções. Meu marido não dizia nada, só ficava com seu rosto junto ao meu, e com uma respiração ofegante às vezes sussurrava: “Acho que ele vai gozar no seu rosto!”.
Fred com os dentes cerrados segurou minha cabeça e começou a forçar-me a fazer um movimento de vai-e-vem com o pau dele quase todo na minha boca. Tive que me esforçar para não engasgar. Ele me segurando pelos cabelos, começou a surrar meu rosto com seu pauzão. Era como se alguém me batesse com um braço no rosto. Cheguei a ficar com medo, pois ele estava cada vez mais agressivo.
_ Coloque sua lingüa para fora! _ ordenou ele.
Obedeci, e com os olhos fechados, continuei levando uma surra de pica. Eu podia sentir o peso do pau dele batendo em minha língua.
O que aconteceu a seguir foi simplesmente demais. Meu maridinho gozou, gemendo bem perto do meu ouvido e nesse mesmo momento, Fred disse:
_ Vai ser no sua cara. Vou encher sua cara de porra!!
Ajeitei-me no sofá, pois queria o melhor ângulo para receber a porra dele. Realmente foi um final apoteótico para nossa transa. Um jacto de porra veio em minha direção como um chicote e açoitou meu rosto de um lado a outro. A seguir outros atingiram meu rosto varias vezes e em todas direções. Tive que fechar os olhos, mas eu podia sentir os riscos e pingos quentes de porra por todo meu rosto. Ficamos os três sem ao menos nos mexer, até que cessou definitivamente o bombardeio em meu rosto.
Alex respirava ofegante no meu ouvido; eu admirava aquele pau delicioso latejando em minha frente; e Fred com olhos fechados tinha um ar de satisfação plena. Exauridos, curtimos os três aquele momento. Vendo os dois satisfeitos, me senti no meu momento de glória. Peguei a camisa de Alex para limpar meu rosto e Fred disse, olhando para nós dois com um sorriso mordaz:
_ Puxa! ...Olhe só para vocês...foi mal!... _ por um momento achei que ele estava fazendo tipo, mas Fred dando risada continuou: _...Dá uma olhada no rosto do seu marido. _ olhei para Alex e só então entendi o motivo das chacotas de Fred.
Nem eu, nem Alex tínhamos percebido, mas como ele estava com o rosto do lado meu, quando Fred gozou, tinha levado uma bela de uma esguichada de porra em seu rosto também. Não agüentei em ver meu marido, todo confuso, com um sorriso sem graça e com porra escorrendo pelo rosto dizendo: “Que foi... Que foi?!”. Limpei o seu rosto, antes dele sair em disparada para o banheiro, mas não me contive em rir. Fred também dava risada, deixando evidente que ele tinha feito aquilo por traquinagem.
Fiquei conversando com ele por um tempo na sala. Eu parecia uma boba, pois só conseguia exaltar a virilidade e a potencia de Fred. Resolvi ir a até o banheiro para dar uma olhada em Alex, e saindo da sala comentei: “nossa de pensar que Alex te chamou de viado”. Fred veio atrás de mim, me pegou pelo braço e perguntou:
_ Então ele disse isso!? _mais uma vez ele me olhou com cara de quem vai aprontar.
Nós dois nos encontrávamos na copa. Fred me sentou numa cadeira e me fez chupar seu pau ali mesmo, até ficar duro novamente. Encaixei o pau dele entre meus seios _ era simplesmente demais ver aquele cacete enorme entre meus seios_ e movimentei meus seios para cima e para baixo, fodendo seu cacete com meus peitos. Amparei aquela cabeçorra com a língua toda às vezes que ela surgiu entre meus seios.
Ele me mandou ficar de pé perto e apoiar os cotovelos na mesa, deixando minha bundinha bem arrebitada e desfrutável, e lambeu minha buceta e meu cuzinho ao mesmo tempo. Quando eu já estava alucinada e completamente molhadinha, ele se levantou e encostou aquela cabeçorra no meu cuzinho. Fiquei assustada, tentei sair, mas ele era muito forte, e eu estava totalmente dominada naquela posição. Era assustador sentir aquele pauzão forçando passagem no meu cuzinho, mas sem poder fazer nada, resolvi ver até onde eu suportaria aquilo. Fred começou a foder meu cuzinho, movimentando bem devagar. Era incrível, mas aos poucos foi entrando. Não parecia que aquilo era o tão temido sexo anal, que eu e meu marido tomávamos tanto cuidado ao praticar. Cheguei a ficar mais relaxada, mas logo que eu tentei acompanhar seu ritmo dando uma reboladinha, percebi o quanto eu estava errada. A sensação foi tão forte que me arrancou um grito. Foi um daqueles: “AAAAAAAHHHHHH!”, que sai entalado, digno de um filme de terror. Descobri também que tinha cometido um erro ao dar meu rabinho para o deliqüentizinho numa posição tão desfrutável como aquela. Fiquei mais uma vez entregue aos caprichos do garoto.
Alex escutou meu grito, e apareceu sorrateiramente na porta do quarto, e o sacana do Fred percebeu que ele nos olhava.
_ Venha aqui cara, tenho algo para te mostrar!!
Quando Alex veio em nossa direção, Fred começou desferir fortes golpes, que castigava sem piedade meu cuzinho, que estava totalmente vulnerável. Tentando amenizar a força das estocadas dele, fui ficando na ponta dos pés, até que eu praticamente subi em cima mesa. Alex parecia assustado em me ver naquela posição, e dando aqueles gemidos roucos e sofridos. Quando cessou o ataque fulminante de Fred, meu marido se aproximou, e visivelmente sem graça me perguntou:
_ Tudo bem amor?
Fred me puxou de cima da mesa e perguntou:
_ Ainda acha que eu sou viado Alex!? _Meu marido não disse nada, só se aproximou mais, e quando viu o pau de Fred cravado no meu cuzinho, ficou olhando com cara de bobo.
Sob o olhar do meu marido, Fred impôs uma deliciosa e perturbadora rotina na transa. Ele ia fazendo um movimento lento de vai e vem, mas às vezes ele dava umas estocadas vigorosas, e só parava quando eu conseguia fugir das investidas dele subindo na mesa. Dando risada, como se aquilo fosse uma brincadeira, Fred me puxava para baixo novamente e iniciava todo processo. Não sei quantas vezes fizemos isso, só sei que levar aquelas estocadas fortes no cuzinho, e só ter o vidro da mesa para se agarrar, foi a experiência mais louca e desesperadora da minha vida. Era uma luta desigual e num momento de puro delírio gemi e gritei como nunca, e meu escândalo foi como um fósforo na gasolina.
Alex que já estava totalmente confundido ficou ainda mais consternado; Fred enlouqueceu de vez. Ele me puxou para o chão, com uma mão levantou uma das minhas pernas, com a outra segurou nos meus cabelos, e continuou a foder meu cuzinho. Enquanto isso, ele insistia em perguntar a Alex: “Ainda acha que eu sou viado?”. Alex praticamente com o rosto entre minha bunda e o corpo do rapaz respondia desesperado: “você não é viado, cara... Olha só o estado que você deixou minha mulher,... Você não é viado...”. Ele também me mandava chamar Alex de corno, mas a única coisa que eu conseguia, era ficar tateando a mesa em busca de algo para agarrar. Gozei com o pau dele entrando profundamente e saindo totalmente do meu cuzinho. Foi o mais longo orgasmo de minha vida, e o ponto sublime da nossa transa. Fiquei dominada por aquele gozo arrasador. Parecia que aquela sensação não tinha fim. Alex tinha se entregado totalmente em seus devaneios e continuava a viajar. Meu marido dizia: “você (Fred) é demais cara. Já virou minha esposa do avesso, gozou no rostinho dela e agora ta arrombando o cuzinho. O que falta mais?”. Vendo Alex daquele jeito, e Fred com aquele sorriso de vitória em deixa-lo naquelas condições, não me contive e disse a Alex:
_ Bem feito pra você, eu falei que esse cara é comedor...Você não acreditou!
Olhei para Fred, e ele estava nas nuvens. Troquei com ele um olhar e um sorriso de cumplicidade, e continuei a satisfazer seu ego.
_ Você é um menino muito mal Fred...muito mal...
_ E o seu marido, o que é? _ Fred olhava dentro dos meus olhos, quase que transmitindo as palavras que ele queria que eu dissesse. Fiz uma expressão como se tivesse de dar o braço a torcer e disse:
_ Corno... _ pude notar a mudança do semblante de Fred, e para colocar mais lenha naquela fogueira de vaidade _ ...Você fez ele de corno.
Segurei o queixo de Alex e disse:
_ O garotão te fez de corno né amor!?
Fred como num ataque de fúria, me fodeu num ritmo totalmente selvagem e insano. Ainda bem que foram poucas as investidas dele, pois logo ele deu um urro e gozou. Quando ele tirou aquele cacete enorme de dentro de mim, senti como se estivesse oca por dentro. Pelo comentário do meu marido imaginei o estrago: “Nossa... olha só como ficou!” Fred deu um verdadeiro banho na minha bunda. Fiquei com minha bunda escorrendo porra por todos os lados. Eu não conseguia ficar em pé, e Alex ao invés de me ajudar, ainda estava em plenos caprichos de sua imaginação. Ele passava a mão na minha bunda espalhando a porra de Fred, que se misturava com meus pelinhos e dizia: “olha só o que você fez com minha mulher”. Tive que dar um grito com ele: “cala a boca Alex, deixa de ser corno e me ajude”, só assim ele acordou e me amparou. Fred começou a rir daquela cena jocosa.
Eu e meu marido fomos para o banheiro, tomamos um banho demorando, e aos poucos fomos voltando a realidade. Nós não falamos nada, mas era evidente que nenhum dos dois acreditava que aquele garoto tinha nos deixado naquela situação.
Já estávamos no carro para ir embora, quando meu sobrinho que tinha acabado de voltar do clube, veio se despedir de mim. Olhei na beira do lago e vi Fred junto com os outros rapazes. Pelos gestos de Fred e pelo clima de comemoração da turma parecia que ele contava sua proeza aos amigos.
No outro dia cedo, fomos embora da cidade. E num clima de ressaca, ainda não falávamos sobre o dia anterior, e parecia que nunca mais íamos tentar qualquer tipo de aventura parecida. Dias depois, passado o arrependimento inicial, eu e Alex demos muita risada dos delírios um do outro. Mesmo assim achamos que passamos um pouco dos limites. Ainda continuamos com nossas loucuras, mas a regra de não envolver pessoas conhecidas e de não ultrapassarmos esse nosso limite passou a valer novamente.
Fonte: http://www.casadoscontos.com.br/texto/20050292#.U37ApNJdUVI
Fonte: http://www.casadoscontos.com.br/texto/20050292#.U37ApNJdUVI
Autor: Claudia
Categoria: Heterossexual
Data: 07/02/2005
GABY - HOTWIFE DO SEXLOG - CASALNOVINHOS
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GAUCHOAFIMDESEXO - COMEDOR DO SEXLOG - O QUE TODO CORNO DESEJA PARA SUA ESPOSA
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terça-feira, 25 de julho de 2017
PRÍAPO - COMEDOR DO SEXLOG - O QUE TODO CORNO DESEJA PARA SUA AMADA ESPOSA
Segue abaixo links de videos do comedor PRÍAPO, do sexlog. É o tipo de comedor que todo corno deseja para a esposa que ama. Prazer garantido!
https://www.xvideos.com/video5304393/sexlog_-_priapo_e_casal_beto_and_bruna
https://www.xvideos.com/video9772029/amalisedin_do_sexlog_._fazendo_priapo_gozar
https://www.xvideos.com/video955782/priapo_e_anita_2
https://www.xvideos.com/video955817/priapo_and_lu
https://www.xvideos.com/video1386571/priapo_e_anita_casada_parte_2
https://www.xvideos.com/video5304393/sexlog_-_priapo_e_casal_beto_and_bruna
https://www.xvideos.com/video9772029/amalisedin_do_sexlog_._fazendo_priapo_gozar
https://www.xvideos.com/video955782/priapo_e_anita_2
https://www.xvideos.com/video955817/priapo_and_lu
https://www.xvideos.com/video1386571/priapo_e_anita_casada_parte_2
ESPOSINHA SAFADA TRANSANDO COM DOIS
Que esposinha gulosa, sendo chupada por um e mamando outro, enquanto o maridão filma tudo como recordação e para mostrar para todos o quanto a esposa dele fode e o quanto ele é corno. Mais um corninho feliz e orgulhoso de sua esposa, e mais uma esposa com seus desejos e fantasias satisfeitos. Parabéns ao casal!
http://www.pornocarioca.com/ana-maria-esposa-insaciavel-recebeu-uma-bela-chupada-na-xota-enquanto-mamava-a-rola-de-outro-e-corno-filmou-tudo-caiu-na-net/
http://www.pornocarioca.com/ana-maria-esposa-insaciavel-recebeu-uma-bela-chupada-na-xota-enquanto-mamava-a-rola-de-outro-e-corno-filmou-tudo-caiu-na-net/
CORNO PELO CELULAR
Tesão demais essa situação, a esposa fodendo com outro e o corninho ouvindo/falando com ela pelo celular...http://blogcorno.com/page/2/
CONTO - COMO ME TORNEI UMA ESPOSA BEM SAFADINHA
Esse relato eu recebi de uma amiga que me autorizou a publicação.
Como me tornei uma esposa bem safadinha
Eu relato essa história para que outras mulheres, assim como eu fui, não fique tão encucada se por acaso, algum dia, seu marido sugerir que você saia com outro homem.
Sou uma mulher casada há 10 anos, venho de uma família tradicional e nunca me passou pela cabeça, ter alguma coisa com outro homem. Só de trocar algum olhar com outro homem eu já sentia um remorço danado. Minha vida sexual com meu marido era satisfatória, já que ele é bem safadinho e gosta de fazer de um tudo, com o tempo fui ficando bem safadinha também e hoje ele diz que sou um furacão na cama.
Na verdade não sou de se jogar fora, tenho 35 anos, morena clara, coxas grossas, bumbum empinado, seios fartos. Notei que meu marido ficava muito excitado quando me via de saia curta, calcinha fio dental ou de blusa transparente. Ele dizia que os caras ficavam babando e me comendo com os olhos. Eu sempre dizia que era exagero dele, mas devido o comentário dele passei a observar melhor e percebi que era verdade, os homens me devoravam com os olhos, fitavam como se eu estivesse nua e confesso que passei a ficar excitada com aquilo, não sei se por vaidade ou por um tesão que começava a aflorar com furor. Meu marido diz quando bebo, fico com cara de mulher safada que adora uma rola tesuda. Depois de um tempo de casados, começamos a apimentar nossas trepadas com fantasias eróticas. Eu comentava com meu marido sobre os olhares que os homens me lançavam quando eu saia de saia ou vestido curto, as olhadas indiscretas sobre o meu decote, as cantadas que recebidas e notei que tudo isso excitava muito meu marido, via como ele ficava tesudo e transava comigo desesperadamente e ainda me incentivava a sair bem gostosa sempre. Uma vez estávamos transando e eu estava por cima, ele arreganhou minha bunda, meteu o dedo no meu cuzinho e mandou eu imaginar que era outro homem metendo em mim. Ao imaginar outro homem metendo em mim senti um enorme arrepio e gozei loucamente. Vendo que fiquei muito excitada ele se entusiasmou e disse que eu estava liberada para trepar com outro homem, desde que não fosse do nosso rol de amizades. Eu considerei aquilo como fantasia das horas de tesão mas depois de um tempo questionei com ele sobre essa fantasia de ter outro homem metendo em mim e ele confirmou que era verdade, que adoraria me ver ou saber que estive com outro homem. Eu juro que fiquei sem saber o que fazer, disse que aquilo não era normal, que ele não devia me amar para propor uma coisa assim e que eu jamais pensei em trair ele desta forma, que tinha minha religião, minha família, os amigos, o que iriam dizer. Ele me abraçando com muito carinho, disse que me amava muito, que as pessoas não precisavam saber, que não era bem assim como eu estava pensando, que se as pessoas próximas soubessem, realmente seria muito chato e que por isso preferia que fosse um estranho pois seria apenas uma vez, que eu poderia aproveitar quando viajasse a serviço pela firma a qual trabalho ou quando saíssimos de férias. Eu falei que jamais faria isso com ele, que aquilo era apenas fantasia nossa e não devia passar disso. Mas aquilo ficou martelando na minha cabeça, comecei a pesquisa na net sobre essas coisas e acabei descobrindo que é mais normal do que eu pensava. Li várias histórias de casais liberais e de como suas vidas conjugais havim melhorado depois que começaram a colocar terceiros em suas relações sexuais. Confesso que fiquei tentada, mas tinha vergonha de falar com meu marido depois de toda reclamação que fiz. Um dia, aconteceu que precisei viajar a trabalho para uma outra cidade, após um dia de trabalho, a noite acessei meu MSN e meu marido estava conectado e começamos a conversar, ele perguntou como tinha sido meu dia e tal, essas coisas rotineiras, respondi que tinha sido tudo normal e ele brincou se eu não havia sido cantada por ninguem, falei que havia recebido vários elogios e que inclusive dois caras haviam me convidado para sair à noite, sendo que um deles era hóspede no hotel em que eu estava. Ele perguntou se eles eram bonitos e se eu havia aceitado, respondi que um eu recusei de pronto por achar o cara um pouco abusado, mas o outro, que estava hospedado no mesmo hotel, era muito bonito e simpatico mas eu havia argumentado que era uma mulher casada, mas que iria pensar no assunto, quem sabe. Então, para ver o jeito dele, perguntei se haveria algum problema de dá uma sair com esse novo amigo, ir a um barzinho, jantar, qualquer coisa desse tipo. Ele respondeu que não havia problema algum, já que naquela cidade pouca gente me conhecia e o cara també era de outra cidade e que dificilmente eu o veria de novo, portanto não havia o risco de me apaixonar e que poderia aproveitar bem a noitada, mas que tinha uma condição, se eu realmente topasse eu teria que mandar uma mensagem no celular dizendo “topei” e se fosse rolar alguma coisa mandasse outra mensagem dizendo “vai rolar” e que na hora que eu voltasse pro apartamento ligasse pra ele contando tudo o que tinha acontecido. Fiz charme, me fiz de ofendida, porém confesso que fiquei arrepiada e molhadinha de tesão com a hipótese de sair com outro homem e disse pra ele que se acontecesse algo seria do jeito que estava me pedindo. Já que ele fazia tanta questão de levar um chifre então, a partir de agora ele seria o meu corninho, mas que depois não ficasse com ciúmes e brigasse comigo, pois não haveria mais como voltar atrás.
Fui jantar no restaurante do hotel e o cara encontrava-se lá, como estivesse a miha espera e logo pediu para sentar a mesa comigo, ficamos conversando e ele tornou a reforçar o convite de irmos a um barzinho e eu, enfim, disse que aceitava e marcamos às dez horas no saguão. Me apressei a mandar o recado pro meu marido com a mensagem “topei”. Às dez em ponto desci para o saguão do hotel e meu amigo já estava a me esperar, pegamos um taxi e fomos para um barzinho/boate que não ficava muito longe do hotel que estávamos, ficamos conversando sobre nossas vidas e fiquei sabendo que ele também era casado, bebi uns três coquitéis e descontrai de vez, ele falou que eu era muito bonita, que meu marido tinha tirado a sorte grande em ter uma mulher como eu, que era muito sensual etc. Fomos dançar, colamos os corpos e pude sentir o quanto ele estava excitado, parecia que tinha um ferro em brasa dentro da calça. E o clima foi esquentando e eu já embalada pela bebida permiti que ele me beijasse. Aí um arrepio imenso me subiu pela espinha e percebi que minha calcinha havia ficado toda molhadinha e comecei a sentir um desejo enorme de ter aquele macho de pau duro e latejante todo dentro de mim. Como as carícias esquentaram, vimos que não havia como continuar ali, combinamos de voltar ao hotel e no taxi passei nova mensagem ao meu marido dizendo “não resisti, acho que vai rolar muita coisa”. Chegamos no hotel e fomos para o quarto ele, assim que entramos ele foi logo me agarrando e beijando minha boca, meu pescoço, dizendo que eu era muito deliciosa que me queria por inteira e que iria me dar muito prazer, que eu merecia um macho de verdade para me foder bem gostoso e saciar todo o fogo que existia dentro de mim . Eu entrei em extase com seus beijos no pescoço, ele foi abrindo minha blusa, puxou o sutien e abocanhou com vontade meus seios me levando a loucura, arrancou minha saia e calcinha, me deitou na cama e caiu de boca na minha bucetinha, que estava a essa altura toda molhadinha de tesão, me chupou com grande maestria que gozei quase de imediato, ele então, tirou sua roupa e me ofereceu aquele mastro lindo e grosso, bem maior do que o do meu marido. Comecei lambendo pela cabeça rosada e depois fui decendo até suas bolas e subi novamente e abocanhei tudo ele suspirou fundo e sentir seu cacetão pulsar dentro da minha boca, senti que ele não iria aguentar por muito tempo, mesmo assim continuei punhetando aquela vara deliciosa e chupando sem cessar e ele deu um uivo e despejou todo o seu leite dentro da minha boca. Mesmo não tendo o costume eu engolir tudo e achei delicioso, não deixei escapar uma gota sequer. Ele sentou ao meu lado e começou a me beijar novamente e lambeu todo o meu corpo se detendo por último na minha bucetinha me fazendo gozar de novo, quando dei por mim ele já havia colocado uma camisinha e enterrou de uma só vez seu grosso cacete na minha bucetinha me preenchendo toda, juro que não sei o que acontecia comigo, era um gozo atrás do outro, não conseguia me controlar. Ele me fodia em todas as posições imagináveis possível, me levando sempre a loucura. Então me virou de costas e começou a lamber minha bunda passando a lingua no meu cuzinho me provocando choques pelo meu corpo todo, quando sentiu que eu estava bem relaxada começou a enfiar a cabeça do seu pau no meu cuzinho que reclamou um pouco da grossura daquela verga mas que foi se abrindo lentamente e em pouco tempo eu já havia agasalhado todo aquele mastro dentro do meu cuzinho. Começou um vai e vem, primeiro lentamente, depois freneticamente eu começei a gozar desvairadamente. Nunca pensei que pudesse sentir tanto prazer como estava sentindo e ainda mais com praticamente um desconhecido. Ele continuou a meter por um bom tempo até que falou que não aguentava mais e iria gozar, ouvindo isso tornei a gozar novamente e caimos um para cada lado totalmente desfalecidos.
Depois de um bom tempo me recompus me lavei, trocamos e-mail e voltei para o meu quarto, passei uma mensagem pro meu marido dizendo que ele poderia se considerar muito feliz, que os desejos dele haviam se realizado, que eu havia acabado de transformá-lo em mais um corninho, pois tinha rolado de um tudo com meu novo amigo, que eu havia adorado e que agora em diante ele teria que deixar eu fuder com outro homem sempre que me desse tesão. Meu marido ligou de volta dizendo que eu era a esposa mais deliciosa do mundo e que merecia gozar muito gostoso no cacete de outro macho, que ele estava de pau duro desde a primeira mensagem que eu havia passado e estava muito ansioso para falar comigo para saber de todos os detalhes do que tinha acontecido. Eu tive que relatar minunciosamente todo o acontecido, quando terminei ele falou que não havia aguentado de tanto tesão e havia esporrado no lenço da cama. Disse que agora ele era o homem mais feliz dessa vida e que eu poderia trepar com outro cara sempre que quisesse, que por ele não haveria problema algum, pelo contrário me daria a maior força.
Hoje, continuo sendo uma excelente mãe e esposa, nosso relacionamento conjugal melhorou ainda mais, e quando surge uma boa oportunidade eu me delicio com o cacete de outro macho, já que conto com a compreensão do meu querido e amado corninho, que aceita e ainda me incentiva a foder bem gostoso com outros machos. Agora ele sugeriu que quer estar presente assistindo eu foder com outro homem, estamos discutindo o assunto e quem sabe eu não realizo mais esse desejo dele.
ESPOSA COM DOIS E CORNINHO SÓ FILMANDO
Toda esposa quer ter dois comedores à sua disposição, para meter e fazê-la gozar de todas as formas.
Tesão intenso para todos, principalmente quando a esposa se solta e fala sacanagens gostosas de ouvir.
https://www.pornolandia.xxx/video/33935/gaby-casal-novinho-x-novinha-no-menage-09
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SEXLOG: O MELHOR SITE PARA REALIZAR SUA FANTASIA DE CORNO
O site sexlog, atualmente, é o melhor lugar para quem deseja realizar a fantasia de ser um corno manso. É um site bom, discreto e seguro, onde os casais podem, com facilidade, selecionar um comedor que atenda ao perfil desejado, em qualquer lugar do país.
No site é possível visualizar o tipo físico e dote do comedor, suas preferências, bem como fotos de suas aventuras.
Para quem está iniciando, a dica é sempre optar por comedores que estejam há mais tempo nosite, com várias fotos, com vários casais, isso atesta não só a experiência como, também, é uma garantia de satisfação, pois aquele que tem qualidade é sempre procurado, e isso é fundamental para quem está se iniciando neste tipo de aventura sexual.
O site também serve como estímulo para realização da fantasia, pois, uma vez realizado o perfil do casal, colocadas fotos de sua amada esposa, com certeza ela receberá as mais diversas propostas e elogios, e isso a estimulará na realização de seus desejos e fantasias.
Enfim, o sexlog hoje tornou-se uma das ferramentas essenciais para aqueles que buscam diversão com segurança e discrição.
segunda-feira, 24 de julho de 2017
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